<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5066595116847076406</atom:id><lastBuildDate>Thu, 07 Jan 2010 11:30:37 +0000</lastBuildDate><title>i-press.biz econômia &amp; mercado | Kátya Desessards</title><description>O i-press.biz é um veículo de informação sobre economia, mercado, negócios, gestão e tecnologia. Somos isentos e nosso intuito é apresentar uma linguagem simples e sem rodeios. O mailing é nacional e atinge mais de 10 mil pessoas nos estados do RS, SC, PR, SP, RJ e DF. Perfil do público: empresários, jornalistas, diretores de veículos, executivos, profissionais liberais e consultores. (Produzido por WLine.biz - Intelligent Business Strategies)</description><link>http://e-pressbiz.blogspot.com/</link><managingEditor>katya.desessards@gmail.com (Kátya Desessards)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>267</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5066595116847076406.post-825338197894350454</guid><pubDate>Thu, 07 Jan 2010 11:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-07T09:30:37.203-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>logística</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>TI</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indústria</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>agronegócios</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bolsas de valores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>banco</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indicadores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>economia mercado</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>web</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cotações</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>comercio exterior</category><title>Edição 254 | Ano II</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/S0XFe7xffUI/AAAAAAAABls/usT7ARtUK_Y/s1600-h/Olho+do+Brasil.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 165px; FLOAT: right; HEIGHT: 120px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423958461469654338" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/S0XFe7xffUI/AAAAAAAABls/usT7ARtUK_Y/s200/Olho+do+Brasil.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Brasília / DF&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:180%;"&gt;Brasil fecha 2009 com menor número de falências desde 2005&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O número de falências decretadas no Brasil em 2009 foi o mais baixo desde a promulgação da Nova Lei de Falências, em junho de 2005. Foram 908 decretos em todo o país, de acordo com a Serasa Experian. A entidade apontou a recuperação econômica, iniciada em março de 2009, e o crescimento da economia brasileira a partir do último trimestre do ano como contribuição para a o recuo. As falências decretadas de microempresas em 2009 totalizaram 831 ocorrências, representando 91,5% do total de todos os portes, o mais baixo percentual desde 2005, revelando que menos microempresas faliram em 2009. Em 2008, esta relação era de 92,2%; em 2007 de 95,5%; em 2006 de 95,2% e em 2005 de 97,7%. Já as falências decretadas das médias e grandes empresas (77) cresceram em 2009, na comparação com 2008.&lt;br /&gt;Quanto às médias empresas (58), houve uma evolução maior no número de decretos (seis a mais que 2008), "evidenciando que as empresas desse porte sofreram mais com a crise, em razão da recessão nos mercados internacionais e da valorização do real", destacam os economistas da Serasa Experian. Quanto aos pedidos de falência, houve crescimento ao longo dos doze meses de 2009. Foram 2.371 requerimentos - sendo 1.512 de micro e pequenas empresas -, contra 2.243 em 2008. "Os requerimentos de falência foram muito utilizados em 2009, ora como instrumento de cobrança, ora como consequência das dificuldades que as empresas passaram com o crédito restrito, em decorrência das incertezas em relação à crise financeira global", segundo os analistas. As recuperações judiciais requeridas, por sua vez, mais do que dobraram.&lt;br /&gt;Em 2009 foram 670 pedidos de recuperação judicial, sendo 365 de micro e pequenas empresas. Em 2008, houve 312 requerimentos. "O instrumento foi uma alternativa utilizada em 2009 pelas empresas em dificuldades, para evitarem a falência, lembram os economistas. As recuperações judiciais deferidas e concedidas, etapas seguintes do processo, seguiram na mesma direção", informa a Serasa. A perspectiva apontada pelos especialistas da Serasa Experian é de que as falências e recuperações caiam em 2010, seguindo o maior crescimento da economia, a recuperação do crédito para empresas e suas melhores condições (prazos e custos). &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agências Brasil e Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diretores de bancos centrais vão discutir risco de volta da crise&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O BIS - Banco de Compensações Internacionais - convocou uma reunião de presidentes de bancos centrais e outros dirigentes financeiros para este fim de semana, com o objetivo de analisar a possibilidade de uma recaída nos "riscos excessivos" que originaram a crise. Na convocação da reunião, que será realizada em Basiléia (Suíça), o BIS - que é uma espécie de BC dos bancos centrais - se queixa que "as assinaturas financeiras voltam a mostrar o comportamento agressivo que prevaleceu no período anterior à crise". O BIS faz, em sua notificação de caráter restrito, uma série de propostas que poderiam contribuir para criar um sistema financeiro menos vulnerável. Entre os banqueiros do setor privado que assistirão à reunião estão Larry Fink, do BlackRock, Vikram Pandit, do Citigroup, e John Stumpf, do Wells Fargo. Segundo o diário britânico "Financial Times", também foram convidados Lloyd Blankfein, executivo-chefe da Goldman Sachs, e Jamie Dimon, da JPMorgan Chase, que não devem, no entanto, participar do evento. "Existe a preocupação de que a segurança que haverá financiamento abundante e barato possa encorajar (os banqueiros) a assumir riscos excessivos", diz o texto da convocação. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ANP calcula economia de até R$ 1.5 bilhão com biodiesel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A obrigatoriedade da mistura de 5% de biodiesel em todo o óleo diesel consumido no Brasil, que entrou em vigor no último dia primeiro, vai gerar economia de divisas na ordem de até R$ 1,5 bilhão por ano, devido à redução das importações de óleo diesel. A nova mistura não se aplica ao óleo diesel marítimo. Segundo o estudo realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), cada litro da nova mistura diminui em 3% a emissão de CO2, além de reduzir também a emissão de material particulado. Em novembro, foi realizado o primeiro leilão para atender à mistura de B5. Foram adquiridos 575 milhões de litros de biodiesel. O biodiesel é considerado excelente "aditivo verde" com baixos teores de enxofre, como o diesel S50, já utilizado nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza e Recife e nas frotas cativas de ônibus dos municípios de São Paulo e Rio de Janeiro. Dados dos fabricantes d! e auto-peças atestam que 2% de biodiesel adicionados ao diesel seriam suficientes para aumentar em cerca de 50% a lubricidade do combustível. Desde que a mistura B2 começou a ser utilizada, em janeiro de 2007, a ANP vem garantindo o abastecimento de biodiesel em todo o Brasil. Desde 2005, a Agência realizou 16 leilões para venda do combustível pelas unidades produtoras. A introdução do biodiesel na matriz energética brasileira é reconhecida internacionalmente como um caso de sucesso em matéria de uso de combustível renovável em larga escala. Em 2009, a produção chegou a 1.291.800 bilhão de litros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo /SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Anadarko nega interesse em ativos da Devon no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A companhia norte-americana Anadarko Petroleum informou onte, dia 6/1, que não está interessada em comprar os ativos em alto mar, no Brasil, que foram colocados à venda pela Devon Energy, em novembro. "Nós não estamos interessados em adquirir uma fatia maior, pois nossa participação atual já representa uma oportunidade muito grande e nos coloca bem no centro da nossa zona de conforto do ponto de vista do gerenciamento de risco", afirmou em comunicado o porta-voz da companhia, John Christiansen. Executivos da Anadarko, que tem sede em The Woodlands, Texas/EUA, haviam afirmado anteriormente que a empresa poderia avaliar alguns dos ativos que a Devon está vendendo na Bacia de Campos, incluindo uma fatia no projeto Itaipu. O projeto, no qual a Anadarko já possui 33% de participação, fica cerca de 25,7 quilômetros ao norte da descoberta chamada Wahoo, operada pela Anadarko. Segundo Christiansen, seria ideal para a companhia tornar-se a controladora dos dois blocos, já que os resultados mais recentes das perfurações indicam a presença de grandes reservas de petróleo, com potencial para serem ainda maiores. No entanto, a empresa não está interessada em aumentar sua posição, acrescentou o porta-voz. Em entrevista à rede CNBC na segunda-feira, o executivo-chefe da Anadarko, Jim Hackett, já havia dito que a companhia não está interessada nos ativos brasileiros da Devon. "Nós realmente não queremos participar do leilão da Devon", disse Hackett. O executivo disse esperar que a venda de ativos da Devon no Brasil ajude a validar a carteira da Anadarko no País, que é "bastante subavaliada" no preço de suas ações. Com a Anadarko fora da competição, grandes companhias de petróleo, como ExxonMobil, Chevron e Petrobras, podem surgir como fortes candidatas, segundo Phil Weiss, analista da Argus Research. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Dow Jones)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________________________________________________&lt;br /&gt;MANCHETES DOS PRINCIPAIS JORNAIS Nacionais e Internacionais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Quinta-feira / 7 de janeiro de 2010&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Jornais nacionais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Folha de S.Paulo / Prejuízo com chuva supera R$ 1 bilhão&lt;br /&gt;Agora S.Paulo / Acordo reduz cobrança de tarifa bancária de aposentado&lt;br /&gt;O Estado de S.Paulo / Pressão do Planalto faz FAB alterar relatório sobre caças&lt;br /&gt;Jornal do Brasil / Argentina abre todos os arquivos da ditadura&lt;br /&gt;O Globo / Crise não impede aumento de horas extras no Senado&lt;br /&gt;Valor Econômico / Confronto com o BC abre crise na Argentina&lt;br /&gt;Correio Braziliense / Farra sem escalas&lt;br /&gt;Estado de Minas / 169 mil servidores terão correção de tempo de serviço&lt;br /&gt;Diário do Nordeste / Restrição a caminhões começa em fevereiro&lt;br /&gt;A Tarde / Aids matou mais que dengue e gripe H1N1&lt;br /&gt;Extra / Aposentados vão ter pacote de serviços bancários gratuito&lt;br /&gt;Correio do Povo / Acidente deflagra revisão de pontes&lt;br /&gt;Zero Hora / Dez sobreviventes narram drama do Jacuí&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Jornais internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;The New York Times (EUA) / Democratas estão cautelosos depois da aposentadoria de dois senadores&lt;br /&gt;The Washington Post (EUA) / Metrô quase atinge equipe de inspetores de segurança&lt;br /&gt;The Times (Reino Unido) / Brown enfrenta tempestade&lt;br /&gt;The Guardian (Reino Unido) / Brown: o último motim&lt;br /&gt;Le Figaro (França) / Auchan relança a guerra de preços&lt;br /&gt;Le Monde (França) / Clima: as novas metas fiscais do carbono industrial&lt;br /&gt;China Daily (China) / Onda de frio provoca racionamento de energia&lt;br /&gt;El País (Espanha) / Associações militares têm mais limitações do que a Guarda Civil&lt;br /&gt;Clarín (Argentina) / Cristina quer que ele saia, mas Redrado resiste&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_______________________&lt;br /&gt;INDICADORES ECONÔMICOS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inflação da 3ª idade fecha 2009 em 4,09%&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O IPC-3i - Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade -, que mede a inflação entre a população idosa, encerrou o ano passado com alta de 4,09%, após avançar 6,35% em 2008. Hoje, a FGV - Fundação Getúlio Vargas - anunciou o desempenho anual do indicador, e também a taxa do índice referente ao quarto trimestre de 2009, que teve alta de 0,51%, após apresentar aumento de 0,86% no terceiro trimestre daquele ano. Com isso, a inflação sentida pelo idoso em 2009 é a menor em três anos, perdendo apenas para a taxa anual de 2006 (2,26%).&lt;br /&gt;De acordo com a fundação, a inflação em 2009 sentida pelos idosos foi superior à apresentada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que mede a inflação no varejo em todas as faixas etárias e subiu 3,95% mesmo período. No quarto trimestre do ano passado, o IPC-3i teve taxa igual a do IPC-BR para o mesmo período.&lt;br /&gt;Em 2009, os preços que mais pesaram no bolso do idoso foram basicamente de tarifas e preços administrados. Os aumentos de preço que contribuíram mais para o cálculo da inflação do idoso em 2009 foram plano e seguro saúde (5,15%), aluguel residencial (6,87%) e tarifa de eletricidade residencial (5,44%). Mas o avanço de preços foi contido, em parte, por quedas de preços, no ano passado, em passagem aérea (-25,36%), tomate (-21,37%) e feijão carioquinha (-31,76%).&lt;br /&gt;Em comunicado, a FGV informou que, entre as sete classes de despesa pesquisadas para cálculo do índice, as principais contribuições para a desaceleração de preços verificada entre o terceiro e o quarto trimestre do ano passado partiu das movimentações de preços em três classes de despesa. É o caso das quedas ou desaceleração de preços registradas em Alimentação (de 0,60% para -0,51%), Habitação (de 1,59% para 0,95%) e Despesas Diversas (de 1,08% para 0,38%). Os outros grupos apresentaram aceleração de preços ou fim de deflação. É o caso de Vestuário (de -0,44% para 2,13%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,53% para 0,63%), Educação, Leitura e Recreação (de -0,44% para 1,00%) e Transportes (de 0,77% para 1,76%).&lt;br /&gt;Entre os produtos, as altas mais expressivas de preço no quarto trimestre de 2009, no âmbito do IPC-3i, foram registradas em limão (240,90%), tarifa de eletricidade residencial (4,37%) e mamão papaia (61,77%). Já as mais significativas quedas foram apuradas nos preços de leite tipo longa vida (-15,04%), batata inglesa (-19,43%) e cenoura (-21,61%). O IPC-3i representa o cenário de preços em famílias com pelo menos 50% dos indivíduos de 60 anos ou mais de idade, e renda mensal entre 1 e 33 salários mínimos. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;País deve crescer 5,2% este ano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O mercado financeiro terminou o ano passado prevendo crescimento de 5,2% para a economia e inflação dentro da meta em 2010, de acordo com a pesquisa semanal Focus, realizada pelo Banco Central com cerca de cem economistas. As perspectivas são mais otimistas do que as feitas há um ano, quando as incertezas geradas pela crise apontavam para um cenário completamente diferente do verificado agora. Em janeiro de 2009, a perspectiva era encerrar o ano com juros mais altos, inflação acima da meta e um dólar a R$ 2,25. Os dados já conhecidos mostram que os juros ficaram em 8,75% ao ano, em vez dos 12% previstos. O dólar terminou dezembro vendido a R$ 1,74. E o dado sobre inflação, que será conhecido na próxima semana, mostra que o índice oficial vai ficar abaixo da meta de 4,5% – e dos 5% previstos há um ano. Se nesses pontos os números mudaram para melhor em 2009, em outros pioraram. Naquela época, esperava-se um crescimento de 2,4% para a economia brasileira no ano passado. Agora, o próprio governo já trabalha com um número próximo de zero, enquanto o mercado financeiro projeta retração de 0,24%. Para 2010, a disparidade das previsões, por enquanto, é menor. Em janeiro do ano passado, esperava-se um crescimento de quase 4% para o ano atual. Para alcançar esse resultado e manter a inflação sob controle, as apostas continuam sendo de que o BC comece a aumentar os juros em abril. Para os analistas, em dezembro a taxa Selic chegará a 10,75%. A previsão é que o dólar encerre 2010 a R$ 1,75. A inflação prevista é de 4,5%. O saldo comercial estimado para o final deste ano é de US$ 11,3 bilhões. Em 2009, a previsão era US$ 14,5 bilhões e o apurado foi US$ 24,62 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO DE CAPITAIS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP e Associated Press)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Nas Bolsas da Ásia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maioria das bolsas cai com realização de lucros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quase todas as bolsas asiáticas fecharam em queda nesta quinta-feira, influenciadas principalmente por realizações de lucros e, na China, pelo movimento de aperto na política monetária.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Hong Kong&lt;/strong&gt; se retraiu com a realização de lucros depois de uma série de avanços recentes. O índice Hang Seng perdeu 0,7% e fechou aos 22.269,45 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Nas bolsas da China,&lt;/strong&gt; o inesperado aumento na principal taxa de juros do mercado interbancário provocou um declínio generalizado nas blue chips. Segundo analistas, o movimento do Banco do Povo da China (PBOC na sigla em inglês, banco central do país) sinaliza uma mudança em sua política com o objetivo de prevenir riscos de inflação no novo ano. O índice Xangai Composto, que acompanha as ações A e B, teve queda de 1,9% e fechou aos 3.192,78 pontos. O índice Shenzhen Composto também baixou 1,9% e encerrou aos 1.179,99 pontos.O yuan se desvalorizou diante do dólar, que se fortaleceu contra o euro na Ásia ante a realização de lucros com moedas sensíveis ao risco. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado a 6,8277 yuans, ligeiramente acima dos 6,8274 yuans do fechamento da véspera. A paridade central foi fixada em 6,8276 yuans, quase inalterada em relação 6,8277 da quarta-feira.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Em Taiwan,&lt;/strong&gt; o índice Taiwan Weighted da Bolsa de Taipei desceu 1,1% e fechou aos 8.237,42 pontos, pressionado pela realização de lucros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Seul,&lt;/strong&gt; na Coreia do Sul, encerrou em queda, influenciada por uma rápida valorização do won em relação ao dólar que afetou as ações das exportadoras, neutralizando os ganhos dos estaleiros e das empresas de transporte marítimo. O índice Kospi caiu 1,3% e terminou aos 1.683,45 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Sydney&lt;/strong&gt;, na Austrália, fechou em baixa, refletindo as perdas dos papéis de bancos, que arrastaram algumas ações periféricas para baixo. A alta de algumas mineradoras, conduzida pelos preços das commodities, e os fortes resultados das vendas no varejo não foram suficientes para sustentar os ganhos do início do pregão. O índice S&amp;amp;P/ASX 200 caiu 0,5% e fechou aos 4.899,4 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O índice PSE da Bolsa de Manila&lt;/strong&gt;, nas Filipinas, fechou com alta de 1,2%, terminando aos 3.077,78 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Cingapura&lt;/strong&gt; terminou em baixa, com os investidores nos demais mercados da Ásia sacando os lucros de recentes ralis e já que o mercado futuro americano apontou para possível baixa na abertura de Wall Street. O índice Straits Times recuou 0,6% e fechou aos 2.913,25.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O índice composto da Bolsa de Jacarta,&lt;/strong&gt; na Indonésia, caiu 0,6% e fechou aos 2.586,89 pontos, liderado por mais vendas de papéis de bancos, montadoras uma vez que a recente alta dos preços do petróleo pode disparar a inflação, caso o governo eleve os preços dos combustíveis. Traders também atribuem as vendas a realizações de lucros em papéis relacionadas à commodity depois de recente rali.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O índice SET da Bolsa de Bangcoc&lt;/strong&gt; perdeu 0,2% e fechou aos 734,63 pontos depois de novamente falhar em romper os 740 pontos de resistência. Banpu, com alta de 6,8% limitou as perdas, com expectativas de forte alta dos preços do carvão este ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur&lt;/strong&gt;, na Malásia, teve queda de 0,1% e fechou aos 1.291,42 pontos, com realizações de lucros após três dias de sucessivos ganhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Nas Bolsas da Europa&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas europeias recuam à espera de dados dos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas europeias registram baixa nesta manhã, com o mercado à espera dos dados sobre desemprego (payroll) nos EUA, a serem divulgados amanhã. Os índices também são prejudicados pela debilidade da Ásia, onde o aperto da política monetária chinesa pressionou o índice de Xangai. A forte queda das vendas no varejo da zona do euro (que reúne os 16 países que adotam o euro como moeda) contribui para os declínios.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Londres / Inglaterra -&lt;/strong&gt; Às 8h20min (de Brasília), o índice FT-100 da Bolsa de Londres recuava 0,44%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Paris / França –&lt;/strong&gt; O índice CAC-40 cedia 0,65%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Frankfurt / Alemanha -&lt;/strong&gt; O Dax operava em baixa 1,00%, após a agência de estatísticas Destatis estimar que as vendas no varejo da Alemanha caíram entre 1,9% e 2,1% em 2009. A estimativa baseia-se em dados mensais de varejo que incluem os números de novembro e projeções para dezembro, tradicionalmente um dos meses mais fortes do ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Roma / Itália -&lt;/strong&gt; O índice FTSE MIB da Bolsa de Milão abriu hoje em baixa de 0,26%, para 23.559,79 pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;ONTEM –&lt;/span&gt; Na Bovespa, NY e Europa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bovespa fecha pela oitava vez em alta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Bovespa já acumula oito pregões de valorização das ações, sustentada pelo fluxo de capital estrangeiro (que foi recorde no ano passado) e o otimismo dos investidores sobre a recuperação da economia global. A taxa de câmbio doméstica cravou R$ 1,73. Desde 21 de dezembro, data do último pregão em que o índice de ações retraiu, a Bolsa já teve alta de 7,3%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Ibovespa&lt;/strong&gt; avançou 0,70% no fechamento, aos 70.729 pontos, o patamar mais alto desde junho de 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O giro financeiro&lt;/strong&gt; foi de R$ 7,19 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O dólar comercial&lt;/strong&gt; foi vendido por R$ 1,739, o que significa um acréscimo de 0,46%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A taxa de risco-país&lt;/strong&gt; marca 191 pontos, número 2,55% abaixo da pontuação anterior.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 1 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;"O Fed mostrou que ainda está preocupado com a economia e que deve manter os juros baixos. E o relatório de empregos [da ADP] mostrou o melho resultado em meses, quer dizer, indicou que a situação ainda está ruim, mas melhorando um pouco", sintetiza Bernardo Rodarte, gerente de operações da corretora Sita. "A grande questão é que ainda tem muito dinheiro rodando no mercado internacional, que praticamente não tem para onde ir. Estrangeiro não está mais vendendo ação por aqui", acrescenta. O profissional, refletindo a opinião de outros colegas no mercado, acredita que a Bolsa de Valores está à beira de uma realização de lucros (venda de ações "caras"), com oito dias consecutivos de ganhos. "Já está na hora de uma realização, que vai ser até saudável. A Bolsa já subiu bastante no ano passado", avalia. "Teve um pouco de fluxo de saída, provavelmente de algumas empresas já antecipando alguma operação de remessa de dividendos. Nós temos que lembrar que, a partir das próximas semanas, nós devemos ter alguma pressão de alta justamente por causa desse tipo de operação", comenta José Carlos Benites, gerente da corretora Moeda.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 2 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Entre as principais notícias do dia, a consultoria privada ADP reportou uma perda líquida de 84 mil vagas no setor privado americano (saldo entre postos abertos e fechados) no mês de dezembro. Analistas previam uma destruição de 73 mil postos de trabalho no período. Já o dado de novembro foi revisado: em vez de uma perda de 169 mil, foram 145 mil empregos perdidos. A área de análise da consultoria fez uma avaliação otimista sobre as perspectivas dos próximos meses: "os cortes de empregos estão diminuindo rapidamente e, se a tendência recente se mantiver, o emprego no setor privado deve voltar a crescer nos próximos meses". Outro indicador privado também teve um resultado positivo: o índice ISM apontou uma recupação do nível de atividade para o setor de serviços entre novembro e dezembro, mas o desempenho frustrou expectativas do setor financeiro&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 3 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;No front doméstico, o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - reportou que a produção industrial do país teve queda de 0,2% em novembro frente a outubro, interrompendo uma sequência de dez altas consecutivas. O Banco Central registrou que o fluxo cambial do país (diferença entre saídas e entradas de dólares) teve um resultado positivo em US$ 28,73 bilhões no ano passado. Em 2008, o fluxo ficou negativo em menos de US$ 1 bilhão.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas de NY fecham "de lado" após dados de emprego e ata do Fed&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas americanas fecharam ontem, dia 6/1, sem uma tendência definida, com os investidores à espera da divulgação dos dados oficiais de emprego em dezembro, que ocorrerá na sexta-feira. Dados privados e a ata da última reunião do Fed - Federal Reserve - tocaram no assunto hoje, mas sem alterar significativamente as impressões do mercado em relação aos dados de sexta-feira.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Dow Jones Industrial Average -&lt;/strong&gt; principal indicador da Nyse - Bolsa de Valores de Nova York - teve leve alta de 0,02%, para 10.573,68 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O ampliado S&amp;amp;P 500&lt;/strong&gt; ganhou 0,05%, para 1.137,14 unidades.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Bolsa tecnológica Nasdaq,&lt;/strong&gt; o indicador Nasdaq Composite recuou 0,33%, para 2.301,09 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 1 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Segundo a empresa de recursos humanos ADP, a perda de empregos no setor privado teve o novo mês seguido de recuo em dezembro. Houve perda de 84 mil postos de trabalho, o menor corte desde março de 2008. "Os cortes de empregos estão diminuindo rapidamente e, se a tendência recente se mantiver, o emprego no setor privado deve voltar a crescer nos próximos meses", diz o comunicado da consultoria. "Com um informe próximo das previsões dos analistas do setor, o elemento-chave para o mercado é que o dado da ADP não provocará uma revisão negativa para as previsões para os dados de desemprego de sexta-feira", apontou o analista Patrick O'Hare, do site de análises financeiras Briefing.com.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Análise 2 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Já os diretores do Fed apontaram na ata da última reunião do Fomc - Comitê Federal de Mercado Aberto - ocorrida em meados de dezembro e que manteve a taxa básica de juros em uma faixa entre zero e 0,25% - que continuam preocupados com o desemprego. "A debilidade do mercado de trabalho continua sendo fonte de forte preocupação para os participantes [da reunião]", indicou o documento. "No geral", os membros do Fomc previram que a taxa de desemprego, atualmente na casa dos 10%, se manteria "elevado durante mais algum tempo". "A taxa de desemprego não é o único indicador do profundo enfraquecimento do mercado de trabalho", agrega a ata. Outro dado divulgado ontem, dia 6/1, foi o de atividade no setor de serviços nos EUA, que voltou a subir em dezembro mas em um ritmo menor que o esperado. O ISM - Instituto de Gestão de Oferta - informou que o índice ficou em 50,1 pontos no mês passado, contra 48,7 em novembro. Apesar do aumento, o resultado ficou abaixo dos 50,5 pontos esperados pelos analistas. Leituras abaixo de 50 pontos indicam contração; acima desse limite, o sinal é de expansão.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas europeias têm dia fraco com desânimo nos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas da Europa tiveram um dia de movimento fraco ontem, dia 6/1. Os investidores encontraram algum ânimo no setor de mineração, mas o desempenho das Bolsas americanas, afetadas pelo dado modesto sobre o setor de serviços, desestimulou os negócios.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Londres&lt;/strong&gt; teve leve alta de 0,14%, indo para 5.530,04 pontos no índice FTSE 100.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Bolsa de Frankfurt&lt;/strong&gt; teve leve variação positiva de 0,04% no índice DAX, para 6.034,33 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Bolsa de Zurique&lt;/strong&gt; teve baixa de 0,30%, indo para 6.559,41 pontos no índice Swiss Market.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Bolsa de Madri&lt;/strong&gt; teve alta de 0,18%, com 1.272,66 pontos no índice Madrid General.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Nos EUA o ISM - Instituto de Gestão de Oferta - apresentou o índice de atividade do setor de serviços de dezembro, que ficou em 50,1 pontos, contra 48,7 um mês antes. Apesar do aumento, o resultado ficou abaixo dos 50,5 pontos esperados pelos analistas. Leituras abaixo de 50 pontos indicam contração; acima desse limite, o sinal é de expansão. Além disso, a ADP informou hoje que o setor privado da economia americana perdeu 84 mil postos de trabalho em dezembro. Trata-se do menor corte desde março de 2008.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO FINANCEIRO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Banco do Brasil vai aumentar participação na Brasilcap&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O BB deve anunciar hoje a reorganização acionária de sua subsidiária do segmento de capitalização, a Brasilcap. Segundo fonte próxima às negociações, as últimas conversas entre a instituição federal e os sócios privados (Sul América, Icatu e Aliança da Bahia) apontam para o aumento da participação do BB na companhia, dos atuais 49,9% do capital para 75% das ações. Procurado, o banco informou que não comenta rumores, mas disse que a instituição realizará entrevista coletiva amanhã no Rio de Janeiro para anunciar alterações “no modelo de seguridade”. Há pouco menos de um mês, em 15 de dezembro, o presidente do BB, Aldemir Bendine, anunciou que o banco federal estava na reta final das negociações com seus três sócios na Brasilcap para concluir uma reorganização acionária na companhia. A intenção dessa mudança é dar mais peso ao BB na empresa. “Minha preferência não é pelo modelo de 49,9%, é pelo sistema de 75%”, afirmou, ao comentar o modelo que poderia ser usado nas próximas investidas do BB em subsidiárias com sócios privados. No caso específico da Brasilcap, na qual o banco federal já tem 49,9% das ações ordinárias, que dão direito a voto, a intenção é aumentar a participação com o uso de papéis preferenciais, que não dão direito a voto. Uma das alternativas é emitir ações preferenciais que seriam adquiridas integralmente pelo BB. Assim, o banco poderia ter 100% das ações PN e 49,9% das ON, o que soma 75% do capital. Esse modelo permite que o BB aumente sua participação na empresa sem transformar a subsidiária numa estatal e sem alterar o poder de decisão da companhia, que continuaria com os sócios privados. “A discussão já foi aberta com os três sócios e essa decisão pode ser anunciada a qualquer momento”, disse o presidente do BB em 15/12/2009. Na Brasilcap, a Sul América tem 16,67% do capital atual, a Icatu detém 16,67% e a Aliança da Bahia, 15,8%. Se anunciado, o negócio na Brasilcap será o segundo do banco em menos de 90 dias no segmento. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________&lt;br /&gt;INDÚSTRIA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Metade das indústrias pretende ampliar investimentos em 2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quase metade das indústrias (48%) pretendem ampliar os investimentos neste ano, enquanto 17% projetam que haverá uma diminuição no valor dos aportes, de acordo com sondagem divulgada pela FGV - Fundação Getulio Vargas. A melhora do ambiente dos negócios, a elevação do nível de utilização da capacidade instalada e da confiança dos empresários se refletiram nas previsões. As projeções para 2010 em todos os quesitos pesquisados, que incluem ainda faturamento e pessoal ocupado, são mais favoráveis do que as feitas para 2009, quando o setor foi fortemente afetado pela crise internacional, mas ainda são inferiores às previstas para 2008.&lt;br /&gt;A expansão mais acentuada na previsão de investimentos foi registrada em bens duráveis de consumo, cujo percentual de aumento é o maior da série (58%). A elevação da renda, a prorrogação da redução do IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados - em alguns segmentos e as condições favoráveis do crédito devem sustentar o dinamismo do setor, de acordo com a FGV. Em bens de capital, que reflete o aumento de investimentos em máquinas e equipamentos, 14 dos 21 gêneros pesquisados apresentaram previsões (diferença entre os percentuais de aumento de investimentos menos os de redução) superiores às de 2009, e sete, inferiores. Na comparação com o previsto para 2008, apenas cinco gêneros, voltados para o mercado interno, superam os resultados daquela época. O setor está sendo influenciado pela política de incentivos do governo, como desonerações tributárias e pelo Programa de Sustentação dos Investimentos do BNDES, que oferece uma linha de crédito a juros baixos e prazos longos. Neste ano, pela primeira vez, a faixa que atingiu o maior percentual, entre os empresários que pretendem ampliar os investimentos, é a de expansão acima de 20% - apontada por 33% dos entrevistados. O crescimento entre 10,1% e 20% é previsto por 20% das empresas, enquanto 32% preveem crescimento entre 5,1% e 10%. Outros 15% esperam aumento entre 0,1% e 5%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faturamento -&lt;/strong&gt; As previsões para 2010 são mais animadoras do que as de 2009, principalmente para bens duráveis de consumo, que devem continuar sendo beneficiados pelo bom desempenho dos negócios no mercado interno. A parcela de empresas que projetam aumento das vendas em 2010, já descontada a inflação do período, é de 69%, acima de 2009 (62%), mas abaixo de 2008 (71%). Já a proporção de empresas que planejam faturar menos diminuiu de 12% para 8%. Em 15 dos 21 segmentos pesquisados, as projeções (diferença entre os percentuais de aumento de faturamento menos os de diminuição) superam às do ano anterior, e em seis são inferiores. Os prognósticos de vendas são os maiores da série histórica. Para 2010, a maior incidência foi verificada na faixa de crescimento entre 5,1% e 10%, apontada por 41% das empresas, o mesmo percentual do ano passado. Em seguida, vem a faixa entre 10,1% e 20%, prevista por 30% das empresas.&lt;br /&gt;Pessoal Ocupado - A sondagem também prevê ampliação do quadro em 2010, mas em percentual inferior ao dos investimentos e do faturamento. De acordo com a pesquisa, 40% empresas pretendem contratar, enquanto 12% programam demissões. O setor de bens de capital é o que alcança o maior percentual de previsão de contratação em 2010 (53%). Dos 21 gêneros industriais, 18 pretendem ampliar o contingente de mão-de-obra em relação às previsões feitas para 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Metodologia -&lt;/strong&gt; Na Sondagem de Investimentos da Indústria de Transformação, foram consultadas 762 empresas, com vendas totais de R$ 459,9 bilhões em 2008, entre os dias 12 de outubro e 30 de novembro em 2009. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Assessoria de Imprensa FGV)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Caxias do Sul / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal uruguaio destaca Salton Desejo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Merlot Salton Desejo é o vinho Recomendado da Semana no portal uruguaio Vinos y Bebidas, assinado por Daniel Arraspide. Nascido na Flórida (EUA), o jornalista e sommelier se dedica aos temas sobre a vitivinicultura. Foi colunista do Diario El Observador e integrou a equipe da Revista Comer &amp;amp; Beber. Arraspide afirma que a Salton é uma empresa brasileira lembrada por todo bom apreciador de vinho e destaca a proximidade de seu primeiro centenário, em 2010. O jornalista apresenta o Salton Desejo como um dos vinhos mais representativos e valorizados da vinícola: um superpremium elaborado a partir da variedade Merlot, proveniente de uma safra selecionada, como uvas de vinhedos com baixa escala. “Se trata de um tinto que apresenta una coloração roxo-violáceo intensa e profunda, quase impenetrável pela luz. Sua complexidade aromática surpreende”, descreve o especialista, que também indica sua harmonização com pratos fortes. Matéria completa no endereço &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://blogs.montevideo.com.uy/bloghome_14781_1_1.html"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;http://blogs.montevideo.com.uy/bloghome_14781_1_1.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;AGRONEGÓCIOS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Monsanto fecha 1º trimestre fiscal com prejuízo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O grupo agroquímico americano Monsanto teve novo prejuízo no primeiro trimestre do ano fiscal 2009/2010 - de setembro a novembro do ano passado - devido a uma queda de suas vendas, mas o resultado foi melhor do que o obtido no último trimestre do ano fiscal anterior. No trimestre fechado em 30 de novembro, a perda líquida do grupo ficou em US$ 19 milhões, contra um lucro líquido de US$ 556 milhões no mesmo período do ano fiscal anterior. No último trimestre de seu exercício anterior, o produtor de sementes e herbicidas havia registrado uma perda de US$ 233 milhões. O resultado veio pior que o esperado pelos analistas do setor. Eles previam que a Monsanto, que é a principal fabricante de sementes do mundo, seria um resultado próximo a zero. Segundo a empresa, um dos principais motivos para o resultado foi a queda nas vendas do herbicida Roundup, atingido pela competição com produtos genéricos. As maiores quedas, informou a empresa, ocorreram no Brasil e na Europa. A receita líquida da companhia foi de US$ 1,7 bilhão no trimestre - menor do que a previsão dos analistas (US$ 2 bilhões) e do que o obtido no mesmo período do ano fiscal anterior (US$ 2,65 bilhões).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercado para açúcar deverá seguir firme em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O mercado para o açúcar deverá seguir firme, segundo analistas de mercado. A demanda global pela commodity continua forte, como reflexo ainda da queda da produção da Índia, que deverá se recuperar a partir de outubro deste ano, e também de outros países produtores, que tiveram a oferta reduzida. O Brasil, maior produtor e exportador de açúcar, deverá registrar uma safra recorde de cana em 2010/11, mas continuará abastecendo mercados deficitários, pelo menos até o terceiro trimestre deste ano. Os preços do álcool combustível no país ganham sustentação nesta entressafra, mas sua demanda não se mantém tão em alta como a do açúcar no mercado internacional.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;SETOR AUTOMOTIVO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detroit / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GM está pessimista sobre chance de salvar Saab do fechamento&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O executivo-chefe da montadora americana General Motors, Ed Whitacre, se disse pessimista quanto à possibilidade da empresa não fechar a sua subsidiária sueca Saab, como foi determinado no mês passado. Depois que pediu proteção no Capítulo 11 da Lei de Falências americana (o equivalente à concordata, ou à recuperação judicial no Brasil), a GM já determinou o fechamento das marcas Pontiac, Saturn e Saab e a venda da Hummer como parte do processo de reestruturação para poder voltar a ser lucrativa. Para o executivo, a GM poderá voltar a ser lucrativa neste ano, depois de ter perdido US$ 88 bilhões desde 2005, após realizar essas mudanças. Whitacre afirmou que nenhum dos potenciais compradores da Saab conseguiram obter o financiamento necessário para adquirir e reestruturar a marca sueca. "Acho que fizemos tudo o que era humanamente possível", lamentou o executivo, acrescentando que iniciará o fechamento das fábricas da Saab ainda nesta semana. A montadora holandesa de carros de luxo Spyker Cars era uma das candidatas a comprar a Saab, mas analistas dizem que a questão do financiamento é o principal problema para que ela consiga fechar a aquisição. O executivo disse ainda, durante entrevista na sede da montadora, que o novo diretor financeiro da GM, Chris Liddell, que veio da Microsoft, é candidato à vaga permanente de executivo-chefe. Whitacre ocupa a função provisoriamente desde dezembro, quando Fritz Henderson pediu demissão. "Eu posso dizer que ele [Liddell] certamente pode ser um candidato. Isso caberá ao Conselho e ao seu desempenho", disse. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – são Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Países emergentes puxam venda global de carros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em um ano em que as vendas de veículos caíram pelo mundo, os países emergentes, especialmente China, Índia e Brasil, conseguiram manter seus mercados aquecidos – e a expectativa é que eles continuem a puxar o mercado global neste ano. Com exceção da Rússia (cuja economia foi dragada pela queda do petróleo), o Bric (bloco de gigantes emergentes formado por Brasil, Rússia, Índia e China), repetindo o que ocorreu na economia em geral, destacou-se na venda de automóveis, com crescimento na casa de dois dígitos, enquanto o mercado global recuou cerca de 4%. A Alemanha, que ofereceu generosos subsídios, e a Coreia do Sul também se destacaram.&lt;br /&gt;O Brasil teve um aumento de 12,7% nas vendas, o quinto maior crescimento global, segundo estimativa da consultoria Jato Dynamics, e consolidou o posto obtido em 2008 de quinto principal mercado do mundo. Ajudadas pela redução do IPI e pela recuperação da economia, as vendas somaram 3 milhões - novo recorde. Para o diretor-superintendente da Jato, Luiz Carlos Augusto, o desempenho do mercado brasileiro deve ser visto como o mais sustentável no Bric. "A China vive um boom, mas há dúvidas sobre até quando isso dura, e a Índia tem um crescimento significativo, mas não tão maduro como o brasileiro", afirmou.&lt;br /&gt;O bom momento do mercado automotivo no país deve prosseguir neste ano. A Fenabrave (associação das concessionárias) projeta uma expansão de 9,7% para 2010, número próximo ao previsto pelo banco canadense Scotiabank, que estima avanço de 10,1%. Mas o melhor resultado veio da China, que pela primeira vez tomou o posto dos EUA de maior mercado automotivo mundial (contando caminhões e ônibus). Levando em consideração apenas automóveis e comerciais leves, os chineses ainda permanecem atrás dos americanos, mas tiveram alta de 52% nas vendas, enquanto os EUA sofreram queda estimada em 18%, apesar da ajuda do governo para a troca de carros antigos por outros que consomem menos combustível.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vantagem -&lt;/strong&gt; Segundo o sócio da PriceWaterhouse Marcelo Cioffi, os emergentes tem como vantagem uma "demografia favorável". Na Índia, segundo ele, há 1 carro para cada 78 habitantes, e na China, 1 para cada 29. O Brasil tem uma relação ainda folgada - 1 carro para 7,4 pessoas. "Existe muito espaço ainda para crescer nesses países, porque há uma combinação importante de expansão no crédito e aumento na renda", disse. Nos mercados desenvolvidos, além de haver uma limitação mais estrutural ao crescimento - nos EUA, há 1 carro para cada 1,2 habitante - e da crise em si, as montadoras passaram por dificuldades. GM e Chrysler (respectivamente, a primeira e a terceira maiores montadoras dos EUA) passaram pelo processo de concordata - inimaginável até pouco tempo atrás - e hoje pertencem em parte ao governo americano.&lt;br /&gt;Para 2010, porém, a expectativa de analistas é que o mercado dos EUA volte a se expandir, já que se espera que a maior economia mundial retome crescimento mais sustentável, com queda do desemprego e aumento da renda média. Mas o avanço americano não deve chegar nem perto do chinês. Enquanto o crescimento das vendas de automóveis na China deve ser de aproximadamente 20%, o dos EUA deve ficar em torno da metade disso.&lt;br /&gt;Quem também deve se destacar é a Índia, que teve o segundo maior crescimento em 2009: 28%, estima a Jato Dynamics. Para este ano, o avanço projetado é da casa dos 10%, de acordo com o Scotiabank. No mundo rico, especialmente na Europa, o cenário para este ano não é positivo. As vendas na Alemanha devem cair fortemente, já que o governo não deve colocar novos subsídios para a troca de veículos, o que ajudou as vendas no ano passado a crescerem na casa dos 20%. (Agência Reuters)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Governo prorroga o prazo do IPI reduzido para máquinas agrícolas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O governo prorrogou até o dia 30 de junho de 2010 a redução das alíquotas do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) sobre veículos leves de transportes e máquinas agrícolas. Os principais itens são picapes, furgões, caminhonetes e tratores. O assessor técnico da subsecretaria de Tributação da Receita, Alexandre Guilherme Andrade, explicou que tradicionalmente o governo concede incentivos para veículos de serviço e que a recomposição das alíquotas de IPI neste momento em que os veículos de passageiros estão com o imposto reduzido provocaria um desequilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tabela -&lt;/strong&gt; No entanto, segundo a tabela publicada em seção extra do Diário Oficial da União, o IPI para semi-reboques para caminhões foi restabelecido de 0% para 5%. Outros cinco itens incluídos em ex-tarifário (sem produção nacional) tiveram a alíquota elevada. O IPI para chassis, frigoríficos ou isotérmicos de camionetas, furgões e picapes, por exemplo, subiu de 1% para 4%. A alíquota para veículos com caixa basculante de camionetas, furgões e picapes passou de 3% para 4%. Mesmo com a elevação, estas tarifas ainda são metade da alíquota original que voltará a vigorar em 1º de julho de 2010.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Renúncia fiscal -&lt;/strong&gt; As novas desonerações significam uma renúncia fiscal de R$ 400 milhões. "A demanda por estes veículos não é tão elástica quanto para veículos para passageiros. É uma questão mais industrial e comercial. O valor desta renúncia vai depender da retomada da economia", destacou Andrade. Ele disse que a redução do IPI barateia e estimula os investimentos. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;VAREJO &amp;amp; SERVIÇO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Varejo cresce 5,8% em 2009&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As vendas do varejo brasileiro cresceram 2,4% em dezembro em relação ao mês imediatamente anterior, já desconsiderando influências sazonais, e fecharam o ano com uma expansão de 5,8% em relação a 2008. Embora seja um número bastante positivo em um ano marcado pela crise financeira global, a expansão foi a menor desde 2004. Segundo a Serasa Experian, o destaque do varejo em 2009 foi o segmento de Móveis, Eletroeletrônicos e Informática, que, com estímulos fiscais, a melhoria gradativa da confiança dos consumidores e a retomada firme do crédito, registrou crescimento de 12,8% no ano. Empatados no segundo lugar ficaram os setores de Tecidos, Vestuário, Calçados e Acessórios; e Veículos, Motos e Peças, ambos com crescimento de 7,9%. Apenas dois segmentos registraram movimentação negativa: Combustíveis e Lubrificantes (-2,0%) e Material de Construção (-13,7%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Makro abre loja no Acre&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Makro, maior atacadista brasileiro de autosserviço, inaugurou às vésperas do Natal sua 73a loja no país. O ponto de venda, em Rio Branco (AC), é o primeiro da empresa no Acre, demandando um investimento total de R$ 21 milhões. A operação começou com cerca de 20 mil clientes cadastrados. A nova loja, que pretende atingir uma população de 500 mil pessoas em um raio de 350 quilômetros, possui 4.600 metros quadrados de área de vendas, na BR 364; e oferece 12.700 itens de alimentos e não-alimentos, incluindo produtos de marcas próprias, institucionais, regionais e importados. Com isso, o Makro completa seu programa de expansão em 2009, com R$ 240 milhões investidos na abertura de oito unidades. Para 2010, a empresa investirá na consolidação de suas operações em São Paulo e em outros Estados do Norte, Nordeste e Sudeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correspondente Internacional - Maria João Souto Freitas, em Lisboa&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alemã Metro expande presença no mercado chinês&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O grupo alemão Metro, um dos cinco maiores varejistas globais, disse que levará neste ano sua rede de lojas de eletrônicos Media Markt para o mercado chinês, com a abertura das primeiras unidades em Xangai. O objetivo é abrir, em cinco anos, mais de 100 pontos de venda. A operação da Media Markt na China será feita por uma joint-venture entre o grupo Metro (75%) e a empresa local Foxconn (25%).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Japonesa Uniqlo acelera expansão na Europa&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A rede japonesa de vestuário Uniqlo pretende ampliar sua presença no mercado europeu em 2010, com a abertura de lojas em cidades como Madri, Barcelona e Milão. Também estão nos planos uma loja na Alemanha e até seis novas unidades em Paris, depois do sucesso da flagship da empresa na cidade, campeã de vendas da rede em todo o mundo em novembro. No Reino Unido, onde a empresa conta com 14 lojas, também deverão ser abertos novos pontos de venda. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vivenda do Camarão cresce 25% em 2009&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Vivenda do Camarão, maior rede de frutos do mar do país, fechou o ano de 2009 com um crescimento de 25% nas vendas, com a inauguração de 18 lojas no País. Com o aumento do número de unidades em operação, a base de clientes atendidos passou de 450 mil para 600 mil por mês. Em junho do ano passado, a empresa passou a atuar também no segmento de food service, com a oferta de congelados à base de frutos do mar em canais como hotéis, motéis, bares e restaurantes. Atualmente, o food service corresponde a 3% do faturamento da Vivenda, mas a meta é ampliar essa participação para 35% em cinco anos. Em 2010, a expectativa da Vivenda é inaugurar cerca de 30 restaurantes em todo o país, chegando a 130 lojas em solo nacional e uma no Paraguai.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Rio de Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão de Açúcar fecha ano com 40 lojas Assai&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Grupo Pão de Açúcar inaugurou às vésperas do Natal sua 40º loja Assai, bandeira especializada no atacarejo (cash&amp;amp;carry). O ponto de venda está localizado na Avenida Marquês de São Vicente, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. No ano de 2009, os investimentos na bandeira chegaram perto de R$ 100 milhões, com a abertura de 12 lojas em São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Rio de Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doggis abre terceira loja no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A rede chilena de hot dogs Doggis, controlada no Brasil pelo grupo BFFC, inaugura no Caxias Shopping, em Duque de Caxias/RJ, sua terceira unidade no Brasil. Neste ano, a expectativa é inaugurar mais sete pontos de venda no eixo Rio-São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grupo SBF aposta em seguros massificados&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Grupo SBF, proprietário das redes de lojas Centauro, By Tennis, Almax Sports e operador da Nike Store no Brasil, passa a oferecer aos clientes uma linha de seguros alinhados ao conceito de esportes, lazer e entretenimento. Para isso, a empresa fechou uma parceria com a Assurant Seguradora, especializada em seguros massificados, e com a corretora Vertex Seguros. A expectativa é comercializar, nas 150 lojas do grupo distribuídas em 17 Estados brasileiros, mais o Distrito Federal, e também na loja virtual Centauro.com.br, cerca de 1,5 milhão de apólices no primeiro ano, com valor entre R$ 1,99 e R$ 16,99.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PBKids vende 15% mais no Natal&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A PBKids, rede varejista de brinquedos com 50 lojas no país, disse que suas vendas cresceram 15% no período de Natal em relação ao mesmo período de 2008. Com isso, as vendas fecharam 2009 com uma alta de 19% na comparação anual. O tíquete médio foi de R$ 130,05, contra R$ 122 na temporada de Natal de 2008. Segundo a empresa, os lançamentos tiveram grande influência no aumento das vendas. Os destaques foram as fashion dolls da linha Only Hearts Club e, para os meninos, as réplicas de carros clássicos como Fusca, Kombi e Cadillac, com controle remoto e detalhes idênticos aos originais. Já a linha Mookie teve boa saída, com diversos acessórios para atividades ao ar livre. Para 2010, a PBKids confirmou a abertura de duas lojas, em Maceió (AL) e na Granja Viana, em São Paulo. No ano passado, foram seis novos pontos de venda, em Salvador (BA), Manaus (AM), Caxias do Sul (RS), Belém (PA) e São Paulo (na Villa Daslu e na Vila Olimpia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Da redação - São PAulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sony passa a comercializar linha VAIO em lojas Extra&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Sony fechou uma parceria com a rede de hipermercados Extra, maior varejista de produtos de informática do país, para comercializar seis modelos de notebooks da linha VAIO nas lojas da rede em todo o país. A partir deste mês, os equipamentos estarão disponíveis em mais de 150 lojas, em um movimento que faz parte dos planos da Sony de ampliar a presença da marca fora das lojas especializadas em eletrônicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;COMÉRCIO EXTERIOR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Carne de frango foi a que teve o melhor desempenho em dezembro de 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No último mês de 2009 e comparativamente ao mês anterior, as exportações brasileiras de carnes apresentaram um acréscimo de 8,61% na receita cambial. No último mês de 2009 e comparativamente ao mês anterior, as exportações brasileiras de carnes apresentaram um acréscimo de 8,61% na receita cambial, que ficou próxima dos US$825 milhões – terceiro melhor resultado registrado desde novembro de 2008, mês em que as exportações de carnes começaram a entrar em declínio em consequência da crise econômica mundial. Mas quem atuou nesse aumento, quase que exclusivamente, foi a carne de frango, cuja receita cambial aumentou no mês 23,41%, enquanto a da carne bovina crescia apenas 0,38% e a da carne suína declinava 22,31%. Idêntico comportamento foi observado no volume embarcado, que cresceu 10,75%. E, aqui, o declínio alcançou não só a carne suína (-23,64%), mas também a bovina (-0,86%), enquanto aumentaram em 21,18% os embarques de carne de frango. No preço médio, as três carnes tiveram evolução quase equivalente no mês (carne suína, +1,74%; carne bovina, +1,25%; carne de frango, +1,84%). Mas só a carne bovina (+4,30%) e a de frango (+7,62%) voltaram a apresentar variação positiva em relação ao mesmo mês do ano passado. A carne suína encerrou o ano com preço quase 10% inferior ao de dezembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________________&lt;br /&gt;MERCADO DE TECNOLOGIA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São Francisco / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HP lança laptops e netbooks com foco em telas sensíveis a toque&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Hewlett-Packard está lançando uma nova linha de laptops e netbooks procurando aproveitar seu bom momento no mercado de computadores pessoais. A maior fabricante mundial de PCs revelou seu primeiro netbook sensível ao toque como parte de uma linha de produtos para a feira Consumer Electronics Show, que acontece esta semana em Las Vegas. O rápido crescimento dos netbooks impulsionou o mercado de PCs durante a desaceleração econômica. Os computadores de baixo custo devem chegar a 20 por cento de toda distribuição de PCs este ano, segundo a DisplaySearch, um grande aumento em relação a 2008. O Mini 5102, primeiro netbook com tela sensível ao toque da HP, tem uma tela de 10 polegadas, pesa cerca 1,2 quilogramas e é voltado para estudantes e profissionais. Ele tem um programa de reconhecimento facial e processador Atom da Intel. O preço é de 399 dólares nos EUA. A HP ainda apresentou o modelo Mini 201, de 299 dólares, voltado para o varejo e o Mini 2102, de 329 dólares, voltado para usuários corporativos. Os netbooks vem com o QuickWeb, um software baseado em Linux que a companhia afirma que permite o acesso à Internet e arquivos em segundos, sem necessidade de boot. A HP tem promovido pesadamente a tecnologia de toque em sua linha de PCs, e a empresa está preparando seu mais completo laptop com o recurso, o TouchSmart tm2, que possui uma tela que pode ser girada no eixo e que pode ficar deitada em modo tablet. O computador de 949 dólares vem com tela de 12 polegadas com capacidade multitouch, igual à encontrada em smartphones.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Investimentos garantiram crescimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Cigam Software de Gestão alcançou 30% de crescimento em 2009, ultrapassando a meta de 20% estabelecida. Motivos para festejar não faltam, frente a excelente fase da empresa, reconhecida como uma das 100 Melhores Empresas para se Trabalhar no país, 10ª melhor na área de TI, 1ª em respeito e a 3ª que melhor treina, prêmios destacados nas revistas Época e ComputerWorld e pelo Great Place to Work Institute (GPTW). Com isso, comemora mais um ano de superação, depois de passar pela forte crise financeira que atingiu o país e o mundo recentemente. Após tantas conquistas, a empresa de Novo Hamburgo prospecta boas expectativas, e estabelece metas ainda maiores para 2010. Com intenção de alcançar novamente os 42% de crescimento obtidos em 2008, a Cigam vai investir ainda mais na formação de pessoal. “A crise não nos assustou, por isso apostamos na recuperação rápida da economia e colocamos em pratica o planejamento estratégico elaborado antes dos dias difíceis chegarem. Ganhamos com a tomada de decisão, normalizando o crescimento da empresa e conseguindo 70% de faturamento nas vendas, apesar de toda a turbulência do ano. Assim, consideramos que 2009 foi um ano bom para os negócios e esperamos que 2010 seja ainda melhor”, conta Robinson Klein, diretor de mercado da Cigam.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Investimentos -&lt;/strong&gt; Klein destaca que muitos investimentos foram feitos durante este ano, para obter maior alcance de interesses e, por conseqüência, melhor desenvolvimento da empresa. A Cigam abriu filial na capital paranaense, Curitiba, e duas novas unidades em Cuiabá, Mato Grosso, e Campo Grande, Mato Grosso do Sul, além de ampliar a área física de sua matriz, em Novo Hamburgo, em cerca de 50% e seu quadro de colaboradores em 27%. Como empreendimento com foco em oferecer melhor gestão empresarial a seus clientes, seguiu em 2009 sua busca em se tornar empresa modelo em gestão, investindo continuamente em recursos humanos e treinamento. Os resultados, que até agora vinham como boas pontuações no Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), foram especialmente significativos desta vez, dando para a Cigam grandes títulos. O reconhecimento nacional chegou com a boa colocação na lista das 100 Melhores Empresas para se Trabalhar no Brasil, e décima melhor na área de TI, além dos muitos destaques conquistados, como o prêmio empresarial da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI-NH/CB/EV), na área de serviços.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Momentos marcantes -&lt;/strong&gt; Para Robinson não foram só as premiações que tornaram 2009 um ano marcante. “Conquistamos cerca de 430 novos clientes neste ano, com os maiores projetos na área de distribuição e indústria. Também implementamos o CMMI - Capability Maturity Model Integration, um programa de qualidade e maturidade de software. Porém o que marcou mesmo foi termos conseguido a aprovação do Projeto de Inovação do Sebrae e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que nos trouxe R$ 500 mil de subvenção econômica para investir em inovação, com uma solução de Ubiguidade, que possibilita que os clientes contem com informações gerenciais em seu celular, para auxiliar na tomada de decisões de seus negócios”, afirma Klein. Segundo o diretor de mercado, todos os acontecimentos citados, unidos à grande demanda de serviços relacionados a questão tributária, que envolvem os projetos de Nota Fiscal Eletrônica (NF-E) e Sped Fiscal, além dos programas de gestão de custos e informações gerenciais, foram os grandes responsáveis por tamanho crescimento e rápida recuperação da crise econômica. “Muitas empresas necessitaram refinar seus resultados e ajustar seus custos com maior precisão, para enfrentar as reduções de margens exigidas pelo mercado”, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aprendizado -&lt;/strong&gt; Klein enfatiza que a turbulência financeira ocorrida no país e no mundo mostrou novos rumos e maneiras de se trabalhar, com foco no melhor serviço e o desenvolvimento da empresa. “A parte boa da crise foi o aprendizado. Como decidimos continuar com os planos mesmo no momento de dificuldade econômica, conseguimos aproveitar as novas oportunidades assim que passou a “marolinha”, e para isto foi fundamental continuar investindo na formação de pessoal”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Parcerias e fidelização driblam a crise na TI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="mailto:T@rgetTrust"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;T@rgetTrust&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; em 2009 cresceu e apareceu ainda mais para o mercado, alavancando o desenvolvimento de empresas de tecnologia. Entre as metas que foram atingidas destacam-se o lançamento do novo Portal, ampliação da equipe operacional, padronização de processos para a busca constante da qualidade e adesão ao programa de qualidade ISO 9001. Segundo Simone Leal Kosmalski, diretora da &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:T@rgetTrust"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;T@rgetTrust&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;, a empresa sentiu retração na procura de cursos em razão da crise econômica que abalou o mundo, mas a situação também contribuiu para a fidelização de seus clientes, já que a &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:T@rget"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;T@rget&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; oferece treinamento de qualidade e conta com instrutores top de mercado. "Nossa proposta é realmente fazer a diferença na vida profissional do aluno. Por isso, somos muito criteriosos no retorno das avaliações", afirma. A &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:T@rget"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;T@rget&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; atingiu objetivos elevados que podem ser conferidos nos investimentos feitos em infra-estrutura e em equipe operacional e técnica, manutenção e atualização de material didático, desenvolvimento do novo portal, que no dia do lançamento teve mais de mil acessos; início da implantação do programa de qualidade ISO 9001, e da equipe do comercial participando do curso Gestão Comercial da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Regional RS (Assespro/RS). A empresa realizou em 2009 ainda, diversas promoções premiando ganhadores com cursos e camisetas pelo Portal, orkut ou twiter. Também foram firmadas importantes parcerias, como PROCERGS, GoodCard, BRDE e UniRitter que treinaram suas equipes nas tecnologias Oracle, JAVA e .Net. “Quem procurou treinamento foram pessoas que precisavam se recolocar no mercado ou empresas com projetos que dependiam de treinamento”, explica Simone. Para 2010 o planejamento estratégico da &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:T@rget"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;T@rget&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; está ainda em elaboração, mas a projeção é de aumento de 15% no faturamento e a meta será, entre outras, firmar mais parcerias e fortalecer a posição no mercado por reconhecimento de qualidade, tanto por parte do aluno profissional do mercado, quanto das empresas, que percebem que os que recebem formações na &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:T@rget"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;T@rget&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; são mais bem preparados. Assim, conforme Simone, a equipe &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:T@rgetTrust"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;T@rgetTrust&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;, de colaboradores e instrutores está engajada, com todos comprometidos em prestar o melhor serviço, seja em curso, consultoria ou coaching. "Em se tratando de curso, os instrutores são os melhores do mercado, trazem suas experiências para a sala de aula e estão atentos às questões trazidas pelos alunos, bem como as constantes evoluções dos softwares, por isso nosso material é constantemente atualizado", conclui. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Assessoria de Comunicação Gladis Ybarra)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foco é no mercado de implementos agrícolas e de frigoríficos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Sidicom Software, de Porto Alegre está comemora o balanço de fim de ano, com a marca de 12% de desenvolvimento, apesar da crise financeira que afetou o país e o mundo, superando a meta de crescimento em 10%, estabelecida para 2009. Para o novo ano, o empreendimento projeta aumentar seu faturamento em cerca de 30%, concluir o processo de certificação ISO 9001 e aumentar a participação no mercado de implementos agrícolas e de frigoríficos. Segundo Ricardo Kurtz, diretor da Sidicom, as projeções para o próximo ano são de aumento maior das exigências fiscais sobre o contribuinte e a conseqüente necessidade de informatização, por meio de sistemas de gestão que atendam essas obrigações, além da acessibilidade via internet dos ERPs. "Em virtude disso haverá concorrência mais justa das empresas, desaparecendo aquelas que hoje têm competitividade baseadas em não seguir as normas fiscais. E isto trará muitos benefícios para toda a sociedade" acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Obrigatoriedade -&lt;/strong&gt; Para Kurtz, o que mais contribuiu no aumento do faturamento deste ano, e evitou que houvesse estagnação, ou até recuo, foram as vendas relativas a funcionalidades de exigências fiscais, tais como a Nota Fiscal Eletrônica (NF-E). Ele afirma que ao se estabelecer a obrigatoriedade, muitos clientes que estavam morosos no processo de decisão acabaram tendo que antecipar o investimento, devido a necessidade da adesão a NF-E, imposta a alguns setores em 2009. Além do Sistema de Gestão Empresarial ERP S4, carro-chefe da empresa, a Sidicom contou com as boas vendas dos módulos de NF-E, Sintegra e Sped Fiscal, bem como dos excelentes serviços da tesouraria e de gestão de resultados, para superar a crise e obter bom desenvolvimento este ano. O investimento realizado em ferramentas de desenvolvimento, também tem sua parcela de responsabilidade no sucesso alcançado pelo empreendimento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Destaques de 2009 -&lt;/strong&gt; Dos objetivos traçados para 2009, alguns se destacaram, pela importância de seus efeitos para a empresa, como o procedimento de certificação ISO 9001, iniciada em abril, realizada por consultoria contratada, trabalhando em conjunto com a equipe Sidicom. "Este processo está servindo para perceber que temos rotinas bem organizadas em relação à concorrência, e também para estabelecermos áreas e processos não bem mapeados ainda", ressalta. Também em destaque a conclusão e implantação do projeto que possibilitou o acesso do ERP S4 via internet, a troca de versão do gerenciador do banco de dados do sistema para o Firebird 2.1, a inclusão de novos recursos de pesquisa e de geração de relatório, e o desenvolvimento de duas novas opções de geração de NF-E, totalizando três opções disponíveis para a escolha do cliente, de acordo com sua necessidade. Kurtz conta que os bons números contabilizados no final deste ano, os objetivos alcançados e as conquistas resultaram em mais vontade de trabalhar na sua equipe, criando perspectivas melhores para 2010. "Estamos com grande expectativa para o próximo ano, pois não só prevemos o crescimento do mercado, como também estamos ansiosos para verificar como a empresa ficará após a Certificação ISO 9001", finaliza. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Assessoria de Comunicação Gladis Ybarra)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JME Informática encerra 2009 com crescimento superior a 30%&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A JME informática, de Porto Alegre encerra mais um ano alcançando mais de 30% de crescimento comparada ao ano anterior e superando as metas de faturamento e rentabilidade estabelecidas. Com mais seis novas franquias, instaladas no sudeste, centro-oeste e nordeste do país, a empresa solidifica a forte representação de seu Sistema de Gestão da Saúde Pública (SIS-SAP), seu carro-chefe, que alavancou seu grande crescimento. Entre as metas estabelecidas para o ano de 2010, além da certificação ISO 9001, a JME projeta a duplicação de seu faturamento, esperando alcançar rentabilidade de cerca de 30% em relação a 2009. Segundo Jorge Branco, diretor da JME, o sucesso alcançado em 2009 se deve a consolidação do SIS-SAP no mercado. O sistema, que se tornou o grande destaque da empresa, é a solução mais contratada por seus principais clientes. “O SIS-SAP passou de uma representação de 6% no faturamento de 2008, para mais de 35% em 2009, resultando em grandes parcerias a JME, como a Secretaria de Saúde de Caxias do Sul”, ressalta. Diante tanto sucesso, nem a crise financeira que o país e o mundo acabam de passar afetou a JME, o diretor apenas afirma que a crise se refletiu na empresa em meados de 2008, e que este ano foi de recuperação das perdas ocorridas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um ano marcante comercialmente -&lt;/strong&gt; Para Branco, 2009 foi um ano marcante de inúmeras maneiras, com a instalação de suas novas franquias, e colocação do SIS-SAP no mercado, ao lado do já bem colocado Sistema de Gestão Hospitalar (SIS-HOS). “Diversos acontecimentos tornaram este ano de grande importância comercialmente para a JME, porém o evento de mais marcou com certeza foi a aprovação do Prosoft, programa voltado ao financiamento de empresas de TI e operações de capital de risco, que recebeu R$ 220 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Este recurso permitiu a ampliação do processo comercial e investimento em novas tecnologias, nos beneficiando como empreendimento do setor”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________&lt;br /&gt;MERCADO WEB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frankfurt / Alemanha&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bug de virada do ano bloqueia 20 mi de cartões de banco na Alemanha&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mais de 20 milhões de cartões de banco de débito Eurocheques (EC) e 3,5 milhões de cartões de crédito, ou seja, quase metade dos distribuídos pelos bancos do da Alemanha, estavam bloqueados na terça-feira, dia 5/1, por uma falha de computador relacionada ao ano de 2010. Desde 1º de janeiro, cerca de 20 milhões de cartões bancários EC, num total de 45 milhões, e 3,5 milhões de cartões de crédito - em um universo de 8 milhões - emitidos por esses estabelecimentos não permitem retirar dinheiro nos caixas automáticos da Alemanha e no exterior, segundo um comunicado da federação de bancos DSGV. "A falha se deve a um problema atrasado do ano 2000, já que alguns chips eletrônicos não reconhecem o ano de 2010", explicou o comunicado. Os titulares dos cartões de banco poderão voltar a retirar dinheiro dos caixas em breve, mas continuarão com restrições quanto aos cartões de crédito, alertou a DSGV. O pagamento com cartões também está difícil em muitas lojas. O serviço deve voltar ao normal apenas na próxima semana. O problema também prejudica os alemães no exterior, levando em conta que muitos se encontram de férias. O problema aparentemente não atingiu o Deutsche Bank, o número um do setor bancário na Alemanha. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agence France Presse / AFP)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E-books superam livros de papel nas vendas de Natal da Amazon&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;As vendas de livros digitais no Natal superaram a dos exemplares em papel na Amazon, segundo a companhia, na primeira vez na história em que isso ocorreu. Embora o texto não faça menção sobre o número atual das vendas, é possível que o leitor tenha superado as vendas de iPod touch 8GB e do dispositivo GPS Garmin Nuvi 260W. A empresa também informou que o dia 14 de dezembro foi o mais movimentado da Amazon na temporada de compras de Natal, com a venda de cerca de 9,5 milhões de itens em todo o mundo - cerca de 110 por segundo. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência IDG Now!)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________________________&lt;br /&gt;LOGISTICA &amp;amp; INFRAESTRUTURA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Walmart quer economizar bilhões com supply chain global&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O Walmart deu início a uma iniciativa mundial de otimização de sua cadeia de suprimentos que deverá trazer uma economia de bilhões de dólares, combinando suas estruturas nacionais de compra. O objetivo é aumentar o percentual de produtos adquiridos diretamente dos fabricantes, eliminando tanto quanto possível o uso de distribuidores, atacadistas e brokers. A empresa hoje gasta cerca de US$ 100 bilhões na compra de produtos de suas marcas próprias, mas menos de 20% desses produtos são negociados diretamente com os fabricantes e as ações de compra costumam ser feitas em nível nacional. Ao globalizar essas compras e eliminar intermediários, a empresa ganha ainda mais escala, com a estimativa de reduzir os custos ao longo da cadeia entre 5% e 15% nos próximos cinco anos, o que representaria uma economia potencial entre US$ 4 bilhões e US$ 12 bilhões, se a varejista alcançar sua meta de comprar 80% dos produtos diretamente dos fornecedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;TELECOM &amp;amp; ENERGIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vivendi eleva participação na brasileira GVT para 85,7%&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A operadora de telefonia brasileira GVT informou onte, dia 6/1, ter recebido um comunicado da francesa Vivendi sobre o aumento, de cerca de 5%, em sua participação no capital da companhia. Com isso, a porcentagem de participação da Vivendi na GVT passou para 85,7%, ou 117,7 milhões de ações, em um total de 137,2 milhões. Anteriormente, com o exercício de todas as opções de compra de ações da companhia, a Vivendi detinha 112,3 milhões de ações, ou 81,82% do capital votante. De acordo com o comunicado, a "Vivendi reforça que todas as opções de compra adquiridas em 13 de novembro foram exercidas antes de 23 de dezembro de 2009." A Vivendi diz ainda não participar de qualquer contrato regulando direitos de voto em relação às ações de emissão da GVT. A CVM - Comissão de Valores Mobiliários - investiga a operação de aquisição do controle da GVT pela Vivendi, em processo sob sigilo legal. A Telefônica pretendia comprar a operadora brasileira por meio de um leilão na Bolsa, marcado para 19 de novembro, mas acabou superada pelos franceses, que anunciaram a aquisição da maioria das ações da companhia em negociações privadas, no dia 13/11/2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Governo turbina Eletrobrás para acelerar obras do PAC&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Eletrobrás começa o ano com plano de investimento recorde de R$ 30,2 bilhões até 2012, anabolizada por projeto de fortalecimento de sua musculatura financeira realizado no último trimestre pelo governo. Uma série de medidas feitas pela União turbinou a estatal para que ela cumpra neste ano todos os compromissos com as obras do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento. A Eletrobrás tem papel central na campanha da provável candidata do governo à Presidência, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, o que exige da empresa fôlego financeiro. Para a criação dessa "Nova Eletrobrás", o CMN - Conselho Monetário Nacional - autorizou a empresa a elevar sua capacidade de endividamento em mais R$ 8,5 bilhões em 2010, passando do limite anterior de R$ 3,5 bilhões para R$ 12,04 bilhões; o governo editou medida provisória (nº 466, depois transformada em lei) estabelecendo compensações para as empresas de energia do Norte controladas pelas Eletrobrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________&lt;br /&gt;MERCADO DE LUXO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da Redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercado de luxo volta a crescer em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A China deverá levar o setor de luxo de volta ao crescimento em 2010 e impedir que a queda nas vendas deste ano seja tão severa quanto o previsto, segundo estudo da Bain &amp;amp; Co. A queda nas vendas deste ano deve ser de 8%, em vez dos 10% previstos em abril. Em 2010 a expansão pode ser de 1%, para 153 bilhões euros. Nos últimos dois anos, o setor de luxo encolheu. Claudia D'Arpizio, sócia da Bain em Milão, disse que o fundo do poço foi alcançado. "Os mercados estão se estabilizando. Estamos vendo menos descontos e mais sinais da crescente confiança do consumidor. O crescimento será tímido em 2010, mas é um movimento na direção certa." A queda nos mercados da Europa e da América do Norte este ano tem sido suavizada pelo crescimento na China e em outros mercados emergentes, com destaque para a Coreia do Sul. O estudo espelha o otimismo cauteloso de algumas grandes companhias de artigos de luxo. Na semana passada, o grupo britânico Burberry registrou vendas melhores do que o esperado no segundo trimestre. Os gastos dos chineses com artigos de luxo este ano podem chegar a € 6,6 bilhões. Nos EUA seriam 44 bilhões euros; na Europa, 59 bilhões euros; e no Japão, 19 bilhões euros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________________________&lt;br /&gt;RESPONSABILIDADE Social e Ambiental&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grupo Colombo é referência no setor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um caso clássico de uso racional de água ocorre no Grupo Colombo que implantou em 2002, na sua usina em Ariranha, SP, um projeto que tornou-se inclusive uma das referências no setor. Essa iniciativa surgiu devido à necessidade de minimizar o consumo de água e o volume de vinhaça gerado. “Todas as águas residuárias eram despejadas na vinhaça”, relata Hélio Pavani, gerente operacional das unidades Palestina e Santa Albertina localizadas no Estado de São Paulo, que também desenvolveram processos de tratamentos similares ao da matriz. “Além da estação de tratamento de efluentes, foram instaladas torres pra maior aproveitamento do condensado na indústria. Com isso, o volume da captação diminuiu de 1,8 m3/h para 0,7 m3/h”, detalha Pavani que acompanhou a instalação e o funcionamento do projeto em Ariranha. Segundo ele, houve também a instalação de circuito fechado em toda refrigeração das moendas e na separação da fuligem nas caldeiras e a diminuição da lavagem de cana que consome muita água. O sistema de tratamento é aeróbio com capacidade de 150 m3/h de efluente bruto, composto de lagoas de aeração impermeabilizadas de grande capacidade, divididas em caixas efluente bruto - pulmão, caixas de equalização, caixa de aeração e caixa água polida. “Na caixa de aeração há o lodo ativado que consome as matérias orgânicas, que seria a demanda química de oxigênio, deixando a água em condições idênticas a águas dos rios, com oxigênio dissolvido em torno de 7 - 8 mg/l, na qual chamamos de água polida”, explica Hélio Pavani. A Usina Colombo faz captação em lagoa e poço profundo do aquífero Guarani. “A unidade de Ariranha devolve a água tratada no rio próximo da usina, com DQO 40 ppm, oxigênio em torno 6,5 - 8,0 e PH de 7,5 - 8,0. Estamos fazendo modificações para 2010, com o objetivo de utilizar uma parte desta água na indústria”, informa. De acordo com Hélio Pavani, a utilização dos recursos naturais faz parte do plano diretor da Colombo. “Tudo que envolve o meio ambiente pesa nas decisões da diretoria. Não poupamos investimentos para esta área”, ressalta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Governadora Yeda Crusius mostra desconhecimento sobre legislação ambiental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ontem, dia 6/1, pela manhã, em entrevista ao jornalista André Machado no Programa Atualidade da Rádio Gaúcha, a Governadora teceu preocupantes comentários sobre o PL 154 que traminta na Assembleia Legislativa para revogar e alterar importantes instrumentos para o desenvolvimento sustentável. Fez uma critica à atual legislação com relação à reserva legal para as pequenas propriedades . Todavia , a Governadora deveria saber que isso está tutelado por lei federal e não estadual. Por outro lado, enalteceu o " zoneamento florestal " aprovado recentemente pelo Conselho Estadual do Meio ambiente (CONSEMA) . Na realidade é o zoneamento da silvicultura. Ora, é justamente graças à atual legislação ambiental estadual que se viabilizou o zoneamento referido. O PL 154, ao contrário, não exige absolutamente nada para o plantio e comercialização de qualquer cultura exótica! Defendeu mais estudos e zoneamentos, mas parece que não sabe a governadora que isso também está na atual legislação ambiental estadual , mas que não se coloca em prática. Novamente mostrando não apenas desconhecimento mas também contradição, defendeu a mata ciliar e até mesmo sua recomposição, em virtude das diversas catástrofes que vem afligindo o Estado e que com a alteração das leis, o governo vai se comprometer com sua regeneração e preservação. Que bom, mas a atual legislação também prevê isso, mas também igualmente não se aplica. O PL 154, ao contrário, reduz drasticamente a mata ciliar ou área de preservação permanente, de no minimo 30 metros para no mínimo 5 mentros e máximo 50 metros. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Assessoria de imprensa Gabinete Vereador Beto Moesch)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;EXPEDIENTE:&lt;/strong&gt; REDAÇÃO - Rua Menezes Paredes, 124 – Nonoai – CEP 90830-070 – Porto Alegre/RS – Tels.: +55 51 3276.2143 – E-mail: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:redacaoipressbiz@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;redacaoipressbiz@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Editora-chefe Kátya Desessards – katya.desessards@gmail.com * Editora Letícia Vargas Tel.: +55 51 8206.7350 * Repórter Caren Martins Oliveira - Revisora Lúcia Iná Sá d’Oliveira -&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:professoraluciaina@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;professoraluciaina@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Fotógrafo Nilton Santolin - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.niltonsanolin.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.niltonsanolin.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Sucursal São Paulo/SP Ana Díaz Monteiro – Editora Assistente * Sucursal Brasília/DF Marco Aurélio Reis – Repórter * Sucursal Rio de Janeiro/RJ Luiz A. Mascarenhas – Repórter * Sucursal Internacional Lisboa/Portugal Maria João Souto Freitas – Correspondente * EMPRESAS PARCEIRAS Pezco Consultoria &amp;amp; Pesquisa (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pezco.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.pezco.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;) / PRNewswire Brasil (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.prnewswire.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.prnewswire.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;) * DEPARTAMENTO COMERCIAL Flávia Pereira Neto – Executiva de Conta – Cel.: +55 51 9136.2404&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;i-press.biz - Direitos autorais e comerciais reservados.É proibida a reprodução, total ou parcial, distribuição ou disponibilização pública, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa. A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal) com pena de prisão e multa; conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 105, 108 e incisos da Lei 9.610, de 19.2.98, Lei dos Direitos Autorais). i-press.biz - Copyright © 2008/2009 - Todos os direitos reservados&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5066595116847076406-825338197894350454?l=e-pressbiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://e-pressbiz.blogspot.com/2010/01/edicao-254-ano-ii.html</link><author>katya.desessards@gmail.com (Kátya Desessards)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/S0XFe7xffUI/AAAAAAAABls/usT7ARtUK_Y/s72-c/Olho+do+Brasil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5066595116847076406.post-2489837068694919689</guid><pubDate>Thu, 24 Dec 2009 03:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-24T01:42:38.660-02:00</atom:updated><title>Férias Coletivas</title><description>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#993300;"&gt;Prezado Leitor,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;Comunicamos que dia dia 24/12 até 4/1 estaremos no período de férias coletivas. No dia 5/1 as nossas edições diárias voltam ao normal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;Desejamos Boas Festas e um ano de 2010 repleto de realizações e ótimos negócios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;Grande abraço,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Equipe i-press.biz&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5066595116847076406-2489837068694919689?l=e-pressbiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://e-pressbiz.blogspot.com/2009/12/ferias-coletivas.html</link><author>katya.desessards@gmail.com (Kátya Desessards)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5066595116847076406.post-3805332996467781410</guid><pubDate>Wed, 23 Dec 2009 10:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-23T09:12:36.928-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>TI</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bancos</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>agronegocios</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>logistica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indústria</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indicadores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bolsa de valores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>web</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cotações</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>comercio exterior</category><title>Edição 253 | Ano II</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzH32d_nFdI/AAAAAAAABlU/jz-OkaPJT2I/s1600-h/bursk-hbr.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px; FLOAT: right; HEIGHT: 178px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418384341839844818" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzH32d_nFdI/AAAAAAAABlU/jz-OkaPJT2I/s200/bursk-hbr.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Washington / EUA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:180%;"&gt;Dois brasileiros entram no ranking dos melhores executivos da Harvard&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Dois brasileiros estão na lista dos 100 melhores executivos de companhias do mundo, segundo o ranking elaborado pela revista norte-americana "Harvard Business Review": Benjamin Steinbruch, da CSN - Companhia Siderúrgica Nacional - e Maurício Botelho, do conselho de administração da Embraer. Steinbruch, que ficou na 15ª posição da lista, preside a CSN desde 2002 e, de acordo com o estudo, já agregou US$ 18 bilhões ao valor de mercado da companhia desde que assumiu a posição. Já Botelho ficou na presidência da Embraer entre 1995 e 2007, e agregou US$ 9 &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzH39_tHgqI/AAAAAAAABlc/N7ED4Ail2e8/s1600-h/benjamin_steinbruch.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 147px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418384471148167842" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzH39_tHgqI/AAAAAAAABlc/N7ED4Ail2e8/s200/benjamin_steinbruch.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;bilhões à companhia. Ele ocupa a 66ª posição da lista.&lt;br /&gt;O artigo publicado na "Harvard Business Review" explica que, para evitar as críticas daqueles que consideram o "curto prazo" uma má ferramenta de avaliação, optou por analisar os candidatos por todo o período em que comandaram as companhias. No caso daqueles que ainda estão no cargo, a avaliação abrange o período até 30 de setembro deste ano. A lista é encabeçada, "sem choque", como afirma a revista, pelo CEO da Apple&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzH4I34tUMI/AAAAAAAABlk/XyzCv-Cu0KI/s1600-h/Maur%C3%ADcio+Botelho+da+Embraer.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 133px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418384658027860162" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzH4I34tUMI/AAAAAAAABlk/XyzCv-Cu0KI/s200/Maur%C3%ADcio+Botelho+da+Embraer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;, Steve Jobs, que agregou US$ 150 bilhões ao valor de mercado da companhia desde que assumiu o comando, em 1997. Em segundo lugar, vem o sul-coreano Yun Jong-Yong, presidente da Samsung Electronics até o ano passado.&lt;br /&gt;A primeira mulher a aparecer na lista é Margaret C. Whitman, norte-americana que ficou à frente do site de comércio eletrônico Ebay entre 1998 e 2008, na oitava posição O ranking da "Harvard Business Review" avaliou cerca de 2.000 executivos ao redor do mundo, que assumiram o comando das companhias entre janeiro de 1995 e dezembro de 2007. Dos 10 executivos, 8 são da área de tecnologia o que mostra o perfil do novo mercado.&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Veja os dez primeiros colocados da lista:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- 1º Steve Jobs - Apple (Estados Unidos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- 2º Yun Jong-Yong - Samsung Electronics (Coreia do Sul)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- 3º Alexey B. Miller - Gazprom (Rússia)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- 4º John T. Chambers -Cisco Systems (Estados Unidos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- 5º Mukesh D. Ambani - Reliance Industries (Índia)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- 6º John C. Martin - Gilead Sciences (Estados Unidos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- 7º Jeffrey P. Bezos - Amazon.com (Estados Unidos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- 8º Margaret C. Whitman - Ebay (Estados Unidos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- 9º Eric E. Schmidt - Google (Estados Unidos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;- 10º Hugh Grant - Monsanto (Estados Unidos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Petrobras compra fatia de 40% em usina de etanol em MG&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Petrobras informou ontem no final da tarde, dia 22/12, que sua subsidiária integral Petrobras Biocombustível ingressou no capital social da Total Agroindústria Canavieira, passando a deter 40,4% das ações da empresa. Para adquirir a fatia na Total, que possui uma usina de etanol localizada no município de Bambuí, em Minas Gerais, a Petrobras pagou R$ 150 milhões. Trata-se da primeira participação que a Petrobras compra em usinas de etanol, segundo a assessoria de imprensa da estatal. A usina em Minas Gerais da Total tem capacidade instalada de produção de 100 mil metros cúbicos de etanol hidratado por ano. "A parceria viabilizará a ampliação da usina para uma capacidade total de 203 mil metros cúbicos por ano, com um excedente de energia elétrica para comercialização de 38,5 MW, gerada pelo aproveitamento do bagaço de cana-de-açúcar", afirmou a Petrobras em comunicado. Em seu plano de investimento, que está sendo revisado, a Petrobras informa que pretende investir US$ 2,4 bilhões em biocombustíveis até 2013, com meta de produzir 3,9 bilhões de litros até aquela data. "A participação da Petrobras Biocombustível em usinas produtoras de etanol e de energia elétrica está alinhada com o Plano de Negócios da Petrobras e irá contribuir para o alcance das metas de produção e comercialização de etanol", informou a estatal em nota. O anúncio do negócio foi feito menos de um mês após a Petrobras desistir de um projeto de etanol em Goiás, em parceria com a trading Mitsui. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TV paga alcança 7,35 milhões de clientes em novembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O número de assinantes dos serviços de TV por assinatura em todo o País chegou a 7,35 milhões em novembro, segundo dados divulgados hoje pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No mês passado, 191 mil novos clientes contrataram os serviços. No acumulado do ano, o crescimento do mercado foi de 16,3%, com 1 milhão de novas assinaturas. O segmento de TV a cabo continua dominando o mercado, com 59% de participação, o que representa 4,29 milhões de clientes. Em segundo lugar está a TV paga via satélite (DTH), com 36% dos assinantes, e em terceiro aparece o segmento de televisão por assinatura via micro-ondas terrestres (MMDS), com 5% de participação no mercado. O maior porcentual de crescimento no ano, segundo a Anatel, é verificado na Região Norte, com 23,9% de elevação no número de clientes. O Nordeste aparece em segundo lugar, com taxa de 19% de crescimento, seguido do Sudeste, com 17,2%. No Centro-Oeste, o mercado cresceu 12,5%, e no Sul, 11,7%. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Daniel Salton participa de jantar com Lula&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O ano termina com um importante evento para as vinícolas nacionais. Na segunda-feira, dia 21/12, o presidente da Salton, Daniel Salton, foi um dos empresários do setor a participar de jantar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além de apresentar a Lula os produtos brasileiros premiados, a situação do mercado nacional do vinho ocupou boa parte da pauta. O encontro acontceu no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e o jantar foi preparado por sete chefs brasileiros. O espumante Prosecco Salton foi servido nos coquetéis, e o rosé brut Salton Poética acompanhou a sobremesa. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Enter Consultoria em Comunicação)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________________________________________________&lt;br /&gt;MANCHETES DOS PRINCIPAIS JORNAIS Nacionais e Internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Quarta-feira / 23 de dezembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#660000;"&gt;Jornais nacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Folha de S.Paulo / PAC terá mais R$ 7 bilhões no ano eleitoral&lt;br /&gt;Agora S.Paulo / Aposentados receberão em 2010 R$ 7 bilhões em atrasados&lt;br /&gt;O Estado de S.Paulo / Receita bate recorde e Lula defende carga de impostos&lt;br /&gt;Jornal do Brasil / Cabral vai blindar a Tijuca&lt;br /&gt;O Globo / Governo dá aumento real a aposentados até para 2011&lt;br /&gt;Valor Econômico / Receio de mudanças estimula corrida a AGEs&lt;br /&gt;Correio Braziliense / PF busca novas provas do esquema de propina no GDF&lt;br /&gt;Estado de Minas / Em BH, só 12,6% ganham salário mínimo ideal&lt;br /&gt;Diário do Nordeste / Mínimo será de R$ 510; aposentados têm 6,2%&lt;br /&gt;A Tarde / PM tem reajuste médio de 13,5%&lt;br /&gt;Extra / Lata de sardinha&lt;br /&gt;Correio do Povo / Projetos da Brigada e do magistério ficam para 2010&lt;br /&gt;Zero Hora / Sem apoio, Piratini desiste de pacote da BM e do magistério&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#660000;"&gt;Jornais internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;The New York Times (EUA) / Plano de mover presos de Guantánamo enfrenta um novo atraso&lt;br /&gt;The Washington Post (EUA) / Obama diz que resgate financeiro como "a coisa mais importante" do seu primeiro ano&lt;br /&gt;The Times (Reino Unido) / Cortes enormes de dinheiro para ensino nas universidades&lt;br /&gt;The Guardian (Reino Unido) / Casamento está se tornando preservação das classes-médias, reivindicam Tories&lt;br /&gt;Le Figaro (França) / Veolia vai passar da TGV à SNCF&lt;br /&gt;Le Monde (França) / Comer menos carne pode salvar o planeta?&lt;br /&gt;China Daily (China) / Metrô paralisa milhares&lt;br /&gt;El País (Espanha) / Air Comet deixa pendurados milhares de viajantes e 640 trabalhadores&lt;br /&gt;Clarín (Argentina) / Fortes críticas ao governo em uma falha da Justiça&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_______________________&lt;br /&gt;INDICADORES ECONÔMICOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preços ao consumidor desaceleram e sobem 0,21% na 3ª prévia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O IPC-S - Índice de Preços ao Consumidor – Semanal - subiu 0,21% na terceira leitura prévia deste mês, taxa 0,09 p.p (ponto percentual) abaixo da apurada na última divulgação. Os dados foram divulgados hoje, dia 23/12, pela FGV - Fundação Getulio Vargas. A maior influência para a desaceleração do índice veio do grupo Alimentação, que apresentou alta de 0,06% ante 0,4% na última leitura. Dentre os itens que formam o grupo, os que mais recuaram foram os de Hortaliças e Legumes (de 1,16% para -1,5%) e de Frutas (de 5,22% para 3,69%). Os outros grupos que apresentaram desaceleração no indice foram Transportes (de 0,26% para 0,21%), Habitação (de 0,23% para 0,21%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,31% para 0,30%). Por outro lado, houve aceleração nos grupos Vestuário (de 0,88% para 0,99%), Despesas Diversas (de 0,17% para 0,25%) e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,11% para 0,17%). Na divisão por produtos pesquisados, os que tiveram maiores influências de alta foram o mamão papaya (28,8%), cenoura (50,53%) e beterraba (25,24%). Já as maiores influências de baixa foram do tomate (-21,32%), da batata inglesa (-11,98%) e do leite longa vida (-4,52%).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nas capitais -&lt;/strong&gt; A FGV também divulgou hoje a divisão do IPC-S pelas sete capitais onde é pesquisada. Normalmente o dado é divulgado no dia posterior ao do índice nacional, mas foi atencipado devido ao Natal. Em São Paulo, os preços ao consumidor apresentaram desaceleração ao ficar em 0,1%, ante 0,21% na segunda prévia do mês. As outras capitais que também viram os preços recuarem foram Belo Horizonte (de 0,53% para 0,42%), Brasília (de 0,27% para 0,22%), Rio (de 0,51% para 0,37%) e Salvador (de -0,01% para -0,04%). Recife foi a única capital presquisada pela FGV onde os preços aceleraram (de 0,4% para 0,46%), enquanto que em Porto Alegre ficaram estáveis ante a segunda prévia em 0,17%. A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 31 deste mês, será divulgada no dia 4 de janeiro do próximo ano. Já a divisão do indicador por capitais sai no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atividade econômica cai pelo 2º mês seguido em outubro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O indicador que mensura a perspectiva da atividade econômica da Serasa Experian apresentou queda de 0,17% em outubro na comparação com setembro, atingindo 100,1 pontos, informou a empresa de análise de crédito nesta terça-feira. Com isso, o índice apresentou o segundo recuo mensal seguido, já que em setembro há havia ocorrido uma perda de 0,03%. Segundo a Serasa, os dados apontam para uma estabilização do índice na casa dos 100 pontos, o que significa que não há riscos de superaquecimento da economia nos próximos meses. "Esta estabilização em torno de 100 aponta que um eventual cenário de superaquecimento da economia não deverá se configurar, pelo menos até os meses finais do primeiro semestre de 2010, reduzindo as chances de presenciarmos um novo ciclo de aperto monetário neste período", disse a empresa em nota. Para a Serasa, os principais fatores que levam à estabilização da atividade econômica pelo menos até o final do primeiro semestre de 2010 são a alta dos juros futuros e a desaceleração nas concessões reais de crédito ao consumidor.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO DE CAPITAIS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP e Associated Press)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Nas Bolsas da Ásia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas asiáticas fecham em alta com otimismo sobre economia dos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As principais Bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira, dia 23/12, influenciadas pelo bom humor visto ontem no mercado americano após a divulgação de bons dados sobre o mercado imobiliário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Hong Kong&lt;/strong&gt; teve avanço de 1,12%, para 21.328,74 unidades. Na Austrália, o índice subiu 0,67%, para 4.756,10 pontos&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Em Xangai (China)&lt;/strong&gt; o indicador Shangai Composite teve alta de 0,76%, para 3.073,77 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A bolsa de Seul (Coreia do Sul)&lt;/strong&gt; ganhou 0,35%, a 1,661,35 unidades.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Em Cingapura&lt;/strong&gt; o índice Straits Times subiu 0,63%, para 2.841,56 pontos. O mercado japonês não operou hoje devido a feriado no país.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;"A atmosfera do mercado não é nada ruim, mas o volume é relativamente baixo devido à proximidade do fim do ano", disse Lee Sun-yeb, um analista de mercado da Shinhan Investment Corporation em Seul, sobre a alta do mercado sul-coreano devido a expectativas de uma recuperação da economia norte-americana. O bom humor foi gerado essencialmente pelo forte aumento nas vendas de casas usadas nos EUA. Segundo a NAR (Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, na sigla em inglês), a alta em novembro foi de 7,4%, levando o volume anual de casas negociadas ao maior nível em três anos. Na China, após seguidas baixas causadas por temores de uma intervenção do governo no setor imobiliário local, os investidores foram às compras e garantiram a alta.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;ONTEM –&lt;/span&gt; Na Bovespa, NY e Europa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo /SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bovespa fecha em alta de 2,26% impulsionada por dado de casas nos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Impulsionada pelos dados positivos do mercado imobiliário nos Estados Unidos e a projeção positiva de crescimento do Banco Central para 2010, a Bovespa fechou em alta o pregão de ontem, 22/12, e recuperou parte das perdas da véspera. Além disso, a recuperação de algumas commodities, como alumínio e petróleo ajudaram a elevar a cotação das ações de algumas empresas no país.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Ibovespa&lt;/strong&gt;, termômetro dos negócios da Bolsa paulista, subiu 2,26% no fechamento, aos 67.417 pontos, a maior alta desde 9 de novembro, quando o índice subiu 2,71%. O volume de negócios ficou em R$ 5,57 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O dólar comercial&lt;/strong&gt; foi vendido por R$ 1,782, em queda de 0,16%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-A taxa de risco-país&lt;/strong&gt; marca 204 pontos, estável.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;O gestor da Grau Gestão de Ativos Marcelo Carneiro afirmou que o dado mais importante do dia para o mercado foi o crescimento de 7,4% nas &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u670067.shtml"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;vendas de casas usadas&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; nos Estados Unidos em novembro, três vezes acima do esperado pelo mercado. No Brasil, o &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u669955.shtml"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Banco Central&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; divulgou hoje o relatório de inflação do quarto trimestre, no qual prevê crescimento de 5,8% para o PIB do país em 2010. O dado deu fôlego para as ações de empresas do varejo, cujo faturamento está muito ligado ao mercado interno. "Quando o BC prevê um PIB mais alto, isso passa a se refletir na expectativa de venda dessas empresas", explicou Carneiro. As ações das Lojas Renner subiram 4,32%, para R$ 38,35, enquanto os papéis do Pão de Açúcar tiveram valorização de 4,08%, para R$ 62,74. As Lojas Americanas tiveram alta de 3,64% nas ações, que estavam em R$ 15,09. Os dados são preliminares.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Commodities -&lt;/strong&gt; A alta nos preços do petróleo de ontem e a interrupção na queda dos preços de algumas commodities como o alumínio também ajudaram a Bovespa. As ações preferenciais da Vale subiram 2,83%, enquanto as ordinárias tiveram alta de 2,09%. Petrobras PN subiu 3,23% e ON 0,79%. As siderúrgicas também tiveram um dia positivo. Os papéis da Gerdau registraram valorização de 5,04%, para R$ 29,14, Usiminas subiu 2,99% e CSN apresentou alta de 1,79%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas dos EUA sobem com dados sobre vendas de imóveis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os índices de ações norte-americanos registraram nova máxima em 14 meses nos pregões de ontem, 22/12, depois que um aumento nas vendas de casas usadas indicou mais estabilização no mercado imobiliário e impulsionou otimismo com a recuperação da economia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Dow Jones,&lt;/strong&gt; referência da Bolsa de Nova York, avançou 0,49%, para 10.464 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Standard &amp;amp; Poor's 500&lt;/strong&gt; ganhou 0,36%, a 1.118 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O termômetro de tecnologia Nasdaq&lt;/strong&gt; subiu 0,67%, para 2.252 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Ações do segmento imobiliário lideraram a alta, com o índice Dow Jones para construção mostrando avanço de 3,9%, após dados revelarem que as vendas de casas usadas nos EUA cresceram em novembro no ritmo mais rápido desde fevereiro de 2007. Os papéis da D.R. Horton subiram 3,8%, enquanto os da Toll Brothers ganharam 4,5%. Definitivamente tivemos uma reação positiva aos números sobre imóveis", disse Ryan Detrick, estrategista sênior da Schaeffer's Investment Research, em Cincinnati. Qualquer sinal de estabilidade no setor imobiliário motiva um aumento na confiança do investidor. Foram os problemas nesse setor que contribuíram para levar a economia à pior recessão desde a década de 1930. Importantes companhias de tecnologia também deram fôlego ao mercado e ajudaram o Nasdaq a renovar a máxima em 15 meses. IBM subiu 1%, após a empresa fechar um acordo de terceirização no valor de US$ 83 milhões.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas europeias fecham em alta após dado positivo do setor imobiliário dos EUA&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As principais Bolsas europeias fecharam em alta ontem, dia 22/12, influenciadas pelo bom humor do mercado americano causado pelo forte aumento nas vendas de casas usadas do país.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Londres&lt;/strong&gt; subiu 0,65%, indo para 5.328,66 pontos no índice FTSE 100.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Frankfurt&lt;/strong&gt; teve alta de 0,26% no índice DAX, para 5.945,69 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Zurique&lt;/strong&gt; teve avanço de 1,21%, indo para 6.582,90 pontos no índice Swiss Market.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Madri&lt;/strong&gt; teve alta de 0,53%, com 1.237,44 pontos no índice Madrid General.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Paris&lt;/strong&gt; subiu 0,68%, para 3.898,38 pontos no índice CAC-40.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Os mercados em todo o mundo - incluindo os da Europa - se animaram com o avanço nas vendas de casas usadas nos EUA divulgada hoje pela NAR - Associação Nacional dos Corretores de Imóveis. As vendas atingiram alta de 7,4% na comparação com outubro, para um volume anualizado de 6,54 milhões de unidades. Trata-se do maior nível de casas usadas vendidas em aproximadamente três anos. Para a NAR, o avanço reflete o grande nível de ajuda do governo federal ao setor. Novembro era o último mês para que americanos comprassem a primeira residência com isenção de impostos - depois o Congresso decidiu manter o benefício até abril de 2010. O bom humor, porém, foi parcialmente afetado pela divulgação do dado final sobre o PIB - Produto Interno Bruto - americano no terceiro trimestre. O Departamento de Comércio revisou o dado para baixo, de 2,8% divulgado na segunda prévia para 2,2% agora. Os analistas de mercado apostavam na manutenção dos 2,8%.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________&lt;br /&gt;INDÚSTRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BNDES aprova R$ 449 mi para construção de siderúrgica em MG&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A diretoria do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - aprovou financiamento à empresa VSB - Vallourec e Sumitomo Tubos do Brasil - no valor de R$ 449 milhões. Segundo o banco, os recursos são destinados à implantação de usina siderúrgica em Jeceaba/MG, para a produção anual de 1 milhão de toneladas de aço em forma de barras e para laminação de 600 mil toneladas de tubos de aço sem costura.&lt;br /&gt;O início das atividades da usina está previsto para meados de 2010, com a entrada em operação da sua unidade de laminação. A estimativa do projeto é que as obras empreguem cerca de 7 mil funcionários. Durante a fase de operação, o complexo irá gerar aproximadamente 1.500 empregos diretos. "O complexo Siderúrgico de Jeceaba busca atender ao futuro crescimento de demanda pelos produtos tubulares de alta qualidade para a indústria de petróleo e gás, complementando o mix de produtos de aço das suas controladoras e reforçando a parceria estratégica entre os grupos Vallourec e Sumitomo", informou o BNDES ao aprovar o financiamento.&lt;br /&gt;Jeceaba fica a cerca de 130 km de Belo Horizonte e foi concebida como um distrito industrial para abrigar uma usina siderúrgica e uma rede de fornecedores de médio e pequeno portes. A implantação do empreendimento está prevista para ocorrer ao longo de aproximadamente 30 meses, com previsão de encerramento no primeiro semestre de 2011. A Vallourec e Sumitomo Tubos do Brasil foi fundada em janeiro de 2007, como resultado de uma joint venture celebrada entre os grupos Vallourec e Sumitomo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Canon traça metas de crescimento a partir de 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A japonesa Canon, que deve registrar queda no lucro pelo segundo ano consecutivo, conseguiu construir uma boa base para voltar ao crescimento e espera ter um lucro maior em 2010, afirmou o presidente-executivo da fabricante de equipamentos de escritório. "O nosso fortalecimento corporativo a partir do ano que vem tem sido nossa meta neste ano, e estamos dentro do cronograma para atingir essa meta", disse o presidente da Canon, Tsuneji Uchida, à Reuters em entrevista nesta terça-feira. Desde a crise econômica global do ano passado, empresas de todo o mundo têm feito cortes de custos reduzindo a compra de impressoras e copiadoras, além de reduzir impressões, o que afetou a lucratividade da Canon e de outras fabricantes de equipamentos de escritório. Além disso, a compra da grande distribuidora de equipamentos norte-americana Ikon Office Solutions por sua concorrente, Ricoh, por 1,6 bilhão de dólares no ano passado também foi um baque para a Canon. Antes do acordo, 60 por cento dos produtos distribuídos pela Ikon eram da Canon. Em resposta, no mês passado, a Canon anunciou planos para comprar a fabricante de impressoras e copiadoras holandesa Oce por 730 milhões de euros. Em setembro, a empresa afirmou que iria começar a fornecer suas impressoras multifuncionais à HP.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;AGRONEGÓCIOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gurus das commodities centram seus olhares no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em 2003, não havia ainda um grande estudo sobre os retornos de longo prazo nos investimentos em commodities. E foi isso que os professores de finanças da universidade americana de Yale, Geert Rouwenhorst e Gary Gorton, resolveram mostrar no estudo "Fatos e fantasias sobre as negociações de futuros de commodities". O texto revelou que o investimento em índices de commodities trouxe um retorno positivo entre julho de 1959 e dezembro de 2004. Diz-se no mercado que os maiores fundos de pensão e administradores de carteira do mundo possuem ao menos uma cópia do texto dos "gurus" das commodities na mesa. No início de dezembro, ambos se uniram à SummerHaven Investment Management, companhia criada em abril deste ano e que também conta com Ashraf Rizvi na equipe. Ele é ex-chefe do departamento de commodities no banco suíço UBS. A ideia da companhia é renovar os modelos de investimentos neste mercado, utilizando estratégias quantitativas, explica Rouwenhorst em entrevista ao Brasil Econômico. "Uma grande porção dos investimentos em commodities está indexada aos índices DJ-UBS e S&amp;amp;P GSCI, cujas metodologias foram criadas há mais de dez anos. Acreditamos que os novos investidores vão procurar medidas mais sofisticadas de performance, incluindo estratégias de investimentos mais dinâmicas e ativas", explica. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;De olho no Brasil -&lt;/strong&gt; O país está na estratégia de crescimento da SummerHaven, destaca o economista. "Não investimos atualmente no Brasil. Entretanto, estamos acompanhando o desenvolvimento do mercado de commodities e de produtos nos mercados futuros com grande interesse. E podemos negociar produtos na BM&amp;amp;FBovespa no futuro. Atualmente operamos café, soja e futuros de açúcar, mercados nos quais o Brasil é um importante produtor", afirma."Somos uma companhia relativamente nova e temos planos de atingir investidores globalmente, incluindo o Brasil ao longo do tempo", completa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No longo prazo -&lt;/strong&gt; Historicamente, explica Rouwenhorst, os produtos futuros de commodities trazem o mesmo retorno, pelo mesmo nível de risco, que outros ativos.Além disso, ao longo do tempo, as commodities sobem com a inflação, e apresentam uma baixa correlação com ações e títulos, além de exibir um potencial de subir nos momentos que outros ativos estão caindo. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Brasil Econômico)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londrina / PR&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Soja transgênica deve chegar a 67% da produção brasileira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O cultivo da soja transgênica, regulamentado em 2005 pelo governo federal, deve alcançar 67% da produção nacional na safra 2009/2010, conforme pesquisadores e entidades que representam sementeiros e produtores em geral. A estimativa aponta uma expansão de 10% em relação à safra passada. Já a Abrange, que reúne somente produtores de soja convencional, estima que a fatia ocupada pelos transgênicos não ultrapasse 56,5% dos 22,6 milhões de hectares que o país deve plantar no atual ciclo.&lt;br /&gt;Números oficiais virão somente em 2010, quando a Conab - Companhia Nacional de Abastecimento - for a campo e mensurar o alcance da soja geneticamente modificada, que usa a tecnologia RR (Roundup Ready), desenvolvida pela multinacional Monsanto. A empresa tem sido alvo de acusações e ações judiciais de produtores, que dizem haver cobrança ilegal de royalties e restrições para a produção de sementes convencionais nos contratos entre a Monsanto e os sementeiros -responsáveis por multiplicar os grãos próprios para o plantio. "Não somos contra a tecnologia RR. Estamos preocupados é com o monopólio, que restringe o direito de o produtor fazer sua escolha", diz Gláuber Silveira da Silva, presidente da Aprosoja - Associação dos Produtores de Soja - de MT.&lt;br /&gt;Ele afirma que, nos contratos de multiplicação de sementes, a Monsanto exige que o sementeiro ocupe 85% de suas lavouras para produzir sementes de soja transgênica e somente 15% para variedades convencionais. A Monsanto nega que faça essa exigência. Para evitar a restrição de sementes não transgênicas, a Aprosoja firmou convênio com a Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - para desenvolver variedades convencionais em 18 municípios do oeste de Mato Grosso, de acordo com Silva. "Existe um mercado mundial para a soja convencional e não podemos ficar fora", afirma ele, que cultiva 3.000 hectares de soja convencional.&lt;br /&gt;No Paraná, onde há maior resistência aos transgênicos, a soja RR avançou para 45% das lavouras, conforme a Secretaria Estadual de Agricultura. O monopólio da soja transgênica só deverá receber concorrência na safra 2011/2012, quando entrará no mercado a soja Cultivance, ou CV, variedade desenvolvida pela Embrapa em parceria com a Basf.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conflito -&lt;/strong&gt; No Rio Grande do Sul, onde 95% da soja plantada é transgênica, a cobrança de royalties originou uma disputa jurídica. Numa ação coletiva, 356 sindicatos rurais e entidades de produtores questionam a cobrança de royalties feita pela Monsanto. Segundo o advogado dos produtores, Néri Perin, a cobrança de quase R$ 1 bilhão baseada na lei de patentes é ilegal. A contestação se baseia na Lei de Proteção de Cultivares, que permite a produtores e sementeiros guardarem grãos de soja RR para usar como sementes na safra seguinte sem o pagamento de royalties. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Folha)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;COMÉRCIO EXTERIOR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Média diária exportada subiu 0,5% na 3ª semana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A média diária exportada na terceira semana de dezembro (14 a 20) foi de US$ 650,8 milhões, valor 0,5% superior à média de US$ 647,8 milhões registrada até a segunda semana do mês. Segundo dados divulgados esta tarde pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), esse aumento foi decorrente do incremento das exportações de produtos manufaturados (+15,9%), por conta, principalmente, de aviões, óleos combustíveis, gasolina, motores e geradores, autopeças e aparelhos transmissores/receptores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Queda -&lt;/strong&gt; Por outro lado, caíram as exportações de básicos (-15,1%) em razão das vendas de minério de ferro, petróleo em bruto, carne de frango, milho em grão e soja em grão; e semimanufaturados (-3,5), por causa das quedas das vendas de açúcar em bruto, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro ou aço e ferro fundido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Importações -&lt;/strong&gt; As importações registraram média diária de US$ 606 milhões na terceira semana do mês, uma queda de 0,1% ante a média verificada até a segunda semana do mês. Essa queda é explicada, principalmente, pela retração das importações de veículos automóveis e partes, químicos orgânicos/inorgânicos e siderúrgicos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exportações -&lt;/strong&gt; No mês, as exportações somam US$ 9,084 bilhões, com média diária de US$ 648,9 milhões, um crescimento de 3,3% ante a média exportada em dezembro de 2008 (US$ 628,1 milhões). Segundo os dados do MDIC, cresceram as exportações de produtos semimanufaturados (+13,6%), por conta das maiores vendas de ferro-ligas, couros e peles, açúcar em bruto, celulose e ferro fundido; e básicos (+10,9%), por conta de minério de cobre, fumo em folhas, carne bovina, suína e de frango, petróleo em bruto e milho em grão. Enquanto isso,caíram as vendas de manufaturados (-4,3%), em razão da retração das vendas de aviões, automóveis, tratores, chassis com motor, motores e geradores elétricos, veículos de carga e calçados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comparativo -&lt;/strong&gt; Na comparação com novembro, quando a média diária exportada foi de US$ 632,7 milhões, houve aumento de 2,6% em razão do crescimento nas vendas de produtos básicos (+8,8%) e manufaturados (+7,1%). Por outro lado, caíram as vendas de semimanufaturados (-21,7%) no mesmo período de comparação. As importações somam, no mês, US$ 8,488 bilhões, com média diária de US$ 606,3 milhões, o que representou um crescimento de 16% ante a média verificada em dezembro de 2008 (US$ 522,8 milhões) e de 0,7% em relação a novembro deste ano (US% 601,9 milhões). &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________________&lt;br /&gt;MERCADO DE TECNOLOGIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Análise -&lt;/span&gt; Fusões e aquisições em TI devem crescer em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois de um início lento em 2009 no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/11/12/mercado-de-ti-continua-liderando-fusoes-no-brasil"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;mercado de fusões e aquisições&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;, companhias de tecnologia começaram a comprar outras empresas no segundo semestre do ano e analistas esperam que a retomada da atividade continue em 2010. As atividades de fusão e aquisição de empresas de tecnologia atingiram 3,1 bilhões de dólares nos Estados Unidos durante o primeiro trimestre e 2,3 bilhões de dólares durante o segundo trimestre deste ano. Os números são baixíssimos comparados aos 13,8 bilhões do segundo trimestre de 2008 e 44,6 bilhões do terceiro trimestre de 2008, de acordo com um relatório da consultoria PricewaterhouseCoopers.Mas a indústria começou a retomada com 9,8 bilhões de dólares em negócios fechados durante o terceiro trimestre de 2009. Atividades de fusão e aquisição futuras são difíceis de prever, mas as tendências seguem na direção correta, segundo analistas. “Se você olhar para os primeiros dois trimestres do ano, foram quase os mais baixos da década, o que significa muito se você considerar tudo o que aconteceu nos últimos 10 anos”, como a explosão da bolha da internet", disse o executivo da PricewaterhouseCoopers, Rob Fischer. “O que nós vimos foi basicamente o dobro de volume de negócios no terceiro trimestre comparado ao segundo. Com os anúncios que vimos nos últimos meses, nossas expectativas são altas”, avalia.Negócios bilionários retoraram durante o terceiro trimestre do ano com anúncios como a compra da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/09/28/xerox-compra-de-empresa-de-servicos-por-us-6-4-bilhoes/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Affiliated Computer Services pela Xerox&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; por 6,4 bilhões de dólares, e o plano da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/09/21/dell-adquire-empresa-de-servicos-de-ti-por-us-3-9-bilhoes/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Dell de adquirir a Perot Systems&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; por 3,9 bilhões de dólares. O negócio da Dell foi fechado no quarto trimestre, enquanto o acordo entre Xerox e ACS ainda está pendente, por isso eles não foram incluídos nos resultados terceiro trimestre. Outro acordo pendente que vai turbinar as estatísticas é a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/12/14/uniao-europeia-se-aproxima-de-aprovar-acordo-entre-oracle-sun"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;compra da Sun pela Oracle&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; por 7,4 bilhões de dólares.A queda na atividade de fusão e aquisição e a diminuição no mercado de ofertas públicas iniciais (IPO, do inglês initial public offerings) tornaram difíceis para novas companhias de tecnologia conseguirem investidores, já que muitos estão receosos de colocar dinheiro em empresas novas enquanto não tiverem lucro nos investimentos principais.&lt;br /&gt;O fundador e diretor da Commonwealth Capital Ventures, Michael Fitzgerald, prevê que a indústria de capital de risco vai continuar a diminuir drasticamente pelos próximos três ou cinco anos. Mas se o mercado de ações não quebrar de novo, a indústria de tecnologia deve ver níveis saudáveis de aquisições em 2010, disse o analista financeiro do banco de investimento Dow Jones, Robert Armstrong. “Tivemos um ritmo acelerado de acordos de tecnologia no segundo semestre de 2009”, observa Armstrong. “Mesmo se o mercado de ações continuar do jeito que está, acredito que fusões e aquisições continuarão aceleradas”.Com a estabilização do mercado, é fácil determinar um preço justo para uma aquisição, segundo Fitzgerald. “O ano de 2009 foi meio estranho porque o desenvolvimento macroeconômico foi incerto”, observa. “A incerteza e instabilidade sempre são problemas quando você pensa em tomar grandes decisões sobre fusões e aquisições. Um grau de estabilidade no próximo ano pode ajudar”. Muitas empresas pequenas estavam prontas para IPOs (Initial Public Offerings), mas não foram a público para esperar as condições econômicas melhorarem no primeiro semestre de 2010, de acordo com Armstrong. Isso vai melhorar as atividades de fusão e aquisição com grandes companhias fazendo IPOs, prevê.As próximas questões lógicas são quais tipos de companhias de tecnologia vão às compras em 2010, e quais serão compradas. Facebook, Twitter e LinkedIn são potenciais propriedades na indústria das redes sociais. Criar um valor financeiro no Facebook e no Twitter será um desafio, porém, e a quantidade de companhias dispostas a gastar grandes quantidades de dinheiro nesses sites é limitada, segundo Armstrong. Ele acredita que o LinkedIn pode ter mais valor para uma potencial aquisição porque o site é feito em torno de um tipo de transação – a contratação de novos funcionários. “Pagar um bilhão de dólares ou mais pelo Twitter seria uma loucura”, afirma Armstrong.&lt;br /&gt;No mercado empresarial, acordos como Xerox-ACS e Dell-Perot tão exemplos de grandes fabricantes de tecnologia comprando pequenas empresas de serviços, parte de uma tendência de que as grandes fabricantes de TI estão tentando se tornar destinos únicos de compra. A Oracle, que produz software, está tentando comprar a Sun, uma empresa de hardware. A HP está tentando se aproximar da Cisco, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/11/11/hp-adquire-3com-por-us-2-7-bilhoes"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;comprando a fabricante de roteadores 3Com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;.A convergência de mercados historicamente segregados como redes, armazenamento e servidores, e a convergência de serviços de software e hardware podem fazer parte das próximas aquisições, segundo Fischer. Consumidores estão querendo preços melhores e fabricantes consolidados, dificultando a competitividade entre pequenas e grandes empresas, avalia.Tentar prever eventos como fusões e aquisições “é um excelente meio de parecer estúpido”, afirma Armstrong, percebendo que previsões de analistas geralmente são erradas. Muitas das grandes fabricantes não têm necessidade de uma transação forte, não é difícil dizer quais vão se envolver em grandes negociações, ele disse. “A Cisco precisa comprar alguma coisa agora? Não. A HP? Não. IBM? Não. Elas podem ser oportunistas e pegar alguma coisa pequena, mas todas têm portfólios grandes e completos”, afirma Armstrong.Ainda assim existem alguns casos interessantes, como a Juniper. Muitos investidores da empresa ficariam felizes se a Cisco a comprasse, mas como isso não deve acontecer, a companhia se desenvolve comprando competidores como a Riverbed, F5 ou Blue Coat, enumera Armstrong. Ele acredita que o interesse em TI para saúde e o desejo de expandir a presença na China podem ser fatores que criem atividades de fusão e aquisição. Já Fischer avalia que os problemas de 2009 vão ser apenas uma pequena interrupção em uma tendência de longo prazo de consolidação da indústria a partir de fusões e aquisições. “Nós vimos que houve uma interrupção por causa da recessão. Pelo menos nos dois últimos trimestres, a consolidação voltou e estamos vendo um aumento nas atividades e nos volumes de negócios como resultado. Em um sentido amplo, não há razão para não esperar que isso continue”. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Network World)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seattle / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Microsoft perde recurso por quebra de patente e terá de mudar Word&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um tribunal de apelações dos Estados Unidos manteve nesta terça-feira uma decisão judicial anterior que condenou a Microsoft a pagar US$ 290 milhões por violar a patente de uma pequena empresa canadense de softwares. A empresa terá de fazer alterações no programa Word e não poderá comercializar as versões de 2003 e 2007 do Word e do pacote Office contendo a tecnologia patenteada. A decisão do tribunal pode sinalizar o fim de uma longa disputa entre a Microsoft e a i4i, empresa de softwares com sede em Toronto. Em 12 de agosto deste ano, um tribunal federal no Texas decidiu a favor da i4i na ação aberta pela empresa contra a Microsoft pela violação de uma patente sua relacionada ao uso do código XML nas versões do Word de 2003 e 2007. Na ocasião, a Microsoft foi condenada a pagar uma indenização de mais de US$ 290 milhões e o tribunal concedeu um mandado de segurança à i4i proibindo a Microsoft, maior empresa de softwares do mundo, de comercializar as versões do Word contendo a tecnologia patenteada.&lt;br /&gt;O mandado foi suspenso durante a análise do recurso da Microsoft pelo tribunal de apelações. Sob a decisão de ontem, que manteve o mandado, a Microsoft não poderá comercializar as duas versões do Word a partir de 11/1/2010. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________&lt;br /&gt;MERCADO WEB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Net pode ter mais 1,8 mi clientes com Internet popular&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Net estima de 1,5 milhão a 1,8 milhão clientes potenciais para seu novo serviço de Internet rápida popular com mensalidade de 29,80 reais, fruto de uma parceria com o governo de São Paulo. A empresa iniciará hoje, dia 23/12, a venda do produto com velocidade de 200 quilobits por segundo (Kbps) e taxa de instalação e modem gratuitos com período mínimo de contratação de 12 meses."É uma oportunidade da Net colocar seus produtos para uma camada menos favorecida da população", disse a jornalistas o presidente da Net, José Felix, em solenidade na Secretaria da Fazenda de São Paulo na manhã de ontem, dia 22/12.&lt;br /&gt;O novo serviço da Net está enquadrado no Programa Banda Larga Popular do governo paulista. O Estado está abrindo mão do ICMS cobrado sobre o serviço de banda larga, que é de 255, no âmbito do programa. O plano foi lançado em outubro, tendo a Telefônica como primeira parceira anunciada, com o intuito de universalizar o acesso rápido à Web no Estado. O serviço da Telefônica, porém, ainda não está disponível. "(A Net) é a primeira adesão de fato ao Programa Banda Larga Popular", disse o secretário da Fazenda paulista, Mauro Ricardo Machado Costa. "A Telefônica entendeu que poderia oferecer serviços apenas para seus clientes. Esse não é o entendimento da Net. Não pode fazer vinculação dessa natureza. A Telefônica precisa ter o produto disponível para clientes e não clientes", afirmou o secretário.&lt;br /&gt;Segundo ele, a expectativa é que em janeiro a Telefônica tenha seu produto de banda larga popular disponível. Em nota à imprensa, a Telefônica informou que "prossegue trabalhando para viabilizar, no menor prazo possível, o lançamento do produto com as características estabelecidas pelo decreto" paulista que cria a banda larga popular. "Entre as alternativas em estudo pela Telefônica para atender aos usuários que não são clientes da empresa, está a oferta de banda larga por meio das tecnologias WiFi e WiMesh, que fazem a conexão sem fio à Internet", conforme a empresa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercado potencial -&lt;/strong&gt; O governo paulista calcula que um total de 2,5 milhões de residências no Estado sejam alvo do programa. Desse universo, cerca de 1,8 milhão são casas com computadores e conexão discada e perto de 700 mil com PCs sem Internet. A Net oferecerá o serviço de banda larga popular nos 48 municípios em que atua no Estado. "Estamos nas maiores cidades do Estado de São Paulo... Eu diria que algo como 1,8 milhão (de clientes potenciais) é possível de se esperar. Talvez 1,5 milhão de usuários", afirmou o presidente da Net. O executivo disse ainda não acreditar na canibalização de produtos mais caros da Net com o lançamento do serviço. A aposta da Net é que os novos clientes que iniciarem com uma conexão de 200 Kbps aos poucos migrem para opções de velocidade maior de transmissão de dados, podendo ainda assinar TV paga e telefone junto à empresa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pacote combinado -&lt;/strong&gt; A Net já oferece um plano que inclui Internet com velocidade de 100 Kbps, canais abertos e públicos de TV e telefone fixo por R$ 39,90 mensais. No caso do telefone, as ligações para números da Net são gratuitas e as demais cobradas à parte. Segundo Félix, esses pacotes no Estado de São Paulo terão automaticamente a conexão de Internet elevada para 200 Kbps, para manter o produto competitivo. Depois da banda larga de 200 Kbps a R$ 29,80, a primeira opção dentro dos planos do serviço oferecidos pela Net é a velocidade de 1 megabit, com mensalidade de R$ 50. Às 15h57min, as ações da Net exibiam alta de 0,815, cotadas a R$ 23,69. No mesmo horário, o Ibovespa tinha alta de 1,74%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CBS e Disney devem se juntar a Apple em TV via internet&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os planos da Apple de fornecer assinaturas de televisão via internet devem ganhar força com a provável participação das companhias de mídia norte-americanas CBS e Walt Disney, informou o jornal "Wall Street Jounal" na edição de ontem, dia 22/12. O serviço da Apple deve fornecer programas de grandes redes de televisão por uma mensalidade fixa, o que poderia causar alterações significativas no modelo de negócios das redes de televisão, afirmou o jornal, citando fontes com conhecimento do caso. A Apple quer concluir os acordos de licenciamento e espera lançar o serviço de assinatura em 2010, segundo o jornal. A estratégia faz parte dos planos da Apple de renovação de sua loja on-line iTunes, que vende downloads de música, vídeo e games, de acordo com a publicação. Representantes das empresas não estavam imediatamente disponíveis para falar sobre o assunto. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;TELECOM &amp;amp; ENERGIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Demanda de energia na indústria deve crescer 9,4% em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois de amargar queda de 1,1% no consumo de energia este ano contra o ano anterior por conta da retração da atividade econômica, o país deverá experimentar um salto de consumo em 2010 e elevar a demanda em 7,4% ante 2009, informou a EPE (Empresa de Pesquisa Energética). No caso da indústria, a alta deve chegar a 9,4%. Em nota técnica divulgada nesta terça-feira, a EPE previu que a partir de 2010 o consumo de energia no Brasil vai subir em média 5,2% ao ano até 2018.&lt;br /&gt;O estudo destaca que a estimativa tem como base uma projeção do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 0,5% este ano e de 6% em 2010. De 2011 até 2018, o PIB utilizado indica alta de 5% em média ao ano. "Nesse contexto de rápida retomada da economia brasileira, espera-se um forte crescimento do consumo de eletricidade, impulsionado pela recuperação da atividade industrial no país, pelas políticas de expansão de infraestrutura em andamento e pela continuidade do processo de melhoria da renda e da qualidade de vida da população", afirmou a EPE no comunicado.&lt;br /&gt;A EPE destacou o papel dos autoprodutores no sistema elétrico brasileiro, que atingirão crescimento de 8,4% ao ano até 2018, quando estarão produzindo 74,4 mil GW. A eficiência energética também contribuiria até 2018 com uma economia de 3% no consumo energético, de acordo com a EPE, o que corresponderia a 21 mil GWh em 2018. "Este número significa evitar a instalação de uma hidrelétrica de 4.500 MW (1,5 vezes a capacidade da usina de Jirau, no Rio Madeira)", informou a EPE. De acordo com a EPE, essa economia nos próximos 8 anos evitaria a instalação de uma termelétrica a carvão que emitisse anualmente 27 milhões de toneladas de CO2, acima dos 22 milhões de toneladas de CO2 emitidos pelo sistema elétrico brasileiro em 2008.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Claro enfrenta problemas técnicos em várias cidades do País&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os telefones celulares da operadora Claro enfrentam problemas técnicos em várias cidades do País nesta terça-feira. Em São Paulo, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) confirmou a pane. Funcionários do escritório da agência na capital paulista informaram que estão notificando a operadora por conta do aumento da quantidade de reclamações recebidas pela central de atendimento aos usuários (telefone 153). As denúncias já foram encaminhadas para o escritório central da Anatel, em Brasília, e uma fiscalização na central de operações da Claro será feita para verificar se a operadora terá de ressarcir os usuários cujos telefones estão fora de operação. No Rio de Janeiro, o suporte técnico da operadora estimou que os problemas devem ser solucionados até as 20h de hoje, mas não informou a causa da pane. Procurada, a assessoria de imprensa da Claro ainda não se posicionou oficialmente, mas informou que averigua o assunto.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________&lt;br /&gt;MERCADO DE LUXO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Luly Vidigal desenvolve decoração de Natal sofisticada e deliciosa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As árvores de Natal são a atração principal desta época. As pessoas sempre procuram inovar, pois todos querem ter suas decorações impecáveis. E em meio a tudo isso a designer floral, Luly Vidigal, decorou uma árvore natural com bolinhas de chocolate da badalada Chocolat du Jour. Além de ser natural, proporciona uma sensação ainda maior de tranqüilidade devido a seu aroma terapêutico.&lt;br /&gt;E até o triste momento de se desmontar a árvore é transformando em uma agradável ocasião, em que todos podem se deliciar com as bolinhas do Chocolat du Jour. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Drummond Comunicação)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;Roberto Cavalli sonhe em vestir Michelle Obama&lt;br /&gt;O estilista italiano, Roberto Cavalli, afirmou que sonha em desenhar uma "belíssima roupa" para a primeira-dama dos EUA, Michelle Obama. Em entrevista concedida à revista norte-americana Women's Wear Faily, Cavalli revelou que pensa em "uma roupa preta com pequenos detalhes estampados ao estilo Cavalli, ou talvez uma cor muito chamativa". "Difícil, mas tenho certeza de que para ela eu conseguiria fazer algo muito especial", assegurou o estilista italiano. A primeira-dama, contudo, costuma dar preferência para a alta costura de seu próprio país. Na cerimônia em Oslo de entrega do Prêmio Nobel da Paz ao seu marido, Barack Obama, Michelle usou uma peça de Calvin Klein. A primeira-dama escolhe, em geral, estilistas pouco conhecidos e compra suas roupas em catálogos das redes de chiques e baratos. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência ANSA)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;EXPEDIENTE:&lt;/strong&gt; REDAÇÃO - Rua Menezes Paredes, 124 – Nonoai – CEP 90830-070 – Porto Alegre/RS – Tels.: +55 51 3276.2143 – E-mail: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:redacaoipressbiz@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;redacaoipressbiz@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Editora-chefe Kátya Desessards – katya.desessards@gmail.com * Editora Letícia Vargas Tel.: +55 51 8206.7350 * Repórter Caren Martins Oliveira - Revisora Lúcia Iná Sá d’Oliveira -&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:professoraluciaina@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;professoraluciaina@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Fotógrafo Nilton Santolin - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.niltonsanolin.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.niltonsanolin.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Sucursal São Paulo/SP Ana Díaz Monteiro – Editora Assistente * Sucursal Brasília/DF Marco Aurélio Reis – Repórter * Sucursal Rio de Janeiro/RJ Luiz A. Mascarenhas – Repórter * Sucursal Internacional Lisboa/Portugal Maria João Souto Freitas – Correspondente * EMPRESAS PARCEIRAS Pezco Consultoria &amp;amp; Pesquisa (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pezco.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.pezco.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;) / PRNewswire Brasil (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.prnewswire.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.prnewswire.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;) * DEPARTAMENTO COMERCIAL Flávia Pereira Neto – Executiva de Conta – Cel.: +55 51 9136.2404&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;i-press.biz - Direitos autorais e comerciais reservados.É proibida a reprodução, total ou parcial, distribuição ou disponibilização pública, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa. A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal) com pena de prisão e multa; conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 105, 108 e incisos da Lei 9.610, de 19.2.98, Lei dos Direitos Autorais). i-press.biz - Copyright © 2008/2009 - Todos os direitos reservados&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5066595116847076406-3805332996467781410?l=e-pressbiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://e-pressbiz.blogspot.com/2009/12/edicao-253-ano-ii.html</link><author>katya.desessards@gmail.com (Kátya Desessards)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzH32d_nFdI/AAAAAAAABlU/jz-OkaPJT2I/s72-c/bursk-hbr.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5066595116847076406.post-7022210966072946836</guid><pubDate>Tue, 22 Dec 2009 09:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-22T07:56:06.733-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>logística</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>TI</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bancos</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indústria</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>agronegócios</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bolsas de valores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>comércio exterior</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indicadores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>web</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cotações</category><title>Edição 252 | Ano II</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzCXLj0azGI/AAAAAAAABlM/i8fEZaAKk3Y/s1600-h/guido+mantega.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 148px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417996576576162914" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzCXLj0azGI/AAAAAAAABlM/i8fEZaAKk3Y/s200/guido+mantega.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Brasília / DF&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:180%;"&gt;Mantega defende IOF para estrangeiros e desonerações para investimentos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou que as reduções de impostos para estimular o consumo têm prazo para acabar, mas as desonerações para o investimento vieram para ficar. Segundo ele, as medidas de estímulo à economia seguirão o cronograma anunciado nas últimas semanas. "Parte dos estímulos vai terminar de acordo com o cronograma estabelecido. A maioria termina em março. Não temos planos de reeditá-las. Portanto, aproveitem. Façam seus investimentos, suas compras, porque isso aí vai acabar. Agora, estímulos como redução de IPI - Imposto sobre Produtos Industrializados - para bens de capital vieram para ficar de fato. Não pretendemos recolocar a alíquota original para máquinas, equipamentos, peças e componentes para investimentos", afirmou. "Os investimentos vinham sendo estimulados para nós desde antes da crise. Não foi agora que começamos a desonerar o investimento, mas em 2007. Já fizemos R$ 100 bilhões de desoneração, e uma parte disso foi para investimentos. Em geral, a tendência é essa. As desonerações sobre investimentos, como esses que mencionei, vieram para ficar. A desoneração do consumo, esta vai acabar", alertou.&lt;br /&gt;O ministro também disse que vai retomar o superavit primário - economia de recursos para pagar os juros da dívida pública - de 3,3% do PIB - Produto Interno Bruto - no próximo ano. Segundo ele, a queda no esforço fiscal foi temporária e necessária para manter o ritmo da economia após o agravamento da crise financeira mundial. Ele destacou que, a partir do próximo ano, a dívida pública deve recuperar a trajetória de queda. Mantega também comentou a decisão do governo de taxar o capital estrangeiro que entra no país por meio da cobrança de IOF - Imposto sobre Operações Financeiras. Na sua avaliação, a medida foi eficaz para estabilizar o dólar em meio a um cenário de forte valorização do real. De acordo com ele, se o governo não tivesse agido, o dólar comercial estaria atualmente cotado entre R$ 1,50 e R$ 1,60, abaixo da cotação de R$ 1,79 registrada ontem, dia 21/12. O ministro ressaltou que fatores externos também contribuirão para impedir a sobrevalorização do real. Na avaliação de Mantega, um possível aumento de juros nos Estados Unidos a partir do próximo ano e a perspectiva de deficit nas transações correntes, motivado pelo aumento nas importações e pela consequente queda no saldo da balança comercial, ajudarão a conter a queda do dólar.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Brasil)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzCWNdQwlXI/AAAAAAAABk8/qhoH7Y0rtyM/s1600-h/logo+gvt.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 177px; FLOAT: right; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417995509664093554" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzCWNdQwlXI/AAAAAAAABk8/qhoH7Y0rtyM/s200/logo+gvt.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;investigação de compra da GVT segue sob sigilo&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A CVM - Comissão de Valores Mobiliários - informou ontem a noite, dia 21/12, que as investigações sobre a operação de aquisição do controle da GVT pela Vivendi prosseguem, mas o processo administrativo permanecerá sob sigilo legal. O comunicado da autarquia ocorre após a Telefônica comunicar que pediu informações à CVM sobre os resultados já alcançados e as providências adotadas a partir das investigações para apurar eventuais irregularidades no negócio. A operadora espanhola disputava a compra da GVT com a Vivendi, mas foi superada após os franceses anunciarem que adquiriram o controle da empresa em negociações privadas. Segundo a CVM, até o presente momento, nenhuma pessoa externa aos quadros da autarquia obteve acesso aos autos do processo ou vem acompanhando a apuração das investigações. O órgão regulador ressalta ainda que não divulga informações sobre investigações em andamento, salvo nas hipóteses previstas em lei, "se assim o exigir o interesse público".&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzCW6qqbyaI/AAAAAAAABlE/l4YCCTA0hn8/s1600-h/tam-airbus-a3201.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 134px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417996286355556770" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzCW6qqbyaI/AAAAAAAABlE/l4YCCTA0hn8/s200/tam-airbus-a3201.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TAM assumirá dívidas de R$ 73 milhões da Pantanal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Além dos R$ 13 milhões pagos pela totalidade das ações da Pantanal Linhas Aéreas, a TAM arcará com dívidas de R$ 73 milhões da companhia aérea regional, informou o presidente da TAM, Líbano Miranda Barroso. Destas obrigações financeiras, R$ 55 milhões equivalem a uma dívida tributária da Pantanal, que está em recuperação judicial já homologada. Esse valor deve ser quitado em aproximadamente 15 anos, a contar de agora. A TAM assumiu, também, dívida de R$ 18 milhões com credores cíveis, valor que deve ser pago no curto prazo, "talvez em três meses", revelou Barroso. A dívida será quitada com recursos da operação da própria Pantanal. Já os R$ 13 milhões pagos pelas ações da companhia virão do caixa da TAM.Além de 17 pares de slots (horários de pousos ou decolagens) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, a TAM herdará da Pantanal uma frota de três aeronaves ATR-42. "Estamos avaliando utilizar os aviões com menos de 100 lugares que são usados pela Pantanal", disse o presidente da TAM. A aérea regional também tem ao menos sete lojas próprias, hangares de manutenção (inclusive em Congonhas) e áreas de pátio para aeronaves. Com 245 funcionários, a Pantanal faturou cerca de R$ 70 milhões nos últimos 12 meses, segundo a TAM. A empresa, fundada em 1993, tem hoje 0,15% de market share na aviação doméstica e está autorizada a operar serviços regulares de transporte de passageiros e de cargas para as cidades de Araçatuba/SP, Bauru/SP, Presidente Prudente/SP, Marília/SP, Juiz de Fora/MG e Maringá/PR.A marca da Pantanal deve ser mantida. "Achamos que este é um bom nome, uma marca consolidada", observou o executivo, destacando que a compra visa explorar o potencial das cidades de média densidade. "Queremos aproveitar o crescimento das cidades do interior e o avanço da renda nestas cidades", afirmou. De acordo com Barroso, a julgar pela participação do viajante a negócios nas empresas - 75% dos clientes da TAM são corporativos, proporção que é de 90% na Pantanal -, vê-se que as empresas são sinérgicas. "Estamos potencializando, nestas cidades servidas pela Pantanal, a atração de um público que não tem ligação só com os grandes centros brasileiros, mas também com os centros internacionais. Agora, o cliente da Pantanal terá a possibilidade de, numa única operação, comprar um bilhete para o exterior." &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________________________________________________&lt;br /&gt;MANCHETES DOS PRINCIPAIS JORNAIS Nacionais e Internacionais&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Terça-feira / 22 de dezembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#660000;"&gt;Jornais nacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Folha de S.Paulo / Governo define mínimo de R$ 510&lt;br /&gt;Agora S.Paulo / INSS paga atrasados para 59.770 em janeiro&lt;br /&gt;O Estado de S.Paulo / STJ susta operação contra Dantas&lt;br /&gt;Jornal do Brasil / Paes derruba liminar e pode cobrar taxa&lt;br /&gt;O Globo / STJ suspende condenação e processos contra Daniel Dantas&lt;br /&gt;Valor Econômico / Cooperativas tentam criar gigante do leite&lt;br /&gt;Correio Braziliense / Denúncias ameaçam atrasar obra do VLT&lt;br /&gt;Estado de Minas / Crise acaba com Natal de mineiros que emigraram&lt;br /&gt;Diário do Nordeste / Prefeitura negocia dívidas&lt;br /&gt;A Tarde / Militar dirigia carro que matou mãe e filha&lt;br /&gt;Extra / Deputados do Rio aprovam piso de R$ 581,88 para as domésticas&lt;br /&gt;Correio do Povo / Caso Becker tem 12 indiciados&lt;br /&gt;Zero Hora / Polícia Rodoviária terá menos efetivo para evitar massacre nas BRs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#660000;"&gt;Jornais internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;The New York Times (EUA) / Democratas enfrentam novas mudanças com fusão das contas&lt;br /&gt;The Washington Post (EUA) / Fundos de desemprego dos estados estão se esgotando com a recessão&lt;br /&gt;The Times (Reino Unido) / Temperatura baixas frustram saídas para feriado de Natal&lt;br /&gt;The Guardian (Reino Unido) / Exército do reino unido é acusado por afogamentos nos anos 70&lt;br /&gt;Le Figaro (França) / A grande corrida de Natal&lt;br /&gt;Le Monde (França) / Na China, surgem campeões high-tech&lt;br /&gt;China Daily (China) / "China desempenhou um papel construtivo", diz Wen&lt;br /&gt;El País (Espanha) / Suprema corte rechaça financiamento de canais de televisão ao cinema&lt;br /&gt;Clarín (Argentina) / Kirchner enriqueceu legalmente, diz juiz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO DE CAPITAIS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP e Associated Press)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Controladora da Parmalat anuncia operação para tirar empresa da Bovespa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Laep Investments, controladora da marca Parmalat no Brasil, anunciou ontem, dia 21/12, que a CVM - Comissão de Valores Mobiliários - uma operação para que a empresa adquira as ações da Parmalat no mercado e feche, assim, o capital da empresa. Após concluída a operação, que havia sido adiantada em abril as ações da empresa deixarão de ser negociadas na Bovespa. De acordo com o site da Bolsa, as ações ordinárias da Parmalat tiveram queda de 20,12% nesta segunda-feira, em R$ 6,19. No fato relevante divulgado hoje, a companhia afirma que será publicado nos próximos dias um comunicado aos acionistas informando as condições e termos em que se realizará a OPA - Oferta Pública de Aquisição de Ações. Em agosto, a Laep anunciou que teve prejuízo de R$ 73,3 milhões no segundo trimestre, mais de dez vezes maior do que o do mesmo período do ano passado (R$ 7,2 milhões). A Parmalat continua em processo de recuperação judicial. De acordo com dados da Bovespa, a companhia possui 2.450.143.569 ações ordinárias e 3.112.390 preferenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Nas Bolsas da Ásia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maioria das bolsas asiáticas fecha em alta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O dia foi de alta na maioria das bolsas asiáticas, com exceção da China e Filipinas. Um certo otimismo com relação aos mercados americanos deu o tom dos negócios, influenciando as bolsas locais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Em Hong Kong, o índice Hang Seng&lt;/strong&gt; fechou em alta de 0,7, aos 21.097 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A China&lt;/strong&gt; foi na contramão dos demais mercados da região, com preocupações quanto ao mercado imobiliário e uma perspectiva de aperto na polícia monetária ano que vem. O índice Shanghai Composite fechou em queda de 2,3%, aos 3.050 pontos. Já o índice Shenzhen Composite caiu 2,7%, para 1.164 pontos. No mercado de câmbio, por volta de 7h30 (GMT) o dólar americano valia 6,8289 yuan chineses, valorizando-se em relação aos 6,8285 do fechamento da véspera.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Coreia do Sul&lt;/strong&gt; o mercado absorveu um sentimento de melhora na perspectiva externa, fazendo o índice Kospi da Bolsa de Seul fechar em alta de 0,7%, aos 1.655 pontos. Samsung avançou 1,3% e Hyundai subiu 1,8%. Além do cenário externo, Won Jong-hyuck, da SK Securities, diz que o mercado também está antevendo que importantes firmas locais deverão apresentar resultados melhores do que o esperado neste trimestre e no próximo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Em Taiwan&lt;/strong&gt; o mercado atingiu o nível mais alto desde junho, com o índice Weighted da bolsa de Taipé fechando aos 7.856 pontos, em alta de 0,9%. Entre as altas do dia, Cathay Financial avançou 2% e UMC, 2,5%. Se Wall Street continuar se comportando bem, o índice pode romper a barreira dos 8 mil pontos até o fim do ano, prevê Stanley Chou, da Mega International Investment Service.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Nas Filipinas&lt;/strong&gt; o mercado fechou em queda moderada. O índice PSE da Bolsa de Manila caiu 0,1%, encerrando aos 3.016 pontos. Century Peak Metal caiu 2,9%; Manila Electric recuou 2%. O volume de negócios deve permanecer fraco.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O mercado australiano&lt;/strong&gt; também foi influenciado pelo otimismo estrangeiro, e o índice S&amp;amp;P/ASX 200 da bolsa de Sidney encerrou o dia em alta de 1,5%, aos 4.704 pontos. As ações da Rio Tinto fecharam em alta de 3,1% e as da BHP Billiton avançaram 1,7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;ONTEM –&lt;/span&gt; Na Bovespa, NY e Europa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bovespa vira na última hora de pregão e fecha em queda de 1,30%&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Influenciada pelo vencimento de opções sobre ações, a Bovespa virou na última hora de pregão e fechou em queda o pregão de ontem, dia 21/12. Em uma semana de poucos indicadores e negócios por causa do feriado de Natal, a volatilidade da Bolsa deve ser alta, segundo analistas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Ibovespa&lt;/strong&gt; retraiu 1,30% no fechamento, aos 65.925 pontos, após subir cerca de 1,30% ao longo do dia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O dólar comercial&lt;/strong&gt; foi vendido por R$ 1,785, em alta de 0,11%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A taxa de risco-país&lt;/strong&gt; marca 204 pontos, número 3,31% abaixo da pontuação anterior.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 1 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;"As ações começaram a enfraquecer logo depois do exercício de opções", afirmou Roger Oey, superintendente do Banif Invest. De acordo com a BM&amp;amp;FBovespa, o exercício de opções movimentou R$ 3,96 bilhões - R$ 3,43 bilhões em opções de compra e R$ 533,71 milhões em opções de venda. O volume regular foi inflado pelo vencimento e chegou a R$ 9,8 bilhões. Opções são contratos em que se negociam direitos de compra ou de venda de um determinado ativo, no caso, ações. Os investidores têm um prazo para exercer ou não os direitos de compra ou venda contidos nesses contratos. Por esse motivo, a Bolsa de Valores apresenta uma movimentação atípica nessas datas de vencimento.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Análise 2 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Apesar da queda de ontem, Oey ressaltou que o investidor não deve levar em conta as tendências de curto e curtíssimo prazo na Bolsa, já que o pregão estará esvaziado nos últimos dias do ano. "O importante é a tendência de médio prazo e das ações especificamente. Essa queda pode se reverter de forma fácil amanhã." O analista afirmou que não acredita em um "rali de fim de ano" nas Bolsas, que estatisticamente costumam subir em dezembro e janeiro. "2008 e 2009 têm sido anos atípicos. Então não acho que seja muito parâmetro pegar estatísticas", disse. Para ele, porém, janeiro deve começar com tendência positiva e os mercados devem subir no mês que vem, com os investidores apostando em um ano de retomada da economia.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Indicadores&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- O nível de atividade 'permanecer em um patamar que é consistente, historicamente, com os primeiros estágios de uma recuperação após uma recessão', afirmou o Fed de Chicago em nota.&lt;br /&gt;- Por aqui, a FGV - Fundação Getúlio Vargas - divulgou que o IGP-M - Índice Geral de Preços de Mercado) registrou deflação de 0,18% na segunda prévia do mês - abaixo das previsões do mercado, de 0,12%.&lt;br /&gt;- Além disso, o boletim Focus, do Banco Central, apontou leve queda na previsão do mercado para o PIB - Produto Interno Bruto - de 2009 e 2010, para -0,23% e 5%, respectivamente --as previsões anteriores eram de -0,21% e 5,3%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Empresas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Entre as ações, a CSN - Companhia Siderúrgica Nacional - caiu 3,26%, para R$ 53,60, após a ampliação da incerteza em torno do negócio com a portuguesa Cimpor. Na semana passada, a companhia anunciou uma oferta de US$ 5,55 bilhões pela produtora de cimento.&lt;br /&gt;- Nesta segunda, porém, surgiram rumores de que haveria uma oferta concorrente por parte da Camargo Corrêa, o que faria com que a CSN tivesse de elevar o preço de compra para fechar negócio.&lt;br /&gt;- Além disso, a companhia aérea TAM anunciou ontem a tarde, dia 21/12, a aquisição da concorrente Pantanal Linhas Aéreas, por R$ 13 milhões. As ações da empresa fecharam em queda de 1,06%, para R$ 35,32, segundo dados preliminares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Setor de saúde levanta Bolsa de NY; Nasdaq tem pico em 15 meses&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas de Valores dos EUA fecharam em alta nos pregões de ontem, dia 21/12, com o índice Nasdaq alcançando a máxima em 15 meses. O mercado teve impulso depois que um importante projeto de reforma no sistema de saúde foi aprovado pelo Senado e corretoras elevaram a recomendação para os papéis de dois componentes do Dow Jones, citando melhora nas perspectivas de lucro. Com o fim do ano, investidores se movimentaram em busca de ações na esperança de que Wall Street consiga mais ganhos em 2010, uma vez que a recuperação da economia norte-americana toma forma.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O índice Dow Jones,&lt;/strong&gt; referência da bolsa de Nova York, avançou 0,83%, para 10.414 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Standard &amp;amp; Poor's 500&lt;/strong&gt; ganhou 1,05%, para 1.114 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O termômetro de tecnologia Nasdaq&lt;/strong&gt; subiu 1,17%, para 2.237 pontos, maior nível em 15 meses.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 1 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;As ações do setor de saúde subiram após um pacote voltado a todo o sistema de saúde, considerado menos prejudicial aos lucros das empresas do setor que o esperado, passar por um teste crucial no Senado norte-americano no início na manhã de ontem, dia 21/12. A legislação para todo o sistema de saúde norte-americano passou por um importante teste no início desta segunda-feira, uma vez que os que apoiam o pacote superaram um obstáculo processual para aprovar o pacote, prioridade dos senadores que apoiam o presidente Barack Obama.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Análise 2 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Após a aprovação, o índice de saúde do Morgan Stanley avançou 3%, enquanto os papéis da seguradora Aetna ganharam 4,7% e os da Cigna tiveram alta de 3,9%. Papéis de varejistas também avançaram, com investidores otimistas com relação ao restante da temporada de compras de fim de ano, mesmo depois de uma nevasca atingir a costa leste dos EUA, o que pode reduzir os lucros das varejistas. Intel subiu 2,3% no Nasdaq, após o Barclays elevar a recomendação das ações da empresa de "na média do mercado" para "acima da média do mercado", citando condições favoráveis de mercado. A Alcoa ganhou 7,89%, maior impulso ao Dow Jones. O Morgan Stanley elevou a recomendação dos papéis da companhia para "compra", esperando que a empresa divulgue uma maior lucratividade em suas divisões de alumina (matéria-prima do alumínio) e de distribuição. O bom humor foi fortalecido ainda pelo anúncio de que a Sanofi-Aventis irá comprar o grupo de saúde norte-americano Chattem por cerca de 1,9 bilhão de dólares. As ações da Chattem disparavam 33,1%.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas europeias fecham em alta animadas com anúncios de aquisições&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As principais Bolsas europeias fecharam seus pregões de ontem, dia 21/12, com ganhos, animadas pela divulgação de duas aquisições bilionárias. Porém, o movimento dos pregões foi baixo devido à proximidade do Natal, que encurtará a semana.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Londres&lt;/strong&gt; subiu 1,87%, indo para 5.293,99 pontos no índice FTSE 100.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Frankfurt&lt;/strong&gt; teve alta de 1,7% no índice DAX, para 5.930,53 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Zurique&lt;/strong&gt; teve avanço de 0,62%, indo para 6.504,44 pontos no índice Swiss Market.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Madri&lt;/strong&gt; teve alta de 1,51%, com 1.230,90 pontos no índice Madrid General.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Paris&lt;/strong&gt; subiu 2,05%, para 3.872,06 pontos no índice CAC-40.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 1 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Os ganhos são puxados por três notícias corporativas que dão esperanças ao mercado em relação a um aumento no ritmo de fusões e aquisições. Um número maior dessas operações indicam que as companhias estão confiantes no futuro da economia e dispostas a usar parte do seu caixa para ir às compras. Ontem, duas empresas anunciaram aquisições que ultrapassaram a casa de US$ 1 bilhão. A farmacêutica francesa Sanofi-Aventis comprou a fabricante americana de produtos de saúde pessoal Chattem por US$ 1,9 bilhão, e a fabricante de equipamentos de mineração Bucyrus International adquiriu a concorrente Terex por US$ 1,3 bilhão.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Análise 2 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;A montadora holandesa de veículos esportivos Spyker informou que retomou negociações com a General Motors para comprar a montadora sueca Saab. Na sexta-feira, dia 18/12, com a interrupção dessas negociações, a GM havia informado que fecharia a empresa. "Há uma cerca atividade de fusões e aquisições no cenário que traz um pouco de otimismo", disse o estrategista de mercado Keith Bowman, da corretora de ações londrina Hargreaves Lansdown. O mercado europeu girou hoje com pouco movimento, já que o feriado do Natal encurtará a semana. Além disso, a maioria dos investidores preferiu esperar para negociar a partir de amanhã, quando o governo americano divulgará o dado final sobre o PIB - Produto Interno Bruto - dos EUA no terceiro trimestre.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________&lt;br /&gt;INDÚSTRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção global de aço sobe 24,2% em novembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A produção global de aço bruto saltou em novembro na comparação anual, registrando um crescimento positivo pelo terceiro mês consecutivo à medida em que os produtores de aço continuam a retomar atividade sobre capacidade ociosa diante de uma melhora nos pedidos. A produção subiu 24,2%, para 107,5 milhões de toneladas, mas abaixo dos 113,4 milhões de toneladas de outubro, segundo números desta segunda-feira da WSA (Associação Mundial do Aço, na sigla em inglês), cujos membros representam 85% da produção mundial.&lt;br /&gt;A produção na China, maior produtora e consumidora mundial de aço, disparou 37,4% em novembro na comparação anual, para 47,3 milhões de toneladas, trazendo a produção nos 11 primeiros meses do ano para 462,4 milhões de toneladas, 12,1% acima do ano passado. No Brasil, na semana passada, o IABr - Instituto Aço Brasil - divulgou que a produção de aço no Brasil atingiu 2,7 milhões de toneladas em novembro, alta de 15,1% sobre um ano antes, mas queda de 4,3% sobre outubro. A indústria global do aço está se recuperando lentamente de uma das piores recessões de sua história, mas analistas acreditam que a recuperação continua frágil. De janeiro a novembro, a produção recuou 10,8% para 1,09 bilhão de toneladas por conta dos agudos cortes de produção no início do ano, em decorrência do efeito da recessão global sobre a demanda.&lt;br /&gt;O índice de utilização de capacidade em novembro ficou em 75%, ligeiramente abaixo dos 76,9% de outubro. No auge do desaquecimento, o índice de uso da capacidade caiu abaixo de 60% nos Estados Unidos, e pouco acima dos 60% na Europa, contra acima de 90% nos tempos de crescimento forte. A produção na União Europeia subiu 10,8%, a 14,2 milhões de toneladas, enquanto nos Estados Unidos a produção chegou a 5,96 milhões de toneladas, um aumento de cerca de 27% na comparação anual. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Compra da Kennex fortalece presença da Positivo no varejo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com a aquisição da fabricante de comutadores Kennex, anunciada ontem , dia 21/12, por R$ 5,5 milhões, a Positivo Informática fortalece sua presença entre os mais fortes varejistas do mercado na venda de PCs, avalia o diretor da consultoria IT Data, Ivair Rodrigues. Fundada em 2003 com foco em desktops e notebooks para as classes C e D, a Kennex pertencia à Boreo Comércio de Equipamentos e fazia parte da holding Componente, tendo como sócios majoritários os executivos João Paulo Diniz e Mauro Funaro. As máquinas da Kennex, produzidas em regime de terceirização - inlcuindo uma parceria de manufatura com a própria Positivo - eram vendidas em 1.200 pontos de distribuição nas redes Extra, Casas Bahia, Ponto Frio, Fnac, Saraiva, Lojas Americanas e Submarino. "Com a aquisição, a Positivo, que já tem uma forte atuação junto às Casas Bahia, ganha mais espaço de distribuição nas redes Extra e Ponto Frio", afirma Rodrigues. "Estes três varejistas representam os maiores canais de vendas de PCs no País", acrescenta o consultor com base em um levantamento da IT Data.Consolidação - A compra da Kennex também sinaliza uma onda de consolidação do mercado de PCs, que deve ganhar força em 2010, prevê Rodrigues. "Hoje há 88 fabricantes de PCs com PPB (Processo Produtivo Básico) no Brasil", afirma o consultor. "Algumas destas empresas devem ser compradas", prevê. Líder do mercado brasileiro de PCs há cinco anos, a Positivo Informática &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;fechou o terceiro trimestre de 2009 com 16,9% de participação no mercado, levando em consideração o mercado cinza - PCs fabricados sem PPB. Os números representam um aumento de 3,4 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2008. O acordo, fechado na sexta-feira (18/12), prevê ainda que a Positivo investirá 6,5 milhões de reais na Boreo para saldar dívidas adquiridas pela companhia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;AGRONEGÓCIOS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bunge está perto de comprar o Grupo Moema&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A pós quase um ano de negociações, o anúncio da venda do Grupo Moema, ou de parte da companhia, para a Bunge, um dos maiores grupos de agronegócio do mundo, será feito até o final de janeiro de 2010. Segundo informações passadas por fontes do grupo sucroalcooleiro, o prazo foi dado pela própria multinacional aos acionistas da Moema. Um acordo com a Moemapar, que concentra participações do Grupo Moema em seis usinas, já estaria fechado. Acionistas de outras três usinas também já assinaram com a Bunge, mas pendências ainda se arrastam nas negociações de outras duas usinas do conglomerado, a Vertente e a Itapagipe, que emperram o ponto final da negociação. O valor estimado pelo mercado é de US$ 100 a US$ 105 por tonelada de cana. Se a Bunge conseguir fechar a operação com todas as seis usinas, o negócio pode a! tingir US$ 1,35 bilhão.&lt;br /&gt;A Moemapar é a holding cujo controle é dividido entre os empresários Maurílio Biagi Filho, Eduardo Diniz Junqueira e ainda filhos de Armando Junqueira. É a maior acionista do Grupo Moema, considerando as seis usinas como um todo. Segundo as fontes, a Bunge já teria fechado a compra da usina Moema, em Orindiúva/SP sede do grupo e a única planta controlada 100% pela Moemapar. A Bunge também teria acertado ainda a aquisição de outras três usinas das quais a Moemapar tem parte do controle. São elas a Frutal, no Triângulo Mineiro, cujo controle tem 56% da Moemapar e 44% de minoritários; a Ouroeste, na cidade paulista, dividida igualitariamente entre a holding e o grupo Arakaki, e a Guariroba, em Pontes Gestal/SP.&lt;br /&gt;A Guariroba tem 40% do controle da Moemapar, 30% da Agropecuária CFM e 30% da Humus Agrícola. A Humus também tem 50% de participação da Usina Vertente, em Guaraci/SP. Os outros 50% estão nas mãos da Moemapar. No caso da Vertente, as negociações estariam emperradas porque o outro acionista pode exercer o direito de compra. A expectativa é, contudo, de que as divergências seriam acertadas com uma nova proposta financeira. Outra usina do Grupo Moema que ainda está em negociação é a Itapagipe, na cidade homônima de Minas Gerais. O controle da Itapagipe é dividido entre a Moemapar (43,75%), a Cargill (43,75%) e minoritários. Com a aquisição integral do Grupo Moema, a Bunge passará a ter uma moagem de 16 milhões de toneladas de cana já a partir da próxima safra. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - Vitória / ES&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Criação de tilápias faz sucesso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Parece até história de pescador, mas não é. A criação de tilápias – uma das espécies mais lucrativas do mundo – é um sucesso no Espírito Santo. Não é para menos, além de um retorno rápido (80% a 100% do investimento, no período de quatro a seis meses), pode dar um lucro que varia entre R$ 2 mil e R$ 10 mil por mês. No estado capixaba existem cerca de 900 piscicultores, sendo que 90% deles criam tilápias, gerando uma produção anual em torno de 19 mil toneladas. Atualmente é o agronegócio de maior rentabilidade do Brasil, juntamente com a carcinicultura (criação de camarão). Segundo o gerente de Piscicultura do Centro Tecnológico de Aquicultura (CTA), Armando Fonseca, a preferência pela tilápia deve-se a três fatores: a qualidade da carne, ao desenvolvido sistema de cultivo e à capacidade de adaptação do peixe. "A carne tem um sabor suave, sem espinhas e de baixo teor de gordura. Também é o único peixe sobre o qual existe um estudo mais aprofundado e materiais modernos para sua cria. Além disso, ele se adapta tanto ao clima frio, quanto ao quente", explica. Entretanto, Armando faz um alerta quanto à criação da tilápias. Como uma fêmea produz cerca de 1,5 mil filhotes (alevinos) a cada 15 dias, eles começam a competir pela ração e o resultado é o crescimento com o peso abaixo do exigido pelo mercado. A solução encontrada foi controlar o número de fêmeas para evitar uma proliferação acelerada. Como o alevino nasce sem definição do sexo, é usado um sistema chamado "reversão sexual", onde é dado para os filhotes uma ração contendo hormônio masculino, fazendo com isso, que o lote se torne 99% macho. A tilápia pode ser criada em gaiolas de arames galvanizados, que isolam quatro metros cúbicos de água dentro de lagos artificiais. Ou em tanques escavados na terra. Os alevinos são comprados por milheiros (de R$ 45,00 a R$ 50,00). As grades custam entre R$ 500,00 e R$ 600,00.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Fonte: Gazeta)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;SETOR AUTOMOTIVO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Toyota espera reduzir seus custos com componentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Toyota Motor, o maior fabricante mundial de automóveis, planeja reduzir as despesas em componentes para seus automóveis em 30% nos próximos três anos, segundo informou nesta terça-feira o jornal Nikkei. O fabricante japonês pediu a seus fornecedores de componentes que reduzam seus preços nos pedidos que serão utilizados nos veículos que serão lançados no mercado a partir de 2013, entre eles os modelos Crown e o Vitz. Os cortes afetarão as peças que integram a transmissão, o chassi e a carroceria desses novos veículos. A Toyota quer reduzir em 440 bilhões de ienes as despesas neste exercício fiscal, que termina em março e que espera fechar em perdas pelo segundo ano consecutivo. A companhia japonesa sofreu as primeiras perdas de sua história em 2008, por isso que iniciou um plano de reestruturação de sua capacidade produtiva e de redução de empregos. Como estratégia para sair da crise de vendas a longo prazo, a Toyota quer vender modelos a baixo custo em mercados emergentes como o indiano, onde apresentará em 2011 um novo veículo familiar mais acessível. A Toyota espera que suas pressões para que os provedores baixem seus preços ajude a tornar mais produtivas as cadeias de montagem e lhe permita competir com fabricantes como o alemão Volkswagen, que conta com uma posição mais sólida na Índia e na China. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GM guarda silêncio depois que Spyker ampliou prazo de oferta pela Saab&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A GM - General Motors - se mantém em silêncio depois que o fabricante holandês de automóveis de luxo Spyker ampliou o prazo para que a empresa americana aceite sua oferta sobre a Saab. A Spyker informou através de um comunicado que entrou em contato com a GM e que "continua desenvolvendo sua proposta para a compra da Saab", por isso que ampliou a validade de sua oferta até novo aviso. A sueca Saab é uma das quatro marcas, junto com Saturn, Hummer e Pontiac, das quais a GM vai se desfazer como parte de seu processo de reestruturação. O fabricante americano a colocou à venda, mas após meses de negociações com o fabricante de automóveis esportivos Koenigsegg, também da Suécia, no mês passado anunciou o fracasso das negociações.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Negociações -&lt;/strong&gt; A montadora holandesa retomou no último domingo as negociações com a americana GM pela compra da sueca Saab. As conversas haviam sido encerradas na semana passada pela GM, que chegou a anunciar o fechamento da Saab, unidade que produz carros esportivos de luxo. No domingo, a Spyker enviou uma proposta sobre os 11 pontos que emperraram as negociações na semana passada com a GM. Segundo o presidente da Spyker, Victor R. Muller, a companhia espera uma resposta positiva. A GM procurava um comprador para a Saab desde janeiro, como parte de seu processo de reestruturação após a crise financeira. O grupo sueco Koenigsegg foi o primeiro a fazer uma proposta, mas desistiu da compra. Desde então a GM negociava com a Spyker. Os empréstimos feitos pela Saab emperravam as transações, mas a Spyker decidiu não condicioná-los mais ao fechamento do acordo. Para a GM, vender a Saab é uma questão crucial. Vítima da crise financeira, a empresa americana tomou US$ 52 bilhões em empréstimos do governo dos EUA. Para devolver parte desse dinheiro, o grupo precisa recuperar vendas e a Saab responde por menos de 1% do total. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Investimento de montadoras terá 1ª queda em seis anos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As montadoras vão encerrar este ano com a primeira redução no nível de investimentos desde 2003, mas será sucedida por uma retomada em 2010 com o maior volume já investido pelo setor no país. Dados da Anfavea - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores - mostram que os aportes das montadoras em 2009 vão fechar entre US$ 2,2 bilhões e US$ 2,3 bilhões, um decréscimo de até 24% em relação a 2008. No ano que vem, entretanto, o valor chegará a cerca de US$ 3 bilhões, o maior em toda a história. Recentemente, passada a fase mais aguda da crise, a indústria automotiva apresentou planos bilionários para os próximos anos. A Volkswagen anunciou que irá investir R$ 6,2 bilhões no país entre 2010 e 2014. Trata-se do maior aporte da empresa já realizado no Brasil em reais. A Ford anunciou plano de investimento de R$ 4 bilhões para o período 2011-2015, também o maior valor investido pela montadora desde sua chegada ao país, há 90 anos. A GM - General Motors - já informou que até 2012 irá investir uma média de R$ 1 bilhão por ano. Na semana retrasada, foi a vez de a Renault anunciar investimento - R$ 1 bilhão até 2012. De acordo com o presidente da Anfavea, Jackson Schneider, deverão ser investidos cerca de R$ 15 bilhões nos próximos anos, e o montante será aplicado não só em ampliação da capacidade produtiva, mas também em engenharia e desenvolvimento de produtos. A indústria automotiva trabalha com a meta de ampliar sua capacidade instalada de 4 milhões de veículos por ano para 5 milhões até 2013.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Detroit / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ford oferece demissão voluntária a 41 mil empregados nos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Ford Motor apresentou a 41 mil trabalhadores de fábricas nos EUA um programa de demissão voluntária e aposentadoria antecipada, em tentativa de reduzir os custos de sua folha de pagamento para voltar ao lucro em 2011. É a segunda vez que a Ford faz uma oferta do tipo a seus funcionários ligados ao sindicato UAW - United Auto Workers - nos EUA. Cerca de mil trabalhadores aceitaram deixar a montadora em julho. Os funcionários da Ford têm até janeiro para decidir se aceitam ou não a oferta, que inclui pagamentos de até 70 mil dólares em dinheiro para trabalhadores contratados mais recentemente e 60 mil dólares para veteranos com idade para se aposentar. "Apesar de nossos negócios estarem ganhando força, ainda temos funcionários em excesso", disse o porta-voz da Ford Mark Truby. A Ford foi a única montadora norte-americana a evitar um resgate governamental ou uma concordata no último ano, e esta sua posição financeira melhor que a de suas concorrentes dificultou seu pedido por novas concessões ao sindicato. No mês passado, trabalhadores da UAW rejeitaram, por maioria esmagadora, um proposta de corte de custos da Ford que mudaria os termos de contratos trabalhistas válidos até 2011.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________&lt;br /&gt;VAREJO &amp;amp; SERVIÇO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Walmart planeja abrir até 110 lojas no Brasil em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Walmart ampliará em até 40% seus investimentos no Brasil em 2010, quando pretende abrir de 100 a 110 novas lojas. O foco do maior varejista global no país será no crescimento orgânico, embora o presidente da unidade brasileira não descarte aquisições. Ontem, dia 21/12, a empresa anunciou que investirá com recursos próprios de R$ 2 bilhões a R$ 2,2 bilhões no ano que vem, o maior aporte desde que o grupo iniciou operações por aqui, há 14 anos.&lt;br /&gt;O valor também se compara ao R$ 1,6 bilhão investido em 2009, a maior parte para abertura de 91 lojas. Mais da metade das lojas que serão abertas no próximo ano terão as bandeiras Todo Dia (varejo) e Maxxi (atacado), voltadas para as classes C, D e E. O presidente da subsidiária brasileira, Héctor Nuñez, ressaltou que o país será em 2010 o destino do maior volume de investimentos do Walmart fora dos EUA, matriz da empresa. Além de EUA e Brasil, o grupo está presente em outros 13 países. Questionado sobre o impacto da união das Casas Bahia com o Grupo Pão de Açúcar nos negócios do Walmart, Nuñez disse que nada muda na estratégia.&lt;br /&gt;A compra do controle das Casas Bahia pelo Pão de Açúcar, anunciada no início do mês, criou um gigante no varejo com vendas equivalentes às de Walmart e Carrefour juntos no Brasil. "Do nosso lado, vamos fortalecer a base de operações. Vamos nos fortalecer no Sudeste. Nossa estratégia de preço baixo todo dia não vai mudar", afirmou o executivo. Apesar disso, ele fez questão de ressaltar que o Walmart é parte da cadeia varejista alimentar, ainda que a categoria de bens duráveis seja "muito importante" - enquanto o Pão de Açúcar avança em eletroeletrônicos.&lt;br /&gt;Ele não forneceu previsões sobre o desempenho de vendas do Walmart, limitando-se a dizer que "tem sido um ano bom" e que está "bastante satisfeito". "O varejo não teve um grande impacto pela crise global financeira", afirmou. O Walmart encerrará 2009 com 435 lojas em 18 Estados. Nuñez afirmou que o grupo poderá avaliar eventuais aquisições. "Não comentamos sobre isso, mas estamos sempre abertos a ouvir oportunidades de aquisições", disse. Em 2004, o Walmart reforçou sua presença no Brasil com a compra da rede de supermercados Bompreço. No ano seguinte, a empresa adquiriu as operações da Sonae (terceira maior rede de varejo no País na época).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;COMÉRCIO EXTERIOR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Balança comercial reverte deficit e tem saldo positivo de US$ 224 milhões na semana&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A balança comercial brasileira reverteu o deficit registrado na semana passada e registrou saldo positivo de US$ 224 milhões na terceira semana de dezembro, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Comércio e Indústria. Entre os dias 14 e 20, o país exportou US$ 3,254 bilhões e importou US$ 3,03 bilhões. No acumulado do mês, o saldo comercial do Brasil está positivo em US$ 596 milhões (média diária de R$ 42,6 milhões). Considerando as médias diárias de negócios, o valor está 59,6% abaixo do superavit registrado nas três primeiras semanas de dezembro de 2008. Na comparação com novembro deste ano, o saldo da balança tem alta de 38,4%. Entre janeiro e a terceira semana de dezembro, a balança comercial acumula superavit de US$ 23,798 bilhões, 2,6% acima do mesmo período do ano passado - pela comparação entre as médias diárias. As exportações no ano somam US$ 147,616 bilhões, queda de 22,7% ante 2008. As importações, por sua vez, estão em US$ 123,818 bilhões, em baixa de 26,2% frente ao mesmo período do ano passado. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________________&lt;br /&gt;MERCADO DE TECNOLOGIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Investimento da Totvs em P&amp;amp;D cresce 44% em um ano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Totvs, empresa do mercado de soluções de gestão empresarial integrada (ERP) investiu 100 milhões de reais em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;amp;D) em 2009. Segundo comunicado divulgado pela companhia na tarde de ontem, dia 21/12, o montante representa um crescimento de 44% em relação ao aplicado no ano anterior. Segundo a empresa, o número mantém o histórico de investimentos em P&amp;amp;D da companhia em 10% da receita líquida. A organização informou que o foco do investimento foi a atualização de seus softwares, além de estudos em tendências e inovações. Segundo a empresa, um dos resultados do investimento é a plataforma tecnológica própria, base de todos os produtos da companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paris / França&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Franceses aprimoram suporte a telas multitoque no Linux&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A equipe do LII - Laboratório de Computação Interativa - do ENAC - Escola Nacional de Aviação Civil - em Toulouse, na França, postou na internet os resultados de sua pesquisa com interfaces sensíveis ao toque e multi-toque em sistemas baseados em Linux. Graças a um novo driver para o servidor gráfico X.org, distribuições Linux como o Fedora 12 suportam multi-toque quase que nativamente, tão bem quanto sistemas como o Windows 7 e Mac OS X. Em junho deste ano a equipe já havia demonstrado resultados similares, mas usando um kernel Linux pesadamente modificado. Desta vez, os mesmos resultados foram obtidos usando o Fedora 12, X.Org 7.5 e um driver (xf86-input-evdev) e daemon (multitouchd) desenvolvidos pelo próprio ENAC . Atualmente, há suporte aos painéis multitoque Broadcom 5974, Stantum, NTrig, 3M ou DiamondTouch surface. O projeto foi desenvolvido em parceria com a fabricante de painéis sensíveis ao toque Stantum, com os especialistas em interação homem-máquina do IntuiLab e com designers para cockpits de aeronaves da Thales Aviation, que exploram novas idéias em interfaces para facilitar o trabalho dos pilotos. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________&lt;br /&gt;MERCADO WEB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;YouTube aposta em maior integração com o Facebook&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois de apresentar uma forma de procurar seus amigos do Facebook no YouTube, a Google acrescentou outra possibilidade à integração entre os dois serviços: permitir que os usuários vejam quais vídeos do YouTube seus amigos estão compartilhando no Facebook. Apesar de estar ainda em fase de testes, a nova funcionalidade já pode ser habilitada na página de configurações da conta do YouTube, marcando a opção “conectar ao Facebook”. Segundo o site Mashable , isso também fará com que as avaliações de vídeos e uploads de conteúdo para o YouTube apareçam no Facebook. Para evitar que isso ocorra, é preciso marcar a opção “desativar autoshare”. A integração com o Facebook, lembra o site Softpedia , tem sido prioridade para a equipe do YouTube, já que a rede social foi apontada por Nielsen como o terceiro maior site onde são assistidos vídeos online. Vale lembrar que o Faebook não faz parte do grupo empresarial da Google, ao qual pertence o YouTube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;TELECOM &amp;amp; ENERGIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nokia muda diretora de marketing no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Nokia nomeou Gabriela Portugal Bendzius como nova diretora de marketing da companhia no Brasil. A executiva terá a missão de ajudar a empresa a se reposicionar no mercado, para tornar-se uma empresa de serviços de internet. A profissional ocupava, desde 2007, o cargo de gerente de planejamento e pesquisas. Ela ficará no lugar de Luciane Matiello, que assumiu a diretoria de varejo. Gabriela tem 10 anos de experiência na gerência de negócios de multinacionais como Diageo, Nestlé e Kraft Foods.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________&lt;br /&gt;MERCADO DE LUXO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diamante negro da gastronomia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As trufas preservam o mesmo sabor especial da Antiguidade e são iguarias que agregam valor a qualquer prato. A França divide com a Itália o título de centro mundial da alta gastronomia. Não são poucos os restaurantes premiados e desejados abrigados por esses dois países e também não faltam chefs estrelados e restaurantes finos. Os dois países mediterrâneos também dividem o posto de berços das trufas negras, junto com a Espanha. Chamadas por Brillat-Savarin, famoso gastrônomo e epicurista francês, de “diamantes negros” da cozinha, as trufas são consumidas desde a Antiguidade e eram apreciadas por gregos e romanos. Escritores antigos já destacavam os poderes afrodisíacos da iguaria. Não se sabe exatamente o porquê, mas as trufas quase desapareceram das cozinhas durante a Idade Média, porém foram redescobertas no século XIV nos arredores das moradias dos papas, à época na cidade de Avignon, na França. Quando, em 1835, o rei Charles VI conheceu as trufas, difundiu-as pela corte francesa e tornou-as um dos símbolos da alta gastronomia.&lt;br /&gt;Dando um salto na história, já no século XIX chefs célebres, como Antonin Carême e Auguste Escoffier, inventaram grande variedade de receitas com a iguaria, que nunca mais saiu das cozinhas requintadas. Isso porque, além de seu sabor marcante e aveludado, ela combina perfeitamente com outros ingredientes refinados, como foie gras e lagostas. Mas ela também completa risotos, carnes de caça, saladas, batatas, massas e até mesmo ovos - sob a forma de omelete - de maneira brilhante. Aqui no Brasil, um dos chefs mais conhecidos por usar as trufas negras é Alessandro Segatto, que em seu La Risotteria, na cidade de São Paulo, apresenta um festival de pratos com a iguaria no mês de outubro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Raridade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A trufa é um produto raro – em 1900, a produção na França era de 2000 toneladas; hoje, é de cerca de 500 toneladas – e por isso mesmo caro. Para se ter ideia, o site Truffefrance.com, especializado na venda, comercializa 100 gramas de trufas frescas por 29 euros. As trufas de verão, cujo sabor é mais suave, saem por 18 euros. Elas vêm conservadas em um sumo extraído das próprias trufas em embalagens de vidro de 25 gramas. Trufas negras congeladas em embalagens de 200 gramas saem por até 309 euros.&lt;br /&gt;Além da já mencionada raridade, o que encarece as trufas são suas exigências climáticas específicas e a mão-de-obra especializada envolvida em seu cultivo, a chamada truficultura. As trufas nascem aos pés de algumas árvores, como carvalhos e nogueiras e são relativamente frequentes em encostas calcárias. Elas exigem um clima temperado, com estações bem marcadas, sem geadas excessivas no inverno, com primaveras suaves e verões quentes e secos. As tempestades do agosto europeu favorecem seu crescimento, que se acentua no outono. Por isso, são colhidas entre novembro e março por agricultores especializados, normalmente conduzidos por animais de olfato apurado, como porcos ou cães, únicos capazes de detectar no solo os locais onde se dissimulam as trufas maduras.&lt;br /&gt;A espécie mais valorizada é a Tuber Mélanosporum Vittadini, que tem forma arredondada e pode atingir o tamanho de uma maçã, pesando em média 60 gramas. Seu talo apresenta escamas que passam de um tom avermelhado ao negro, quando maduras. Sua polpa tem consistência firme e é preta-violácea, com finas veias brancas ramificadas, que ficam negras ao ser cozidas. Seu perfume envolve o ambiente e, com tanta história e savoir-faire envolvido em seu preparo, elas agregam valor aos restaurantes que a exibem em seu cardápio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#993300;"&gt;Conselhos para extrair o melhor das trufas, pelo site Truffe.com:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como aproveitá-las ao máximo?Trufas são reservatórios de perfumes... mas eles escapam com grande facilidade. É preciso, então, tomar vários cuidados para preservá-los. Para começar, não deixe trufas frescas ao ar livre. O melhor é conservá-las na geladeira em um recipiente fechado (como um tupperware), com uma ou duas folhas de papel toalha, onde elas podem se conservar por cerca de 10 dias. Mas para preparos com ovos, arroz ou batatas, coloque as trufas dois dias antes junto com o ingrediente em um recipiente fechado, para que ele se impregne com o aroma.&lt;br /&gt;Como cozinhar com elas?Para preservar suas qualidades olfativas e gustativas, não as submeta a forte cozimento. Acrescente-as à receita poucos minutos antes de consumí-las. Consumí-las cruas é a melhor forma de apreciá-las.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como conservá-las?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A melhor forma de conservá-las por muito tempo é congelá-las. Seu perfume e seu gosto serão quase tão bons quanto os de uma trufa fresca. Outra boa forma de evitar que elas se oxidem consiste em colocá-las em um recipiente fechado, mergulhadas na gordura de ganso ou de pato e mantê-las em local fresco. Pode-se também colocá-las no óleo. Mas, atenção: é preciso usar um óleo neutro em sabor, como óleo de milho ou de sementes de uva, e cuidar para que não haja maior quantidade de óleo do que de trufa. A vantagem é que este óleo ficará perfumado e pode ser usado depois em saladas, por exemplo. Esse tipo de conserva aumenta a validade da trufa em três anos. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Estela Marchesini/Gestão de Luxo)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;EXPEDIENTE:&lt;/strong&gt; REDAÇÃO - Rua Menezes Paredes, 124 – Nonoai – CEP 90830-070 – Porto Alegre/RS – Tels.: +55 51 3276.2143 – E-mail: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:redacaoipressbiz@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;redacaoipressbiz@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Editora-chefe Kátya Desessards – katya.desessards@gmail.com * Editora Letícia Vargas Tel.: +55 51 8206.7350 * Repórter Caren Martins Oliveira - Revisora Lúcia Iná Sá d’Oliveira -&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:professoraluciaina@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;professoraluciaina@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Fotógrafo Nilton Santolin - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.niltonsanolin.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.niltonsanolin.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Sucursal São Paulo/SP Ana Díaz Monteiro – Editora Assistente * Sucursal Brasília/DF Marco Aurélio Reis – Repórter * Sucursal Rio de Janeiro/RJ Luiz A. Mascarenhas – Repórter * Sucursal Internacional Lisboa/Portugal Maria João Souto Freitas – Correspondente * EMPRESAS PARCEIRAS Pezco Consultoria &amp;amp; Pesquisa (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pezco.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.pezco.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;) / PRNewswire Brasil (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.prnewswire.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.prnewswire.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;) * DEPARTAMENTO COMERCIAL Flávia Pereira Neto – Executiva de Conta – Cel.: +55 51 9136.2404&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;i-press.biz - Direitos autorais e comerciais reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, distribuição ou disponibilização pública, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa. A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal) com pena de prisão e multa; conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 105, 108 e incisos da Lei 9.610, de 19.2.98, Lei dos Direitos Autorais). i-press.biz - Copyright © 2008/2009 - Todos os direitos reservados&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5066595116847076406-7022210966072946836?l=e-pressbiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://e-pressbiz.blogspot.com/2009/12/edicao-252-ano-ii.html</link><author>katya.desessards@gmail.com (Kátya Desessards)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SzCXLj0azGI/AAAAAAAABlM/i8fEZaAKk3Y/s72-c/guido+mantega.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5066595116847076406.post-2080449941873910363</guid><pubDate>Mon, 21 Dec 2009 10:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-21T09:14:02.447-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>TI</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bancos</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>logistica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indústria</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>agronegócios</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bolsas de valores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>comércio exterior</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indicadores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>web</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cotações</category><title>Edição 251 | Ano II</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/Sy9Uuy2N-XI/AAAAAAAABks/W2Q-6GnlN3E/s1600-h/nova+id%C3%A9ia+2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 135px; FLOAT: right; HEIGHT: 141px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417642039649892722" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/Sy9Uuy2N-XI/AAAAAAAABks/W2Q-6GnlN3E/s200/nova+id%C3%A9ia+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Brasília / DF&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:180%;"&gt;Mercado prevê PIB menor em 2009 e juros maiores em 2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O mercado reduziu pela segunda semana consecutiva a expectativa para o PIB - Produto Interno Bruto - brasileiro e espera agora redução de 0,23% em 2009, contra queda de 0,21% na semana anterior. De acordo com a pesquisa Focus feita na semana passada e divulgada hoje, dia 21/12, pelo Banco Central, a previsão para o próximo ano caiu de 5,3% para 5%. Os economistas consultados pelo Banco Central aumentaram ainda suas previsões para a taxa básica de juros (Selic) para o fim do próximo ano de 10,63% para 10,75%. No início do mês, o Copom - Comitê de Política Monetária -, em sua última reunião do ano, manteve pela terceira vez neste ano a Selic em 8,75%. Na nota divulgada na quarta-feira passada, porém, o órgão disse avaliar que a taxa é suficiente para conter a inflação "neste momento", o que foi visto por alguns analistas como um sinal de que o Copom poderá aumentar a Selic nas próximas reuniões. Em relação à inflação, o mercado manteve a previsão para o índice oficial, o IPCA - Índice de Preços ao Consumidor Amplo -, na meta estabelecida pelo governo para o próximo ano, em 4,5%. Para este ano, a estimativa é que o índice termine em 4,29%,contra previsão de 4,31% feita na semana passada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PIB -&lt;/strong&gt; O mercado vinha prevendo PIB negativo durante todo este ano até o início de outubro, quando pela primeira vez projetou crescimento positivo da economia em 2009 --na ocasião, de 0,01%. Os economistas chegaram a prever crescimento de 0,21%, mas voltaram a apostar no encolhimento da economia após os números da semana passada. Os economistas voltaram a prever PIB negativo na semana passada, após o IBGE divulgar que o crescimento do PIB no terceiro trimestre foi de 1,3%, e, em relação ao mesmo período do ano passado, houve queda de 1,2%. O governo atribuiu o valor abaixo do esperado - o ministro da Fazenda Guido Mantega projetava crescimento de 2% em relação ao segundo trimestre - às mudanças metodológicas feitas pelo IBGE. Com o resultado, para que o PIB fique estável neste ano o crescimento no quarto trimestre terá que ser de pelo menos 5%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais inflação -&lt;/strong&gt; A previsão do mercado para o IGP-DI melhorou para queda de 1,27% neste ano, contra estimativa anterior de queda de 1,02% Para o IGP-M - Índice Geral de Preços - Mercado -, passou para -1,35%, contra previsão de -1,30% da semana passada. Os dois indicadores são usados no cálculo dos reajustes de contratos e preços administrados, entre eles, contas de luz e aluguéis. A previsão para o IPC - Índice de Preços ao Consumidor - da Fipe - Fundação Instituto de Pesquisas Econômica -, passou de 3,87% para 3,82%. Para 2010, as previsões para os IGPs e para o IPC - Fipe ficaram em 4,5%. O mercado aumentou a previsão para o dólar no fim deste ano para R$ 1,74, contra R$ 1,73 na semana anterior. Para 2010, a projeção foi mantida em R$ 1,75. A previsão para o superavit da balança comercial foi mantida em US$ 25 bilhões e para o deficit nas transações correntes subiu para US$ 18,2 bilhões (contra US$ 18 bilhões). A estimativa para os investimentos estrangeiros diretos ficou em US$ 25 bilhões neste ano e em US$ 35 bilhões em 2010. A projeção para a relação dívida/PIB aumentou para 44,8%, contra 44,5% na semana anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kuala Lumpur / Malásia&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nobel de Economia alerta sobre risco de nova retração nos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Nobel de Economia Joseph Stiglitz advertiu hoje, dia 21/12, que há uma "significativa" possibilidade de que a economia dos Estados Unidos se contraia na segunda metade de 2010 e pediu ao Governo americano que inicie um segundo programa de estímulo para encorajar o mercado de trabalho. Stiglitz fez estas declarações à imprensa em Cingapura. "Isto é muito, muito provável, se não nos preparamos agora e a economia acabar sendo tão fraca quanto acho, nos encontraremos em uma posição muito difícil", disse. O especialista também pediu a Washington que injete fundos naqueles estados que tenham sido mais afetados pela queda na arrecadação de impostos por causa da recessão. Segundo o professor da Universidade de Colúmbia, a maior economia do mundo deve crescer pelo menos 3% de forma sustentada para criar empregos suficientes para todas as novas pessoas que ingressam no mercado de trabalho. O desemprego nos EUA se reduziu em novembro passado em 10% frente ao mês anterior, mas se mantém em 10,2% da população ativa. Por sua parte, o Produto Interno Bruto aumentou para 2,8% entre julho e setembro, após quatro trimestres consecutivos de contração. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ciclo de investimento pode ser o maior desde Plano Real&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Brasil já entrou num novo ciclo de investimentos. Passado o trauma da crise, empresários de setores voltados para o mercado interno, como o automobilístico e o de eletrodomésticos, planejam aumento de capacidade produtiva que não se via desde o Plano Real. Levantamento do Bradesco aponta que, em outubro e novembro, 167 empresas anunciaram investimentos. O ano de 2010 ainda deve ser de recuperação do investimento, por causa do desempenho mais fraco dos exportadores, mas 2011 promete ser de "febre" graças aos eventos esportivos que ocorrerão no País - Copa do Mundo de 2014 e Olimpíada de 2016 -, à exploração do petróleo do pré-sal e às grandes obras de infraestrutura. Os empresários já falam de "anos mágicos" para o Brasil. Um índice de intenção de investimentos da consultoria Tendências, elaborado com base nos anúncios de 21 setores da economia, chegou a 105,6 pontos em novembro, depois de cair para 39,5 em maio. Para o analista Bruno Resende, o indicador reflete o bom momento dos investimentos, mas também um "represamento" na crise. "Os projetos estão saindo todos de uma vez." Entre os anúncios recentes, estão os planos bilionários de grandes empresas como Petrobras, Vale, Coca-Cola e Gerdau, mas também investimentos pontuais como o R$ 1 bilhão da CPFL em distribuição de energia ou os R$ 443 milhões da Riachuelo na abertura de 12 lojas. Os analistas estimam uma taxa de investimento entre 18% e 18,5% do PIB - Produto Interno Bruto - em 2010, acima dos 16,9% previstos para 2009. Se isso ocorrer, o País vai recuperar o nível de antes da crise, mas será um resultado bem inferior aos 21% prometidos na Política de Desenvolvimento Produtivo como meta para 2010. O governo espera que o País invista entre 23% e 25% do PIB nos próximo anos, taxa que garantiria crescimento sustentável de 6% ao ano e tiraria o Brasil do grupo dos países que investem pouco. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agéncias Estado e Brasil)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desonerações terão impacto de R$ 5 bilhões na arrecadação federal em 2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As desonerações recentes anunciadas pelo governo terão impacto de R$ 5,032 bilhões sobre os cofres públicos em 2010. Essa é a quantia que o governo deixará de arrecadar com as medidas anunciadas nos últimos dois meses para estimular setores específicos da economia. O valor foi obtido com base em levantamento da Agência Brasil das reduções e suspensões de tributos anunciadas desde o fim de outubro. Para medir o impacto no orçamento apenas em 2010, foi desconsiderado o impacto fiscal em 2009 para as reduções de impostos que entraram em vigor antes de 15 de dezembro.&lt;br /&gt;A medida com maior impacto em 2010 é a prorrogação por cinco anos da alíquota zero de PIS/Cofins para a venda de computadores no varejo. Segundo o Ministério da Fazenda, a estimativa é de que a desoneração acarrete a diminuição de R$ 1,6 bilhão no caixa da União no próximo ano. A isenção de PIS/Cofins beneficia empresas nacionais que investem pelo menos 2% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento tecnológico. O benefício estava previsto para terminar no fim deste mês, mas o governo prorrogou o incentivo até 2014. A equipe econômica, no entanto, aumentou a exigência de que as empresas de informática agora invistam 3% do faturamento em pesquisa e inovação.&lt;br /&gt;A segunda maior perda de arrecadação será provocada pela suspensão de tributos para investimentos em refino de petróleo e na indústria petroquímica. Com impacto estimado em R$ 1 bilhão apenas para o ano que vem, a desoneração beneficiará projetos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com a suspensão da cobrança do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS/Cofins e Imposto de Importação sobre bens e serviços relacionados ao setor. Em terceiro lugar na lista de renúncia fiscal está a prorrogação do IPI reduzido para automóveis e caminhões. No fim de novembro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que a desoneração, prevista para acabar em dezembro, foi estendida até março, no caso de automóveis bicombustíveis e movidos apenas a álcool, e até junho, para caminhões. O impacto da medida é de R$ 975 milhões no próximo ano. A desoneração mais recente foi a extensão, até março, da alíquota zero de PIS/Cofins para motocicletas de até 150 cilindradas. O ministro da Fazenda anunciou a prorrogação na última quinta-feira, dia 17/12, em São Paulo.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Brasil)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Copenhague / Dinamarca&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Energia Eólica ajuda imagem do país na COP-15&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O setor brasileiro de energia eólica teve destaque na 15ª Conferência do Clima das Nações Unidas. O Brasil tem um dos maiores potenciais eólicos do planeta. Com o leilão de eólicas, considerado positivo, ocorrido no início da semana, quando começou a esquentar a COP-15, executivos miram os próximos passos, os leilões de 2013 e 2015, que devem priorizar a hidrelétrica. Sem contar o mais ousado dos passos, Belo Monte, ainda de acordo com a coluna. Mais de 80% das emissões de gases de efeito estufa na Europa e nos EUA se devem à produção e ao uso da energia. No Brasil, menos de 20% das emissões têm essa origem. O país, por ter baixo consumo per capita de energia e uma matriz energética renovável, é um país com baixa emissão per capita de gases de efeito estufa. Cada brasileiro é em média responsável por emissão cerca de dez vezes menor que cada americano e quatro vezes menor que cada europeu, considerando só o uso de energia, segundo Maurício Tomalsquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética. O desmatamento é o maior problema do Brasil, que é o líder mundial na participação da geração de renováveis na matriz energética. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agence France Presse / AFP)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________________________________________________&lt;br /&gt;MANCHETES DOS PRINCIPAIS JORNAIS Nacionais e Internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Segunda-feira / 21 de dezembro de 2009&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Jornais nacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Folha de S.Paulo / Alchmin lideraem SP e Hélio em MG&lt;br /&gt;Agora S.Paulo / Veja como ganhar rápido a revisão da aposentadoria&lt;br /&gt;O Estado de S.Paulo / Governo abre o cofre para demitir sem ônus político&lt;br /&gt;Jornal do Brasil / Ligação da Dutra à BR-40 sai do papel&lt;br /&gt;O Globo / Polícia prepara ocupação de Tabajaras e Cabritos&lt;br /&gt;Valor Econômico / Só metade do corte do ICMS é repassada ao consumidor&lt;br /&gt;Correio Braziliense / Fraude na Previdência chega a R$ 1,6 bilhão&lt;br /&gt;Estado de Minas / Rede de vizinhos reduz crimes em até dói terços&lt;br /&gt;Diário do Nordeste / Tele-Denúncia delata 90% das prisões por tráfico&lt;br /&gt;A Tarde / Férias até 30% mais baratas&lt;br /&gt;Extra / PM ocupará Cabritos e Tabajaras na quarta&lt;br /&gt;Correio do Povo / Incêndio destrói sede da CEEE&lt;br /&gt;Zero Hora / Carnificina no trânsito acende alerta de Natal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_______________________&lt;br /&gt;INDICADORES ECONÔMICOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;RESUMO da Semana&lt;/span&gt; – 14 a 18 de novembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O IGP-10&lt;/strong&gt; registrou em dezembro variação de -0,07%. Em novembro, a taxa foi de 0,07%. Os três componentes do IGP-10 apresentaram as seguintes trajetórias, na passagem de novembro para dezembro: IPA, de 0,08% para - 0,25%, IPC, de 0,02% para 0,28% e INCC, de 0,11% para 0,25%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O IPC-S&lt;/strong&gt; de 15 de dezembro de 2009 registrou variação de 0,30%, taxa 0,17 ponto percentual (p.p.) abaixo da apurada na última divulgação. A principal contribuição para o recuo da taxa do índice partiu do grupo Alimentação, cuja variação passou de 0,94% para 0,40%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;ECONOMIA NACIONAL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dólar Comercial&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Data R$/US$&lt;br /&gt;14/12 1,7483&lt;br /&gt;15/12 1,7557&lt;br /&gt;16/12 1,7518&lt;br /&gt;17/12 1,7823&lt;br /&gt;18/12 1,7830*&lt;br /&gt;Fonte: BACEN&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Índices de Preços ao Consumidor&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IPC da Fipe fica em 0,17% na segunda quadrissemana de dezembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A segunda quadrissemana de dezembro do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apontou inflação de 0,17% na cidade de São Paulo, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na última quarta-feira. O resultado ficou 0,03 ponto percentual (p.p.) abaixo do índice na primeira semana do mês de dezembro (0,20%). Dos sete itens que compõem o IPC da Fipe, os resultados apurados foram: Habitação (0,03%), Alimentação (-0,10%), Transportes (0,34%), Despesas Pessoais (0,50%), Saúde (0,01%), Vestuário (1,22%) e Educação (0,11%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Mercado de Trabalho&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Em novembro, desocupação foi de 7,4%&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada esta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação em novembro ficou em 7,4%. O resultado não apresentou variação estatisticamente significativa nem em relação à de outubro (7,5%), nem face à de novembro de 2008 (7,6%). O quadro de estabilidade em ambas as comparações foi verificado também para a população desocupada (1,7 milhão de pessoas) e a população ocupada (21,6 milhões). Analisando a ocupação por grupamentos de atividade, verificou-se estabilidade na comparação com outubro e, em relação a novembro do ano passado, houve variação significativa apenas nos serviços prestados às empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (3,9%). O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (9,6 milhões) também não se alterou nem em relação a outubro deste ano, nem em relação a novembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Setor Externo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O balanço de pagamentos registrou superávit de US$ 3,9 bilhões em novembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Banco Central, a conta capital e financeira apresentou superávit de US$ 7,3 bilhões e as transações correntes, déficit de US$ 3,3 bilhões. A conta de serviços apresentou déficit de US$ 1,8 bilhão em novembro, 52,4% acima do registrado no mesmo mês de 2008. As despesas líquidas com viagens internacionais somaram US$ 514 milhões, com elevações de 5,7% nas receitas e de 72,4% nas despesas com viagens ao exterior, considerado o mesmo período comparativo. O item transportes registrou despesas líquidas de US$404 milhões, ante déficit de US$371 milhões em novembro do ano anterior. Dentre os demais itens da conta de serviços, na mesma base de comparação, ocorreram reduções nas despesas líquidas com aluguel de equipamentos, 3,9%, e computação e informações, 42,9%, enquanto as despesas líquidas com royalties e licenças aumentaram 64,8%. Os outros serviços registraram ingressos líquidos de US$ 600 milhões, superiores em 52% ao resultado do mesmo mês de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Economia Internacional&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preço ao consumidor sobe 0,4% em novembro nos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos EUA subiu 0,4% em novembro na comparação com outubro. De acordo com o relatório, divulgado essa semana pelo Departamento de Trabalho, os&lt;br /&gt;preços dos alimentos subiram 0,1% em novembro ante outubro, igual à alta registrada em outubro ante setembro. Os preços de energia subiram 4,1% em novembro, quase o triplo do aumento de 1,5% registrado no mês anterior. Em relatório, o Departamento de Trabalho disse que o rendimento real médio semanal avançou 0,1% em novembro. Desde o pico atingido em dezembro do ano passado, o rendimento caiu 1,7%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Comércio Varejista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Em outubro, vendas do comércio crescem 1,4% e receita aumenta 1,8%&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Comércio Varejista do País apresentou em outubro, com relação ao mês anterior (com ajuste sazonal), crescimento de 1,4% para o volume de vendas e de 1,8% para a receita nominal, completando com esses resultados um semestre de taxas positivas, como indicado nos gráficos de base fixa e das médias móveis trimestrais. Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo nacional registrou, em termos de volume de vendas, acréscimos da ordem de 8,4% sobre outubro do ano anterior, de 5,1% no acumulado dos dez primeiros meses do ano e 5,0% no acumulado dos últimos 12 meses. A receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 11,5% sobre outubro de 2008, de 9,7% no acumulado do ano e de 9,8% no acumulado dos últimos 12 meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO DE CAPITAIS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP e Associated Press)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Nas Bolsas da Ásia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas asiáticas fecham em direções opostas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os principais mercados de ações na Ásia e Oceania terminaram o dia em direções opostas, em meio a movimentos de realização de lucros e temores com uma possível "bola de neve" iniciada com a crise em Dubai.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Em Hong Kong&lt;/strong&gt; o mercado teve o quinto dia consecutivo de queda. Ao final, o índice Hang Seng caiu 1,1%, para 20.948,10 pontos. Os papéis do HSBC fecharam em queda de 1,1%, e os do Standard Chartered, em queda de 1,8%. O índice caiu 5,1% nas últimas cinco sessões, com os investidores particularmente preocupados com a exposição dos bancos locais ao default em Dubai.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na China&lt;/strong&gt; o dia foi de alta, com a busca por "pechinchas" dando o tom dos negócios, encerrando uma sequência de quatro sessões de queda. O índice Shanghai Composite subiu 0,3%, fechando aos 3.122 pontos. O Shenzhen Composite subiu 1,1%, para 1.140. No mercado de câmbio, o dólar americano valia 6,8283 yuan chineses por volta de 7h30 (GMT), a ligeira alta ante o fechamento de sexta-feira, em 6,8280.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Coreia do Sul&lt;/strong&gt; o mercado fechou bem perto da estabilidade, mas em terreno negativo. O índice Kospi da Bolsa de Seul fechou em queda de 0,17%, aos 1.644 pontos. A impressão é de que a maioria dos grandes investidores institucionais já deu o ano por encerrado, avalia um analista local. KB Financial Group caiu 1% e Shinhan Financial recuou 1,2%. Na contramão, LG Display subiu 2,4%, impulsionada pelos bons prognósticos quanto à demanda de telas de cristal líquido no ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Em Taiwan&lt;/strong&gt; o mercado terminou em alta, alimentado pela expectativa de que o governo deverá introduzir medidas de estímulo à economia. No fechamento, o índice Weighted da Bolsa de Taipé subiu 0,43%, para 7.787 pontos. As ações de tecnologia lideraram os ganhos do dia, com AU Optronics avançando 5,7%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Austrália,&lt;/strong&gt; o mercado de ações teve um dia de realização de lucros e terminou em queda moderada. Ao final do pregão, o índice S&amp;amp;P/ASX 200 da Bolsa de Sidney caiu 0,33%, para 4.635 pontos. O setor de bancos foi registrou quedas: ANZ (-1,8%) e Commonwealth (-1,3%). Já a BHP Billiton teve ganhos e os papéis da companhia encerraram em alta de 0,9%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO FINANCEIRO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Spread nos bancos privados volta a superar públicos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O spread nos bancos privados ficou ainda dos públicos em 2008, de acordo com estudo divulgado na sexta-feira a tarde, dia 18/12 pelo Banco Central. O spread é a diferença entre o valor que os bancos pagam para captar o dinheiro e o quanto eles cobram de seus clientes em empréstimos. Os valores dos públicos haviam superado dos privados de 2004 a 2007. Para os bancos privados, o lucro líquido corresponde a 34,01% do "spread", superando a inadimplência, que ficou em 29,18%. No ano anterior, os números eram respectivamente 33,17% e 29,82%. Já em relação aos bancos públicos, a inadimplência tem peso maior no "spread", chegando a 40,68%. A margem líquida representa 22,08%. Em 2007, a inadimplência respondia por 44,13% do total e o lucro 13,61%. No caso dos bancos públicos, os custos administrativos correspondem a 15,10% do "spread" - para os bancos privados, o valor cai para 9,7%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Composição -&lt;/strong&gt; A margem de lucros dos bancos e os tributos diretos responderam por 49,13% da composição do "spread" em 2008. Só a margem líquida dos bancos respondeu por 29,43% do spread no ano passado e os impostos por 19,7%. Em 2007, os lucros e impostos representaram 44,75% e, em 2006, 40,5%. Para o Banco Central, os lucros dos bancos são relevantes na composição do "spread", tanto para os bancos públicos quanto para os privados. "Sob esse prisma, portanto, infere-se que políticas voltadas para fomentar a concorrência no segmento bancário potencialmente podem induzir uma redução dos spreads", afirma o estudo. No ano passado, o valor cobrado pelos bancos por conta da inadimplência respondeu por 33,6%, contra 32,7% no ano de 2007. Já as despesas administrativas responderam por 11,77%, queda em relação ao ano anterior, que foi de 32,7%. "Cabe enfatizar que o custo administrativo tem peso relativo maior no spread cobrado por bancos públicos do que no cobrado por bancos privados", afirma o BC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Falência de bancos regionais americanos foi enorme em 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cento e quarenta bancos regionais faliram nos EUA este ano, depois do anúncio em um comunicado recebido sábado, dia 19/12, pela agência federal de garantias de depósitos bancários, a FDIC, sobre o fechamento de outra instituição na sexta-feira, dia 18/12. O RockBridge Commercial Bank, de Atlanta, no estado da Geórgia, foi ffechado e, por falta de compraor, seus ativos serão assumidos pela FDIC. Este banco detinha cerca de 294 milhões de dólares em ativos e 291,7 milhões em depósitos. Esta eleva para 140 o número de falências bancárias no país em 2009, um recorde desde 1992. Com um número de estabelecimentos em risco mais elevado desde 1993 (552 no final de setembro), a FDIC não antecipa uma melhoria em 2010.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agence France Presse / AFP)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________&lt;br /&gt;INDÚSTRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sanyo vira filial da Panasonic&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A fabricante japonesa de eletroeletônicos Panasonic, que comprou 50,27% das ações da Sanyo Electric, anunciou hoje que a antiga concorrente virou oficialmente uma filial sua. Com a operação, ambas as empresas vão integrar suas atividades e se tornar o segundo maior conglomerado eletrônico do Japão. No começo deste mês, a Panasonic já tinha confirmado a compra de aproximadamente 50% da Sanyo por 403,780 bilhões de ienes (3,110 bilhões de euros). A previsão é que os detalhes da fusão serão divulgados no começo de janeiro. Outra estimativa é que as vendas conjuntas das duas marcas cheguem a 8,66 trilhões de ienes (66,845 bilhões de euros), o que colocaria o conglomerado na cola da maior fabricante de produtos eletrônicos do Japão, a Hitachi, que deve fechar o atual ano fiscal com uma receita de 8,7 trilhões de ienes (67,194 bilhões de euros). A Panasonic, a maior fabricante de TVs de plasma do mundo, espera aumentar sua competitividade no desenvolvimento de tecnologias verdes aproveitando-se da experiência da Sanyo na fabricação de baterias recarregáveis e painéis solares.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência EFE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maaden e Alcoa se unem em projeto de US$ 10,8 bilhões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A mineradora saudita Maaden - Saudi Arabian Mining - e a fabricante norte-americana de alumínio Alcoa fecharam acordo hoje para construir uma planta de 40,5 bilhões de riais sauditas (ou US$ 10,8 bilhões) na Arábia Saudita. O complexo será construído em Ras Al Zour, na costa do Golfo Pérsico. A Maaden terá uma participação de 60% no negócio e a Alcoa ficará com os outros 40%. A fundição, com capacidade de produção de 740 mil toneladas de alumínio por ano, deverá entrar em operação em 2013, e a refinaria de alumínio, no ano seguinte. Em comunicado no web site da bolsa saudita, a Maaden anunciou que irá buscar financiamento para a fundição em 2010. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Dow Jones)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;AGRONEGÓCIOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JBS prevê aquisições na Ásia e na Europa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O grupo disse que pode buscar aquisições de empresas de distribuição e processamento de carne na Europa e na Ásia, com objetivo de reduzir custos. Segundo o diretor de relações com investidores, Jerry O'Callaghan, as compras estão nos planos de crescimento para os próximos cinco anos. "A distribuição é a chave para o nosso negócio. Construir uma rede global é o nosso principal objetivo para os próximos anos", disse O'Callaghan. Para se expandir, a JBS pretende vender US$ 2 bilhões em debêntures e obter outros US$ 2 bilhões em uma oferta primária na bolsa de Nova Iorque. O grupo brasileiro controla mais de 10% do mercado mundial de carne bovina depois de ter realizado cerca de 30 aquisições desde 1993, incluindo as americanas Swift, Smithfield e Pilgrim's Pride.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seara será nova cara do Marfrig&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A empresa espera retomar os 14% de participação que a Seara tinha no início desta década e, aos poucos, elevar o percentual de mercado para 18%. Em encontro com analistas e investidores ontem em São Paulo, quando indagado sobre novas aquisições, Marcos Molina, presidente do Marfrig, disse que nos próximos três meses o frigorífico não tem condições de pensar nisso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tortuga inaugura novo laboratório para produção de injetáveis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com investimento de R$ 15 milhões, a Tortuga inaugura uma das mais modernas plantas de produção de produtos veterinários injetáveis do País. A construção seguiu rígidos critérios para atender às Boas Práticas de Fabricação. A Tortuga, empresa pioneira em nutrição e saúde animal, acaba de inaugurar, com investimento de R$ 15 milhões, um novo laboratório para produção de injetáveis da Unidade de Santo Amaro, em São Paulo, que fabrica produtos da Divisão Saúde Animal. A construção da planta seguiu os mais rígidos critérios para atender as Boas Práticas de Fabricação (BPF), com foco na qualidade dos produtos. “A qualidade antes de ser premissa de qualquer produto deve fazer parte também da cultura da empresa, já que envolve um complexo multidisciplinar que deve ser seguido como filosofia”, afirma Márcio Uono, Gerente da Administração de Vendas e Marketing da Divisão Saúde da Tortuga. No novo laboratório para produção de injetáveis, as áreas são equipadas com os mais modernos sistemas de tratamento de água, além de climatização e tratamento de ar, com um layout bem definido, o que garante a classificação das áreas produtivas. “A qualidade dos produtos Tortuga está antes e durante todo o processo de fabricação. As matérias primas e água utilizadas para fabricação do produto são rigorosamente analisadas, seguindo os parâmetros de compêndios oficiais. Já o processo produtivo conta com a tecnologia empregada na fabricação e na análise das fases do processo e do produto acabado, que utilizam equipamentos analíticos de última geração. As áreas produtivas são rigorosamente avaliadas, através de monitoramento microbiológico da área, superfície e pessoas”, completa Eloiza Araújo Rezende, Gerente Industrial da Divisão Saúde Animal da Tortuga. Entre os produtos que serão fabricados no novo laboratório da Unidade de Santo Amaro, destacam-se Ferrodex, Altec, Abathor e Tormicina LA.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre a Tortuga -&lt;/strong&gt; A Tortuga, empresa pioneira em nutrição e saúde animal, tem capital 100% nacional e é a maior indústria de suplementos minerais para animais do país e uma das maiores do mundo. A empresa comercializa produtos no Brasil e em mais 17 países, espalhados pela América Latina e Europa, atendendo assim as exigências de empresários rurais que trabalham nas áreas de pecuária (corte e leite), suinocultura, avicultura, equinocultura, ovinocultura e caprinocultura, e de criadores de animais de companhia.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Fonte: FirstCom Comunicação)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;SETOR AUTOMOTIVO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Detroit / EUA&lt;br /&gt;Spyker faz nova proposta à GM para comprar a Saab&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A montadora holandesa Spyker retomou ontem as negociações com a americana GM pela compra da sueca Saab. As conversas haviam sido encerradas na semana passada pela GM, que chegou a anunciar o fechamento da Saab, unidade que produz carros esportivos de luxo. Ontem, a Spyker enviou uma proposta sobre os 11 pontos que emperraram as negociações na semana passada com a GM. Segundo o presidente da Spyker, Victor R. Muller, a companhia espera uma resposta positiva. O prazo vence hoje. A GM procurava um comprador para a Saab desde janeiro, como parte de seu processo de reestruturação após a crise financeira. O grupo sueco Koenigsegg foi o primeiro a fazer uma proposta, mas desistiu da compra. Desde então a GM negociava com a Spyker. Os empréstimos feitos pela Saab emperravam as transações, mas a Spyker decidiu não condicioná-los mais ao fechamento do acordo. Para a GM, vender a Saab é uma questão crucial. Vítima da crise financeira, a empresa americana tomou US$ 52 bilhões em empréstimos do governo dos EUA. Para devolver parte desse dinheiro, o grupo precisa recuperar vendas e a Saab responde por menos de 1% do total. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Dow Jones)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frankfurt / Alemanha&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Presidente da Volkswagen sinaliza fim de aquisições em série&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Volkswagen não deve fazer novos acordos estratégicos no futuro próximo, sinalizou o presidente-executivo da companhia, sugerindo o fim da recente atividade de aquisições após a compra de uma parte da japonesa Suzuki. "Existem algumas pessoas que batem na nossa porta. Alguns realmente querem vir sob nosso teto, já que nos veem em um bom caminho estrategicamente. Mas nós estamos satisfeitos com nossa composição atual. Eu não vejo nenhuma necessidade (de outras aquisições)", disse Martin Winterkorn à revista alemã WirtschaftsWoche. A Volkswagen, maior fabricante de carros da Europa, comprou um quinto da Suzuki neste mês, apenas poucos dias depois de adquirir 49,9 por cento da unidade de carros esportivos da Porsche. Perguntado se a Volkswagen vai aumentar sua participação na Suzuki no longo prazo, Winterkorn afirmou que a empresa está satisfeita com a fatia de 19,9 por cento. "O tempo vai dizer se isso vai aumentar", afirmou.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;VAREJO &amp;amp; SERVIÇO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Shopping Praia de Belas ganha Espaço Judiciário&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre/RS, é o primeiro shopping center do país a contar com o Espaço Judiciário, um ponto exclusivo para prestação de serviços relacionados à Justiça. Localizado no segundo piso, o espaço atende de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h30min. A loja oferece auxílio a advogados, que podem protocolar petições e processos de 1º grau. Os cidadãos têm acesso a autorizações de viagens para menores de idade e solicitação e emissão de alvará folha corrida (atestado de bons antecedentes). Os serviços ajudarão a desafogar o Foro Central de Porto Alegre e os foros regionais. Somente nos dois primeiros dias de funcionamento, o Espaço Judiciário atendeu um volume que equivale a 20% do que é protocolado em um dia no Foro Central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marabraz amplia presença no mercado paulista&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Marabraz inaugura amanhã mais uma loja na Grande São Paulo. O novo ponto de venda está localizado no Shopping União, em Osasco/SP, e, focado em produtos populares, oferece um mix de itens para quarto, sala, cozinha e infanto-juvenil. Para a inauguração da loja, alguns itens terão descontos de até 90%, com pagamento em até 12 vezes no cartão de crédito ou até 24 vezes no carnê. A varejista conta atualmente com mais de 100 pontos de venda no Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Rio de Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LEGO espera vender 20% mais no Natal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A LEGO projeta para este Natal um aumento de 20% em suas vendas em relação ao ano passado, por conta do lançamento de 148 produtos para este final de ano. Para garantir que as prateleiras recebessem as novidades, a M. Cassab, distribuidora oficial da marca no Brasil, criou uma ação de difusão das mercadorias, com um planejamento anual de distribuição dos produtos e forte investimento em comunicação para reforçar a imagem da marca no País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beauty Point fecha ano com 52 lojas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Lançada em abril deste ano, a rede de perfumarias Beauty Point abriu mais cinco lojas na cidade de São Paulo e uma no interior do Estado nos últimos dias. Com isso, em oito meses o programa, que promove o desenvolvimento do setor e ajuda pequenos comerciantes na reestruturação de suas lojas, soma 52 pontos de venda. O projeto foi criado pela EBC Atacado de Cosméticos e reuniu proprietários de perfumarias que já tinham o ponto comercial estabelecido há mais de um ano e estavam interessados em melhorar a loja, mas sozinhos não conseguiriam. Reunidos, os lojistas ganham força para realizar ações promocionais e publicidade, além de contar com uma equipe especializada para orientar e padronizar o visual das fachadas, otimizar a exposição dos produtos e, assim, facilitar a identificação e a compra. O faturamento dos estabelecimentos, após a reestruturação, aumentou em média cerca de 13%, sendo que algumas chegaram a 35%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;COMÉRCIO EXTERIOR&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exportações crescem 60% no ano em Sinop&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A fatia exportada por Sinop no mercado internacional cresceu entre janeiro a novembro na comparação com o mesmo período do ano passado. O acréscimo entre um ano e outro chegou a 60,17%, segundo apresenta o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O volume negociado passou de US$ 78,3 milhões para US$ 125,4 milhões. No desempenho individual de novembro houve recuo no comércio internacional na mesma base comparativa. No mês passado empresas de diferentes segmentos embarcaram cifras equivalentes a US$ 1,5 milhão. Um ano antes eram US$ 4,5 milhões. A baixa entre um ciclo e outro equivale a -65,55%. De janeiro a novembro somente com a China foram fechados negócios na ordem de US$ 33,6 milhões. A Bélgica faturou a segunda maior fatia e, sozinha, importou US$ 28,1 milhões em distintos produtos. A Espanha figurou na terceira posição do ranking composto pelos principais países aos quais as mercadorias foram enviadas. Foram US$ 14,1 milhões comercializados. Aparecem na relação ainda a França (US$ 13,2 milhões), México (US$ 9,7 milhões), Holanda (US$ 3,9 milhões), bem como outras localidades. No quesito principais produtos exportados destacaram-se aqueles oriundos do agronegócio. De grãos em soja, mesmo triturados, foram embarcados US$ 106,3 milhões. As vendas deste produto, frente ao mesmo período de 2008, apresentaram alta de 148,3%. De milho em grão, exceto para semeadura, foram negociados US$ 5,5 milhões (+13%) e, em carnes desossadas, US$ 3,3 milhões (-47,6%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________ &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;MERCADO DE TI&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As 20 tendências que não vão acontecer no mercado em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A consultoria ABI Research divulgou seu relatório anual sobre o que não vai acontecer no mercado de tecnologia em 2010. Sim, isso mesmo. Ao contrário das tradicionais listas que apontam o que é mais provável, a consultoria norte-americana decidiu preparar um documento sobre o que não vai acontecer em 2010.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;1- Leitores eletrônicos não terão apelo de massa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Apesar dos fornecedores dizerem que livros eletrônicos seriam o maior hit tecnológico do fim de 2009, esses equipamentos ainda não têm valor para o mecado de massa. Os "early adopters" desses aparelhos são, comumente, pessoas que viajam a trabalho e leitores vorazes que encontram conveniência em carregar apenas um aparelho, no lugar de diversos livros. Mas qual é o mercado total de pessoas que leem com frequência? Os livros eletrônicos não devem ganhar apelo de massa em 2010 até que ganhem novos modelos de negócios e categorias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2- Não haverá um “iPhone Killer”, mas vários aparehos que “querem ser um iPhone”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A corrida para copiar o conceito do celular da Apple continua, com praticamente todo o mercado de smartphones lançando aparelhos com tela sensível ao toque e cantos arrendodados. Mas quase nenhum dos atuais modelos tem o apelo que o celular da Apple trouxe para o mercado. Mais: eles terão um trabalho duro para provar que são mais que uma cópia e realmente são bons produtos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3- Telefones chineses não vão destruir o mercado de aparelhos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Reportagens recentes alertam para o fato de que os celulares produzidos na China vão destruir mercados em desenvolvimento e as vendas de fornecedores como Nokia e Samsung. Embora seja importante ter conhecimento da existência e do avanço desses aparelhos, eles dificilmente vão causar danos à já estabelecida indústria de celulares.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A -&lt;/strong&gt; Primeiro porque marca é importante. Muita gente não entende muito como consumidores valorizam e confiam em uma marca. Mas é esssa é a razão da popularidade de Nokia e Samsung em regiões em desenvolvimento, bem como de suas participações de mercado. Eles projetaram aparelhos de baixo custo com especificações voltadas para determinados países, o que inclui recursos, localização de idioma e serviços. Assim, é difícil que um aparelho "fake" consiga competir com as duas empresas devido a suas marcas e cadeias de distribuição.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B -&lt;/strong&gt; Em segundo lugar, celulares não são descartáveis. Modelos chineses de baixíssimo custo e falsificações destruíram mercados emergentes no passado no que tange a mercadorias cujo uso era absolutamente descatável, porque a qualidade não importava. No entanto, nesses mesmos mercados, a troca de aparelhos leva anos, o que significa que um produto durável e de qualidade faz a diferença.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;C -&lt;/strong&gt; Em terceiro lugar, é fácil implementar contramedidas para bloquear o acesso de telefones falsos ao mercado. Quando esses aparelhos se tornaram um problema de segurança na Índia, o governo pediu a operadoras que cortassem a conectividade de qualquer aparelho que não pudesse ser registrado na rede por meio de um código chamado IMEI. Isso foi feito porque terroristas estavam usando aparelhos que não podiam ser rastreados. Não há impedimento para que a indústria não faça lobby para medidas semelhantes em outras regiões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;D -&lt;/strong&gt; Em quarto lugar, o preço de aparelhos continua a cair. O último lançamento da Nokia de um modelo ultrabarato custa 20 euros, sem subsídio. O próximo ano verá quedas de preços maiores, acabando com a única vantagem de um aparelho falso.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4- Modems PCMCIA não vão voltar com força&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Apenas 2,3% de todos os celulares, roteadores e modems de banda larga móvel vendidos em 2010 usarão PCMCIA, CardBus ou ExpressCard (chamados coletivamente de PC Card). Essa tecnologia que, por anos, foi usada, perdeu terreno com a chegada de modems USB, que devem responder por 74% de toda a conectividade do mundo em 2010. Em 2008, PCMCIA respondia por 27% da produção de modems da fabricante Sierra Wireless e por 34% da Huawei e da ZTE. A flexibilidade do USB é o principal fator que fez com que esse padrão ganhasse força tão rapidamente. PC Cards funcionam apenas em laptops, já que netbooks e outros devices de acesso à internet são produzidos nos menores dimensões. Outra razão é a conveniência que o USB oferece à indústria no que diz respeito à padronização. Com menos variações, os custos permanecem baixos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5- Femtocells não vão sumir&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O mercado de femtocells, que parecia tão promissor não cumpriu o que prometia. A ABI Research reduziu suas previsões, mas isso não quer dizer que vemos um futuro sombrio para este mercado. No entanto, alguns recentes anúncios que ocorreram na França podem nos dar sinais do que o futuro reserva para mercados desenvolvidos. Para quem não sabe, femtocells são pequenas estações radiobase usadas para coberturas dentro de residências e que possibilitam a cobrança de chamadas ou conexões de dados, com preços de telefonia fixa quando o usuário está em casa. A França é um microcosmo do futuro da convergência do tráfego fixo-móvel. Lá, a penetração de celular é alta, bem como há boas ofertas para consumidores de banda larga com velocidades superiores a 200Mb. Além disso, existe um vibrante ambiente competitivo, com o produto Unik, da France Telecom (baseado em Wi-Fi) e o recente anúncio de um serviço baseado em femtocells da SFR. Este é um indicador de como mercados competitivos serão inevitavelmente obrigados a usar essa tecnologia, ao encarar a necessidade de solucionar questões ligadas a tráfego e tendências de receita por usuário. Haverá um embate entre um "femto" ambiente, controlado, e um ambiente W-Fi, menos controlado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6- Mas aplicações femtocell ainda não vão decolar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Espera-se que as operadoras de femtocell deixem de oferecer cobertura básica de voz e mudem para um segundo estágio, oferecendo velocidades de dados para cobertura indoor. No entanto, a pergunta é: quando o terceiro e mais excitante estágio - "zonas de aplicações de femtocell" - verá a luz do dia? Esse conceito nada mais é do que serviços e aplicações que podem ser oferecidos por meio de femtocell, usando informações críticas sobre o usuário, como localização, por exemplo. O ano de 2009 foi um banho de água fria em relação a volumes para os fornecedores de femtocell, mas há esperança para 2010. A ABI prevê que nos Estados Unidos cerca de 25% dos consumidores teriam interesse na proposta básica da femtocell: cobertura de voz em casa. Mas para que femtocells realmente se tornem algo de massa, as operadoras têm de oferecer incentivos adicionais. Identificar a presença e a localização do morador em sua casa é um aspecto muito poderoso que pode ser utilizado pelas operadoras em conjunto com anunciantes ou outros provedores de serviços para realmente dar início a uma ervolução no mundo das aplicações e serviços femtocell. Um exemplo de aplicação femtocell com bom apelo comercial é uma assinatura de revista/jornal que é entregue no aparelho móvel todos os dias ou na frequência escolhida, quando o usuário chega em casa ou está em casa.&lt;br /&gt;Em novembro de 2009, a NTT DoCoMo, no Japão, se tornou uma das primeiras operações do mundo a oferecer aplicações do tipo, começando com alertas via SMS. A expectativa é que operadoras na América do Norte e na Europa comecem a oferecer soluções do tipo em 2010, no entanto, o próximo ano deverá ser mais a respeito serviços de dados e ofertas conjuntas do que aplicações. As operadoras parecem estar dispostas a se mover em relação a femtocell na sua própria velocidade e a controlar o crescimento da femtocell para garantir que seus sistemas de back-end e redes possam se ajustar a equipamentos que se configuram e ajustam sozinhos, como os baseados nesta tecnologia. As zonas de aplicações femtocell, por outro lado, exigirão tempo e custo adicionais para serem desenvolvidas, testadas e integradas a sistemas de cobrança e gerenciamento.&lt;br /&gt;Apesar desses fatores, os fabricantes de equipamentos femtocell estão fazendo pressão sobre aplicações, com a criação de um grupo chamado Special Interest Group (SIG) do Femto Forum para padronizar o desenvolvimento de aplicações. Embora este seja o caminho certo para desenvolver o futuro das aplicações femtocell, ainda estamos vivendo os primeiros estágios para identificar modelos de negócio e de comercialização de aplicações femtocell.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7- Pagamentos entre pessoas por meio de dispositivos móveis não serão aplicações de massa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Durante o mês de novembro, alguns anúncios a respeito de soluções de pagamento entre pessoas (P2P) foram feitos nos Estados Unidos. Mas este tipo de solução não será uma realidade, porque é um mercado de nicho. A ABI Research sempre foi cética em relação a P2P em países desenvolvidos, onde a possibilidade de pagar pessoas com dinheiro ou cheque é relativamente conveniente. Além disso, basta analisar o histórico de pagamentos P2P. A PayPal oferece pagamentos P2P desde 1999 e cresceu para mais de 160 milhões de usuários em todo o mundo - embora a companhia admita que a vasta maioria deles está amarrada ao eBay. Sua rival Obopay, comprada pela Nokia este ano, originalmente tinha foco em P2P nos EUA, mas mudou sua estratégia para países em desenvolvimento. Certamente, os dois casos refletem o mercado norte-americano de pagamentos móvel P2P, ou a falta dele. O P2P é uma forma potencial dos bancos atingirem pessoas que ainda não são clientes bancários, mas têm telefones celulares. Por hora, esta é apenas uma cartada para bancos conseguirem novos clientes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8- Vídeo na internet não vai provocar um êxodo de assinantes de TV paga&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Nos últimos anos, analistas, marketeiros e outros especialistas da indústria vêm falando sobre o fim da TV paga como ela é conhecida. A expectativa era de que o vídeo na internet se tornasse tão popular e difundido que os consumidores abandonassem a televisão por assinatura via cabo, satélite e IPTV para assistir a seus programas favoritos na internet. Apesar de ser atraente, muitos fatores fazem com que essa possibilidade seja improvável, pelo menos no curto prazo. Primeiro, vídeo na internet é muito mais difícil de navegar em comparação ao serviço tradicional de TV. Em segundo lugar, o modelo de negócios de vídeo na web ainda não está pronto para fazer sentido para um ecossistema totalmente baseado em publicidade. A ideia de gratuidade pode checar ao fim para aqueles a favor do vídeo na internet. À medida que o vídeo na internet amadurece e se torna mais parecido com serviços de TV paga, o apelo de deixar de pagar a TV por assinatura perderá força.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9- Por outro lado, a maioria dos vídeos online não será oferecida no modelo "pay-per-play"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Mais do que forçar modelos "pay-per-play", serviços e provedores de conteúdo para vídeo na internet devem encontrar formas criativas para gerar receita por meio de publicidade interativa e focada. À medida que equipamentos conectatos à banda larga criam pontos adicionais de contato a conteúdo online, a necessidade de estabelecer um modelo torna-se mais vital, porque consumidores vão encontrar formas para acessar o conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10- Redes sociais não vão escapar ilesas a brechas de segurança&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Os gerentes de TI vão encarar um crescente número de ataques associados a ferramentas e sites de redes sociais. E telefones celulares não vão escapar desses ataques.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;11- Universidades não vão deixar de liderar a adoção de redes 802.11n&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;As universidades vão continuar a desenvolver a maior parte das implementações de 802,11n em 2010. Elas continuarão a ter as maiores necessidades de fazer isso devido ao crescimento do uso de vídeos nos campi, bem como da demanda por largura de banda em grandes salas de leitura e dormitórios. Mesmo com o desenvolvimento do 3G e o início do 4G, o WiFi não vem desacelerando. Os chips WiFi estão presentes em cada vez mais dispositivos e essa tecnologia é crucial para operadoras móveis (a menos que a femtocell ganhe força) para desviar o tráfego da rede WWAN e prover a melhor experiência possível para consumidores que utilizam dispositivos móveis cada vez mais potentes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;12- Telepresença não será uma grande tendência&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;O anúncio da Cisco há alguns meses sobre a aquisição da Tandberg foi suprimido pelas dúvidas que cercam a aquisição. O mercado de telepresença foi impulsionado pelos altos preços de viagens, mas existem lacunas sérias de interoperabilidade de hardware e software de fornecedores, bem como custo de equipamento, que continuam a impedir o avanço desse crescimento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;13- Softwares de navegação rua-a-rua não serão gratuitos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A comoção causada pelo anúncio do Google de navegação rua-a-rua gratuita em celulares com o Android nos Estados Unidos, ainda existe um mercado que valoriza alta qualidade e serviços premium em celulares. De forma semelhante, ainda haverá mercado para os tradicionais GPS. Além disso, a existência de alternativas gratuitas continuará a pressionar preços e aumentar as expectativas dos usuários em relação à qualidade da rota, dos mapas e da usabilidade da interface de serviços pagos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;14- Operadoras não ficarão de fora do mercado de LBS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Apesar do grande sucesso de serviços de localização (LBS, Location Based Services) de terceiros no iPhone, as operadoras não ficarão de fora desse mercado por conta das plataformas independentes. As operadoras, principalmente as norte-americanas, ainda são os fornecedores de LBS que têm a preferência dos consumidores. Elas contam com a confiança e, na percepção dos consumidores, garantem a privacidade e o nível de suporte que não pode ser igualado pelos outros participantes do mercado. O grosso das receitas de LBS em 2010 ainda será gerado por operadoras e não pelas plataformas de terceiros. Estas continuam presas no desafio de encontrar o modelo certo de monetização.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;15- Telemática não ganhará o status de aplicação de massa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Em relação à telemática, a expectativa de desenvolvimento há muito tempo anunciada não ocorrerá. Apesar da mudança de atitude, a implementação - e a execução - da legislação levará mais tempo do que o esperado e, ao mesmo tempo, a indústria automobilística continua presa ao velho paradigma de tecnologia proprietária e de longos ciclos de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;16- HP não engolirá a 3Com tão suavemente&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A aquisição da 3Com pela HP não ocorrerá de forma tão suave quanto algumas pessoas pensam. As culturas das duas empresas não são sequer parecidas - pense no Vale do Silício encontrando Pequim. Igualmente problemática é a duplicação de equipamentos de comutação para pequenas e médias empresas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;17- O GSM não morrerá&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Embora a tendência de longo prazo seja a desaceleração para o mercado de equipamentos GSM/GPRS/EDGE, boa parte do terceiro mundo ainda está desenrolando infraestrutura e aparelhos com essas tecnologias. Embora a maioria das modernas estações radiobase possam passar por um upgrade para WCDMA e LTE, as necessidades de comunicação de países de terceiro mundo serão satisfeitas pelas tecnologias GSM/GPRS/EDGE, mais básicas, ainda por algum tempo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;18- Estações radiobase "verdes" não terão um grande desenvolvimento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Estações radiobase de energia renovável são oferecidas pela maior parte das principais empresas de infraestrutura de telecomunicações como Alcatel Lucent, Nokia Siemens, Huawei e Ericsson. No entanto, muitos destes fornecedores estão direcionando suas soluções alternativas para países em desenvolvimento como África, Índia e localidades do Extremo Oriente. Em 2010, 24 mil estações de energia renovável devem ser adicionadas, sendo quase todas em locais que não possuem rede elétrica. Este foco também se reflete no posicionamento de uma das maiores associações da indústria de mobilidade, a GSMA, que lançou o programa ‘Green Power for Mobile’, em 2008. O projeto visa a colaborar com a criação de 118 mil novos e atuais centros de geração de energia em regiões remotas e rurais da África e da Índia até 2012. O nível de maturidade das tecnologias para geração de energia solar e eólica, entretanto, não é suficiente para ganhar escala, afirma a ABI Research. O retorno sobre o investimento nestas operações varia de três a seis anos. Além disso, na avaliação da ABI, a indústria de mobilidade ainda não atentou para outro fato importante: há localidades com fornecimento parcial de energia elétrica, em países como Índia e China, nas quais muitas estações radiobase são movidas a diesel por um período de 12 horas a 14 horas por dia. Os movimentos em relação a estações de energia renovável precisam ir além do foco em locais sem rede elétrica, em áreas rurais e remotas. Sem iniciativas da indústria de mobilidade para expandir o alcance das estações de energia renovável, é pouco provável vermos inovações em tecnologias movidas à luz solar ou ao vento que cheguem ao mercado de massa.19- LTE não será lançado em todo o mundoCom a maioria das operadoras destinando investimentos a aumentar as capacidades de suas redes 3G, os investimentos em LTE devem começar em alguns anos - apesar dos recentes anúncios de redes com essa tecnologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;20 - Mas o RFID continua fazendo barulho...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;De acordo com uma pesquisa da ABI sobre RFID feita com usuários, os investimentos em tecnologias de identificação por radiofreqüência não devem cair em 2010. Entre os participantes da pesquisa, um terço pretende manter o mesmo nível de investimento nesta área, 11% citaram que pretendem reduzir os investimentos em RFID e 8% responderam que não planejam investir na tecnologia em 2010. A tendência de gastos está sendo direcionada pela contínua expansão de segmentos de alta frequência como pagamentos por contato e ticketing, além de avanços nos segmentos de varejo de moda, gerenciamento de ativos e de logística da cadeia de suprimentos. A pesquisa indica que os atuais usuários de RFID elevarão os investimentos em seus atuais sistemas e programas de RFID. A informação sinaliza que a tecnologia deve receber aportes significativos em 2010, acompanhando o ritmo de recuperação econômica. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fontes: Assessoria de imprensa da ABI Research e Agência EFE)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________&lt;br /&gt;MERCADO WEB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Francisco / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Google negocia compra de site de resenhas Yelp&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Google negocia a compra do site de resenhas Yelp, em um acordo que poderia ajudar o líder em buscas na Internet a explorar um lucrativo mercado de anúncios locais, informou a mídia. O Google deve pagar mais de 500 milhões de dólares pela Yelp, de acordo com reportagens confirmadas à Reuters por pessoas próximas à situação. Ao adquirir a Yelp, o Google seria dono de um dos maiores sites de crítica sobre restaurantes locais e informações para pequenos negócios, incluindo mais de 8 milhões de resenhas postadas por usuários da Yelp. Este intenso foco no mercado de negócios local daria um apoio valioso ao Google, que busca convencer comerciantes locais a publicarem seus anúncios e promoções na Internet. "O mercado de campanhas local é um mercado multibilionário que ainda não foi explorado na Web", disse Mark May, analista da Needham &amp;amp; Co. Em julho, o portal de Internet Yahoo se juntou à AT&amp;amp;T Corp em uma parceria que envolveu o pessoal de vendas da companhia telefônica. Os 5 mil funcionários passaram a vender espaço publicitário no Yahoo para o mercado local. A fonte disse que as conversações estão enfraquecidas pela preocupação de alguns investidores da Yelp, que pensam que a companhia poderia estar sendo vendida de forma prematura. Para eles, a oferta poderia ultrapassar os 500 milhões de dólares se houver uma chance de desenvolver o negócio. A fonte acrescentou que o vazamento pode ter acontecido para colocar pressão a favor de um acordo. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;YouTube avalia a cobrança de taxas para seu conteúdo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O site de vídeos mais acessado do mundo poderá passar a oferecer inscrições pagas para conteúdos especiais, como programas de TV e filmes na íntegra, de acordo com David Eun, vice-presidente de parcerias estratégicas da Google. Eun afirma que o formato atual do site e de suas propagandas faz com que nem todos os conteúdos possam ser exibidos. A ação é então também uma tentativa de fechar acordos com proprietários de direitos autorais, muitos deles relutantes em ceder vídeos para a internet sem uma compensação adequada. O mercado dos vídeos online é, há bastante tempo, dominado pelo YouTube. Porém, apesar do imenso número de visitas, o site ainda não descobriu uma maneira eficiente de gerar renda significativa, já que seus anúncios têm pouca veiculação. Agora, o executivo-chefe da Google, Eric Schmidt, afirmou que tornar o YouTube rentável é prioridade total. Há algum tempo, os responsáveis pela plataforma de vídeos acreditavam que a saída para aumentar a publicidade no site era obter conteúdo mais profissional. Assim, foram feitas propostas para redes de TV e estúdios de cinema sobre a possibilidade de disponibilizarem shows e filmes na íntegra, com a veiculação de propagandas. Até agora, porém, apenas alguns produtores concordaram com a idéia, diz o site de notícias Daily Tech. A Google espera que a cobrança de inscrições anime as emissoras a liberar seu conteúdo para o site. A possibilidade de um modelo pay-per-view, como o utilizado pela iTunes Store e pela loja Amazon, não está descartada, conta o site do jornal inglês The Guardian. A estratégia pode ajudar ainda o site na disputa com seus concorrentes, que crescem a cada dia, como o americano Hulu , que tem como parceiros a NBC, a News Corporation e a Disney, e exibe programas e episódios completos de diversos seriados. “Acredito que trabalhar com um modelo gratuito é uma maneira muito difícil de mostrar o valor do nosso conteúdo”, explica Chase Carey, presidente da News Corporation que ainda é dono de emissoras como a Fox e a Sky, além dos estúdios 20th Century Fox e Fox Searchlight. Desde o lançamento da publicidade no site, em 2008, o Hulu se tornou a segunda plataforma de vídeos mais acessada nos EUA. Seu conteúdo pode ser acessado apenas no país, mas uma expansão já está sendo trabalhada, informa o próprio site, o que pode incluir ações no Reino Unido.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agence France Presse / AFP)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________________________&lt;br /&gt;LOGISTICA &amp;amp; INFRAESTRUTURA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TAM anuncia aquisição da Pantanal por R$ 13 milhões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A companhia aérea TAM anunciou hoje, segunda-feira, dia 21/12, a aquisição da concorrente Pantanal Linhas Aéreas. Segundo a empresa, o valor da operação é de R$ 13 milhões. "A eficácia da aquisição das ações de emissão da Pantanal pela Companhia está sujeita ao cumprimento de determinadas condições, incluindo, sem limitação, a obtenção da autorização prévia expedida pela Anac - Agência Naciona de Aviação Civil -", apontou a empresa em comunicado enviado à CVM - Comissão de Valores Mobiliários. A Pantanal, fundada em 1993, opera com seis aeronaves a partir do aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e possui rotas para cidades do interior paulista, mineiro e paranaense, como Maringá, Juiz de Fora, Araçatuba, Bauru e Presidente Prudente. Segundo os dados da Anac, a Pantanal foi responsável em novembro por 0,16% do mercado de aviação doméstica. A TAM é a líder, com 43,93% do mercado, mas nos últimos meses viu a principal concorrente, a Gol, se aproximar da liderança - em novembro ficou com 42,25% do mercado. No segmento internacional, a TAM lidera com folga, com participação de 85,41% ante 14,59% da Gol.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Montreal / Canadá&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Transporte aéreo registra pior resultado em 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A aviação comercial registrou em 2009 "seu pior resultado" da história, com queda de 3,1% no transporte regular de passageiros, segundo dados preliminares publicados na sexta-feira, dia 18/12, pela OACI - Organização de Aviação Civil Internacional. Esta redução, a maior já registrada pela indústria, reflete a queda de 1% do PIB mundial este ano, explica o organismo da ONU. O conjunto do tráfego aéreo caiu em todas as regiões do planeta, exceto no Oriente Médio, onde cresceu 10%. O transporte internacional recuou 3,9% e o doméstico, 1,8%. Os maus resultados foram atenuados pelo crescimento do transporte interno de passageiros em mercados emergentes da Ásia e da América Latina, e pela boa performance relativa do transporte aéreo de baixo custo na América do Norte, Europa e região Ásia-Pacífico, afirma a OACI. O organismo prevê o retorno do crescimento em 2010, com alta de 3,3%, e que em 2011 o transporte aéreo mundial voltará a se recuperar, com o avanço tradicional de 5,5%. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agence France Presse / AFP)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;TELECOM &amp;amp; ENERGIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ottawa / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lucro e previsões da RIM superam estimativas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A RIM - Research In Motion -, fabricante do Blackberry, registrou forte alta em seu lucro e apresentou perspectivas ainda melhores, com a forte demanda de fim de ano ajudando a empresa a defender-se da concorrência. Deixando para trás os temores de que a Apple e outras empresas rivais estariam ganhando seu mercado, a maior empresa de tecnologia do Canadá disse que distribuiu um recorde de 10 milhões de telefones inteligentes (smartphones), fazendo suas ações de 12,1% após o fechamento. Os resultados não somente ficaram acima das expectativas para o terceiro trimestre, mas a previsão para o atual trimestre facilmente superou as estimativas da maioria dos analistas. O analista Tero Kuittinen da MKM Partners disse que as perspectivas de vendas são um sinal de que a RIM está penetrando com sucesso no mercado ao consumidor. "Essa é uma grande surpresa positiva, porque as pessoas ficaram muito céticas sobre o trimestre de fevereiro", disse ele. A RIM está em um esforço agressivo no mercado em uma tentativa de impulsionar o crescimento e diversificar sua base de clientes para além do segmento corporativo, que usa o BlackBerry como ferramenta para serviços de e-mail. Ao mesmo tempo, a empresa enfrenta concorrência do iPhone da Apple e do Droid da Motorola. Para o terceiro trimestre encerrado em novembro, a RIM diz que o lucro subiu para US$ 628,4 milhões, ou US$ 1,10 por ação, contra US$ 396,3 milhões um ano antes. A receita subiu 41%, para US$ 3,92 bilhões. A empresa espera lucros entre US$ 4,2 bilhões e US$ 4,4 bilhões, ou de US$ 1,23 a US$ 1,31 por ação. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________&lt;br /&gt;MERCADO DE LUXO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação - São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nasce uma marca de luxo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Com menos de dez anos, a grife francesa Pinel et Pinel tornou-se uma das mais desejadas quando o assunto são malas e acessórios de couro com toque moderno e alta qualidade.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos anos são necessários para que os novos produtos comecem a figurar no patamar de “desejabilidade” de marcas centenárias como Hermès, Louis Vuitton e Goyard? Se a pergunta for dirigida ao designer francês Frédéric Pinel, fundador da Pinel et Pinel, certamente a resposta será, não sem uma boa dose de incredulidade, cinco anos. Afinal, este foi o intervalo de tempo que ele mesmo precisou para transformar sua pequena confecção de baús, malas e acessórios de couro em uma marca que hoje disputa mercado com as líderes do segmento de luxo. “Não achei que o reconhecimento fosse vir tão rápido”, diz Pinel, durante a segunda edição da Conferência Internacional do Negócio do Luxo, Atualuxo, promovida pela MCF Consultoria, em São Paulo, entre os dias 9/9 a 11/9.&lt;br /&gt;Avaliada em 70 milhões de euros, a Pinel et Pinel, começou há dez anos, com investimento de cerca de 45 mil euros. Valor suficiente para produzir sua primeira versão dos antigos baús de viagem, com design moderno, materiais de primeira linha, como couro de peixe e jacaré, e acabamento irrepreensível.&lt;br /&gt;O resultado foi tão surpreendente que outros pedidos não tardaram a aparecer, assim como a ampliação do portfólio, que até hoje não para de crescer. Assim surgiram baús-escritório, baús com caixas de som e conexão para iPod, malas para levar a bicicleta dobrada e até um baú-floresta, com um bonsai dentro. Isso, fora os porta-isqueiro, porta-cartão, cigarreiras, carteiras, pulseiras, frasqueiras e sandálias de dedo únicas e em cores fortes como o pistache, o roxo e o laranja, que se tornaram suas marcas registradas.&lt;br /&gt;Aos poucos, começaram a aparecer também as solicitações especiais para clientes famosos como Michael Jordan – para quem Pinel fez um baú com divisórias, próprias para armazenar a coleção de 23 pares de tênis do jogador –, o perfumista Francis Kurkjan – que lhe pediu que criasse uma boutique móvel, com todas suas essências e misturas – e a casa de champanhe Krug, que mesmo pertencente ao grupo LVMH, optou por fazer com Pinel um baú especial de piquenique para lançar uma edição limitada. “Não tenho tempo para focar em apenas um tipo de produto, como fizeram as grandes marcas por muitos anos. Preciso ampliar meu horizonte de atuação desde já. Cada vez mais me firmo como designer de produtos e não apenas de baús ou acessórios”, afirma Pinel, que no momento está desenvolvendo uma linha de facas e não descarta atuar em qualquer outro segmento.&lt;br /&gt;Com a estrutura ainda pequena, não foi difícil perceber que a customização das peças era um diferencial a ser levado a sério se quisesse ganhar terreno rapidamente no mercado de luxo. “A customização permite criar, rapidamente, uma relação íntima com o público, fazendo com que ele se identifique com a marca e nossos produtos de forma confortável e, ao mesmo tempo, individualizada. A customização é o primeiro passo para o verdadeiro luxo sob medida. É a ilusão do verdadeiro luxo.”&lt;br /&gt;Segundo Pinel, o problema das grandes marcas é que nelas o luxo se tornou uma máquina, onde não se tem mais tempo para atender aos pedidos especiais de seus clientes. “Nossa sorte é que temos o tempo a favor e podemos trabalhar com a essência da criação”, diz ele, lembrando as 400 horas que foram necessárias para a fabricação do baú de Michael Jordan. “Luxo é ter tempo para ouvir nossos clientes e ainda podemos nos permitir isso.” Mas essa situação pode estar com os dias contados. Em entrevista ao site Gestão do Luxo, Pinel afirmou que está negociando a venda de cerca de 35% de sua marca para banqueiros da família Rothschild. “Preciso ter esse tipo de parceria para crescer rápido e poder competir com mais força com as grandes empresas.”&lt;br /&gt;Uma das primeiras medidas que o ex-publicitário deverá tomar assim que assinar com seu novo sócio-investidor será finalmente abrir sua primeira loja em Paris. “Tínhamos a intenção de inaugurar em setembro de 2008, mas aí veio a crise e achamos melhor não arriscar. Agora, quando acontecer, teremos mais estrutura para fazê-lo no local e hora certa”, diz Pinel, que já faz planos para ampliar sua rede com butiques próprias em Nova York, Londres, Los Angeles e Hong Kong. “Quem sabe um dia também venha para o Brasil. Vejo pelo número de acessos no meu site que há muito interesse na marca no Rio e em São Paulo.” Por enquanto, os produtos da Pinel et Pinel podem ser encontrados apenas no show room da marca, no bairro de Montmartre, e na Colette, em Paris, na Harrod’s, em Londres, e na Lane Crawford, em Hong Kong. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Juliana Bianchi / Gestão de Luxo) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;EXPEDIENTE:&lt;/strong&gt; REDAÇÃO - Rua Menezes Paredes, 124 – Nonoai – CEP 90830-070 – Porto Alegre/RS – Tels.: +55 51 3276.2143 – E-mail: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:redacaoipressbiz@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;redacaoipressbiz@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Editora-chefe Kátya Desessards – katya.desessards@gmail.com * Editora Letícia Vargas Tel.: +55 51 8206.7350 * Repórter Caren Martins Oliveira - Revisora Lúcia Iná Sá d’Oliveira -&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:professoraluciaina@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;professoraluciaina@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Fotógrafo Nilton Santolin - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.niltonsanolin.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.niltonsanolin.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Sucursal São Paulo/SP Ana Díaz Monteiro – Editora Assistente * Sucursal Brasília/DF Marco Aurélio Reis – Repórter * Sucursal Rio de Janeiro/RJ Luiz A. Mascarenhas – Repórter * Sucursal Internacional Lisboa/Portugal Maria João Souto Freitas – Correspondente * EMPRESAS PARCEIRAS Pezco Consultoria &amp;amp; Pesquisa (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pezco.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.pezco.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;) / PRNewswire Brasil (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.prnewswire.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.prnewswire.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;) * DEPARTAMENTO COMERCIAL Flávia Pereira Neto – Executiva de Conta – Cel.: +55 51 9136.2404&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;i-press.biz - Direitos autorais e comerciais reservados.É proibida a reprodução, total ou parcial, distribuição ou disponibilização pública, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa. A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal) com pena de prisão e multa; conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 105, 108 e incisos da Lei 9.610, de 19.2.98, Lei dos Direitos Autorais). i-press.biz - Copyright © 2008/2009 - Todos os direitos reservados&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5066595116847076406-2080449941873910363?l=e-pressbiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://e-pressbiz.blogspot.com/2009/12/edicao-251-ano-ii.html</link><author>katya.desessards@gmail.com (Kátya Desessards)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/Sy9Uuy2N-XI/AAAAAAAABks/W2Q-6GnlN3E/s72-c/nova+id%C3%A9ia+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5066595116847076406.post-5070459450904152049</guid><pubDate>Fri, 18 Dec 2009 10:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-18T08:43:29.985-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>TI</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bancos</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>logistica</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indústria</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>agronegócios</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>comércio exterior</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indicadores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bolsa de valores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>web</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cotações</category><title>Edição 250 | Ano II</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SytafCXIv1I/AAAAAAAABkk/GAuZMjN6dWA/s1600-h/Am%C3%A9rica+Latina.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 145px; FLOAT: left; HEIGHT: 207px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416522466099511122" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SytafCXIv1I/AAAAAAAABkk/GAuZMjN6dWA/s200/Am%C3%A9rica+Latina.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Nova Iorque / EUA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:180%;"&gt;América Latina deixa recessão e retoma crescimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A América Latina deixou a recessão no terceiro trimestre de 2009 e retornou ao crescimento econômico, graças a uma melhor situação macroeconômica e ao fortalecimento dos mercados internos, avaliou hoje a agência de qualificação de risco Moody's. "A América Latina saiu de sua curta recessão e está no caminho da recuperação", diz a agência em um relatório divulgado em Nova York sobre as perspectivas de crescimento para a região, onde prevê que o PIB - Produto Interno Bruto - crescerá a um ritmo de 4% em 2010. Os especialistas da Moody's explicaram que a recessão em que a região entrou em 2009 foi "curta" e que, após sair dela, a América Latina está se transformando "em uma das poucas zonas a liderar a recuperação global." A agência diz que essa recuperação é liderada por países da América do Sul, "cujas economias estão mais diversificadas em termos de comércio internacional e que executaram medidas mais agressivas para estimular seus mercados."&lt;br /&gt;A Moody's fez referência direta ao Brasil, além de Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, México, Peru, Uruguai e Venezuela, que juntos representam 80% do PIB da região. Um dos fatores que, de acordo com os analistas da Moody's, explicam a resistência da região e sua rápida recuperação é "a maior solidez dos fundamentos macroeconômicos da zona frente a crises do passado, em particular a correção dos principais desequilíbrios." O estudo diz que a região "aprendeu com o passado e, em consequência, tomou medidas preventivas não só para preservar a disciplina econômica, mas também para fazer esforços adicionais em prol da economia." "Os países que liderarão agora o avanço serão os que registraram as contrações mais leves, que são, por sua vez, os que contam com os mercados internos mais sólidos e cujo crescimento depende menos do setor externo", explica a agência, que ressaltou o papel de Brasil, Bolívia, Peru, Chile e Colômbia.&lt;br /&gt;O relatório destacou também alguns "dos desafios do futuro" que a América Latina deve enfrentar, como a necessidade de "assegurar que sua recuperação seja auto-sustentável, não só mediante o fomento da participação privada, mas iniciando os estímulos e incentivos corretos." "Para garantir um crescimento sustentável é necessário fortalecer os recursos do crescimento permanente - economia e investimento, produtividade e troca tecnológica -, através de reformas estruturais", dizem os analistas, que explicaram que a região enfrenta também "a ameaça de uma bolha financeira". &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Meirelles prevê que PIB crescerá 5% ou mais em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, previu hoje que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro poderá se sustentar acima de 5% no próximo ano. "Esperamos um crescimento em 2010 de cerca de 5% ao ano. Talvez um pouco mais do que isso", disse Meirelles à TV NBR, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), após participar de entrevista a emissoras de rádio no programa "Bom Dia, Ministro". Esta é a primeira vez que o presidente do BC considera uma expansão do PIB acima de 5%, porcentual já incorporado aos cálculos do governo. Esse crescimento, de acordo com Meirelles, estaria ancorado na geração de emprego e aumento do crédito, e se daria com a inflação sob controle. "Talvez seja a maior criação de empregos da história do Brasil em tempos normais", considerou.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Washington / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Associação de bancos alerta sobre supervalorização de ativos no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O IIF - Instituto de Finanças Internacionais -, a maior associação de bancos do mundo, lançou nesta quinta-feira um alerta sobre a supervalorização de ativos financeiros no Brasil e em outros mercados emergentes. "São indicativos do que vemos como uma tendência", disse hoje em entrevista coletiva Charles Dallara, diretor-executivo do IIF, em referência ao recente auge nos mercados financeiros de muitos mercados emergentes. Segundo Dallara, em geral, a forte alta da bolsa no Brasil fala "positivamente" sobre a força de sua economia. Nesse sentido, lembrou que, na última década, o Brasil deixou de ser um país com inflação alta e ambiente econômico instável para ter inflação baixa e ser um lugar atrativo para investidores nacionais e internacionais. O Brasil é o segundo mercado mais rentável do mundo neste ano, com uma rentabilidade acima dos 120%. Além disso, o índice de preço-lucro nos últimos 12 meses no país é de 16 vezes, frente à média histórica de 13 vezes. "Não estamos dizendo que seja necessário parar neste nível de valorização de ativos", afirmou Hung Tran, subdiretor-gerente do IIF, em referência aos mercados emergentes. Para Hung, a mensagem que o IIF quer transmitir é que se não houver ações para prevenir essa forte valorização de ativos, alguns deles de baixa qualidade creditícia, pode haver problemas no futuro. Já Dallara disse que em alguns casos a solução pode levar a aumentos nas taxas de juros, uma medida que acarreta certos riscos no curto prazo porque poderia estimular ainda mais o apetite dos investidores. Caso os ajustes monetários não sejam uma opção, Dallara falou que os governos deveriam considerar seriamente reduzir as políticas de estímulo fiscal. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fusões devem fechar 2009 em queda de 31%&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As operações de fusões e aquisições no Brasil devem cair 31% em 2009, passando de 663 no ano passado para 456 negócios neste ano, segundo levantamento feito pela KPMG. Até 15 de dezembro, foram fechadas 430 operações, mas o número deve chegar a 456 até o fim do ano. "No primeiro semestre, tivemos uma forte desaceleração no número de transações por causa dos reflexos da crise no mercado de crédito e do ambiente de incerteza", disse em nota o sócio da KPMG Brasil responsável pela pesquisa, Luís Motta. Segundo ele, no segundo semestre, o cenário se inverteu e começou a ocorrer uma retomada gradativa das operações. Para 2010, a instituição prevê um movimento mais intenso de fusões e aquisições devido ao retorno das aberturas de capital das empresas e da melhora das perspectivas econômicas no Brasil e no exterior. No primeiro trimestre do próximo ano, deve ocorrer um aumento de 15% no número de negócios e, nos trimestres seguintes, o movimento deve crescer gradativamente."Se este cenário seguir o curso previsto, poderemos fechar o ano de 2010 em um nível superior ao de 2008, segundo melhor ano da história, quando tivemos uma movimentação de 663 operações", afirmou Motta. Em 2009, os setores que mais tiveram operações de fusões e aquisições foram os de tecnologia da informação (53 transações), alimentos, bebidas e fumo (38) e telecomunicações e mídia (23). No quarto trimestre do ano, foram registradas 114 operações em dezembro até o dia 15, mas o número deve chegar a 140 até o fim do mês.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Estado)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________________________________________________&lt;br /&gt;MANCHETES DOS PRINCIPAIS JORNAIS Nacionais e Internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Sexta-feira / 18 de dezembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Jornais nacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Folha de S.Paulo / Aécio sai e amplia pressão sobre Serra&lt;br /&gt;Agora S.Paulo / Lula vai criar regra para amento do mínimo até 2023&lt;br /&gt;O Estado de S.Paulo / Aécio sai da disputa e abre espaço para chapa com Serra&lt;br /&gt;Jornal do Brasil / Aécio desiste e abre campanha&lt;br /&gt;O Globo / O Dia D do planeta&lt;br /&gt;Valor Econômico / Sem concessões dos EUA, cúpula ruma ao fracasso&lt;br /&gt;Correio Braziliense / Aécio desiste do Planalto e força decisão de Serra&lt;br /&gt;Estado de Minas / E agora, José?&lt;br /&gt;Diário do Nordeste / Violência muda hábitos na Capital&lt;br /&gt;A Tarde / Iguatemi e Itaigara enfrentam tiroteio em pleno meio-dia&lt;br /&gt;Extra / Vereador Cristiano Girão é preso dentro da Câmara&lt;br /&gt;Correio do Povo / Obras transformam RS em 2010&lt;br /&gt;Zero Hora / Descontrole provoca pagamento indevido de salários na Assembleia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Jornais internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;The New York Times (EUA) / Obama tem objetivo de arrebatar um acordo nas negociações de clima&lt;br /&gt;The Washington Post (EUA) / Redskins contrata Bruce Allen como gerente geral após renúncia de Vinny Cerrato&lt;br /&gt;The Times (Reino Unido) / União promete desafiar BA com a votação de nova greve&lt;br /&gt;The Guardian (Reino Unido) / Cortes de emissão de gases em Copenhague "não vai salvar o planeta"&lt;br /&gt;Le Figaro (França) / Clima: a imposição de Sarkozy para salvar a cúpula&lt;br /&gt;Le Monde (França) / Burocracia: a gestão Sarkozy imobilizada pelo Tribunal de Contas&lt;br /&gt;China Daily (China) / Preserve o progresso: Wen&lt;br /&gt;El País (Espanha) / Haidar voltou para Laayoune após intervenção da França e dos EUA&lt;br /&gt;Clarín (Argentina) / Governo lançou duro ataque a enviado de Obama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO DE CAPITAIS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP e Associated Press)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bovespa lança índice de empresas do setor financeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A BM&amp;amp;FBovespa anunciou nesta quinta-feira a criação de um novo índice de ações para a Bovespa - Bolsa de Valores de São Paulo - voltado para empresas do setor financeiro e que começará a operar em 2010. O indicador de chamará IFinanceiro e terá o código IFCN. Segundo a prévia divulgada hoje, ele será composto por 13 ações de 12 empresas diferentes, entre bancos, seguradoras e serviços financeiros diversos - a lista definitiva será apresentada no último dia útil do ano. "O novo índice permitirá que os investidores diversifiquem suas estratégias, além de possibilitar o lançamento de novos derivativos financeiros, como os fundos de índices conhecidos por ETFs (Exchange Traded Funds). Atualmente, a Bolsa disponibiliza quatro ETFs, espelhados nas carteiras dos índices MidLarge Cap, Small Cap, Ibovespa e IBrX-50", informou a BM&amp;amp;FBovespa em nota. Segundo a prévia, farão parte do índice as ações preferenciais do Itaú-Unibanco, Bradesco, Itaúsa, Banco Panamericano e BicBanco, as preferenciais classe B do Banrisul, as ordinárias do Banco do Brasil, Bradesco, BM&amp;amp;FBovespa, Redecard, Cielo (ex-Visanet) e Porto Seguro e as Units da Sul América. Atualmente, a Bovespa já conta com 14 índices diferentes. O mais importante é o Ibovespa, que conta as ações mais negociadas na Bolsa paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Nas Bolsas da Ásia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Asiáticas encerram semana em baixa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As principais bolsas asiáticas terminaram a semana com sinal negativo. Nesta sexta-feira, as bolsas da China novamente tiveram forte influência sobre outros mercados da região. Não houve negociações na Indonésia e Malásia por ser feriado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Hong Kong&lt;/strong&gt; teve o quarto pregão consecutivo de perdas, por conta da realização de lucros e das preocupações sobre as medidas de aperto econômico na China, especialmente no setor imobiliário. O Hang Seng caiu 171,75 pontos, ou 0,8%, e terminou aos 21.175,88 pontos - na semana, o índice acumulou baixa de 6,4%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- As Bolsas da China&lt;/strong&gt; também fecharam em queda pelo quarto pregão seguido, com o forte declínio no segmento imobiliário. O Xangai Composto desabou mais 2,1% e encerrou aos 3.113,89 pontos - o índice baixou 4% esta semana. Já o Shenzhen Composto despencou 3,5% e terminou aos 1.127,88 pontos. A recuperação do euro em relação ao dólar fez com que o yuan apresentasse ligeira alta sobre a unidade dos EUA. No mercado de balcão, às 4h30min (horário de Brasília), a cotação de compra e venda do dólar era de 6,8284 yuans, abaixo do fechamento de quinta-feira, que foi de 6,8286 yuans.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan,&lt;/strong&gt; apresentar ligeira ascensão. O Taiwan Weighted subiu 0,2% e encerrou aos 7.753,63 pontos, mas com baixo volume de negociações - os investidores estrangeiros andaram de lado, à espera dos feriados do fim de ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul&lt;/strong&gt; fechou praticamente estável, com os ganhos em tecnologia e siderúrgicas compensando as perdas nos bancos. O índice recuou apenas 0,05%, aos 1.647,04 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Austrália, o índice S&amp;amp;P/ASX 200 da Bolsa de Sydney&lt;/strong&gt; baixou 0,4%, aos 4.650,0 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O índice PSEi da Bolsa de Manila, nas Filipinas,&lt;/strong&gt; perdeu 1%, aos 3.016,99 pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;ONTEM –&lt;/span&gt; Na Bovespa, NY e Europa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bovespa fecha com perda de 2,27% em dia de nervosismo mundial&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma onda de nervosismo em relação às economias europeia e americana contribuiu para a Bovespa sofrer seu pior "tombo" em mais de um mês. A principal "vítima" do dia foram as ações da mineradora Vale, muito sensível às variações do preços das matérias-primas. A taxa de câmbio doméstica cravou R$ 1,79, o preço mais alto em quase três meses, refletindo o dia agitado no mercado. Desde junho, a cotação da moeda americana não tinha uma variação tão brusca como a de ontem, dia 17/12.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Ibovespa&lt;/strong&gt; cedeu 2,27% no fechamento, aos 67.067 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O giro financeiro&lt;/strong&gt; foi de R$ 7,35 bilhões. Respondendo por um quarto dos negócios realizados na Bolsa, a ação preferencial da Vale foi o grande "motor" das perdas do dia. O ativo desvalorizou 3,42%, cotado a R$ 41,45, movimentando R$ 1,58 bilhão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O dólar comercial&lt;/strong&gt; subiu 2,34% e atingiu R$ 1,791, sua maior cotação desde 29 de setembro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A taxa de risco-país&lt;/strong&gt; marca 216 pontos, número 8% acima da pontuação anterior. Lá fora, o euro bateu sua cotação mais baixa em três meses.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Análise 1 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;"Houve influência do pessimismo com relação à economia europeia, com todas essas notícias sobre o rebaixamento da Grécia, e os riscos envolvendo outros países desse continente, como Espanha ou Portugal. A questão é que, hoje, o mercado vê a Europa como um dos principais motivos para um 'upside' alta dessas ações. A China já estava comprando bastante commoditie]", comenta Leonardo Alves, analista da Link Investimentos. "Eu vejo perspectivas muito boas para o preço do minério no ano que vem, baseado principalmente numa recuperação da economia europeia e também, da japonesa. É possível que a China cresça até um pouco menos", acrescenta. Entre as principais notícias do dia envolvendo a mineradora, a imprensa chinesa reportou que alguns contratos fechados entre a empresa brasileira e companhias chinesas foram fechados com preços de frete 20% a 30% mais baixos do que o normal. A Vale não confirmou a informação. Em sua estreia na Bolsa, a ação dos Laboratórios Fleury disparou 14,06%, sendo cotada a R$ 18,25, com negócios de R$ 163,25 milhões. "Nós vimos muitos agentes financeiros, principalmente bancos, correndo para reduzir suas posições vendidas [que apostam na baixa da moeda] e não passar o final de ano expostos. Essa movimentação poderia ter ocorrido antes, mas parece que tudo acumulou hoje. Houve um pouco do famoso 'efeito manada': todo mundo começou a entrar no mercado para não pagar um preço muito alto", comenta Carlos Alberto Postigo, gerente de operações da Casa Paulista Assessoria Bancária (Banco Paulista).&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Análise 2 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Ontem, o Banco Central brasileiro mostrou que está preocupado com a recuperação da demanda interna e com uma possível pressão sobre os preços e de risco inflacionário. Economistas já avaliam a perspectiva de que a autoridade monetária comece a subir a taxa básica de juros a partir do segundo trimestre, de modo a devolver a Selic para o patamar de 10,50% até o final do ano que vem. A ata do Copom - Comitê de Política Monetária - divulgada ontem diz respeito à reunião dos dias 8 e 9 deste mês, quando se manteve a taxa básica de juros brasileiro em 8,75% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas em NY recuam com avanço do dólar e dados ruins sobre economia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas americanas fecharam em baixa nos pregões de ontem, dia 17/12. Uma série de dados ruins sobre a economia do país e o fortalecimento da cotação do dólar ante outras moedas fortes fizeram com que os negócios ficassem em terreno negativo durante todo o dia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Dow Jones Industrial Average -&lt;/strong&gt; principal indicador da Nyse - Bolsa de Valores de Nova Iorque - perdeu 1,27%, para 10.308,26 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O ampliado S&amp;amp;P 500&lt;/strong&gt; recuou 1,18%, para 1.096,07 unidades.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Bolsa tecnológica Nasdaq,&lt;/strong&gt; o indicador Nasdaq Composite teve baixa de 1,22%, para 2.180,05 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 1 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;A moeda americana subiu hoje ao maior nível em mais de três meses ante o euro, o que é visto pelo mercado como um sinal de aversão ao risco - levando os investidores a se retrairem. Além disso, a alta do dólar força uma queda do preço das commodities, fazendo com que ações de empresas como petrolíferas, mineradoras e siderúrgicas recuem. Dois dados foram importantes para esse mau humor em relação à economia do país. O primeiro veio do Departamento de Trabalho, que informou hoje que o número de pedidos iniciais de auxílio-desemprego no país aumentou em 7.000 na semana encerrada no último dia 12, para 480 mil. A expectativa dos economistas era de um total de 465 mil pedidos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Análise 2 -&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; Já na área corporativa, um motivo para a retração hoje veio da FedEx, uma das principais empresas de logística dos EUA. Ela informou ontem que terá um resultado no seu terceiro trimestre fiscal menor do que o esperado pelos analistas. Para o mercado, esse é um sinal de que a economia americana ainda patina - o volume de bens transportados pelas empresas de logística é considerado um medidor importante do desempenho da economia. Outra empresa a ajudar no desempenho ruim de Wall Street foi o Citigroup. As ações do banco caíram mais de 7% depois que houve pouca procura pelos seus papéis vendidos ao mercado para levantar fundos com o objetivo de pagar seu empréstimo junto ao governo americano.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas europeias fecham em baixa com perdas entre bancos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas europeias fecharam em baixa ontem, dia 17/12, encerrando uma série de ganhos de cinco dias, com preocupações sobre novas e mais rígidas regulações do Comitê da Basileia e com a resposta negativa à oferta de ações do Citigroup pressionando as ações dos bancos para baixo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Londres&lt;/strong&gt; caiu 1,93%, indo para 5.217,61 pontos no índice FTSE 100.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Frankfurt&lt;/strong&gt; teve baixa de 1% no índice DAX, para 5.844,44 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Zurique&lt;/strong&gt; teve queda de 0,66%, indo para 6.489,23 pontos no índice Swiss Market.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Madri&lt;/strong&gt; teve baixa de 1,36%, com 1.218,06 pontos no índice Madrid General.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Amsterdã&lt;/strong&gt; subiu 0,59%, para 326,68 pontos no índice AEX General.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O FTSEurofirst 300,&lt;/strong&gt; índice das principais ações europeias, caiu 1,25%, a 1.018 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt;&lt;em&gt; "Os fatores que estão preocupando o mercado são o Citigroup oferecendo ações com desconto para aumentar capital, preocupações com o Fed e, depois, você tem o dólar subindo", disse o economista Peter Dixon, do Commerzbank. "Há muitas coisas acontecendo. Mas nós estamos caminhando para o final do ano e os investidores estão tirando o risco do jogo em um momento em que os volumes de negócios estão fracos, então os movimentos são exagerados." Os papéis dos bancos foram os que mais se desvalorizaram. As ações do HSBC, Barclays, Lloyds Banking Group e Banco Santander caíram entre 1,6% e 7,5%. O Citigroup chegou a perdeu 6,4% em Wall Street após ter vendido US$ 17 bilhões em ações, a US$ 3,15 por ação. O setor também foi derrubado após reguladores dizerem que os grandes bancos terão que deixar de lado maiores lucros ou até mesmo elevar a proteção de capital sob novas e mais rígidas propostas do Comitê de Basileia sobre bancos. O Fed - Federal Reserve - disse ontem que vai deixar a maioria de seus instrumentos especiais para injeção de liquidez expirarem até o início de 2010.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO FINANCEIRO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Investimento estrangeiro no mercado financeiro atinge R$ 43 bilhões no ano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os investimentos estrangeiros no mercado financeiro somam US$ 43,07 bilhões neste ano até novembro, contra US$ 4,6 bilhões no mesmo período do ano passado. Considerando apenas o resultado no mês passado, foram US$ 3,25 bilhões. Em outubro, o valor havia sido recorde, em US$ 17,119 bilhões, por conta da operação de lançamento de ações do banco Santander. O investimento total em ações foi de US$ 1,9 bilhão. Outros US$ 1,35 bilhão foram aplicados em renda fixa. Em relação a novembro de 2008, houve aumento nos investimentos estrangeiros - no ápice da crise financeira, houve saída de US$ 4,48 bilhões de investimentos estrangeiros em carteira do Brasil. Já os investimentos de estrangeiros no setor produtivo fecharam novembro em US$ 2,37 bilhão. Em outubro, haviam sido de US$ 1,56 bilhão. No ano, esses investimentos somam US$ 26,68 bilhões, contra US$ 19,63 bilhões no mesmo período de 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Previsão -&lt;/strong&gt; O Banco Central ampliou significativamente sua previsão para os investimentos estrangeiros no mercado financeiro em 2009. A projeção da autoridade monetária para esse investimento passou para US$ 46,5 bilhões, ante previsão anterior, feita em setembro, de US$ 22 bilhões. Para 2010, a estimativa de investimentos em ações e renda fixa é de US$ 25 bilhões, contra US$ 15 bilhões previsto anteriormente. Já para os investimentos estrangeiros no setor produtivo, a previsão se manteve em US$ 25 bilhões em 2009. Para 2010, a estimativa passou de US$ 38 bilhões para US$ 45 bilhões. Em outubro, o governo instituiu a cobrança de 2% de IOF - Imposto sobre Operações Financeiras - sobre o capital estrangeiro investido em ações e renda fixa. A medida é uma forma de diminuir a entrada de capital especulativo no país e evitar a valorização excessiva do real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________&lt;br /&gt;INDÚSTRIA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Bento Gonçalves / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Movelsul Brasil 2010 promoverá 400 rodadas de negócios com o Projeto Comprador&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Incentivar a abertura do mercado internacional para o móvel brasileiro é o principal objetivo do Projeto Comprador, realizado durante a Movelsul, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportação (Apex). Nos dias 23 e 24, as empresas brasileiras integrante do Programa Brazilian Furniture vão participar de rodadas de negócios com os 20 importadores convidados pelo Sindmóveis. O projeto vai contar com representantes de empresas do México, Colômbia, Inglaterra, Estados Unidos, Espanha, Alemanha, França, Chile e Angola. Para a realização das cerca de 400 rodadas previstas, o Sindmóveis cruza os perfis das empresas importadoras e das empresas brasileiras inscritas e realiza os agendamentos. O Projeto Comprador fomenta os negócios das indústrias moveleiras, além de propagar o nome e a qualidade dos móveis brasileiros nos mercados consumidores ao redor do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;AGRONEGÓCIOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cooperativa vai investir R$ 75 milhões em indústria esmagadora de soja&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cerca de 450 associados da Copacol aprovaram, dia 15/12, por unanimidade, durante Assembleia Geral Extraordinária realizada na Aercol - Associação dos Funcionários da Copacol -, de Cafelândia, o investimento de R$ 75 milhões na construção da Indústria Esmagadora de Soja na sede da Cooperativa. A nova fase industrial da Copacol permitirá um fortalecimento ainda maior dos associados no campo e da própria Cooperativa. A capacidade de esmagamento será de 1,8 mil toneladas ao dia. Além do farelo, será extraído óleo degomado para a utilização na Fábrica de Rações da Copacol, sendo que 73% da soja esmagada será transformada em farelo e 18,5% em óleo. Tanto o farelo quanto o óleo serão também comercializados no mercado interno e externo pela Cooperativa. O início da construção da esmagadora está previsto para julho de 2010 e a conclusão no final de 2011.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confiança -&lt;/strong&gt; De acordo com o presidente da Copacol, Valter Pitol, todos os itens aprovados durante a Assembleia demonstram a confiança dos associados no planejamento realizado pela Cooperativa. "Realizamos vários estudos técnicos e visitamos indústrias para termos a certeza de que estamos realizando o investimento certo. Vamos investir em tudo o que for melhor para os nossos associados", defendeu Pitol em seu discurso.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Procap-Agro -&lt;/strong&gt; A busca de R$ 50 milhões pela Copacol através do Programa de Capitalização das Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro), também foi aprovada por unanimidade durante Assembleia Geral Extraordinária realizada na Aercol. Com esse valor, a Cooperativa deverá fortalecer seu capital de giro e garantir todo o suporte às atividades dos associados.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pagamento de sobras -&lt;/strong&gt; A partir de segunda-feira, dia 21/12, os associados da Copacol receberão 50% do pagamento das sobras referente ao ano de 2009. No total serão destinados aos associados, R$ 16,2 milhões. O pagamento dos restantes 50% das sobras acontecerá após a Assembleia Geral Ordinária que será realizada em fevereiro de 2010. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Imprensa Copa)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Belo Horizonte&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção de limão do Projeto Jaíba será certificada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais e a Central de Associações dos Produtores Rurais do Projeto Jaíba (CentralJai), no norte do Estado, vão desenvolver um trabalho para aumentar as exportações de limão. As negociações começaram nesta semana e visam, principalmente, à certificação do produto com o objetivo de aumentar a quantidade e consolidar a qualidade do produto exportado para a Europa. O trabalho conta com o apoio financeiro da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Paranaíba (Codevasf). “As vendas de limão Tahiti para países europeus já estava sendo realizada, mas para garantir e aumentar o fluxo de comercialização os compradores exigem uma série de informações sobre as práticas gerenciais, ambientais e sociais da produção”, explica o secretário Gilman Viana Rodrigues. Segundo ele, a certificação será feita por uma empresa de reconhecimento internacional. Os produtores de limão terão que fazer adequações físicas nas packing houses (galpões de classificação e embalagem das frutas), investir em sistemas informatizados e se capacitarem. Para as melhorias de infraestrutura serão disponibilizados R$ 2,4 milhões Codevasf. Já a parte de orientação da produção de capacitação dos agricultores será feita pela Emater-MG, órgão de assistência técnica da Secretaria de Agricultura.“Vamos começar o trabalho com 60 produtores. A idéia é seguir o modelo adotado com sucesso no programa Certifica Minas Café, no qual ampliamos gradativamente o número de propriedades certificadas”, comenta Gilman Viana. Além do trabalho de certificação, o secretário também destaca a logística disponível no Estado. “Este ano começamos a exportar manga para a Europa, através do aeroporto de Confins, com vôos diretos para Portugal. Vamos seguir o mesmo caminho para as vendas de limão”. Os primeiros embarques de produtos certificados devem ser realizados em maio de 2010. Com a certificação, os produtores pretendem dobrar o volume exportado. A Europa é o principal mercado consumidor das frutas do Projeto Jaíba, que neste ano deve exportar 5,7 mil toneladas de limão. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: SEAPA - Assessoria de Comunicação – Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produzir frutas de qualidade pode contribuir para boas vendas na época mais quente do ano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Do Vale do São Francisco ao Rio Grande do Sul, Bayer CropScience oferece soluções inovadoras aos fruticultores. Uvas finas e rústicas, mangas e pêssegos. Com a chegada do verão, estas frutas são ainda mais consumidas. As soluções oferecidas pela Bayer CropScience auxiliam o agricultor a obter melhores resultados em todas estas culturas, o que faz com que produtos de qualidade superior cheguem ao consumidor. "Das uvas plantadas na região do Vale do São Francisco, principal pólo produtor desta fruta, são exportadas principalmente as finas, com destaque para as variedades Festival, Thompson e Crimson, todas sem semente", diz Fábio Maia, gerente de culturas HFF da Bayer CropScience para a região Centro. "Para garantir que os consumidores tenham acesso a frutas de alta qualidade oferecemos aos produtores o programa ‘Mais Qualidade', que disponibiliza produtos e serviços diferenciados, do planejamento da safra à entrega da fruta ao atacadista, agregando valor à produção e aos demais elos da cadeia de frutas frescas", afirma Maia. O "Mais Qualidade" oferece assistência técnica diferenciada, informações de mercado, orientação quanto ao uso correto e seguro dos produtos Bayer CropScience e monitoramento da fruta, objetivando obter um produto final com qualidade superior. Para a cultura da uva, o programa é realizado no Vale do São Francisco, Paraná e Campinas, interior de São Paulo.&lt;br /&gt;Além de serem plantadas na região do Vale do São Francisco, as variedades finas também se destacam em Marialva e Jandaia do Sul, cidades no noroeste do Paraná. "As variedades finas de uva de mesa são consumidas principalmente pelo mercado interno. O Paraná é um dos grandes produtores brasileiros de uva de mesa com destaque para a Itália, e 90% do que é produzido na região tem como destino São Paulo", diz Ademir Santini, gerente de HFF da Bayer CropScience para a região Sul. "Outra fruta bastante consumida neste período é a manga. Assim como as uvas finas, a maior parte da produção vem da região do Vale do São Francisco, sendo voltada para o mercado externo", afirma Maia. Também neste caso, a Bayer CropScience está presente para auxiliar o produtor com o inovador conceito do PINBa - Prevenção Integrada Bayer, programa que reúne um dos portfólios mais completos do mercado para as culturas hortifruti.&lt;br /&gt;A empresa é a única a oferecer a solução para manejo da principal praga da manga, o tripes-da-cinta-vermelha (Selenothrips rubrocinctus). Este inseto ataca folhas e frutos da mangueira, danificando os frutos. A solução é Provado, inseticida de ótima ação sistêmica (rápida penetração e distribuição na planta), prolongado período de proteção e alta performance contra pragas de difícil controle, inclusive transmissores de viroses. O pêssego também é bastante consumido nesta época e é cultivado principalmente no RS, que responde por 53% da produção nacional, segundo a Embrapa Clima Temperado. Uma das principais preocupações dos produtores é a podridão parda, causada pelo fungo Monilinia fructicola. "A podridão, além de causar perdas na produção, reduz a qualidade final do fruto, interferindo significativamente na comercialização. Evitar perdas e garantir a produtividade é o nosso principal objetivo. Para isso, indicamos o uso do fungicida Folicur, também utilizado para controle da ferrugem", finaliza Santinni. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Assessoria de Imprensa Bayer CropScience)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;SETOR AUTOMOTIVO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercedes-Benz contrata 300 para fábrica de São Bernardo do Campo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Mercedes-Benz vai contratar mais 300 funcionários para a fábrica de São Bernardo do Campo, que começam a trabalhar em janeiro. Desse total, 50 são aprendizes do Senai. O anúncio foi feito ontem a tarde, dia 17/12, pelo presidente da empresa no Brasil, Jürgen Ziegler, durante visita ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Segundo o presidente do sindicato, Sérgio Nobre, essa foi a primeira vez que um presidente de montadora visitou a sede da entidade em mais de 20 anos. Em setembro, a Mercedes-Benz anunciou a contratação de outros 1.315 trabalhadores para a linha de caminhões e ônibus na mesma planta. De acordo com os últimos números divulgados pela Anfavea - Associação das montadoras -, o número de empregados nessas empresas somou em novembro 123.913 trabalhadores, 2.093 a mais do que no mês anterior, mas ainda abaixo do contabilizado em outubro de 2008 (131.717), quando houve o agravamento da crise internacional. A indústria automobilística estima produzir 3,39 milhões de veículos em 2010. Se o número se concretizar, vai representar um acréscimo de 5,4% sobre a quantidade fabricada neste ano, que deve fechar em 3,22 milhões de veículos, número que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auburn Hills / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chrysler vai montar motores para a Fiat em fábrica dos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A montadora americana Chrysler vai montar um motor pequeno fornecido pela Fiat a partir do final de 2010 por meio de um investimento de US$ 179 milhões em uma fábrica da montadora em Michigan, informou o presidente-executivo das empresas, Sergio Marchionne, ontem, dia 17/12. A Chrysler vai usar o motor de 1.4 litro primeiro no Fiat 500 que será produzido no México, que terá metade de sua produção voltada para o mercado dos Estados Unidos e a outra metade para a América Latina, afirmou Marchionne em entrevista na sede da montadora norte-americana. O anúncio sobre o motor, que faz parte do plano de reestruturação da Chrysler anunciado em novembro, vai criar 573 empregos na indústria, dos quais 155 na Chrysler, disse Marchionne. A Chrysler deixou processo de concordata bancado pelo governo dos Estados Unidos em junho, sob administração da montadora italiana. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;VAREJO &amp;amp; SERVIÇO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Collins inaugura mais três lojas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A marca de moda feminina Collins inaugura hoje duas lojas na capital paulista, na Rua Tabapuã e no Shopping Ibirapuera (sendo essa a segunda loja da rede no shopping). A terceira loja será aberta no sábado, dia 19/12, na Av. Brigadeiro Faria Lima, em Pinheiros. Há 26 anos no mercado, a Collins possui 71 lojas no Estado de São Paulo e trabalha com mais de 500 lojas multimarcas espalhadas pelo Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faturamento da Spedini cresce 27% em 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mesmo em ano de crise financeira global, a rede de fast food de comida italiana Spedini apresentou um balanço positivo, com crescimento de 27% em seu faturamento em relação ao ano passado, para R$ 14 milhões. A empresa consolidou um grande processo de reestruturação do franqueador, iniciado há dois anos, que aprimorou os serviços prestados ao consumidor. Com 16 unidades em operação e presença em cinco Estados (PR, SP, SC, RJ e RSl), a marca já projeta para 2010 a chegada ao Distrito Federal, onde já foram firmados contratos para a abertura de três unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Madri / Espanha&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Inditex tem lucros acima do esperado no ano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O grupo espanhol Inditex, controlador da rede Zara de vestuário, bateu suas expectativas de lucros nos primeiros três trimestres de seu ano fiscal, impulsionado pelo aumento das vendas na Ásia. A empresa disse que no período entre fevereiro e outubro suas vendas subiram 5,5% em termos totais, excluindo variações cambiais, mas que de agosto até o início de dezembro a expansão foi de 9%. O faturamento da empresa alcançou 7,76 bilhões de euros, em boa parte pela abertura de 266 lojas, levando o total da rede para 4.530 pontos de venda. Os lucros da Inditex recuaram 1% na comparação anual, para 831 milhões de euros, contra uma projeção de 815 milhões feita pelo mercado financeiro. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buenos Aires / Argentina&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Walmart lança serviço de download de músicas na Argentina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A subsidiária argentina do Walmart, maior varejista do mundo, colocou no mercado seu serviço de download de músicas. Os clientes podem adquirir cartões nos valores de 15, 25 e 45 pesos e acessar o site www.getmusicla.com/walmart, onde fazem o download depois de digitar o código de segurança do cartão. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;COMÉRCIO EXTERIOR&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exportadores gaúchos têm a pior rentabilidade da década&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As exportações gaúchas em novembro tiveram a pior rentabilidade da década em reais. O volume embarcado foi de R$ 1,6 bilhão, uma retração de 39% em relação ao mesmo mês de 2008, o que significa a perda de R$ 1 bilhão. "O resultado medido na moeda brasileira diz muito sobre o ganho dos exportadores, uma vez que grande parte das suas despesas é efetuada em reais, principalmente o pagamento de mão-de-obra e de matéria-prima", explica o presidente da Fiergs - Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul -, Paulo Tigre, ao avaliar os números da balança comercial. O câmbio valorizado é apontado pelo industrial como uma das principais causas.Em dólares, as vendas externas do Estado também continuam apresentando uma queda acentuada, nesta mesma base de comparação, e somaram US$ 932 milhões. A desaceleração de 16,6% foi puxada pelo setor industrial, que respondeu por 98,5% das exportações gaúchas e deixou de embarcar 12,2% em novembro. Os setores mais atingidos foram Fumo (-29,2%), Máquinas e Equipamentos (-24,8%), Couro e Calçados (-22,1%) e Alimentos e Bebidas (-15%). Juntos responderam por quase 60% dos envios ao exterior. Já o recuo das importações foi menor (-1,3%).Acumulado do ano − De janeiro a novembro de 2009, na comparação com o mesmo período do ano passado, as exportações do RS retrocederam 21,8% e fecharam num total de US$ 13,4 bilhões. Em reais, as perdas foram de 20%, o que significou R$ 5,5 bilhões a menos. A participação do setor industrial no total dos embarques do Estado caiu de 87% para 83%, evidenciando que os impactos da crise são maiores na indústria. "As vendas externas ainda estão em um patamar abaixo de 2007 devido aos efeitos da crise internacional, que puxaram para baixo os preços, a demanda externa e acirraram a concorrência nos mercados globais mais desenvolvidos", destacou o presidente da FIERGS. Os três principais destinos dos produtos gaúchos no ano foram China, Argentina e EUA. Enquanto os chineses elevaram em 23% as suas compras, os argentinos e norte-americanos tiveram uma reação inversa e diminuíram seus pedidos em 16% e 51%, respectivamente.O RS mantém a terceira posição entre os Estados exportadores, com uma participação de 9,7% nas vendas externas brasileiras. Em primeiro lugar está São Paulo (27,6%) e, em segundo, Minas Gerais (12,8%). Em relação às importações, a queda de 38,4% nos 11 primeiros meses do ano também continua refletindo o menor nível de atividade econômica no Estado, uma vez que as compras de insumos são as que mais caíram. As importações totalizaram US$ 8,4 bilhões e as compras das indústrias responderam por 97,3% desse valor. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Assessoria de Comunicação Fiergs)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;MERCADO DE TI&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frankfurt / Alemanha&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lucro da Oracle cresce 12% no trimestre&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A Oracle informou que registrou um aumento de 12% no lucro líquido do segundo trimestre - encerrado em 30 de novembro -, que refletiu os benefícios do controle de custos e uma recuperação na receita, depois de dois semestres seguidos de declínio. Os investidores em Wall Street celebraram os resultados e, há pouco, nas transações do after-hours, as ações da Oracle subiam 3,58%. No pregão regular de ontem, dia 17/12, as ações fecharam a US$ 22,88, em baixa de US$ 1,04%. Depois do fechamento do mercado, a gigante do setor de software informou que registrou um lucro de US$ 1,46 bilhão (US$ 0,29 por ação) no segundo trimestre fiscal, de um lucro de US$ 1,3 bilhão (US$ 0,25 por ação) obtido em igual período do ano passado. Excluindo compensações com ações e custos relacionados à reestruturação e aquisição, o lucro aumenta para US$ 0,39 por ação, de um lucro de US$ 0,34 por ação no segundo trimestre fiscal do ano passado. A receita cresceu 4% para US$ 5,86 bilhões no segundo trimestre fiscal, mas ficaria estável se a taxa cambial fosse constante. Analistas esperavam que a Oracle anunciasse um lucro excluindo itens de US$ 0,36 por ação e uma receita de US$ 5,7 bilhões.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Dow Jones)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los Angeles / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercado de PCs se recupera e deve crescer até 2013&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os embarques globais de computadores aumentaram no terceiro trimestre de 2009, um sinal de que o gasto com tecnologia da informação vai subir nos próximos meses, afirmou um grupo de pesquisa. A volta às aulas na Europa ajudou a elevar os embarques em 2,3 por cento depois de caírem três trimestres consecutivos, segundo a empresa de pesquisa da IDC Worldwide Quarterly PC Tracker. O mercado deve ver um crescimento na casa dos dois dígitos em 2010, com embarques de computadores de mesa praticamente estáveis e computadores portáveis puxando a expansão geral. "À medida em que o gasto se recupera em 2010, esperamos ver um forte crescimento nos próximos anos", disse Loren Loverde, diretor de programa na IDC Worldwide Trackers, em comunicado. Computadores portáteis impulsionaram as vendas no terceiro trimestre, que subiram 33,5 por cento contra 2008. Os embarques de netbooks subiram e foram responsáveis por 28 por cento das vendas de portáteis, ante 14 por cento há um ano. Os notebooks devem continuar a crescer em um ritmo menor do que o segmento de computadores portáteis, já que os portáteis ultrafinos estão gerando mais competitividade no mercado. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________&lt;br /&gt;MERCADO WEB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Google busca revendas fortes para crescer no setor corporativo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Google percebeu que, para ganhar força no mercado corporativo brasileiro, precisa contar com revendedores fortes, que ofereçam suporte local, adequado às necessidades do País. Por isso, a companhia quer aumentar o número de revendas de seus produtos corporativos no País. A Google Enterprise está há mais de dois anos no Brasil, mas só agora as operações no setor começam a ensaiar uma decolagem por aqui. Uma das estratégias evidentes, confirmada pelo diretor da divisão Enterprise da Google no Brasil, José Nilo, é estimular a migração da base de clientes dos integradores para os serviços da Google e acompanhar de perto o trabalho dessas empresas, apontando novas oportunidades de negócios. “A aposta é em parceiros que já tiveram sucesso no passado com a introdução de novas tecnologias”, diz.&lt;br /&gt;Uma das 20 revendas brasileiras de Google Apps, pacote que abarca quase todos os produtos da linha corporativa da empresa, é a Dedalus. A companhia, que começou agora a fechar os primeiros clientes do pacote, quer migrar 25% dos contratos atuais de e-mail para a plataforma da Google. Em 2010, a meta é que 45% do faturamento seja associado ao Google Apps. “Por enquanto, temos oito clientes fechados, mas com base nos contatos que recebemos, a expectativa é de que esse número cresça muito rapidamente. Estamos respirando Google e apostando muito em suas ferramentas”, afirma o presidente da Dedalus, Maurício Fernandes.&lt;br /&gt;A IP Connection, integradora que prevê faturamento de 15 milhões de reais para o próximo ano, já está em fase avançada de negócios com Apps. Sem revelar o nome do cliente, o CEO da companhia, Alexandre Otto, conta que está fechando um contrato de quatro mil licenças. A empresa, que fica em São Paulo, atua na área de saúde, e está migrando de soluções Microsoft. Sem contar esse cliente, a expectativa é fechar 2009 fornecendo o pacote para dois mil usuários (somando todos os contratos).Outra empresa que fechou com a IP Connection foi a Contact Nvocc, da área de logística. Foram 110 contas implantadas pelo valor de 16 mil reais para o período de um ano e a expectativa é de que o número de usuários migrados chegue a 500. Segundo Otto, em 2010 o Apps responderá por 10% a 15% do faturamento da empresa. Pela expectativa de faturamento, significa que entre 1,5 milhão e 2,25 milhões de reais serão gerados com negócios relacionados à Google.&lt;br /&gt;Em um dos poucos negócios diretos, a Google vendeu 3,5 mil licenças de Google Apps para as Lojas Renner, em uma situação ímpar, na qual e-mail não era a prioridade número um do cliente. A solução que a empresa mais utiliza é o Google Sites, ferramenta de portal corporativo que ajuda a equipe a trabalhar de maneira colaborativa. “Os grandes benefícios foram a agilidade e a velocidade de implantação que obtivemos. O novo ambiente colaborativo foi bem recebido e substituiu ferramenta da Oracle”, relata o CIO da Renner, Leandro Balbinot. Para se ter uma ideia do que os números significam, a Google gosta de destacar que o grande marco do Google Apps nos EUA foi o contrato fechado com a farmacêutica Genentech, com 17 mil usuários. Se levar em consideração a diferença de porte entre empresas dos EUA e do Brasil, contratos de 4 mil usuários podem realmente indicar uma forte tendência de crescimento da ferramenta.&lt;br /&gt;Apesar disso, a Google não revela números sobre a participação do Enterprise no faturamento da companhia. Em evento recente, a empresa disse somente que a América Latina responde por 10% de todos os negócios da Google e que o Brasil gera 40% do faturamento da América Latina. O preço da licença do Google Apps no Brasil é mais alto do que nos Estados Unidos por uma questão tributária. Segundo Nilo, o preço previsto para 2010 deve ficar na casa dos 75 dólares por usuário por ano, ou 135 reais pelo câmbio desta quinta-feira (17/12).&lt;br /&gt;Google Search Appliance - Outra parte da estratégia de ter uma atuação mais agressiva no mercado corporativo está no GSA - Google Search Appliance -, equipamento que é conectado à rede de uma empresa para indexar todo o conteúdo e criar para os usuários corporativos um portal de buscas interno com o conteúdo. A Google não revela valores ou percentuais de negócios relacionados ao equipamento, mas já há integradoras interessadas em basear seu crescimento com o produto. A Just Digital é uma delas. A integradora deve fechar o faturamento de 2008 com 1,5 milhão de reais, sendo 35% em negócios relacionados à Google. Para 2010, a meta é dobrar o faturamento e fazer com que as soluções Google respondam por 70% do faturamento. Os clientes da companhia são representativos: Claro, Rede Record, Magazine Luiza, Pernambucanas, FIESP, CIESP, Grupo Pão de Açúcar e Videolar.&lt;br /&gt;Além do GSA, a empresa aposta no desenvolvimento de aplicações para a plataforma Google Apps para crescer. “Já temos produtos homologados que vão entrar no marketplace da Google, mas planejamos também desenvolver produtos que resolvam algumas questões específicas de clientes”, detalha o diretor de operações da Just Digital, Rafael Cichini. Segundo José Nilo, da Google, implantar GSA em uma empresa pode custar a partir de 85 mil reais, valor que pode subir bastante dependendo do volume de dados e necessidade de serviços especializados. O Google Mini, versão mais leve para pequenas empresas, tem preço inicial de 8 mil dólares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________________________&lt;br /&gt;LOGISTICA &amp;amp; INFRAESTRUTURA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação - Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ferrovias devem receber investimento de R$ 54 bilhões até 2025&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O setor ferroviário deve receber investimento de R$ 54 bilhões até 2025 para projetos de expansão e estruturação do sistema ferroviário brasileiro, segundo plano da CNT - Confederação Nacional do Transporte - de logística para o setor, divulgado nesta quinta-feira. O que demandaria mais dinheiro seria a construção de ferrovias. Segundo a estimativa da CNT, seriam necessários R$ 39,7 bilhões para expandir em 11 mil quilômetros a malha brasileira, que hoje tem extensão de 29,8 mil quilômetros. A CNT apresentou também uma projeção do investimento até 2025 para obras prioritárias de R$ 25,8 bilhões. Desse investimento, R$ 8,1 bilhões iriam para solução de entraves, e R$ 17,7 bilhões para expansão. Os principais problemas do sistema ferroviário apontados pela pesquisa são: invasões na faixa de domínio da malha, gargalos logísticos e operacionais, falta de expansão e integração da malha ferroviária nacional e falta de material rodante e equipamento. Segundo a CNT, foram registradas 327 invasões ao longo das ferrovias brasileiras. Para resolver esse problema, a confederação sugere a alienação de imóveis não-operacionais da extinta RFFSA -Rede Ferroviária Federal - para utilização em programas de regularização fundiária e de habitação. A pesquisa foi feita entre novembro e dezembro com 131 clientes das dez principais mercadorias transportadas em cada corredor ferroviário. Os principais produtos transportados são minério de ferro, soja e combustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - Rio de Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OceanAir planeja operar com Airbus já no ano que vem&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A OceanAir recebe em abril os primeiros dos três modelos Airbus 319 e 320 que serão incorporados à frota da companhia em 2010. Estão previstas duas aeronaves a partir do dia 1º de abril de 2010, que serão direcionadas para os voos da Ponte Aérea Rio-São Paulo, revelou o diretor do Synergy Group, Zacharia Korn. O Synergy Group controla a OceanAir. Inicialmente, explicou o executivo, os novos aviões serão adicionados à atual frota, que conta com 14 aeronaves. Aos poucos, com a chegada de mais modelos Airbus, os atuais Fokker 100 serão substituídos pelas novas aeronaves. "É uma troca natural, é normal haver renovação da frota. Os novos modelos vão nos proporcionar a possibilidade de oferecer mais assentos", afirmou. Korn avaliou que a perspectiva para o mercado de aviação brasileiro é positiva para o ano que vem, e que a OceanAir quer ganhar espaço no vácuo desse crescimento acelerado do mercado. O grupo conta ainda com a Avianca (Colômbia), Taca (Peru) e Vip (Equador), o que faz com que tenha a maior frota da América do Sul, destacou o executivo. A OceanAir é a menor dessas companhias, e atua principalmente na distribuição dos passageiros da Avianca que chegam ao país, oriundos da Colômbia e Estados Unidos, especialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________&lt;br /&gt;MERCADO DE LUXO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dinastia Damiani faz 85 anos de uma história brilhante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A história da dinastia Damiani começou em 1924, em Valenza, cidade italiana reconhecida como o berço da joalheria fina, quando Enrico Grassi Damiani começou a desenhar e produzir jóias com diamantes, que deram a ele o prestígio e a privilegiada posição de joalheiro pessoal de diversas famílias nobres. Domiano Grassi Damiani, filho de Enrico, deu continuidade ao trabalho do pai. Talentoso joalheiro aliou a criatividade herdada a uma inquieta busca por inovações que deram origem a novas técnicas de joalheria, como a invenção do efeito luneta, que intensifica a radiação e brilho dos diamantes.&lt;br /&gt;Hoje, três gerações após o início de Enrico Grassi, a Damiani continua produzindo jóias com a mesma paixão e criatividade, sendo reconhecida mundialmente como uma das principais marcas de jóias de luxo. O grupo possui mais de 80 lojas espalhadas por todo o mundo e já ganhou inúmeros prêmios. Estas sofisticadas e elegantes jóias são apreciadas por diversas celebridades como Sophia Loren, Sharon Stone, Isabella Rossellin, Brad Pitt, Milla Jovovich, Jennifer Aniston, entre muitos outros.&lt;br /&gt;Para comemorar 85 anos de tanto sucesso, a Damiani preparou duas novas coleções e criou promoções especiais. Uma das coleções, intitulada “Sonho Metropolitano” foi inspirada pelas luzes do cenário urbano, criando anéis e pingentes com design únicos. A segunda coleção, chamada “Gomitolo 85º Aniversário” inclui anéis que retratam cidades italianas, como Veneza, Roma, Verona, Portofino e Nápoles. Cada modelo tem apenas 85 peças disponíveis.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Fonte: Martha Toledo – Gestão de Luxo)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;EXPEDIENTE:&lt;/strong&gt; REDAÇÃO - Rua Menezes Paredes, 124 – Nonoai – CEP 90830-070 – Porto Alegre/RS – Tels.: +55 51 3276.2143 – E-mail: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:redacaoipressbiz@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;redacaoipressbiz@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Editora-chefe Kátya Desessards – katya.desessards@gmail.com * Editora Letícia Vargas Tel.: +55 51 8206.7350 * Repórter Caren Martins Oliveira - Revisora Lúcia Iná Sá d’Oliveira -&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:professoraluciaina@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;professoraluciaina@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Fotógrafo Nilton Santolin - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.niltonsanolin.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.niltonsanolin.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Sucursal São Paulo/SP Ana Díaz Monteiro – Editora Assistente * Sucursal Brasília/DF Marco Aurélio Reis – Repórter * Sucursal Rio de Janeiro/RJ Luiz A. Mascarenhas – Repórter * Sucursal Internacional Lisboa/Portugal Maria João Souto Freitas – Correspondente * EMPRESAS PARCEIRAS Pezco Consultoria &amp;amp; Pesquisa (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pezco.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.pezco.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;) / PRNewswire Brasil (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.prnewswire.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.prnewswire.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;) * DEPARTAMENTO COMERCIAL Flávia Pereira Neto – Executiva de Conta – Cel.: +55 51 9136.2404&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;i-press.biz - Direitos autorais e comerciais reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, distribuição ou disponibilização pública, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa. A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal) com pena de prisão e multa; conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 105, 108 e incisos da Lei 9.610, de 19.2.98, Lei dos Direitos Autorais). i-press.biz - Copyright © 2008/2009 - Todos os direitos reservados&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5066595116847076406-5070459450904152049?l=e-pressbiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://e-pressbiz.blogspot.com/2009/12/edicao-250-ano-ii.html</link><author>katya.desessards@gmail.com (Kátya Desessards)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SytafCXIv1I/AAAAAAAABkk/GAuZMjN6dWA/s72-c/Am%C3%A9rica+Latina.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5066595116847076406.post-529468604985715095</guid><pubDate>Thu, 17 Dec 2009 11:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-17T09:30:17.295-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>logística</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>TI</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bancos</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indústria</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>agronegócio</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bolsas de valores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>comércio exterior</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indicadores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>web</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cotações</category><title>Edição 249 | Ano II</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SyoTUlKwTPI/AAAAAAAABkc/Q3Fg5aFZ_Is/s1600-h/Olho+do+Brasil.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 169px; FLOAT: right; HEIGHT: 125px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416162746161974514" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SyoTUlKwTPI/AAAAAAAABkc/Q3Fg5aFZ_Is/s200/Olho+do+Brasil.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Rio de Janeiro / RJ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:180%;"&gt;Cinco cidades concentram 25% do PIB do país&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Cinco cidades do País - São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba - continuaram concentrando, em 2007, cerca de 25% do PIB - Produto Interno Bruto - do País, segundo levantamento do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -, divulgado nesta quarta-feira. Em 2006, o cenário era semelhante, sem alteração na ordem das cidades com os maiores PIBs. Os dados apontam que 34,4% da riqueza foi produzida nas capitais brasileiras. Desse total, 19,4% coube à região Sudeste; 5,1% foram relativos ao Centro-Oeste; 4,5% ao Nordeste; 2,9% ao Sul, e 2,5% à região Norte. A concentração fica ainda mais evidente se for levado em consideração que metade do PIB foi gerado por 50 cidades. Ao mesmo tempo, 1.342 municípios com as menores economias do país responderam, juntos, por até 1% do PIB. Se comparado ao verificado em 2003, constata-se que houve pouca alteração neste quadro. Naquele ano, cinco municípios agregavam 25% do PIB, e 54 cidades eram responsáveis por metade da renda gerada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Participação -&lt;/strong&gt; São Paulo continuou liderando a geração de riquezas no país, concentrando 12% do PIB, proporção praticamente semelhante aos 11,9% verificados em 2006. Rio de Janeiro vem em seguida, com 5,2% do total do PIB, ante 5,4% verificados no ano anterior. Brasília (3,8%), Belo Horizonte (1,4%) e Curitiba (1,4%) completam a lista dos municípios com maior participação no PIB nacional. Na região Norte, os sete municípios de maior PIB agregavam, aproximadamente, 50% do total da região. No Nordeste, os 21 municípios no topo do ranking representavam metade do PIB. No Sudeste, 13 representavam condição semelhante, e no Sul, são 27 cidades que representam metade do PIB da região. Brasília agregava 42,4% do PIB do Centro-Oeste e, se retirarmos esse município do cálculo, eram necessários 16 municípios para agregar aproximadamente 50% das riquezas da região.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ranking -&lt;/strong&gt; No ranking das dez cidades com maior PIB do país em 2006, sete são capitais. A lista é liderada por São Paulo, acompanhada do Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Manaus, Porto Alegre, Duque de Caxias/RJ, Guarulhos/SP e Campinas/SP. Ainda de acordo com o IBGE, 10% das cidades com maior PIB geraram 24 vezes mais riqueza que os 50% dos municípios com menor PIB. Entre as capitais, apenas Florianópolis não liderou a geração de riquezas em seu Estado. Em Santa Catarina, a liderança ficou com Joinville, que é a cidade mais populosa. Florianópolis representou apenas 6,8% do PIB do Estado. Quadro bastante diferente do que é representado por Manaus, cujo PIB correspondeu a 81,9% do total do Amazonas. Em Roraima, Boa Vista representou 72,8% do PIB, patamar pouco acima do verificado no Amapá, onde 63,3% do PIB ficou concentrado no Macapá.&lt;br /&gt;O IBGE revela que o Rio de Janeiro vem reduzindo a dependência da capital de forma significativa ao longo dos anos, embalado pelo desenvolvimento econômico do Norte Fluminense. Em 2007, o PIB gerado pela cidade do Rio de Janeiro representou 46,5% do total do Estado. Em 2003, a capital fluminense era responsável pela geração de 50,9% do total de riquezas do Estado. Em 2006, no entanto, o PIB da capital significava 46,5% do total. O menor PIB do país foi constatado em Olho D'Água do Piauí/PI, antecedido por São Luis do Piauí/PI, Areia de Baraúnas/PB, São Miguel da Baixa Grande/PI e Santo Antônio dos Milagres/PI.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Governo deve restabelecer urgência do pré-sal no Senado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O governo deve restabelecer o regime de urgência dos quatro projetos de lei do novo marco regulatório do pré-sal quando as propostas chegarem ao Senado, afirmou nesta quarta-feira o líder do governo na Casa, senador Romero Jucá (PMDB/RR). Segundo ele, a medida fará com que o governo tenha mais armas para negociar com a oposição uma tramitação rápida das matérias. "Vou restabelecer a urgência para ser coerente com as prioridades do governo. Em todos será restabelecida a urgência", afirmou Jucá a jornalistas. "Chegou aqui eu vou pedir para restabelecer. A partir daí vamos conversar com a oposição." Inicialmente, o governo tinha intenção de fazer com que os projetos tramitassem em regime de urgência já na Câmara dos Deputados, mas recuou a pedido do presidente da Casa, deputado Michel Temer (PMDB/SP), com a promessa de que fossem aprovados até meados de novembro. Porém, apenas uma proposta do novo marco - a criação da Petro-Sal - já foi aprovada totalmente pela Câmara. Duas - a capitalização da Petrobras e a criação do Fundo Social - ficaram integralmente para o próximo ano e uma delas - a que versa sobre a distribuição dos royalties - teve o texto-base aprovado e uma emenda também será analisada em 2010. Com o regime de urgência, cada Casa tem 45 dias para apreciar a matéria. Jucá sinalizou que aceitaria fechar um acordo com a oposição se o prazo negociado estiver dentro do "bom senso". A ideia de Jucá é concluir a votação das quatro propostas no Senado no primeiro semestre. "Como diriam os americanos: 'Tem que se ter a bomba para ter a paz'", disse. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________________________________________________&lt;br /&gt;MANCHETES DOS PRINCIPAIS JORNAIS Nacionais e Internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Quinta-feira / 17 de dezembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Jornais nacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Folha de S.Paulo / Fisco punirá quem não provar deduções&lt;br /&gt;Agora S.Paulo / Tribunal facilita comprovação de tempo para aposentadoria&lt;br /&gt;O Estado de S.Paulo / Receita fecha cerco à restituição de IR&lt;br /&gt;Jornal do Brasil / Praia derruba o monopólio&lt;br /&gt;O Globo / Senado estabelece teto para aumentos do funcionalismo&lt;br /&gt;Valor Econômico / Banco do Brasil detalha plano para EUA e Europa&lt;br /&gt;Correio Braziliense / Senado cria teto para reajuste do servidor&lt;br /&gt;Estado de Minas / Dólar barato deixa Natal mais leve no bolso&lt;br /&gt;Diário do Nordeste / Estado gera 64 mil vagas&lt;br /&gt;A Tarde / Policial preso por cárcere privado e tortura a 80 internos de asilo&lt;br /&gt;Extra / Bando invade hospital e interrompe até cirurgia para roubar aparelho&lt;br /&gt;Correio do Povo / Receita aumenta multa do IR&lt;br /&gt;Zero Hora / Ministério da Saúde tenta frear avanço do crack no país&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Jornais internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;The New York Times (EUA) / Água da torneira é legal, mas pode não ser saudável&lt;br /&gt;The Washington Post (EUA) / Recessão atinge cidade do aço em Ohio&lt;br /&gt;The Times (Reino Unido) / Tratamento contra o câncer dá um passo gigante&lt;br /&gt;The Guardian (Reino Unido) / Charles enfrenta acusação de interferir nas poíticas dos governos&lt;br /&gt;Le Figaro (França) / Evasão fiscal na Suíça, causou um confronto com a França&lt;br /&gt;Le Monde (França) / Eletricidade: frio pode provocar escassez&lt;br /&gt;China Daily (China) / Regras para demolição podem ser reconstruídas&lt;br /&gt;El País (Espanha) / Enviados de Mohamed VI negociam com EE UU uma solução para Haidar&lt;br /&gt;Clarín (Argentina) / Mal estar da Corte com o governo por ignorar a justiça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_______________________&lt;br /&gt;INDICADORES ECONÔMICOS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poupança capta R$ 5,263 bilhões em 10 dias de dezembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros dez dias de dezembro, a caderneta de poupança registrou captação líquida positiva de R$ 5,263 bilhões. Trata-se de um valor quatro vezes superior ao que foi registrado no mesmo período de 2008, quando a captação foi de R$ 1,24 bilhão. A informação consta do boletim diário sobre os depósitos da poupança do BC - Banco Central. No último dia 10, o saldo de todas as cadernetas de poupança no sistema financeiro era de R$ 314,349 bilhões. A título de comparação, o saldo era de R$ 270,441 bilhões no último dia de dezembro de 2008. Ao longo de 2009, o saldo cresceu consecutivamente mês a mês, apesar da possibilidade de tributação para contas com saldo a partir de R$ 50 mil, apresentada pelo governo Lula, mas que continua engavetada. No acumulado deste ano (até o último dia 10), as cadernetas registram captação líquida de R$ 26,503 bilhões. O melhor resultado mensal foi registrado em junho, com captação líquida positiva de R$ 6,672 bilhões. O segundo melhor resultado ocorreu em novembro, quando os depósitos superam os saques em R$ 4,469 bilhões. Tradicionalmente, nos últimos dois meses do ano crescem depósitos devido ao 13º salário. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO DE CAPITAIS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP e Associated Press)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação - São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mais duas empresas de Eike Batista entrarão no Ibovespa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Mais duas empresas controladas pelo grupo EBX, do empresário Eike Batista, vão ter ações listadas no Ibovespa de acordo com a segunda prévia do índice para o primeiro quadrimestre de 2010. A prévia, divulgada nesta quarta-feira pela BM&amp;amp;FBovespa, aponta a entrada das ações ordinárias da OGX - braço de petróleo e gás do grupo - na composição do Ibovespa. A primeira prévia, divulgada há duas semanas, já indicava a entrada das ações ordinárias de outra empresa de Eike Batista, o braço de logística LLX.&lt;br /&gt;Esta é a terceira empresa do grupo EBX que entra no Ibovespa. A primeira foi a mineradora MMX, que passou a compor o índice no atual quadrimestre. Para o primeiro quadrimestre, o Ibovespa deverá registrar não só a entrada da OGX e da LLX como a saída de três papéis: as ordinárias da empresa telefônica Brasil Telecom, as preferenciais classe B da empresa catarinense de energia Celesc e as preferenciais classe A da companhia de gás paulista Comgás. Com isso, o Ibovespa deverá iniciar 2010 composta por 61 ações de 56 empresas diferentes.&lt;br /&gt;Os cinco papeis que terão maior peso na composição do índice no primeiro quadrimestre serão, segundo a prévia, as preferenciais da Petrobras (12,928%), as preferenciais classe A da Vale (11,784%), as preferenciais do Itaú-Unibanco (4,875%), as ordinárias da BM&amp;amp;FBovespa (4,482%) e as preferenciais da Gerdau (3,847%). Já no índice IBrX-100, que engloba as 100 ações mais negociadas da Bovespa, entram as ações ordinárias da Açúcar Guarani, da Hypermarcas, da InPar, da MPX, da SLC Agrícola, do Banco Panamericano e da Paranapanema, além das Units da Sul América. Em compensação, saem as ordinárias da AmBev, Brasil Telecom e Fertilizantes Heringer, as preferenciais do BicBanco, as preferenciais classe A da Comgás e as preferenciais classe B da Celesc. A terceira e última lista de alterações nos índices da Bovespa será divulgada no último dia útil antes da entrada em vigor das novas composições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Nas Bolsas da Ásia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas da Ásia fecham em baixa&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As principais bolsas asiáticas voltaram a apresentar sinal negativo nesta quarta-feira. Mais uma vez, os investidores da região se pautaram pelas notícias vindas da China.&lt;br /&gt;- A queda na &lt;strong&gt;Bolsa de Xangai&lt;/strong&gt; influiu diretamente nos resultados da Bolsa de Hong Kong, que também sofreu com a saída de fundos. O Hang Seng caiu 264,11 pontos, ou 1,2%, e terminou aos 21.347,63 pontos, no terceiro pregão consecutivo de perdas. Os bancos chineses lideraram a baixa.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- As Bolsas da China&lt;/strong&gt; fecharam em queda pelo terceiro pregão seguido. Os investidores continuaram temerosos sobre o lançamento de 20 IPOs, que podem prejudicar a liquidez do mercado. O Xangai Composto desabou 2,3% e encerrou aos 3.179,08 pontos - o índice baixou 3,8% nas últimas três sessões. Já o Shenzhen Composto despencou 2,8% e terminou aos 1.168,76 pontos.&lt;br /&gt;- O declínio nos demais mercados regionais, em particular&lt;strong&gt; China e Hong Kong,&lt;/strong&gt; fez a &lt;strong&gt;Bolsa de Taipé, em Taiwan&lt;/strong&gt;, apresentar ligeira queda. O Taiwan Weighted baixou 0,1% e encerrou aos 7.742,17 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Coreia do Sul,&lt;/strong&gt; a forte valorização do dólar contra as principais moedas, incluindo o won sul-coreano, levantou a preocupação com uma possível redução nas operações de "carry trade", que permitiram expressiva injeção de capital estrangeiro nas bolsas locais. O índice Kospi da Bolsa de Seul perdeu 1% e fechou aos 1.647,84 pontos.&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;O O índice S&amp;amp;P/ASX 200 da Bolsa de Sydney, na Austrália,&lt;/strong&gt; encerrou com elevação de 0,2%, aos 4.670,3 pontos. BHP Billiton terminou com ganho de 0,9%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Nas Filipinas, o índice PSEi da Bolsa de Manila&lt;/strong&gt; fechou com alta de 0,5%, aos 3.048,15 pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;ONTEM –&lt;/span&gt; Na Bovespa, NY e Europa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bovespa fecha em queda de 0,99% com decepção por BC americano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cautela foi a palavra de ordem no ambiente de negócios de ontem, dia 16/12, na Bovespa - Bolsa de Valores de São Paulo. Uma alta bastante modesta predominou durante boa parte do dia, mas depois do anúncio do Fed – Federal Reserve -, o mercado deu uma virada para o terreno negativo, com alguma frustração dos investidores pelo comunicado pós-reunião.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Ibovespa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; caiu 0,99% no fechamento, aos 68.622 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O giro financeiro&lt;/strong&gt; foi de R$ 9,32 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A taxa de câmbio&lt;/strong&gt; doméstica cravou R$ 1,75.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O dólar comercial&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; foi vendido por R$ 1,750, em queda de 0,22%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A taxa de risco-país&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; marca 201 pontos, número 2,55% acima da pontuação anterior.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 1 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;O volume de negócios foi inflado pelo vencimento de opções sobre opções sobre índice. Opções são contratos em se negociam direitos de compra ou de venda de um ativo financeiro (como ações ou dólar, por exemplo), e que devem ser exercidos até um determinado prazo. No dia do vencimento desses direitos, o giro de negócios tradicionalmente sobe, adicionando volatilidade aos negócios regulares da Bolsa. Hoje, o vencimento de opções movimentou R$ 5 bilhões. Entre as principais notícias do dia, o banco central americano não surpreendeu e manteve a taxa básica de juros dos EUA na banda entre zero e 0,25% ao ano. O comunicado pós-reunião apontou uma visão mais favorável sobre a economia americana, na comparação com o texto revelado no início de novembro. O profissional da corretora Alpes, Expedito Araújo, viu alguma "decepção" do mercado com o tom do comunicado. "Creio que muitos no mercado já contavam com alguma sinalização de que os juros pudessem subir ou no primeiro ou no segundo trimestre do ano que vem. Isso não ocorreu, o que pode significar que a economia [dos EUA] ainda não voltou a rodar normalmente, a ponto da demanda voltar a ser uma preocupação [para a autoridade monetária]", avalia.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Análise 2 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;O analista David Brusque, da corretora Geral, ressalta o temor dos investidores com alguns patamares a que a Bolsa chegou nos últimos dias. "Tem muita gente com medo do passado, quando a Bolsa chegou aos 70 mil, 73 mil pontos. Ele deixou programado na corretora para disparar ordens de venda quando o Ibovespa bater perto dos 70 mil pontos, e quando o índice já se aproxima desse preço, ele quer sair do mercado. Nós podemos ver o mesmo quando o Dow Jones chega perto dos 10,500 pontos", diz ele. Pouco antes do Fed, o Departamento do Trabalho dos EUA anunciou uma inflação de 0,4% em novembro, ante 0,3% em outubro, pela leitura do CPI - Índice de Preços ao Consumidor. A variação veio em linha com as expectativas do setor financeiro. E o Departamento do Comércio reportou um crescimento de 8,9% em novembro na construção de casas em novembro. Trata-se do primeiro aumento deste indicador, após cinco meses de quedas consecutivas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Análise 3 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;No rol das principais notícias domésticas, o Ministério do Trabalho comunicou uma geração recorde de empregos formais no país em novembro: 246.695 empregos formais em novembro, praticamente o dobro de novembro de 2007, quando foram criados 124.554, melhor resultado para este mês até então.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas de NY fecham "de lado" após reunião do BC americano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas americanas fecharam ontem, dia 16/12, sem uma tendência definida, perdendo fôlego nos momentos finais de negociação devido ao teor do comunicado do Fed - Federal Reserve - após a reunião que manteve a taxa básica de juros do país.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Dow Jones Industrial Average -&lt;/strong&gt; principal indicador da Nyse (Bolsa de Valores de Nova Iorque - teve baixa de 0,1%, para 10.441,12 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O ampliado S&amp;amp;P 500&lt;/strong&gt; avançou 0,11%, para 1.109,18 unidades.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Bolsa tecnológica Nasdaq,&lt;/strong&gt; o índice Nasdaq Composite ganhou 0,27%, para 2.206,91 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise 1 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;O mercado andou firme em terreno positivo até as últimas duas horas de negociação, mas começou a recuar ao fim da reunião do Fomc - Comitê Federal de Mercado Aberto - do Fed. Como já era esperado, o BC americano manteve a taxa de juros em uma faixa entre zero e 0,25% ao ano, o que já perdura por um ano. Porém, o comunicado pós-reunião apontou uma visão mais favorável sobre a economia americana, na comparação com o texto revelado no início de novembro. O comunicado trouxe um pouco mais de otimismo sobre a recuperação da economia americana. "As informações recebidas desde que o comitê se reuniu em novembro sugerem que a atividade econômica continuou a acelerar e a deterioração do mercado de trabalho está cedendo", afirma a nota divulgada após o encontro.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Análise 2 -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Além disso, o Fed diz que as condições do mercado financeiro se tornaram mais compassivas com o crescimento econômico. "Embora a atividade econômica deva permanecer fraca por algum tempo, o Fomc prevê que as ações para estabilizar as instituições financeiras, os estímulos monetários e fiscais e as forças do mercado vão apoiar o crescimento econômico e um retorno gradual a níveis mais altos de utilização de recursos, em um contexto de estabilidade de preços." Wall Street avaliou os comentários como um aviso de que o Fed pode iniciar nos próximos meses a retirada dos suportes emergenciais que deu ao mercado para ajudar na travessia da crise. Um desses suportes seria a manutenção dos juros nos níveis mais baixos da história. E um eventual aumento dos juros atinge duplamente o mercado acionário, já que torna mais atraente a renda fixa - afugentando os investidores da Bolsa - e aumenta o custo do crédito para empresas e consumidores, o que tende a frear o crescimento econômico.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas europeias fecham em alta à espera de decisão do BC dos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas europeias fecharam em alta nesta quarta-feira, com a espera dos investidores pela divulgação do comunicado do Fed - Federal Reserve -, após o anúncio da decisão do banco sobre sua taxa de juros - que deve permanecer no atual patamar, uma margem de variação de zero a 0,25% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Londres&lt;/strong&gt; subiu 0,65%, indo para 5.320,26 pontos no índice FTSE 100.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Frankfurt&lt;/strong&gt; teve alta de 1,58% no índice DAX, para 5.903,43 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Zurique&lt;/strong&gt; teve alta de 1,44%, indo para 6.532,32 pontos no índice Swiss Market.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Madri&lt;/strong&gt; teve alta de 1,06%, com 1.234,86 pontos no índice Madrid General.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Amsterdã&lt;/strong&gt; subiu 1,05%, para 328,61 pontos no índice AEX General.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Investidores e analistas esperam um comunicado com avaliações positivas do Fed sobre a economia americana. A economia do país cresceu 2,8% no trimestre passado, menos que os 3,5% divulgados inicialmente mas ainda assim o suficiente para tirar o país da recessão técnica em que se encontrava - definida como ao menos dois trimestre consecutivos de retração do PIB - Produto Interno Bruto. Além disso, a taxa de desemprego teve ligeira redução em novembro, para 10% (contra 10,2% em outubro) e o corte de vagas caiu acentuadamente, de 111 mil em outubro para 11 mil no mês passado. O banco central da Noruega, por sua vez, elevou sua taxa de juros pela segunda vez consecutiva, para 1,75%. O país teme uma aceleração rápida demais. Hoje também o Reino Unido informou que sua taxa de desemprego ficou em 7,9% no terceiro trimestre, sem variação em relação ao segundo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO FINANCEIRO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CMN deve regulamentar Letra Financeira em janeiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O CMN - Conselho Monetário Nacional - deverá regulamentar em janeiro as LF - Letras Financeiras -, novo instrumento de captação de longo prazo dos bancos criado hoje pela Medida Provisória 472, segundo informou hoje o secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Dyogo de Oliveira. A regulamentação do CMN vai abordar questões como, tipo de instituição financeira que poderá emiti-las; índices, taxas ou metodologias de remuneração dos títulos; prazo de vencimento, que não poderá ser inferior a um ano; condições de resgate antecipado dos papéis e limites de emissão. De acordo com texto da MP publicada hoje, a Letra Financeira poderá ter taxa de juros fixa ou flutuante ou cláusula de correção cambial. Segundo Oliveira, as Letras Financeiras poderão ter algum impacto na taxa de câmbio brasileira, no sentido de reduzir o ingresso de capitais externos para o País. Isso porque, explicou, hoje não há fontes de recursos de longo prazo para os bancos na economia brasileira, o que estimula a tomada de empréstimos no exterior e contribui para a valorização do real. Oliveira, no entanto, ressaltou que o objetivo da medida não é cambial, mas sim evitar o descasamento entre passivos de longo prazo (empréstimos dos bancos) e ativos de curto prazo (fontes de recursos). O secretário disse que diferentes tipos de investidores poderão adquirir as Letras Financeiras, inclusive pessoas físicas. E informou que a MP traz a possibilidade de se impor cláusulas de subordinação, que é a definição sobre quem tem prioridade no recebimento do pagamento em caso de inadimplência de quem emitiu o título. Oliveira disse acreditar que as Letras Financeiras devem começar com pequenos volumes de emissão, firmando-se no mercado com o passar do tempo. "É provável que comece com volumes baixos. No próximo ano deve ficar em torno de alguns bilhões", disse, avaliando que há muito espaço para crescer, já que existem centenas de bilhões aplicados em fundos de pensão. O secretário afirmou ainda que inicialmente as Letras estão fora do recolhimento compulsório, mas, como na lei não há previsão sobre o assunto, se o Banco Central quiser poderá futuramente instituir um porcentual de recolhimento. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________&lt;br /&gt;INDÚSTRIA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Emprego industrial retoma nível pré-crise em 2011&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de estar em recuperação - mostrando em novembro o melhor avanço mensal desde 2006--, o emprego na indústria paulista só deve voltar no primeiro trimestre de 2011 aos mesmos níveis que tinha antes da explosão da crise financeira global, apontou a Fiesp - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – ontem, dia 16/12. Segundo o diretor do Depecon - Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos- da entidade, Paulo Francini, o emprego terá uma recuperação mais lenta que a da atividade industrial. A previsão da Fiesp é que a atividade volte aos níveis de setembro de 2008 - mês que marcou o agravamento da crise financeira - já em março de 2010. "As empresas aprendem que podem atingir o mesmo nível de produção com um número menor de empregados. Isso se chama aumento de produtividade", explicou Francini durante a divulgação do nível de emprego da indústria paulista em novembro. "É como uma pessoa que emagrece e percebe que está vivendo melhor mais magro." A Fiesp ainda reajustou para baixo as previsões de emprego para 2009. A entidade previu o fechamento de 105 mil vagas - o que significaria uma queda de 4,7% no ano. Na divulgação do índice de emprego de outubro, Francini havia dito que haveria redução de 80 mil postos de trabalho. Na comparação entre novembro e o mesmo mês de 2008, houve queda de 6,29% no nível de emprego - ou 150 mil vagas a menos. Francini lembrou, porém, que a queda já foi maior, chegando a 200 mil empregos. "Claramente há uma reversão da curva, que estava negativa. Devemos ver essa curva voltando nos próximos meses, tendendo à recuperação", disse. Uma prova dessa reversão foi o próprio dado de novembro. Considerando os ajustes sazonais, o emprego na indústria paulista teve alta de 0,94% - o maior avanço mensal desde dezembro de 2006. Isso ocorreu porque a tendência geral para o mês é de queda. Considerando o setor industrial de todo o Brasil, a Fiesp prevê queda de 2,5% no emprego em 2009, voltando aos níveis anteriores à crise um pouco antes de São Paulo, em dezembro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vale e Dongkuk iniciam obra de siderúrgica de US$ 4 bilhões no Ceará&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Vale anunciou ontem, dia 16/12, o início das obras da CSP - Companhia Siderúrgica do Pecém -, projeto de US$ 4 bilhões em parceria com a siderúrgica coreana Dongkuk e parte da estratégia da empresa de aumentar as vendas de minério de ferro no Brasil. O projeto será instalado no CIPP - Complexo Industrial e Portuário do Pecém -, em São Gonçalo do Amarante/CE, e a previsão é de que entre em operação em 2013. Segundo a Vale, os US$ 4 bilhões abrangem apenas a primeira fase do projeto, quando serão produzidas 3 milhões de toneladas de placas de aço por ano. A usina poderá ser no entanto ampliada para 6 milhões de toneladas por ano em uma segunda fase. 'Além de placas de aço, a CSP também produzirá energia elétrica para consumo próprio, sendo que o excedente será disponibilizado ao mercado nacional', informou a empresa.&lt;br /&gt;De acordo com cronograma da mineradora, em 2010 serão feitas obras de terraplanagem; em 2011 as obras civis; em 2012 serão recebidos os equipamentos; e em 2013 serão montados os equipamentos e iniciada a operação da usina. Além da CSP, a Vale está envolvida em três projetos siderúrgicos, que ganharam maior importância no foco da mineradora após pressão do governo brasileiro para investimentos mais expressivos nesse setor no país. 'A expectativa é de que cada um desses projetos siderúrgicos contribua para a criação de cerca de 10 mil a 25 mil empregos durante a construção, dependendo da fase de implementação. Na operação, cada projeto pode gerar em torno de 3 mil empregos diretos e outros 15 mil indiretos', afirmou a Vale em nota. Com as quatro unidades serão adicionadas 15,5 milhões de toneladas de aço à capacidade instalada atual no Brasil, de 34 milhões de toneladas, ressaltou a companhia.&lt;br /&gt;Além do projeto com a Dongkuk, a mineradora tem uma participação minoritária na CSA - Companhia Siderúrgica do Atlântico -, controlada pela ThyssenKrupp, e pretende investir na construção da Aços Laminados do Pará, uma usina com capacidade para produção de 2,5 milhões de toneladas de aço. No mês passado, a mineradora informou que planeja uma unidade agregada ao projeto do Pará para produzir laminados a quente, laminados a frio e galvanizados, com placas fornecidas pela Alpa. A empresa avalia também um projeto siderúrgico no Espírito Santo, ainda sem definição de parceiros, mas previsto para entrar em operação em 2014 e produzir 5 milhões de toneladas de placas por ano. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agências Brasil e Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;AGRONEGÓCIOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brasil vai produzir 20% de todo açúcar do mundo este ano&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Brasil deverá produzir um quinto de todo o açúcar do mundo na safra atual. A façanha poderá ser obtida se for confirmado o prognóstico divulgado ontem pelo Ministério da Agricultura de que a oferta do produto será recorde, de 34 milhões de toneladas, um crescimento de 10% na comparação com a safra 2008/2009. Os dados finais do ano serão divulgados amanhã pela Conab - Companhia Nacional de Abastecimento. O foco na produção de açúcar pelo Brasil se deve principalmente à quebra da safra na Índia, que, por sua vez, causou uma disparada dos preços da commodity no mercado internacional. Só ontem, a valorização foi de 5,33% em Nova York, quando os contratos para março de 2010 atingiram 25,28 centavos de dólar por libra.&lt;br /&gt;Durante o pregão, a commodity bateu o maior nível em 11 semanas e há quem aposte na possibilidade de uma subida ainda mais vertiginosa, para 30 centavos de dólar por libra. Em Londres, os papéis com o mesmo vencimento registraram a maior cotação desde 1983, de 652,80 centavos de dólar por tonelada, e encerraram o dia com alta de 3,9%, a 650,70 centavos de dólar por tonelada. Produção recorde de açúcar não é novidade no Brasil, já que nas últimas três safras sempre houve a superação da oferta do ciclo anterior. Agora, no entanto, se espera um salto maior porque a produção vinha subindo, mas mantinha-se na casa das 31 milhões de toneladas.&lt;br /&gt;Para o coordenador do Departamento de Açúcar e Álcool do Ministério da Agricultura, Luís Carlos Job, não há dúvida de que o crescimento da produção doméstica foi causado pela queda de oferta em outros países produtores. "Por razões internas, a Índia, segundo maior produtor mundial, apresentou grandes quedas de produção nos dois últimos anos e terá de importar entre 6 e 8 milhões de toneladas até o final de 2010", disse o coordenador. A expectativa de Job é de continuidade da alta no curto prazo, ainda que EUA, Tailândia, China, México e a própria Índia apresentem pequena recuperação na produção. Ele acredita, no entanto, que a euforia tem hora para acabar. "No mercado futuro, a tendência é de queda gradativa no preço até 2011".Produção de álcool - A produção em massa de açúcar pode esbarrar em outro produto que tem tido seus preços acompanhados de perto pelo governo: o álcool. "Se for mantida essa tendência de preços altos no mercado internacional, os usineiros tendem a concentrar sua produção em açúcar, o que tomaria parte da do álcool", disse Job. Com uma menor oferta de combustível, sempre há a perspectiva de alta dos preços. O governo já vem estudando a possibilidade de reduzir a quantidade de álcool hidratado, que é misturado à gasolina, por causa de outro problema: o atraso da colheita de cana-de-açúcar por causa do excesso de chuva. Atualmente, o mix é de 25%.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Berlim / Alemanha&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Oil World também vê incremento da safra de soja na América do Sul&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A conceituada publicação alemã "Oil World" ratificou a tendência, que deverá elevar estoques mundiais e exercer pressões "baixistas" sobre as cotações internacionais da commodity no início do ano que vem. Conforme a agência Reuters, o novo levantamento da "Oil World" projetou uma colheita particularmente volumosa na América do Sul, sobretudo no Brasil e na Argentina, onde as lavouras contaram com menos tecnologia no ciclo 2008/09, em função do encarecimento dos insumos, e foram castigadas por uma estiagem prolongada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercado Brasil -&lt;/strong&gt; Segundo a publicação, a safra brasileira de soja deverá alcançar 63,7 milhões de toneladas em 2009/10, 11% mais que na temporada anterior (57,4 milhões). É menos do que projeta a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), mas mais do que estima o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) para o Brasil. De acordo com informações já publicadas pelo Valor, o último levantamento da Conab aponta para uma colheita de 64,6 milhões de toneladas de soja em 2009/10, ante 57,2 milhões em 2008/09. O USDA, por sua vez, trabalha com 63 milhões de toneladas para o país, contra 57 milhões no ciclo passado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Argentina -&lt;/strong&gt; Para a Argentina, segundo maior país produtor de soja da América do Sul, atrás do Brasil - que, no mundo, só perde para os Estados Unidos -, a "Oil World" projeta produção de 48 milhões de toneladas, 50% acima da colheita do ciclo 2008/09 (32 milhões). O USDA, que também trabalha com uma produção argentina de 32 milhões de toneladas em 2008/09, prevê 53 milhões na temporada atual.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hemisfério Sul -&lt;/strong&gt; Para Hemisfério Sul como um todo, incluindo países sul-americanos como Paraguai e Bolívia, a "Oil World" estima colheita de soja de 123,1 milhões de toneladas, volume 26,6% superior ao de 2008/09. Ainda que não divulgue uma estimativa hemisférica, o USDA corrobora o cenário de incremento da produção. Com esta previsão de alta e a gorda colheita do Hemisfério Norte, que está em fase final, o USDA sinaliza que os estoques mundiais finais de soja alcançarão 57,09 milhões de toneladas na safra 2009/10, ante 42,41 milhões em 2008/09. É este aumento que, conforme analista, tende a exercer pressão sobre as cotações internacionais nos primeiros meses do ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chicago –&lt;/strong&gt; Ontem, dia 15/12, na bolsa de Chicago, os contratos futuros do grão voltaram a subir, pouco, novamente em virtude do reaquecimento da demanda chinesa. "A demanda está muito forte e as exportações para a China estão fenomenais", afirmou Dale Durchholz, analista da americana AgriVisor, à agência Bloomberg. Os papéis para março subiram 0,25 centavos de dólar e fecharam a US$ 10,62 por bushel.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mecanização avança com Protocolo Agroambiental&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Protocolo Agroambiental, lançado em junho de 2007 pelas secretarias de Agricultura e Meio Ambiente de São Paulo e pela Unica - União da Indústria da Cana-de-açúcar -, com o objetivo de antecipar o fim das queimadas na colheita da cana no Estado, já fez importantes progressos. Segundo a Unica, o programa impulsionou a mecanização da cultura e conteve as emissões de gases de efeito estufa, de acordo com balanço apresentado em 26/11. Segundo Marcos Jank, presidente da Unica, a mecanização já representa 54% no Estado, ante 34% à época da assinatura do protocolo. Em 2007, a área colhida totalizava 3,2 milhões de hectares, dos quais 1,1 milhão de hectares de cana crua. Na safra atual, afirmou, são 4,3 milhões de hectares no total, sendo 2,28 milhões de cana crua. O acordo entre o governo paulista e os usineiros estabeleceu a antecipação do fim das queimadas em áreas mecanizadas para 2014. Para as áreas não-mecanizáveis, o limite final é 2017, e em novas áreas de plantio a mecanização é obrigatória. Com a redução das queimadas na colheita de cana e a tendência de ampliação cogeração de energia a partir do bagaço, a Unica estima que 62,5 milhões de tonelada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;SETOR AUTOMOTIVO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conar obriga Peugeot a mudar publicidade em seu site&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Conar - Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária - determinou ontem a tarde, dia 16/12, que a Peugeot retire uma propaganda veiculada em sua página na internet por considerar que ela induz o consumidor ao erro. A propaganda em questão anuncia a venda do modelo Peugeot 207 com taxa de juros zero. Segundo uma representação feita pela Pro Teste que foi acatada pelo Conar, a empresa esconde a informação sobre o CET - Custo Efetivo Total -, que traz um custo ao financiamento que não é visível ao cliente. A Pro Teste fez em maio essa análise nos sites de nove montadoras. Quatro delas ofereciam taxa de juros zero no financiamento de veículos. A Renault e a Peugeot escondiam o Custo Efetivo Total na ocasião, e a Peugeot é a única que mantém a propaganda até hoje. Como a decisão da Conar sobre o caso foi unânime, não cabe recurso para a montadora. Procurada, a Peugeot informou que não se manifestará sobre o assunto porque ainda não deve acesso às razões da decisão do Conar. "De toda forma, fica desde já registrado que não houve qualquer incorreção quanto às taxas de juros e Custo Efetivo Total anunciados e praticados, inexistindo inclusive cobrança de TAC - Taxa de Abertura de Crédito -, contrariamente ao informado pela Pro Teste", apontou a montadora em comunicado.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;VAREJO &amp;amp; SERVIÇO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Varejo brasileiro cresce 8,4% em outubro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As vendas do varejo brasileiro tiveram em outubro uma expansão de 8,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, de acordo com números divulgados pelo IBGE. Como tem ocorrido nos últimos meses, o segmento de Hiper, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo impulsionou o desempenho total do varejo, com uma alta de 12,2% nas vendas. O setor vem crescendo consistentemente acima da média geral, por conta do aumento da massa salarial da população e da baixa inflação. ”Esse desempenho deverá continuar no período de Natal”, afirma Luiz Goes, sócio sênior e diretor da GS&amp;amp;MD - Gouvêa de Souza. A expectativa é que o setor feche 2009 com o melhor desempenho de sua história, acima dos 7,6% ocorridos em 2006.As vendas de Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria avançaram 11,3% em outubro, um ritmo superior aos 8,2% de setembro. Com isso, o setor acumula no ano uma expansão de 11,8% e é o de melhor desempenho entre todas as categorias do varejo brasileiro. O setor de Equipamentos e Materiais para Escritório, Informática e Comunicação, que inclui celulares e computadores e vem sendo nos últimos anos um dos segmentos de maior crescimento, acumula no ano uma alta de 11,3%, tendo crescido 6,7% em outubro. “A base de comparação é muito forte, mas mesmo assim o setor vem apresentando um crescimento consistente”, comenta Goes.No varejo ampliado, as vendas cresceram 11,2% na comparação anual, levando o acumulado de 2009 a uma expansão de 5,1% em relação aos primeiros dez meses do ano passado. O setor de Veículos e motos, partes e peças teve em outubro um crescimento de 20,0%, devido principalmente à base de comparação fraca. Um ano atrás, o setor automotivo foi o primeiro a sucumbir aos efeitos da crise financeira global, com o corte do crédito ao setor, derrubando as vendas. Material de Construção, porém, continua sua trajetória descendente, com queda de 4,5% em outubro e de 8,9% no acumulado de 2009. “Esse foi o único segmento do varejo a apresentar recuo nas vendas, mas o ritmo da queda tem diminuído mês a mês, o que é bastante positivo”, afirma Luiz Goes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faturamento de seguros deve crescer até 20% em 2010&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O faturamento do mercado de seguros deve crescer entre 16% e 20% em 2010. A estimativa é do presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio dos Santos, que também prevê um bom desempenho no setor para o ano de 2009. Segundo ele, o mercado que engloba as atividades de seguros, previdência, capitalização e resseguros deve fechar o ano com R$ 100 bilhões de faturamento este ano, um aumento de 12% em relação ao ano passado. As projeções da Susep não englobam o ramo saúde, visto que este segmento está na área da ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar. A projeção otimista para o próximo ano é baseada nas boas perspectivas para a economia brasileira em 2010, com possibilidades de mercado interno mais aquecido; e bons indicadores nos setores da indústria e do comércio. A previsão de elevação nas vendas em 2009 é menor do que as registradas em anos anteriores. As taxas de crescimento nos anos de 2008 e de 2007 foram de 15% e de 17%, respectivamente. Porém, na avaliação de Santos, a alta projetada no faturamento este ano pode ser considerada um bom resultado. Ele lembrou que, em 2009 a economia brasileira sofre com o impacto da crise global, cujo período mais agudo foi iniciado em setembro do ano passado. Para Santos, o modelo regulatório do mercado e as regras prudenciais (que visam o controle de risco) de liquidez e solvência garantiram uma "tranquilidade" ao mercado de seguros brasileiro durante a crise. "Obviamente é um saldo positivo", comentou. Em 2009 o setor de resseguros (companhias que fazem o seguro das empresas seguradoras) foi destaque, com 73 resseguradoras e 32 corretoras de resseguro no mercado. Porém, como o mercado ressegurador internacional foi duramente atingido pela crise global no exterior, e os preços praticados no mercado brasileiro ressegurador são baseadas no cenário internacional, não houve como perceber uma redução na taxas praticadas no País este ano. Isso era esperado pela Susep este ano, como uma consequência da abertura do mercado de resseguros em 2008. Antes deste ano, o setor de resseguros era monopólio do IRB - Instituto de Resseguros do Brasil -, vinculado ao Ministério da Fazenda. "Mas esperamos uma redução nas taxas com certeza no próximo ano", adiantou. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – são Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;McDonald’s planeja crescimento agressivo no Brasil até 2016&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O crescimento da rede de franquias McDonald's no Brasil será agressivo nos próximos anos. O ritmo de 24 lojas abertas em 2009 poderá até triplicar. A meta é dobrar de tamanho até 2016, quando o Brasil abriga os Jogos Olímpicos. Sem revelar os números absolutos da estratégia, o argentino Woods Staton, presidente da Arcos Dourados, o maior franqueado da rede de fast food americana no mundo, confirma a intenção. A Arcos é dona de mais de 1,8 mil lojas em 19 países da América Latina - 573 delas no Brasil. O faturamento da Arcos Dourados - que tem como sócios os fundos Gávea Investimentos, DLJ South America Partners e Capital International - foi de US$ 3,5 bilhões em 2008 e deve fechar o ano com um crescimento de mais de 5%, segundo projeções de Staton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - Rio de Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pão de Açúcar monta plano de sucessão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Grupo Pão de Açúcar anunciou sua estratégia para a substituição do atual presidente-executivo do grupo, Claudio Galeazzi. O sucessor será Enéas Pestana, que ocupa hoje o cargo de vice-presidente executivo, e vai passar por um período de transição até assumir o posto, o que deve ocorrer em dezembro de 2010. Nesse período, Pestana será o vice-presidente executivo de operações sênior. Nessa estrutura de transição, Pestana vai se reportar diretamente a Galeazzi e incorporará três vice-presidências executivas, ocupadas por Hugo Bethlem, José Roberto Tambasco e Ramatis Rodrigues, além do GPA Malls and Properties, liderado por Caio Mattar. A empresa divulgou que está em fase final para contratação de um executivo para o atual posto de Pestana, que terá sob sua gestão as áreas de contabilidade, controladoria, tributária, tesouraria e jurídica. Pestana está no Grupo Pão de Açúcar desde 2003. É formado em Ciências Contábeis e construiu sua carreira nas áreas administrativa e financeira. Antes do Pão de Açúcar, trabalhou em grupos como o Diagnósticos da América S/A (Dasa) e GP Investimentos. O grupo que Pestana deve vir a dirigir será muito maior que o assumido por Galeazzi, em 2007. Nesse período, a empresa fez várias aquisições que a transformaram na maior rede varejista do País, com uma receita equivalente à soma dos rivais Carrefour e Walmart. Só neste ano, o grupo incorporou a rede Ponto Frio e as Casas Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vendas de espumantes e vinhos crescem 25% no ano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As vendas de espumantes e vinhos nacionais, que cresceram 45% no segundo semestre, estão fazendo com que os produtores comemorem antes das festas de Natal. As vendas deverão fechar o ano com aumento de 25% em relação a 2008, de acordo com o Ibravin - Instituto Brasileiro do Vinho. Enquanto em 2007 foram exportados 3,5 milhões de litros, até novembro deste ano já foram mais de 26 milhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra (Correspondente - Maria João Souto Freitas)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Evento analisa presente e futuro das lojas de departamentos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos dias 29/5 e 30/5, em Londres, a rede britânica Selfridges e o grupo IGDS realizam a primeira edição do Global Department Store Summit (GDSS). O evento tem como foco a análise das estratégias das principais redes de lojas de departamentos do mundo, a identificação das mudanças e tendências emergentes no mercado global e a possibilidade de relacionamento com as principais varejistas do setor. O evento acontecerá no Jarvis Memorial Hall, no centro de Londres, e contará com palestrantes como Bernie Brookes (CEO da Myer), Paul Kelly (CEO da Selfridges), Caryn Lerner (CEO da Holt Renfrew), Terry Lundgren (presidente da Macy’s), Stephen Sadove (CEO da Saks Fifth Avenue) e Nayna McIntosh (diretora de marketing &amp;amp; design de lojas da Marks &amp;amp; Spencer).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;MERCADO DE TI&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cade aprova parceria de Microsoft e Yahoo! no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Cade - Conselho Administrativo de Defesa Econômica - aprovou a parceria entre o portal Yahoo! e a fabricante de softwares Microsoft no Brasil. Desta forma, as empresas antecipam o que deve acontecer também nos EUA e União Europeia: uma aliança para enfrentar o Google, que envolve intercâmbio de tecnologias. Trata-se da terceira autorização concedida para a execução dos negócios entre as duas companhias. A aprovação (que foi anunciada dia 29/7) ocorre antes dos EUA e da União Europeia darem a chancela para que ambos executem os negócios em território norte-americano e europeu.&lt;br /&gt;Na prática, mesmo não havendo data definida para o começo da parceria, a autorização do Cade significa que as companhias podem começar a atuação conjunta no Brasil amanhã. É possível, contudo, que as empresas de tecnologia aguardem as aprovações pendentes, segundo a advogada Paola Pugliesse, da Le Fosse Advogados, que representa o escritório de advocacia da Microsoft no Brasil, o Link Laters. Questionada sobre os entraves do processo nos EUA e na UE e sobre uma possível intervenção do Google, Pugliesse disse não poder responder dos assuntos fora do Brasil. "Aqui foi normal, sem nenhuma intervenção do Google. O conselheiro do Cade examinou em detalhes, e acatou o argumento de que se tratam de empresas de escala para competir nesse mercado". No dia em que foi anunciada, o Google se disse interessado a respeito da parceria.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre a Aliança -&lt;/strong&gt; O acordo consiste no fornecimento de tecnologia da Microsoft para os serviços de busca algorítmica e busca patrocinada do Yahoo! e, sem exclusividade, serviços de publicidade contextual para o Yahoo!. Na outra ponta, o Yahoo! passa a ser encarregado exclusivo de relacionamento e vendas para os anunciantes "premium" de busca das duas companhias. A duração prevista para o acordo é de dez anos. Embora não forneça números absolutos, o Cade estima que pelo menos uma das empresas teve faturamento superior a R$ 400 milhões no Brasil em 2008. Segundo o documento emitido pelo órgão federal hoje, ao qual a Folha Online teve acesso, "a Seae - Secretaria de Acompanhamento Econômico - notou que a operação gera concentração horizontal entre os serviços de busca algorítmica e busca patrocinada no Brasil". De acordo com a empresa de estatísticas comScore, o Google é responsável por 97% das buscas patrocinadas realizadas no Brasil, enquanto a Microsoft detém 2% do mercado, e o Yahoo!, 1%. "É de se registrar ainda que a Microsoft depende do Yahoo! para o oferecimento desses serviços no Brasil, de modo que a sua participação deve ser atribuída ao Yahoo!", observa o Cade. "Tendo em vista os elementos expostos, a Seae concluiu que a operação não oferece preocupações de cunho concorrencial. A Secretaria de Direito Econômico e a procuradoria do Cade acompanharam a opinião da Seae", conclui o documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Francisco / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dell traça visão e custos da aquisição da Perot Systems&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Dell anunciou que a aquisição da Perot Systems ajudará a empresa a explorar novos mercados em crescimento e aprofundar sua inserção nos serviços de tecnologia. O vice-presidente financeiro, Brian Gladden, informou em entrevista telefônica ontem. Dia 16/12, que a Dell identificou mais de US$ 300 milhões em reduções de custo na combinação das duas empresas. Ele também disse que a Dell acredita que a aquisição possa elevar a receita da Dell em entre cinco e sete por cento, no longo prazo. A Dell anunciou em setembro a compra da Perot por US$ 3,9 bilhões, tomando o controle de uma empresa cujo foco principal está no setor de saúde e em agências do governo dos Estados Unidos. A transação foi concluída no início de novembro. A divisão de serviços, depois da recente combinação, terá 42 mil funcionários e uma receita anual da ordem de US$ 7,5 bilhões, metade da qual proveniente do setor público. A divisão de serviços da Dell será dirigida por Peter Altabef, até recentemente o presidente-executivo da Perot. A Dell prevê que terá despesas relacionadas à aquisição ao longo de seu ano fiscal de 2011. A companhia estima que terá de reconhecer despesas anteriores a impostos de entre US$ 120 milhões e US$ 130 milhões no quarto trimestre fiscal, que se encerra em 29/1/2010. A companhia estimou despesas da ordem de entre US$ 20 milhões e US$ 25 milhões por trimestre ao longo do ano fiscal de 2011.&lt;br /&gt;A Dell informou que sua nova divisão de serviços operará com maior força no setor de saúde, onde já atende a maioria dos hospitais e sistemas hospitalares dos EUA, fornecendo infraestrutura de informática e terceirização de processos de negócios no setor de cobrança, entre outras coisas. Paul Bell, que comandará o atendimento ao setor público na Dell, identificou a computação clínica móvel e as fichas médicas eletrônicas como áreas de interesse para a divisão de serviços. A Dell está bem atrás de suas rivais Hewlett-Packard e IBM no segmento de serviços. Os serviços de informática oferecem margens maiores e fontes de receita mais estáveis que a venda de hardware, o qual no momento responde pela porção dominante das receitas da companhia. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________&lt;br /&gt;MERCADO WEB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruxelas&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;União Europeia entra em acordo com Microsoft sobre navegadores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Comissão Europeia encerrou ontem, dia 16/12, uma grande investigação contra a Microsoft, que era acusada de abuso de posição dominante sobre os navegadores de internet, sem impor uma multa após alcançar um acordo com a gigante americana. Os consumidores europeus que comprarem novo hardware com o sistema operacional Windows da Microsoft poderão optar entre vários navegadores, ao invés de se verem obrigados como atualmente a utilizar o Internet Explorer, informou a Comissão Europeia. O Executivo do bloco europeu abriu a investigação em janeiro de 2008 ao acusar a Microsoft de concorrência ilegal por incorporar sistematicamente no Windows o Internet Explorer. A guerra entre Bruxelas e a gigante da informática já dura dois anos. Os europeus acusaram a empresa em várias ocasiões de abuso de posição dominante, com multas que chegam a 1,676 bilhão de euros (ou US$ 2,5 bilhão). &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agence France Presse / AFP)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________&lt;br /&gt;MERCADO DE LUXO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lita Mortari investe na gestão em tempo real com outsourcing&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A virtualização de aplicativos para acesso à informação em tempo real é parte da nova estratégia tecnológica da Lita Mortari - rede de lojas de roupas e acessórios femininos de luxo. Hospedando seu servidor de aplicações e o domínio da rede de lojas no Data Center da CorpFlex, a grife consegue ter uma gestão online de seu estoque e acesso ao seu banco de dados a qualquer momento. Como resultado, a rede obteve um maior controle sobre as vendas e a qualidade da informação em seus seis pontos de venda. “A rapidez da tomada de decisão da Lita Mortari melhorou muito com o sistema de gestão de vendas on-line. Se vemos que um produto ou/e loja estão tendo baixa performance, podemos imediatamente criar uma ação para aumentar o desempenho. Com os sistemas on-line ficou mais fácil garantir o cumprimento de metas da nossa equipe de vendas.”, conta Felipe Thomazini, gerente de TI da rede.&lt;br /&gt;Também é possível, segundo ele, verificar a disponibilidade de peças em outras unidades e solicitar sua entrega imediata aos clientes. É um contraste, diz ele, com o tipo de gestão anterior, no qual um funcionário conferia a exatidão de todos os novos dados e a quantidade de itens vendidos no sistema após seu desligamento, às 22h. Antes, sem a virtualização, lembra Thomazini, a gerência era dificultada, por exemplo, por erros de incompatibilidade de software, como vendas duplicadas e preenchimento incorreto de arquivos no banco de dados. “Podia acontecer de um funcionário realizar uma venda sem preencher todos os campos obrigatórios do formulário, pois sua máquina permitia isso. O sistema central de dados, porém, registrava que os dados estavam incompletos. Com a solução de software on demand, esse tipo de erro é evitado”.&lt;br /&gt;Segundo estudo da consultoria Gartner o mercado da virtualização deve crescer exponencialmente até 2011: é previsto que nesse tempo 660 milhões de PCs já usem soluções virtualizadas, contra menos de cinco milhões atualmente. Isso equivale a um aumento de 99,3% no uso da solução.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VPN segura -&lt;/strong&gt; As lojas da Lita Mortari na Rua Oscar Freire, Shopping Iguatemi, Rua Bela Cintra, Shopping Morumbi, Shopping Market Place, em São Paulo, e Galeria Shopping, em Campinas, acessam o domínio central de lojas alocado na CorpFlex pela conexão de uma rede virtual privada VPN. “A VPN é primordial na qualidade do nosso serviço, para que possamos ter segurança na comunicação e um bom atendimento, além de identificar problemas nas lojas com rapidez,” declara Thomazini. Ele calcula que a Lita Mortari poupa de 25 a 30% os custos em TI com a hospedagem externa. “Os gastos envolvem suporte ao usuário, recursos para sincronização de aplicativos, contratação de analistas de TI, manutenção de equipamentos e do banco de dados, etc. É um ônus que não temos mais”, comemora o gerente de TI.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre a Lita Mortari -&lt;/strong&gt; É uma rede de lojas de roupas e acessórios femininos de luxo. As roupas vendidas nas seis lojas distribuídas pelo país são feitas na fábrica da empresa que conta com 300 costureiras. A loja foi fundada em 1983, e tem sua fábrica localizada em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre a CorpFlex -&lt;/strong&gt; O peradora tecnológica que oferece soluções em Infraestrutura de TI como serviço através de uma avançada Plataforma Serviços Colaborativos (PaaS) integrando seus aliados e clientes. A empresa é fruto da fusão das operações da Corpflex e da NetMicro. A companhia, que conta com um dos maiores Data Centers do país em sua estrutura, está sediada na cidade de Barueri (AlphaVille), possui uma carteira de 550 contratos e seus serviços são utilizados por cerca de 25 mil usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;&lt;strong&gt;EXPEDIENTE:&lt;/strong&gt; REDAÇÃO - Rua Menezes Paredes, 124 – Nonoai – CEP 90830-070 – Porto Alegre/RS – Tels.: +55 51 3276.2143 – E-mail: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:redacaoipressbiz@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;redacaoipressbiz@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Editora-chefe Kátya Desessards – katya.desessards@gmail.com * Editora Letícia Vargas Tel.: +55 51 8206.7350 * Repórter Caren Martins Oliveira - Revisora Lúcia Iná Sá d’Oliveira -&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:professoraluciaina@gmail.com"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;professoraluciaina@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Fotógrafo Nilton Santolin - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.niltonsanolin.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.niltonsanolin.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt; * Sucursal São Paulo/SP Ana Díaz Monteiro – Editora Assistente * Sucursal Brasília/DF Marco Aurélio Reis – Repórter * Sucursal Rio de Janeiro/RJ Luiz A. Mascarenhas – Repórter * Sucursal Internacional Lisboa/Portugal Maria João Souto Freitas – Correspondente * EMPRESAS PARCEIRAS Pezco Consultoria &amp;amp; Pesquisa (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pezco.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.pezco.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;) / PRNewswire Brasil (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.prnewswire.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#666600;"&gt;www.prnewswire.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;) * DEPARTAMENTO COMERCIAL Flávia Pereira Neto – Executiva de Conta – Cel.: +55 51 9136.2404&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;i-press.biz - Direitos autorais e comerciais reservados.É proibida a reprodução, total ou parcial, distribuição ou disponibilização pública, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa. A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal) com pena de prisão e multa; conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 105, 108 e incisos da Lei 9.610, de 19.2.98, Lei dos Direitos Autorais). i-press.biz - Copyright © 2008/2009 - Todos os direitos reservados&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5066595116847076406-529468604985715095?l=e-pressbiz.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://e-pressbiz.blogspot.com/2009/12/edicao-249-ano-ii.html</link><author>katya.desessards@gmail.com (Kátya Desessards)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/SyoTUlKwTPI/AAAAAAAABkc/Q3Fg5aFZ_Is/s72-c/Olho+do+Brasil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-5066595116847076406.post-110073346279372536</guid><pubDate>Wed, 16 Dec 2009 10:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-16T09:14:47.393-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>logística</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>TI</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bancos</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indústria</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>agronegócios</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>bolsas de valores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>indicadores</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>web</category><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cotações</category><title>Edição 248 | Ano II</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/Syi9oi6ALKI/AAAAAAAABkU/tUivwmQvFEA/s1600-h/folder%5B1%5D.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 181px; FLOAT: left; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415787056175525026" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_qeeKgZd90rs/Syi9oi6ALKI/AAAAAAAABkU/tUivwmQvFEA/s200/folder%5B1%5D.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:180%;"&gt;Empresas ignoram crise e 95% estimam crescimento para 2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A maioria das empresas brasileiras "ignorou" a crise e teve um faturamento em 2009 maior do que em 2008, além de ver com otimismo o próximo ano, segundo pesquisa realizada pela consultoria Deloitte e divulgada nesta terça-feira. Segundo a pesquisa "Panorama Empresarial 2010 Negócios nos novos tempos da economia", 69% das empresas estimaram que chegarão ao final de 2009 com uma receita maior do que a obtida no ano passado, embora tenham registrado um primeiro semestre ruim. Na média, o crescimento das 573 empresas questionadas foi de 8%. Os investimentos também fecharão o ano com um dado positivo: 71% delas devem fechar 2009 com um montante de aportes superior a 2008. "Os projetos de maior aposta são a modernização (considerando a aquisição de bens de capital), com 93%, e a implantação de novos produtos e serviços, com 91% dos apontamentos", informou a Deloitte em nota. Para 2010, a maioria absoluta (95%) disse acreditar que terá crescimento. 64% dos entrevistados destacaram que darão prioridade no próximo ano, do ponto de vista estratégico, ao desenvolvimento e fornecimento de novos produtos e serviços. O nível de empresas que vão realizar aquisições também deve aumentar: 41% disseram que isso faz parte dos seus planos para 2010, contra "apenas" 13% que fizeram aquisições neste ano. Segundo a consultoria, três setores possuirão maior potencial de crescimento para o próximo ano: petróleo e gás, construção e turismo. "Os resultados da pesquisa mostram que 2009 foi um ano de recuperação para muitas empresas frente à crise mundial. Já 2010 tende a ser um ano de crescimento e retomada dos investimentos por parte das organizações", disse José Paulo Rocha, sócio-líder da área de Corporate Finance da Deloitte.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Crescimento -&lt;/strong&gt; De acordo com Rocha, os setores ligados à infraestrutura e à construção civil devem ser os destaques da economia em 2010. Na pesquisa, 19% dos empresários disseram que o setor de petróleo e gás tem o maior potencial de crescimento em 2010. Outros 17% apontaram a construção civil, enquanto 9% citaram o setor de turismo, hotelaria e lazer. "O crescimento histórico desses setores têm sido inferior ao da economia", lembrou o pesquisador da Deloitte. Por isso, segundo ele, existe uma pressão para que a infraestrutura e a construção civil avancem no País e passem a dar conta da demanda. "E isso independe de eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, que também ajudam", citou. A pesquisa da Deloitte ouviu, entre outubro e novembro deste ano, 573 empresas de todos os portes e regiões do País. Juntas, elas representam o equivalente a 17,3% do PIB brasileiro e empregam cerca de 911 mil funcionários diretos. A idade média das empresas que responderam à pesquisa é de 30 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fusões no Brasil devem manter ritmo do 2º semestre em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As empresas brasileiras estão muito assediadas por empresas nacionais e estrangeiras e a previsão é que ocorram novas fusões e aquisições no país em 2010, afirmou nesta terça-feira o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Antonio Henrique Silveira. Ele previu que as fusões e aquisições manterão no ano que vem pelo menos o mesmo ritmo observado no segundo semestre desse ano. "Esperávamos um número maior no primeiro semestre. Houve uma frustração, mas após o fim do primeiro semestre, houve um movimento de aquisições fruto de um preço baixo. O Brasil está sendo muito procurado e empresas brasileiras assediadas pelo capital estrangeiro", afirmou Silveira a jornalistas em evento da CVM - Comissão de Valores Mobiliários. "A perspectiva é de continuidade em 2010 desse movimento do segundo semestre e os setores estão se ampliando cada vez mais", acrescentou ao destacar que o movimento de fusões é global. Silveira destacou que novos setores da economia brasileira também estão sendo alvo de fusões, aquisições e parcerias. Segundo ele, o segmento de educação superior apresentou esse ano uma movimentação intensa. A associação das redes varejistas Pão de Açúcar e Casas Bahia, anunciada no início do mês, foi a mais expressiva do segundo semestre. O casamento entre as duas empresas resultará em uma rede varejista com faturamento de R$ 40 bilhões. Silveira afirmou que essa semana o pedido de fusão das duas redes será protocolado na Seae - Secretaria de Acompanhamento Econômico - e a previsão é que um parecer sobre a operação saia só em 2010. "Não temos um prazo para 2010. Não é um processo trivial ou um rito sumário", sentenciou Silveira. "A fusão está entrando formalmente no sistema essa semana e ainda vai começar a ser analisada de forma criteriosa. A velocidade depende também da contribuição dos interessados." &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Grupo americano negocia compra de 60% da CVC por US$ 250 milhões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O grupo norte-americano Carlyle pode pagar cerca de US$ 250 milhões por aproximadamente 60% da CVC Turismo, disse ontem no final da tarde, dia 15/12, uma fonte a par da situação à agência de notícias Reuters. A CVC, com sede em São Paulo, é controlada pelo empresário Guilherme Paulus e é a maior operadora turística do País. De acordo com a fonte, que pediu anonimato, o Carlyle está em negociação exclusiva com a empresa e ainda não há um prazo para que a operação seja concluída. Um porta-voz do Carlyle em Washington recusou-se a comentar o assunto. Representantes da CVC Turismo não foram localizados para falar sobre o tema. No último dia 2/12, em visita ao Brasil, David Rubinstein, co-fundador do Carlyle, disse que o grupo está para selar dois ou três negócios no Brasil que poderiam ser de algumas "centenas de milhões de dólares". Na ocasião, ele recusou-se a dar mais detalhes sobre possíveis alvos do Carlyle.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio de Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brasil Ecodiesel desativa unidades produtoras de biodiesel no CE e PI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Brasil Ecodiesel decidiu desativar duas unidades localizadas no Nordeste brasileiro, devido a problemas relacionados à obtenção de matéria-prima, informou nesta terça-feira a empresa em comunicado. "Alinhada com a diretiva estratégica de melhor uso dos ativos ociosos, (a empresa) decidiu desativar as suas unidades produtoras de biodiesel localizadas nos municípios de Crateús/CE e Floriano/PI", informou a empresa em nota. O objetivo da medida é aproveitar as instalações industriais dessas unidades para a ampliação e/ou realocação da capacidade produtiva da empresa, "levando-se em conta a logística de matéria-prima e do mercado consumidor".&lt;br /&gt;A principal matéria-prima para a produção de biodiesel no Brasil é a soja, cuja oferta está apertada nesta estressafra depois de o país exportar um volume recorde da oleaginosa em 2009, em meio à forte demanda da China. A próxima safra de soja (2009/10) só começa a chegar ao mercado no começo do ano que vem. De acordo com a empresa, a "dificuldade logística incontornável de obtenção de matérias-primas" na região afetou a competitividade daquelas usinas nos leilões organizados pela ANP - Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis.&lt;br /&gt;A companhia ressaltou, entretanto, que "a perda da capacidade das unidades inoperantes não altera o planejamento da produção e vendas da companhia no curto e médio prazo". A empresa afirmou que, na medida do possível, buscará realocar os trabalhadores das unidades desativadas para as plantas de Iraquara/BA, Itaqui/MA e Porto Nacional/TO. Desde o ano passado, a Brasil Ecodiesel iniciou uma reestruturação que incluiu redução de dívidas e despesas financeiras, registrando no segundo trimestre de 2009 o primeiro lucro trimestral desde 2006. Naquela época, a empresa utilizava pouco mais de 10% de sua capacidade produtiva. A produção de biodiesel no Brasil deve ser impulsionada no próximo ano com o aumento da mistura para 5% no diesel. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paris / França&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chile será primeiro país da América do Sul a integrar OCDE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico - confirmou, ontemm, dia 15/12, em Paris, a aprovação do Chile como membro permanente da instituição. Com a adesão, o Chile será o primeiro país da América do Sul a integrar a OCDE, definida como "clube dos países ricos e desenvolvidos" e que reúne as nações mais industrializadas do mundo. Segundo autoridades chilenas, a previsão é de que o documento de adesão seja assinado em janeiro, em Santiago. O documento deverá ser ratificado pelo Congresso chileno. O anúncio da OCDE levou o ministro chileno da Fazenda, Andrés Velasco, a comparar a notícia com a de uma "classificação para a Copa do Mundo", em que participam os melhores times de futebol do planeta. "Na Copa são 32 clubes e aqui, com o Chile, seremos 31 países na OCDE", afirmou. Para o ministro chileno, a adesão à OCDE significará que o Chile terá "maior acesso aos mercados internacionais e atrairá mais investimentos, gerando maior emprego" para os chilenos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exigências -&lt;/strong&gt; Velasco disse que o Chile foi convidado pela OCDE em 2007, junto com um grupo de países - Estônia, Israel, Rússia e Eslovênia. O Chile foi o primeiro deste grupo a atender às exigências da OCDE. O governo chileno atendeu a uma série de requisitos exigidos pelo organismo antes de confirmar a adesão. A última exigência foi aprovada em outubro pelo Congresso chileno e prevê que o país intercambiará informações sobre situação tributária com os outros integrantes da OCDE. Entre as outras exigências, já aprovadas pelos legisladores chilenos, está a de estabelecer penas para pessoas jurídicas que cometam crimes como lavagem de dinheiro. A presidente do Chile, Michelle Bachelet, disse que a decisão da OCDE demonstra "a confiança e estabilidade" do país. "No exterior vão nos ver com melhores olhos, com menor risco país, o que se traduzirá em mais investimento estrangeiro", afirmou Bachelet. A OCDE incluiu o Brasil, também em 2007, entre os países com os quais buscava maior cooperação. Um status diferente ao que, na ocasião, acenou para o Chile. As conversas com o Brasil começaram em 2005 e continuam, de acordo com o Itamaraty, mas não necessariamente com o fim de uma adesão ao grupo, como ocorre com o Chile.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters e BBC Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Copenhague / Dinamarca&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cisco e Nasa lançam pareceria para monitoramento climático&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Cisco Systems e a Nasa lançaram ontem a arde, dia 15/12, um plano de US$ 100 milhões para monitorar os recursos do planeta, visando melhorar a transparência dos compromissos nacionais sob os novos acordos climáticos. Líderes e ministros de mais de 190 países estão se reunindo esta semana para tentarem chegar a um acordo sobre um pacto climático global que sucederá o Protocolo de Kioto. Provas de concordância com os comprometimentos do novo acordo, como por exemplo a redução nas emissões de CO2 para preservar as florestas, dependerão de um monitoramento mais sofisticado do que o disponível agora. O objetivo do Planetary Skin Institute é ajudar as instituições públicas, privadas, acadêmicas e governamentais a compartilhar suas informações, como por exemplo através de fontes online. "Muita informação está disponível, mas é altamente descentralizada, em milhares de formatos diferentes e milhares de lugares diferentes", disse Juan Carlos Castilla-Rubio, da Cisco. "Nos próximos 3 anos precisamos de pelo menos 100 milhões de dólares para fazer isso funcionar. Temos compromisso com metade do valor e esperamos atingir a meta no mês que vem". A joint-venture sem fins lucrativos teria como objetivo melhorar o monitoramento de emissões carbono e de sistemas de alimentos e níveis de escassez de água. Uma rede global será formada por sete hubs, montados no Brasil, Índia, China, África, Japão, União Europeia e EUA. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque/EUA e Londres/Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mobile Marketing Association incorpora a AMMB no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Mobile Marketing Association (MMA) anuncia hoje, dia 16/12, a fusão com a Associação de Mobile Marketing do Brasil (AMMB). A parceria dobra o número de membros da MMA no Brasil além de elevar o número de membros globalmente para mais de 750. A fusão representa um incremento significativo tanto no crescimento e no fortalecimento da posição da MMA na América Latina quanto globalmente. "O Brasil é muito importante para a América do Sul quando o assunto é mobile marketing e advertising. Essa união da AMMB com a MMA é um importante passo rumo à colaboração regional de toda a indústria para a criação de riqueza, um ecossistema sustentável para todos os elos da cadeia, sendo suportado pela MMA", diz o Chairman Global da MMA, Federico Pisani Massamormile. "Avaliando o progresso que a MMA tem feito no Brasil e na América Latina no último ano, pudemos ver o rápido crescimento do número de membros associados, e o lançamento do guia de melhores práticas regional. Com a força adicional que a união com a AMMB traz, a Associação pode apenas se traduzir em grande sucesso para toda a indústria". O acordo com a AMMB está em sintonia com as atividades que a MMA vem realizando no Brasil e na América Latina. Durante o último ano, houve o lançamento do Guia de Melhores Práticas para o mercado Brasileiro endossado pelas operadoras e vários eventos locais bem sucedidos da série de eventos Mobile Marketing Forum. A incorporação dos membros da AMMB adiciona uma gama de players do mercado de mobile marketing como a CycleLogic, grupos de mídia, como o SBT, e anunciantes como Visa Vale à base existente de membros da MMA. O atual Chairman da AMMB, Luiz Santucci permanecerá no comitê executivo da MMA como Chairman regional LATAM. O Chairman anterior Omarson Costa, Senior Business Development Manager Latin America da Microsoft, renunciou no mês passado por motivos pessoais. Santucci irá reassumir todas as responsabilidades atribuídas ao Chairman, efetivamente, a partir de hoje. (Agência PRNewswire)&lt;br /&gt;"Os objetivos da AMMB e da MMA de criação de uma indústria de mobile marketing de sucesso e sustentável são tão alinhados que faz perfeito sentido às duas associações trabalharem juntas, de forma a criar uma organização única e forte", diz Luiz Santucci, Chairman LATAM da MMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________________________________________________&lt;br /&gt;MANCHETES DOS PRINCIPAIS JORNAIS Nacionais e Internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Quarta-feira / 16 de dezembro de 2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Jornais nacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Folha de S.Paulo / Brasil aprova entrada da Venezuela no Mercosul&lt;br /&gt;Agora S.Paulo / Centrais recuam e aceitam novo fator de aposentadoria&lt;br /&gt;O Estado de S.PauloBrasil cede e paga mais US$1,2 bi pelo gás boliviano&lt;br /&gt;Jornal do Brasil / PF prepara novo cerco a Arruda&lt;br /&gt;O Globo / Setor público tem 21% dos empregos do país&lt;br /&gt;Valor Econômico / Empresas aéreas ampliam crédito para atrair classe C&lt;br /&gt;Correio Braziliense / Câmara aprova orçamento do DF&lt;br /&gt;Estado de Minas / BH terá R$ 1 bi para destravar o trânsito&lt;br /&gt;Diário do Nordeste / Siderúrgica sai do papel&lt;br /&gt;A Tarde / IPVA cai com preço menor dos carros&lt;br /&gt;Extra / Sensores da polícia em prédios vão identificar balas perdidas no Rio&lt;br /&gt;Correio do Povo / Consórcio habitacional pode ser pago com FGTS&lt;br /&gt;Zero Hora / Sem apoio, Piratini estuda adiar reajuste para desgastar Cpers&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#993300;"&gt;Jornais internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;The New York Times (EUA) / Diálogos sobre o clima próximos de acordo para salvar florestas&lt;br /&gt;The Washington Post (EUA) / EUA desistiu de bilhões de dólares em dinheiro dos impostos em acordo para pagamento de resgate do Citigroup&lt;br /&gt;The Times (Reino Unido) / MP's dá aos médicos o direito de ajudar seus pacientes a morrer&lt;br /&gt;The Guardian (Reino Unido) / Plano de £20 bi de Cameron para casas verdes&lt;br /&gt;Le Figaro (França) / RER: A greve inadmissível dos motoristas&lt;br /&gt;Le Monde (França) / Médicos mobilizados contra a reforma do hospital público&lt;br /&gt;China Daily (China) / Wen está fora de Copenhague quando cúpula esquenta&lt;br /&gt;El País (Espanha) / Congresso exige redobrar a pressão a Rabat por Haidar&lt;br /&gt;Clarín (Argentina) / Cristina necessita e decreta outra moratória&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_______________________&lt;br /&gt;INDICADORES ECONÔMICOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação - São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alimentos sobem menos e desaceleram inflação pelo IPC-S&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A inflação pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou significativamente em meados do mês, refletindo uma menor alta dos custos de alimentos.O indicador teve alta de 0,30% na segunda prévia de dezembro, ante alta de 0,47% na primeira, informou a FGV - Fundação Getúlio Vargas -, nesta quarta-feira. "A principal contribuição para o recuo da taxa do índice partiu do grupo Alimentação, cuja variação passou de (alta de) 0,94% para 0,40%", disse a FGV em nota. A desaceleração do grupo veio do item Hortaliças e legumes, com alta de 1,16% nesta leitura ante 5,90% na anterior, devido a menores aumentos de batata-inglesa e cebola e à queda de tomate. Os custos de Habitação também arrefeceram, ligeiramente, subindo 0,23% na segunda prévia contra 0,27% na primeira. Já os custos de Vestuário aumentaram em ritmo maior, em 0,88%, contra 0,75%. As principais quedas individuais de preços na segunda leitura do mês vieram de tomate, leite longa vida, limão, pimentão e acém. As maiores altas foram de mamão papaia, cenoura, beterraba, batata-inglesa e açúcar refinado.O IPC-S da segunda prévia de dezembro mediu os preços de 16/11 a 15/12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO DE CAPITAIS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#666666;"&gt;(Informações: Dow Jones, Bovespa, Reuters, EFE, AFP e Associated Press)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Laboratórios Fleury estreia na Bolsa de Valores amanhã&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O grupo Laboratórios Fleury, da área de em exames laboratoriais, faz sua estreia na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) na amanhã, dia 17/12, com a intenção de levantar em torno de R$ 548 milhões no mercado de ações brasileiro. As ações devem ser cotadas entre R$ 15 e R$ 17. A empresa afirma que deve destinar os recursos para expansão da rede (30% do total), renovação dos equipamentos, atividades de pesquisa além investimento em tecnologia de informação (35%) e "eventuais aquisições" (35%), ressaltando que "não há, no momento, nenhuma negociação em andamento". A oferta pública corresponde a 34,251 milhões de ações ordinárias, o que corresponde a pouco mais de 25% do capital da empresa que, a exemplo das demais companhias que entraram na Bolsa, adere às práticas do Novo Mercado. Os acionistas terão direito, entre outros, ao chamado "tag along", o dispositivo que estende aos acionistas minoritários o direito de vender as ações pelo mesmo preço pago aos antigos controladores. No acumulado de nove meses deste ano, a companhia apurou uma receita líquida de R$ 567,6 milhões (crescimento de 12,6%) e apurou um lucro líquido de R$ 63,6 milhões (aumento de 66,5%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;HOJE –&lt;/span&gt; Fechamento das Bolsas da Ásia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tóquio / Japão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas asiáticas voltam a cair&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A maioria das bolsas da Ásia voltou a apresentar sinal negativo nesta quarta-feira, dia 16/12, em meio à expectativa pela conclusão da reunião do Comitê do Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (banco central dos EUA). Fatores locais também influenciaram os negócios e, na Coreia, as ações do estaleiro Daewoo tiveram forte alta com as encomendas que a empresa recebeu da Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Em Hong Kong,&lt;/strong&gt; o capital estrangeiro continuou a sair e levou o índice Hang Seng à segunda queda consecutiva, liderada pelas incorporadoras imobiliárias e bancos chineses, ante a precupação de que Pequim tome medidas para evitar uma bolha imobiliária. O índice caiu 0,9%, para 21.611,74 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- As Bolsas da China&lt;/strong&gt; fecharam em queda pelo segundo pregão seguido. Os temores sobre a liquidez do mercado, por conta do iminente lançamento de duas IPOs, e as preocupações sobre as medidas do governo para o setor imobiliário, prejudicaram os negócios. O Xangai Composto caiu 0,6% e encerrou aos 3.255,21 pontos. O Shenzhen Composto perdeu 1,1% e terminou aos 1.201,97 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Bolsa de Taipé, em Taiwan,&lt;/strong&gt; o Taiwan Weighted baixou 0,7% e encerrou aos 7.751,60 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Coreia do Sul, o índice Kospi&lt;/strong&gt; recuou apenas 0,1%, aos 1.664,24 pontos. As ações do estaleiro Daewoo Shipbuilding &amp;amp; Marine Engineering dispararam 5,6% em reação à notícia divulgada ontem de que a empresa construirá o equivalente a mais de US$ 1 bilhão em navios de perfuração para a Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Austrália, o índice S&amp;amp;P/ASX 200&lt;/strong&gt; encerrou em queda de 0,3%, aos 4.661,9 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O índice PSEi da Bolsa de Manila, nas Filipinas,&lt;/strong&gt; baixou 0,5%, para 3.032,37 pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;ONTEM –&lt;/span&gt; Na Bovespa, NY e Europa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bovespa fecha em leve queda de 0,06%, à espera de BC americano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O mercado brasileiro de ações abriu em queda, esboçou uma reação mas, sem fôlego novo, patinou durante boa parte da jornada de ontem, dia 15/12. Em meio a boas notícias da economia doméstica (aumento do emprego industrial, forte crescimento das vendas no varejo), o mercado se assustou com uma taxa de inflação acima do esperado nos EUA. E amanhã, o banco central americano anuncia a nova taxa básica de juros desse País. A taxa de câmbio doméstica teve um repique após três dias de queda, cravando R$ 1,75.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Ibovespa&lt;/strong&gt; teve leve queda de 0,06%, aos 69.310 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O giro financeiro&lt;/strong&gt; foi de R$ 4,67 bilhões.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O dólar comercial&lt;/strong&gt; foi vendido por R$ 1,754, em alta de 0,57%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A taxa de risco-país&lt;/strong&gt; marca 195 pontos, mantendo a pontuação anterior.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;A procura por moeda por agentes financeiros interessados em zerar seus compromissos financeiros antes do término do ano contribuiu para alguma pressão sobre as taxas de câmbio. "Isso ocorreu no mercado futuro mas também no câmbio comercial. E dever haver alguma pressão de alta sobre dólar, pelo menos até o final do mês. É difícil que atinja R$ 1,80, mas o mercado mostra que a taxa não deve cair abaixo de R$ 1,73 ou R$ 1,75", comenta Marcos Trabold, operador da corretora B&amp;amp;T. Entre as principais notícias do dia, o Departamento do Trabalho dos EUA apontou uma inflação de 1,8% em novembro, pela leitura do PPI - Índice de Preços ao Produtor -, que aponta as variações de preço no atacado. Em outubro, o mesmo índice registrou variação de 0,3%. O núcleo do indicador - que exclui os preços de alimentos e energia - subiu 0,5% em novembro, ante uma queda de 0,6% no mês anterior. O IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - revelou que as vendas no setor varejista cresceram pelo sexto mês consecutivo em outubro, a uma taxa de 1,4% na comparação com setembro. Em relação a outubro de 2008, houve alta de 8,4%.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas de NY recuam à espera de reunião do BC americano&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas americanas fecharam nesta terça-feira em baixa, com os investidores se retraindo à espera do fim da reunião do Fed (Federal Reserve), que definirá a nova taxa básica de juros do país.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O Dow Jones Industrial Average -&lt;/strong&gt; principal indicador da Nyse (Bolsa de Valores de Nova York) - teve queda de 0,47%, para 10.452 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O ampliado S&amp;amp;P 500&lt;/strong&gt; recuou 0,55%, para 1.107,93 unidades.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na Bolsa tecnológica Nasdaq,&lt;/strong&gt; o indicador Nasdaq Composite fechou em baixa de 0,5%, para 2.201,05 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Os negócios se mantiveram mais próximos da estabilidade ao longo de todo o pregão, mas pioraram nos minutos finais, garantindo a queda. "A atividade no mercado se desacelerou após os anúncios do Fed", disse John Stoltzfus, da Ticonderoga Securities. O Fed iniciou nesta terça-feira sua reunião de dois dias do Fomc - Comitê Federal de Mercado Aberto - e divulgará o comunicado final na tarde de amanhã. O mercado tem o consenso de que a taxa de juros -atualmente em uma banda entre zero e 0,25% ao ano - não deverá ser alterada na reunião. O que realmente deixa o mercado tenso é o teor do comunicado, que deverá jogar um pouco de luz sobre o ritmo de recuperação da economia americana.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bolsas europeias têm leve alta com dados da indústria dos EUA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As Bolsas europeias fecharam com ligeira alta nesta terça-feira. Os dados sobre o setor industrial dos Estados Unidos divulgados hoje apontaram um desempenho considerado fraco por analistas e investidores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Frankfurt&lt;/strong&gt; teve alta de 0,16% no índice DAX, para 5.811,34 pontos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Zurique&lt;/strong&gt; teve alta de 0,10%, indo para 6.439,40 pontos no índice Swiss Market.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Madri&lt;/strong&gt; teve alta de 0,19%, com 1.221,87 pontos no índice Madrid General.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- A Bolsa de Amsterdã&lt;/strong&gt; subiu 0,83%, para 325,19 pontos no índice AEX General.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Na contramão, a Bolsa de Londres&lt;/strong&gt; caiu 0,56%, indo para 5.285,77 pontos no índice FTSE 100.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- O FTSEurofirst 300&lt;/strong&gt; - índice das principais ações da Europa - encerrou com leve variação positiva de 0,02% nos ajustes, a 1.018 pontos. Com esse fechamento, o indicador acumula quatro sessões seguidas de valorização.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Análise -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;As ações de bancos gregos ficaram sob pressão, com analistas citando preocupações sobre a falha do governo da Grécia em anunciar medidas mais rígidas para reforçar as finanças do país. Os papéis do National Bank, do EFG Eurobank e do Bank of Piraeus se desvalorizaram cerca de 5% cada. Na Europa os dados apresentados hoje não contribuíram para estimular os negócios. Na Alemanha, o instituto econômico alemão Ifo melhorou suas previsões para o PIB (Produto Interno Bruto) do país em 2009 e 2010, mas informou que condições ruins para o crédito e a retirada dos estímulos pelo governo deixariam a economia do país enfraquecida. O instituto prevê um declínio de 4,9% neste ano - ainda o pior desempenho anual desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), mas acima da previsão de junho, de contração de 6,3%. Já o instituto econômico ZEW (Centro para a Pesquisa Econômica Europeia, na sigla em alemão) informou que a confiança dos investidores e dos analistas da Alemanha diminuiu pelo terceiro mês consecutivo em dezembro, com a queda do índice para 50,4 neste mês, contra 51,1 em novembro.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;___________________&lt;br /&gt;MERCADO FINANCEIRO&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bancos terão período de transição para regras mais duras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Reguladores globais irão conceder aos bancos um período de transição antes de forçá-los a implementar regras de capital mais estritas, aliviando temores de que os concessores de empréstimos teriam que emitir grandes quantidades de ações, segundo analistas ouvidos pela agência de notícias Reuters. O Comitê de Supervisão Bancária da Basileia, formado por bancos centrais e reguladores de cerca de 30 países, trabalha em um pacote de regulação financeira mais forte após a crise de crédito. As fontes ouvidas pela Reuters acrescentaram que os reguladores não têm um tempo específico para esse período de transição, enquanto o jornal "Nikkei", do Japão, publicou que seria de pelo menos dez anos. O comitê deve publicar um esboço das reformas até o fim de janeiro. Entre as regras, espera-se o pedido para que os bancos aumentem suas provisões para perdas futuras. O comitê deve manter o plano de gradualmente implementar as mudanças a partir de 2012, mas dará aos bancos um período de transição para que eles se ajustem às regras, disseram três pessoas próximas à situação.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BB e Bradesco vão emitir cartões Mastercard Smiles&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Gol Linhas Aéreas fechou acordo com o Banco do Brasil e o Bradesco para que os cartões de crédito da bandeira Mastercard emitidos a partir desse mês pelas duas instituições passem a acumular milhas a participantes do programa de milhas aéreas Smiles. Segundo comunicado da empresa aérea, entre as maiores vantagens oferecidas pelos bancos está a possibilidade de o cliente receber até três milhas por dólar na compra de passagens da Gol com o cartão de crédito Smiles. O primeiro movimento da operação, iniciada em junho de 2009, resultou em uma negociação no valor de R$ 252 milhões, relativos à venda de milhas do Smiles, direito de acesso e de utilização do cadastro pelas instituições financeiras e participação no faturamento registrado nos cartões emitidos. Os novos cartões serão oferecidos aos clientes em três modalidades: International, Gold e Platinum. A conversão das compras em milhas será a mesma entre os bancos. As instituições ainda irão ofertar uma bonificação em milhas na aquisição e renovação do cartão, e todas as milhas terão validade mínima de três anos. Os benefícios incluirão desde a troca de milhas por bilhetes-prêmio, até acesso à Sala Vip nos aeroportos, atendimento diferenciado no check-in, prioridade no embarque, entre outros. Os participantes poderão acumular milhas nos voos operados também pelas parceiras, como American Airlines e Air France-KLM. O Smiles foi incorporado pela Gol em 2007, junto com os ativos operacionais da VRG Linhas Aéreas, operadora da marca Varig. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________&lt;br /&gt;INDÚSTRIA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CNI prevê crescimento de 5,5% do PIB em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A produção industrial, os investimentos e o consumo das famílias devem amparar um crescimento de 5,5% da economia brasileira em 2010, conforme estimativa da CNI - Confederação Nacional da Indústria - divulgada ontem, dia 15/12. Para 2009, a entidade calcula estabilidade do PIB - Produto Interno Bruto. "O crescimento da economia esperado para 2010 deverá fazer com que a produção industrial ultrapasse o nível de antes da crise no primeiro semestre do ano", disse a CNI. Para 2010, a entidade calcula uma expansão de 7% no PIB industrial, após uma variação negativa de 4,5% estimada para este ano. "A recuperação da produção favorecerá a criação de empregos e o aumento da renda dos trabalhadores. Esses fatores associados à elevação da oferta de crédito e dos programas de transferência de renda do governo incrementarão a demanda interna", avaliam os técnicos da confederação. Nesse contexto, a expectativa para o consumo das famílias é de incremento de 5,6% no próximo ano. Para este ano, a previsão é de alta de 3,7%. O desemprego deve cair dos 8,1% projetados para 2009 para 7,6% em 2010. A CNI também vê uma aceleração na inflação, uma vez que estima alta de 4,3% para o IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - este ano e de 4,7% em 2010. A meta de inflação perseguida pelo governo neste ano e no próximo tem centro em 4,5% e tolerância de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ABPO diz que venda de papelão cresceu 13,35% em novembro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A indústria brasileira de papelão ondulado encerrou novembro com vendas de 211.059 toneladas, segundo dados preliminares divulgados hoje pela Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO). O resultado representa uma retração de 4,40% em relação a outubro, quando o setor reportou o melhor indicador mensal da história, com vendas de 220.767 toneladas (conforme dados atualizados hoje). O indicador de novembro, além de ser o segundo melhor resultado da história para o setor, representa uma expansão de 13,35% em relação a igual período do ano passado, quando a indústria brasileira já registrava os primeiros efeitos da crise econômica iniciada nos Estados Unidos. Na prática, "as vendas de novembro continuaram firmes e no mesmo ritmo do mês anterior", ressaltou em nota o presidente da ABPO, Paulo Sérgio Peres. A retração entre novembro e outubro já era esperada, uma vez que o mês de outubro é, tradicionalmente, o melhor mês do ano para o setor. Graças à recuperação das vendas principalmente a partir de setembro passado, o setor, que encerrou o primeiro semestre de 2009 com retração superior a 7%, chegou ao final de novembro com retração anual de apenas 1,86% ante igual período de 2008, para 2,077 milhões de toneladas.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rio Janeiro / RJ&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Açotubo prevê aumento da demanda pelo setor sucroalcooleiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Açotubo trabalha com uma perspectiva de aumento da demanda por barras e tubos de aço no setor sucroalcooleiro. A estimativa é que, superada a pior fase da crise financeira, as usinas de açúcar e etanol se preparem para iniciar grandes manutenções em suas instalações até janeiro de 2010. José Carlos Palopoli, gerente de Marketing do Grupo Açotubo, explicou que, geralmente, as usinas de açúcar e álcool fazem as suas manutenções preventivas durante os meses de dezembro e janeiro. Porém, no ano passado, devido à crise econômica mundial, muitos desses investimentos foram postergados, de forma que apenas foram feitas as manutenções inadiáveis. "Para 2009, estimamos que os volumes de produtos vendidos serão maiores, impulsionados pela grande exportação de açúcar feita pelo Brasil para cobrir a demanda do mercado internacional, ocasionada principalmente pela quebra da safra de cana ocorrida na Índia", afirmou Palopoli, em nota. Das novas encomendas realizadas para o segmento, estima-se que 70% das demandas por produtos são provenientes das usinas já em operação, enquanto que as novas usinas serão responsáveis por 30%. Para atender a esta demanda, as empresas do grupo, composto pela Açotubo, Incotep e Artex, mantêm altos níveis de estoque de produtos específicos. A busca por biocombustíveis menos agressivos ao meio ambiente tem crescido no mundo todo, de forma que as usinas de álcool brasileiras constituem hoje, na opinião da Açotubo, um fator de desenvolvimento econômico-social. Com uma produção anual de cerca de 25 bilhões de litros de álcool, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes (Sindicom) prevê que o álcool pode também voltar a liderar os postos de combustíveis no Brasil, considerando a projeção de aumento do valor da gasolina em 2010, com a elevação do petróleo no mercado internacional. E a recuperação do etanol acarreta o crescimento da demanda por barras e tubos de aço carbono, chapas e tubos de inox por parte do setor sucroalcooleiro, o que movimenta a indústria e o mercado siderúrgico.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caxias do Sul / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcopolo prevê produção de 24,7 mil ônibus em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O crescimento de produção estimado pela Marcopolo para 2010 terá três vertentes principais: o mercado interno, a entrada em operação de uma unidade no Egito no primeiro trimestre e o aumento de produção na Índia. A companhia espera produzir 24,7 mil ônibus no Brasil e exterior no próximo ano, ante 21 mil unidades previstas para 2009. A receita líquida deve alcançar R$ 2,55 bilhões, ante R$ 2,3 bilhões definidos como meta este ano. Da produção total esperada, o Brasil deve responder por 14,9 mil unidades. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prorrogou, até 30 de junho de 2010, a vigência do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que financia ônibus com juros fixos de 7% ao ano. Além da oferta de financiamento com condições atrativas, a prorrogação das concessões de linhas interestaduais de transporte - decidida em novembro pela ANTT - também vai melhorar a demanda do setor, observa o diretor de relações com investidores da Marcopolo, Carlos Zignani. A indefinição sobre a eventual prorrogação ou o lançamento de nova licitação das concessões atrapalhava o planejamento dos operadores de transporte de passageiros.Entre as 9,8 mil unidades que devem ser fabricadas no exterior, o Egito deve gerar 600 veículos, enquanto a fábrica na Índia entregará o dobro em 2010. A produção na Índia é feita em associação com a Tata Motors e a Marcopolo consolida 49% do total em seu resultado. O ritmo de produção deve saltar de 6 mil em 2009 para 12 mil no próximo ano, cabendo metade à fabricante brasileira. No país asiático, a Marcopolo substituiu, com a associação, fabricantes locais que faziam a carroceria de forma terceirizada para a Tata. No Egito, a Marcopolo também incorpora 49% da produção local a seu resultado. Ainda debilitado pela crise, o mercado mexicano deve contribuir com 1.500 unidades no planejamento da Marcopolo em 2010, que já divulgou uma parada temporária na unidade durante o primeiro trimestre para eliminar estoques. No país, os fabricantes costumam produzir antes da chegada dos pedidos, explicou Zignani, e o mercado acumulou estoques elevados. A produção prevista representará metade do ritmo habitual no México, que seria de 3.000 unidades.A Rússia não voltará à contabilidade em 2010. A fábrica no país, na qual a Marcopolo está associada à Russpromauto, está parada e não há expectativa de retomada do mercado no próximo ano. Na Colômbia, a companhia prevê gerar 600 veículos, mesmo número que na África do Sul, enquanto na Argentina, deve consolidar 500 unidades em 2010. Nos próximos anos, alguns eventos têm potencial gerador de negócios para os fabricantes de ônibus. Em 2012, haverá eleições municipais, que habitualmente estimulam a renovação das frotas. O Brasil tem uma frota com idade média acima de 15 anos, que deveria ser reduzida para 10 anos, na avaliação dos fabricantes. Depois disso, a Copa do Mundo em 2014 no Brasil e Olimpíadas no Rio de Janeiro em 2016 também devem gerar investimento tanto em infraestrutura de transporte quanto em renovação de veículos, projetou Zignani.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Volare -&lt;/strong&gt; A Unidade de Negócios Volare, da Marcopolo, deve fechar 2009 com venda de quatro mil unidades do miniônibus, com queda ante o resultado recorde de 5.070 veículos registrados em 2008. Além dos problemas de crédito ao longo do ano, a demanda do programa Caminho da Escola frustrou os fabricantes habilitados na licitação, explicou o diretor-geral da Volare, Nelson Gehrke. Havia expectativa de pedidos para 6,6 mil unidades entre os fabricantes habilitados, mas o volume deve ficar em até 1.700 este ano, dos quais a Volare prevê fornecer entre 500 e 600. O programa financia a renovação de frotas escolares a prefeituras e governos estaduais. As prefeituras restringiram os pedidos em parte pela queda de arrecadação no ano. Os preços licitados vigoram até fevereiro de 2010, prazo limite para fazer contratos pela licitação de 2009. Após esta data, as encomendas podem ser entregues em até 120 dias nos locais mais distantes. Uma nova licitação do programa deve ser feita entre o final de fevereiro e começo de março, mas o prazo de contratação será menor, por causa das eleições. A restrição à assinatura de financiamentos entra em vigor em julho. Para 2010, a Volare estima produção de 4,2 mil a 4,4 mil unidades, que são fabricadas na unidade da Marcopolo em Caxias do Sul/RS. As exportações, que caíram para 5% do total em 2009, devem voltar ao patamar de 10% no próximo ano. Os pedidos de fretamento e turismo representam 40% da carteira da Volare, fatia que deve permanecer igual em 2010. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;AGRONEGÓCIOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preço do cacau alcança maior nível em 32 anos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O preço do cacau alcançou ontem, dia 15/12, em Londres, seu nível mais alto em 32 anos, perante o temor que a produção na safra 2009/10 possa ser inferior à demanda pelo quarto ano consecutivo. O preço do cacau para entrega em maio no mercado de futuros de Londres subiu a 2.290 libras (US$ 3.729, no câmbio de ontem) por tonelada. Trata-se do segundo preço mais alto para esse tipo de contratos desde outubro de 1977 e supõe um aumento de 30% neste ano. A maior preocupação, destaca o diário britânico"Financial Time" (F"), é o chamado harmattan, o vento seco e poeirento que sopra do Saara a partir de janeiro. Se o harmattan for forte, pode atrapalhar a floração, o que teria impacto muito negativo nas colheitas em Costa do Marfim, Gana, Nigéria e Camarões.&lt;br /&gt;Outro fenômeno meteorológico que pode ter um impacto na produção é o El Niño, que provoca o aquecimento das águas superficiais do oceano Pacífico, leva a seca aos países do sudeste da Ásia e produz chuvas torrenciais em algumas áreas da América Latina. Segundo os meteorologistas, o El Niño, cujos efeitos vão durar até março e abril, poderia afetar negativamente a colheita na Indonésia, terceiro produtor de cacau do mundo, e Equador, o sétimo.&lt;br /&gt;Segundo a especialista em cacau Judith Ganes-Chase, consultada em Nova York pelo jornal britânico, a produção mundial de cacau poderia diminuir em mais de 5% como consequência desse fenômeno. Durante esse tipo de episódios meteorológicos, a produção indonésia de cacau cai normalmente 15% e a do Equador, ainda mais: em torno de 35%. Os analistas consideram, além disso, que a atual escassez é um aviso sobre a produtividade decrescente das plantações de cacau, fenômeno que poderia influenciar fortemente nos preços em anos vindouros. O problema, explica o F", é ainda pior na Costa do Marfim, país que produz aproximadamente 40% de todo o cacau do mundo. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência EFE)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bunge vende armazéns para reduzir custos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Reconhecida pelo pioneirismo na instalação de silos para recebimento de grãos em áreas de fronteiras agrícolas, a companhia está revendo sua estratégia para o serviço de armazenagem depois de ter sofrido com a desvalorização das commodities decorrente do aprofundamento da crise mundial, a partir de setembro do ano passado. Em parte por causa disso, muitos silos da empresa já foram vendidos e outros estão sendo negociados.&lt;br /&gt;A Bunge chegou a ter no Brasil mais de 200 sistemas de armazenagem em praticamente todos os Estados produtores de soja e milho. Desse total, mais de 50 já foram comercializados e, apenas em Mato Grosso, outros 30 estão à venda, segundo fontes consultadas pelo Valor. Segundo essas fontes, a empresa abandonou seu projeto de estar presente em todas as regiões de fronteira. Com as vendas, estima-se que a empresa pode levantar cerca de R$ 100 milhões Considerados estratégicos, a capacidade total de armazenagem e o número de silos administrados não são revelados pela empresa, mas apenas em Mato Grosso - Estado que representa quase 30% da produção de soja e 14% do milho produzido no Brasil - a estrutura própria é capaz de estocar 1,4 milhão de toneladas de grãos.&lt;br /&gt;As fontes sabem que a multinacional está revendo seu posicionamento na área de armazenagem, mas dizem que também existe a necessidade de formação de caixa depois das perdas com a crise. Desde antes da crise financeira a Bunge já estudava readequar sua estrutura para tornar seu negócio mais eficiente. "Na safra passada, a Bunge travou o valor de compra da soja com os produtores, mas deixou um volume importante desse produto em aberto na bolsa", disse um especialista. Quando os preços começaram a cair, a empresa se viu desprotegida das oscilações do mercado. Vale lembrar que parte do caixa da Bunge e de outras tradings foi consumida pelos ajustes diários da bolsa diante da valorização dos grãos entre 2007 e 2008.&lt;br /&gt;Oficialmente, a Bunge confirma a venda de alguns armazéns, mas informa que se trata de uma otimização de sua infraestrutura logística. A companhia diz que está direcionando suas atenções nesta atividade para regiões onde existe uma demanda maior por estruturas de armazenagem. Segundo sua assessoria de imprensa, a ideia é redesenhar e organizar o serviço de armazenagem para ganhar mais agilidade neste segmento e criar um fluxo mais eficiente entre a originação dos grãos com a exportação e o processamento. Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que o Brasil tem um déficit de 4% na capacidade de armazenamento. A situação é mais crítica na região Norte do país, onde faltam silos para 35,8% da safra total de grãos, seguida pelo Nordeste (15,8%), Sul (7,2%) e Centro-Oeste (5,1%).&lt;br /&gt;Além da necessidade financeira, outro motivo que leva a Bunge a rever seu negócio de armazenagem está ligado à gestão. Segundo grandes produtores de Mato Grosso, a empresa nunca primou pela eficiência neste segmento e tem enfrentado dificuldades para administrar a originação de muitos lotes com pequenos volumes. Por esse motivo, afirmam eles, a empresa dará preferência nesta safra para compra de grandes volumes no atacado, reduzindo assim os financiamentos diretos aos produtores e também seus riscos. "Em Mato Grosso, sentimos que a Bunge diminuiu seu financiamento para os agricultores e concedeu crédito apenas para aqueles que eram capazes de entregar grandes volumes e com quem a relação era mais antiga", disse um produtor do Estado. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Assessoria de Imprensa Bunge)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;SETOR AUTOMOTIVO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detroit / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GM pretende pagar empréstimos dos EUA e do Canadá até junho&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A General Motors planeja pagar cerca de US$ 8 bilhões da dívida com os governos dos EUA e Canadá até junho, antecipando o prazo em que se comprometeu a quitar a primeira parte de seu empréstimo do pacote de resgate. "Nossa intenção é pagar a dívida", disse o presidente do Conselho de Administração e presidente-executivo interino da GM, Ed Whitacre, nesta terça-feira. "Fecharemos a conta até junho." Os comentários de Whitacre marcam a primeira vez que a GM se compromete a pagar os empréstimos governamentais dentro de um ano desde que entrou com pedido de concordata - em processo de reestruturação liderado pelo governo do presidente norte-americano, Barack Obama. Whitacre, que se tornou presidente-executivo da empresa há duas semanas, após o Conselho da GM demitir Fritz Henderson, que ocupava o posto, afirmou que não sabe por quanto tempo ficará no comando da montadora nos EUA. "Estou gostando", disse Whitacre a jornalistas ao ser questionado sobre seu novo papel como interino. O encontro com jornalistas, primeiro desde que tomou posse, ocorreu na sala do Conselho na sede da GM em Detroit, local onde Henderson foi demitido repentinamente no começo deste mês. Whitacre afirmou que não pretende ficar muito tempo do cargo, mas não tem um prazo para sua saída. Seu salário será discutido pelo comitê de compensações do Conselho da montadora no ano que vem.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agência Reuters)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;VAREJO &amp;amp; SERVIÇO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paris / França&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lacoste tenta conquistar público mais jovem para se renovar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Num mundo marcado pela efemeridade como é o da moda, poucas empresas podem se orgulhar de ter uma marca tão longeva quanto a francesa Lacoste. Fundada em 1933, a empresa está hoje presente em 112 países e fatura quase 1,5 bilhão de euros. Seu logotipo, um inconfundível crocodilo verde, é imediatamente associado a roupas esportivas voltadas para um público de alto poder aquisitivo, na maioria praticante (ou apenas amante) de tênis e golfe. Com o passar dos anos, o pesadelo de muitas empresas tornou-se realidade para a Lacoste. Seus consumidores envelheceram - e, junto com eles, a percepção que os jovens consumidores têm da marca. (Segundo a própria empresa, a Lacoste é tida como uma marca voltada para homens de 40 a 55 anos.) As vendas mostraram o que isso podia significar.No início desta década, o crescimento mundial médio da companhia não passava de 4% ao ano. Para combater a estagnação e a perspectiva de decréscimo ainda maior no número de consumidores com o passar dos anos, em 2000 a Lacoste iniciou o trabalho de renovação de sua marca, de modo a torná-la popular entre consumidores de 25 a 35 anos - faixa etária ávida por consumir produtos de moda e tecnologia. Esse esforço vem gerando bons resultados na Europa e nos Estados Unidos, de acordo com o espanhol José Luis Durán, ex-presidente mundial do Carrefour, contratado em julho para ocupar o cargo de principal executivo do grupo francês Devanley, que detém 35% da Lacoste e é responsável pela gestão da marca no mundo. “Agora chegou a vez do Brasil. É daqui que virá boa parte do nosso crescimento nos próximos anos”.Para atrair o público jovem, a Lacoste manteve seu logotipo intacto em produtos completamente novos - processo que começou lá fora e agora ganha força no Brasil. As linhas de roupas, antes limitadas a algumas peças esportivas e às tradicionais camisas tipo polo, cresceram cerca de 40%, alcançando 350 modelos diferentes. Entre os novos produtos estão bolsas, tênis, óculos e até um celular, que a companhia pretende lançar no início de 2010. A abrangência do público foi ampliada. Crianças e mulheres jovens, normalmente consumidoras mais entusiasmadas, entraram no foco da empresa.A intenção é atrair famílias inteiras para dentro das lojas. Isso mostra como a Lacoste, normalmente associada à qualidade e ao conservadorismo, precisou rever alguns de seus conceitos - mais especificamente sua elegância discreta baseada em tons como preto, branco e azul-marinho. Cerca de 60 tonalidades vibrantes, como laranja, verde, lilás e amarelo, ganharam força nas coleções. Neste ano, estima-se que o público jovem responderá por quase 15% do faturamento da Lacoste no Brasil - ante 7% em 2008. Mundialmente, há indicadores ainda mais expressivos. A taxa média de crescimento anual é cerca de 15% - quase quatro vezes a do início da década. Além de renovar o portfólio de produtos, a operação brasileira da Lacoste vem reformando sua rede de lojas. Até o fim do ano, cerca de 85% de suas 60 franquias terá os móveis em tons sóbrios substituídos por prateleiras brancas e algumas araras. A ideia é deixar o ambiente com um ar mais despojado - além de permitir que o cliente manuseie com mais facilidade as peças. Ao mesmo tempo, a Lacoste vai reforçar sua atuação em lojas multimarcas. A empresa pretende dobrar a presença nesses pontos nos próximos três anos, alcançando 700 lojas no país. Com tudo isso, o Brasil deixará de ser uma operação irrelevante para se tornar a quarta maior do grupo, diz Durán.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agence France Presse / AFP)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M. Officer inaugura sua 90ª franquia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A rede de vestuário M.Officer, criada por Carlos Miele, o mais famoso estilista brasileiro no exterior, abriu sua 90a franquia no país, onde possui também 71 lojas próprias. Segundo pesquisa publicada pelo jornal Folha de S.Paulo, a marca de jeanswear é a mais lembrada pelo público feminino e a única brasileira que supera a presença de empresas internacionais no país. Em outra pesquisa, do Instituto Research International, a marca foi apontada ao lado da Audi, Nike e Banco Itaú como a preferida de moda pelos jovens adultos do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Franquia internacional de frozen yogurt chega ao Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Uma nova rede internacional de franquias chega ao Brasil neste final de ano. A Tutti Frutti, especializada na venda de sorvetes à base de iogurte misturados com coberturas de frutas secas e frescas, cereais e coberturas, terá lojas que vão funcionar com um sistema self service de 12 sabores de sorvete. A rede tem 160 lojas abertas em 12 países, nasceu no Canadá e movimenta cerca de US$ 100 milhões por ano. No Brasil, a Tutti Frutti procura franqueados principalmente na cidade de São Paulo e no ABC Paulista. Posteriormente, pretende ampliar a presença no Estado para cidades como Campinas, Santos e Guarujá; e, em um passo seguinte, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. O valor do investimento inicial em uma franquia Tutti Frutti é de até R$ 450 mil, incluídos equipamentos e instalações. A taxa de franquia é de R$ 50 mil, e a área mínima necessária é de 60 m². A primeira loja será inaugurada até o final do ano no MorumbiShopping, em São Paulo. A expectativa é que, em um período de cinco anos, já existam 35 franquias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kangoo Jumps espera crescer 40% com franquia de quiosques&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A marca de calçados Kangoo Jumps passou a oferecer franquias de quiosques a empresários, executivos e profissionais da área de saúde no mercado brasileiro. A expectativa é abrir 27 franquias no primeiro semestre de 2010 e aumentar seu faturamento em 40%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – são Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Verde reforça presença em São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A rede de produtos naturais e orgânicos Mundo Verde inaugurou mais duas lojas em São Paulo, nos bairros da Bela Vista e Vila Clementino, chegando a 23 unidades franqueadas no Estado e 148 no Brasil. São Paulo será o grande foco da expansão da empresa no biênio 2010/2011, já que para o ano que vem a rede pretende abrir 25 lojas no Estado, das 40 que planeja inaugurar em todo o país (foram 20 neste ano no Brasil). O Mundo Verde deve fechar 2009 com um crescimento de 25% nas suas vendas em relação ao ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;COMÉRCIO EXTERIOR&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Governo quer ampliar exportações com tradings&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O governo quer ampliar as exportações fortalecendo a atuação das tradings e empresas comerciais exportadoras (intermedeiam a venda de produtos brasileiros no exterior). Deverá ser criada uma linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estas empresas e a legislação será modernizada. "Elas conhecem os canais de distribuição, os mercados internacionais e os sistemas de financiamento. Então, trabalhar com elas significa uma possibilidade de aumentar rapidamente as exportações brasileiras", afirmou ontem o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira.&lt;br /&gt;Teixeira explicou que o BNDES tem uma linha de financiamento, chamada Empresa Âncora, destinada principalmente para alguns setores que tem uma única grande empresa. A proposta é adaptar essa linha às empresas que operam como tradings e comerciais exportadoras. Elas têm dificuldades em obter financiamento, porque não produzem, mas apenas vendem ou compram produtos de terceiros. O financiamento é dado à empresa fabricante do produto a ser negociado pela trading, que tem que entrar como avalista do financiamento. O grupo de trabalho já identificou que, em alguns casos, o fabricante não entrega os produtos já encomendados e também casos em que há produção, mas a operação de venda da trading acaba não ocorrendo.&lt;br /&gt;O governo também estuda mudanças na legislação. Segundo dados da Apex, operam no País como tradings ou comerciais operadoras cerca de quatro mil empresas, mas apenas 162 atendem às exigências colocadas no Decreto 12.048/1972, que concede benefícios fiscais para estas empresas. Teixeira destacou que também está sendo criada no País uma associação representativa das tradings, o que deve melhorar o diálogo deste setor com o governo. "Esse foi um setor esquecido nas últimas duas décadas. Tenho certeza que, fortalecendo este setor, vamos ter um resultado expressivo das exportações", defendeu. Segundo Teixeira, as tradings hoje são responsáveis por 11% das exportações brasileiras e 30% das importações. O presidente da Apex disse que a criação do Eximbank brasileiro, que deve ocorrer nos primeiros meses de 2010, também deve ajudar a alavancar as exportações. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Agência Estado)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Frango liberado para a Ucrânia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A retirada da investigação de dumping contra empresas brasileiras exportadoras de carne de frango e a reinspeção e certificação de abatedouros foram os principais assuntos discutidos urante a participação da Abef - Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos - na missão empresarial à Ucrânia nos dias 1/12 e 2/12. O gerente de Relações com o Mercado da entidade, Adriano Zerbini, que a representou, aproveitou a ocasião, juntamente com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge, que capitaneou a comitiva, para levar ao fórum empresarial no qual estiveram presentes o ministro da Agricultura e o vice-ministro da Economia ucranianos, além de empresários dos dois países, o protesto de insatisfação do Brasil quanto à investigação de dumping. O ministro Miguel Jorge ressaltou a questão, também, na reunião em que estiveram presentes os presidentes da Ucrânia, Viktor Yuschenko, e Luiz Inácio Lula da Silva, que esteve em missão oficial ao país.Outro assunto que foi abordado na pauta bilateral foi a necessidade de as autoridades esclarecerem um comunicado do serviço veterinário ucraniano suspendendo as habilitações de fábricas brasileiras autorizadas (aves, suínos e bovinos) e solicitando nova inspeção. O resultado do encontro foi satisfatório com o compromisso da chefe da Direção de Inspeção do Comitê Veterinário da Ucrânia, Valentyna Sharandak, de que não haverá cancelamento das habilitações e que os exportadores serão informados com antecedência caso seja agendada nova inspeção.“A participação da Abef nesta missão foi importante, porque tivemos a oportunidade de discutir assuntos relevantes da pauta das relações comerciais entre os dois países”, afirmou Adriano Zerbini. “É bom frisar que a atuação do governo brasileiro foi primordial no encaminhamento das discussões”, concluiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;______________&lt;br /&gt;MERCADO DE TI&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa aponta que 62% dos CEOs apostam na TI como chave do sucesso no pós-crise&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De acordo com um recente estudo realizado pela consultoria Gartner, 62% dos CEOs reconhecem que a TI será um elemento fundamental para o sucesso das empresas no pós-crise. Ainda de acordo com o levantamento, apenas 13% dos profissionais em posição de presidência discordam de que a tecnologia funcionará como um fator essencial para o sucesso das organizações. Ainda segundo o estudo, que ouviu 190 líderes de grandes empresas – com faturamento acima de 1 bilhão de dólares – localizadas nos Estados Unidos e no Reino Unido, 42% dos executivos estão mais focados em iniciativas voltadas a aumentar receitas do que a reduzir custos. Além disso, o levantamento indica que os gestores de TI tendem a ser beneficiados por uma disposição maior de investimentos. Nesse sentido, 43% dos executivos consultados planejam aumentar o orçamento da área de tecnologia em 2010, enquanto outros 45% pretendem manter os mesmos valores deste ano e apenas 13% devem reduzir o budget. No relatório sobre o estudo, o Gartner aconselha que os CIOs estejam preparados a essas novas demandas de negócio e, principalmente, aproveitem a visão positiva que os CEOs têm da TI para rever a lista de projetos prioritários para 2010.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prioridades de investimento -&lt;/strong&gt; Quando questionados sobre as prioridades corporativas para o próximo ano, a maioria (85%) dos CEOs cita as iniciativas para reter e aumentar a base de clientes. Por outro lado, as ações para reduzir custos – que eram a principal demanda em 2009 – caíram para o quinto lugar em termos de necessidade. Essa mudança de prioridades vai exigir que os CIOs invistam em projetos e serviços mais voltados a gerar valor aos clientes. Além disso, os gestores de TI serão desafiados a rever as competências de suas equipes. Já quanto às prioridades de investimentos em geral das organizações para 2010, reter e aumentar a base de usuários representa a principal estratégia para 85% das empresas.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Fonte: CIO Brasil)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo / SP&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Totvs foca em convergência digital e Sped em 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Após passar por um ano de integração com a Datasul – teve início em agosto de 2008 -, a Totvs concentrará seus investimentos em 2010 em um tripé que inclui novas interfaces de comunicação, infraestrutura e gestão de processos. Neste plano, mídias como Tv Digital e celulares, além do modelo de computação em nuvem e das tecnologias associadas ao Sped - Sistema Público de Escrituração Digital -, terão prioridade no desenvolvimento de sua plataforma para esses mercados. Além disso, a empresa levará adiante sua estratégia de atender todos os nichos de mercado com produtos focados, das microempresas às grandes. "Nem sempre a microempresa vai ter complexidade pequena. Apostamos na oferta de produtos adequados às necessidades de cada uma", observa Consentino. Outro destaque para 2010 será o conceito ByYou, sobre o qual o executivo ainda não revelou detalhes, embora o tenha associado à proposta de convergência digital que é um dos motores de investimentos. ByYou também é o nome do sistema de gestão web da Datasul, uma das empresas que fazem parte da Totvs. A fase de consolidação do uso do Sped, com contratos de manutenção, é outra aposta da empresa. Segundo o vice-presidente de desenvolvimento de Software Wilson de Godoy Soares, há espaço para inovação na área quando se fala em proporcionar relacionamento com clientes, consolidar e relacionar diversas informações relativas a recursos humanos, entre outros fatores que podem agregar inteligência à gestão das empresas. Em balanço divulgado em novembro, a Totvs contabilizou faturamento de R$ 252,5 milhões no terceiro trimestre do ano, sendo que 44,7% da receita vieram de contratos de manutenção&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Canais de distribuição se consolidam -&lt;/strong&gt; A Tovts aproveitou a ocasião para falar de seus planos de consolidar também a rede de distribuição de produtos. Todas as franquias regionais foram integradas. Ao todo, a empresa tem 208 canais de distribuição, sendo 95% já integrados. A companhia mantém ainda unidades próprias que funcionam como laboratório na prática de planos e estratégias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cigam lança módulo de gerenciamento de projetos para a Copa do Mundo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Empowered by 2014 é o recém criado módulo de gerenciamento de projetos do Sistema de Gestão Empresarial (ERP) desenvolvido pela Cigam Software Corporativo para a Copa do Mundo de 2014, que será realizada em 12 capitais brasileiras e poderá ser utilizado também nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016. A expectativa da Cigam é comercializar cerca de 475 licenças do novo módulo até o final de 2010. Segundo o diretor de mercado da Cigam, Robinson Klein o novo módulo permitirá a pequenas e médias empresas participar dos gigantescos investimentos que serão realizados no Brasil para as duas competições internacionais. “O clima de Copa do Mundo, no ano que vem, também animará as empresas a investir no Empowered by 2014, ao perceberem o quanto este tipo de competição pode alavancar negócios no País, para quem estiver bem preparado”, enfatiza Klein. Ao desenvolver a nova solução, a Cigam procurou dotar seu ERP com módulo que facilita a gestão dos mais variados projetos, especialmente na prestação de serviços de engenharia, arquitetura, paisagismo, capaz de criar oportunidades de negócios para uma pequena consultoria, escritório de design, ou profissionais liberais que atuem sozinhos. De acordo com Klein, a configuração recomendada para empresas de engenharia ou arquitetura é constituída pelos módulos: Gestão Financeira; Contratos; Compras e Suprimentos; Faturamento; Escrita Fiscal; Workflow; Materiais, e Gestão de Projetos – Empowered by 2014. Com este último módulo, o cliente gerencia os serviços externos e internos de projetos, consultoria, engenharia, obras e montagens. Outro destaque no Empowered by 2014 é o acesso remoto pela Internet. “Apontamentos são enviados diretamente ao local dos projetos, pela web, para o ERP Cigam”, salienta Klein que destaca, também, que os usuários podem acessar as ordens de serviço ou suas alterações geradas no ERP diretamente dos locais de projetos. O diretor de mercado informa, ainda, que em visita a clientes ou em campo, os gestores podem acessar remotamente todas as informações do projeto existentes no Sistema de Gestão da Cigam. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Assecom - Assessoria de Comunicação Gladis Ybarra)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_____________&lt;br /&gt;MERCADO WEB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nova Iorque / EUA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Twitter lança recurso voltado para mercado corporativo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com cada vez mais empresas usando redes sociais de forma estratégica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;, o Twitter tenta mostrar aos usuários que também está aberto para o mundo negócios. Sua última novidade, que ainda está na versão beta, é um recurso destinado a ajudar as empresas a autenticar quem pode publicar mensagens em seu nome. Chamado Contributors, o recurso foi liberado para um número reduzido de usuários na semana passada, de acordo com um membro da equipe do produto, Anamitra Banerji.&lt;br /&gt;Em nota publicada no blog da empresa nesta segunda-feira (14/12), Banerji diz que os engenheiros do Twitter têm trabalhado em diversos recursos voltados para empresas e que o Contributors é o que está mais perto de ser liberado para uso. “Este recurso é um dos diversos que temos em desenvolvimento; alguns deles serão visíveis para usuários comuns, outros não”, escreve Banerji. “Nosso objetivo agora é obter algum retorno dos usuários corporativos e dos parceiros de nosso ecossistema. Depois de resolvermos algumas pendências, faremos um lançamento completo”.&lt;br /&gt;Não está claro se o Twitter planeja fazer do recurso uma fonte de renda.&lt;br /&gt;Geração de receitaEm setembro, na Cidade do México, o cofundador do Twitter, Biz Stone, disse que a empresa planejava agregar recursos geradores de receita ao microblog no último trimestre deste ano. Há mais de um ano, observadores da indústria e de analistas financeiros se perguntam quando o Twitter encontraria um modelo de negócios e começaria a fazer algum dinheiro.Stone disse à época que a companhia estava construindo um “painel analítico”, feito para ajudar as empresas a acompanharem o que está sendo publicado sobre elas. O painel deveria estar pronto até o fim do ano. O Twitter não respondeu às solicitações de informação sobre quando um recurso “gerador de receita”, como o painel analítico, poderia ser lançado, nem se eles cumpririam o prazo previsto do fim do ano.O novo recurso Contributors foi concebido para permitir às empresas designar outros usuários do Twitter – empregados ou consultores, por exemplo – para publicar mensagens em nome delas. Na publicação corporativa, o tweet aparecerá como proveniente da empresa, mas também terá um identificador individual, que dará aos usuários uma ideia melhor de quem eles estão seguindo. &lt;strong&gt;(Agência EFE)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;__________________________&lt;br /&gt;LOGISTICA &amp;amp; INFRAESTRUTURA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Londres / Inglaterra&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;British Airways entra na justiça para evitar greve de funcionários no Natal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A companhia aérea British Airways anunciou ontem no final da tarde, dia 15/12, ter lançado uma ação na justiça para impedir uma greve de 12 dias durante as festas de fim de ano aprovada segunda-feira, dia 14/12, pela tripulação. A empresa disse ter escrito ao sindicato pela terceira vez desde sexta-feira para assinalar irregularidades na votação e pedir a retirada do aviso de greve. O sindicato, que já não tinha respondido às duas primeiras cartas, ignorou a terceira da mesma forma. Diante deste silêncio, a companhia anunciou que recorreu à justiça para impedir a realização da greve. Segunda-feira, dia 14/11, de acordo com o sindicato Unite, mais de 10 mil funcionários da British Airways votaram em favor da convocação de uma greve para protestar contra as demissões e as condições de trabalho. A greve começaria no dia 22/12 e seria encerrada no dia 2/1/2010. "Estamos absolutamente determinados a fazer o máximo para proteger nossos clientes desta decisão escandalosa e injustificada da Unite. Não queremos ver um milhão de Natais arruinados", declarou em comunicado o diretor-geral da companhia, Willie Walsh. Para Walsh, o sindicato "teve uma atitude cínica ao manter contra nossos clientes uma ameaça extrema que talvez não consiga cumprir" devido a "problemas ocorridos na votação de sexta-feira". O diretor da empresa destacou, porém, que a companhia "continua disposta a negociar com o Unite em qualquer momento e sem condição prévia". Se esta greve se concretizar, será a primeira da tripulação da British Airways desde 1997.&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt; (Agence France Presse / AFP)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;_________________&lt;br /&gt;TELECOM &amp;amp; ENERGIA&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Da redação - Brasília / DF&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BNDES financia R$ 838 milhões para usinas eólicas em Santa Catarina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - aprovou ontem, dia 15/12, financiamento de R$ 837,8 milhões para a construção de dez parques eólicos, nos municípios de Água Doce e Bom Jardim, ambos em Santa Catarina. Ao todo, o investimento no complexo, que terá capacidade instalada de 222 MW (megawatts), somará R$ 1,2 bilhão. O crédito foi concedido ao grupo Impsa, de origem argentina, cujos projetos são voltados para a área de energias renováveis. Os dez parques terão um total de 148 aerogeradores fornecidos que serão fabricados em Suape/PE. A última usina tem entrada em operação comercial prevista até dezembro de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – São Paulo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TIM quer triplicar receita da Intelig nos próximos três anos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A TIM espera triplicar nos próximos três anos a receita da Intelig, que em 2009 deve fechar em pouco menos de R$ 700 milhões. Segundo o presidente da operadora de telefonia móvel, Luca Luciani, o objetivo é também atingir a rentabilidade média do setor, em torno de 20%. A taxa alcançada atualmente não foi divulgada, mas, de acordo com o diretor da TIM Antonino Ruggiero, é só "um pouco menor". O executivo fez questão de frisar, no entanto, que "o verdadeiro valor da empresa é conseguir R$ 700 milhões de receita com zero aporte", ressaltando que não havia investimento na Intelig há sete anos. Segundo Luciani, todo o caixa gerado pela empresa será reinvestido no intuito de ampliar o reconhecimento da marca e a participação da operadora no mercado. A incorporação, aprovada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em agosto, deve proporcionar ganhos de eficiência de R$ 250 milhões ao ano, o que deve trazer de volta o capital investido de R$ 517 milhões - em menos de 30 meses. A TIM também está assumindo parte (US$ 70 milhões) da dívida da Intelig. "A Intelig é uma marca muito forte e será mantida", afirmou Luciani em entrevista a jornalistas nesta terça-feira. Não há previsão de plano de reestruturação para a Intelig, que deve seguir com estrutura autônoma. A definição sobre qual código de prestadora para ligações de longa distância vai permanecer - o 23 da Intelig ou o 41 da TIM - só será definido nos próximos 18 meses. O processo de integração das redes deve ser concluído em 100 dias. Com essa infraestrutura, a TIM deve acelerar a expansão da rede 3G e atingir novos mercados de voz e de dados, residencial e corporativo, além de reduzir custos operacionais, como o aluguel de linhas. "Vamos dobrar o campo do jogo", disse Luciani, referindo-se ao mercado potencial de atuação. O investimento de R$ 7 bilhões da TIM para o triênio 2009 a 2011 no país foi reiterado pela companhia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________&lt;br /&gt;MERCADO DE LUXO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segundo Outlet do País será construído no Rio Grande do Sul&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O sucesso do primeiro shopping brasileiro de desconto para grifes de luxo, o Outlet Premium São Paulo, atraiu a atenção de investidores de outras regiões do país. Fruto de uma parceira entre a General Shoppings e a Senpar, dona do terreno, o empreendimento foi construído no município de Itupeva, a 72 quilômetros de São Paulo. Desde a inauguração, em junho, as vendas estão 60% maiores que o previsto - em algumas lojas, o desempenho chega a ser 150% superior. Durante os finais de semana, as lojas mais procuradas chegam a organizar filas de consumidores ávidos por produtos de marca com desconto. O resultado animou outro grupo de investidores a entrar no mercado de outlets de luxo. A construtora paulista São José e a gaúcha Cisplan preparam-se para erguer um projeto semelhante em Novo Hamburgo, na região metropolitana de Porto Alegre.&lt;br /&gt;O projeto, ainda sem nome, se encontra na fase de aprovação das licenças e será implantado num terreno às margens da rodovia BR-116, que corta o Brasil de norte a sul. Cerca de 4 milhões de pessoas vivem num raio de 70 quilômetros do novo centro de compras. O lugar é considerado estratégico pelos investidores porque está no meio do caminho entre Porto Alegre e a região serrana do estado – um tradicional pólo de atração turística, com cidades como Gramado, Canela e Bento Gonçalves. Além disso, trata-se de uma área com boa concentração de consumidores de alta renda. “O PIB per capita dessa região é de quase 20.000 reais, bem acima da média brasileira”, afirma André Costa, diretor da consultoria Jones Lang LaSalle, responsável pelo desenvolvimento do projeto – e que também participou da criação do outlet de Itupeva.Assim como o outlet paulista, o objetivo é oferecer artigos de luxo por preços bem mais em conta. Para as grifes, trata-se de um modo de escoar produtos que já saíram da coleção sem precisar recorrer às liquidações nas lojas de shoppings tradicionais - onde os custos de manutenção de um ponto-de-venda são maiores e, por isso, vender artigos com grandes descontos gera prejuízo. O outlet paulista foi construído ao ar livre (o que permite economias com luz e ar-condicionado). O terreno não se encontra em área central de uma grande cidade, onde seria preciso desalojar - e ter de indenizar - muita gente. Está localizado às margens da rodovia dos Bandeirantes, entre São Paulo e Campinas e ao lado dos parques Hopi Hari e Wet’n Wild, por onde passam milhares de pessoas todos os dias. Além disso, foi capaz de atrair uma clientela que, geralmente, não visitaria uma loja da rede em um shopping convencional. Para os consumidores, a vantagem é bastante óbvia - comprar artigos de marcas sofisticadas sem sangrar o orçamento.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sotaque local&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O projeto encontra-se na fase de aprovação das licenças. Os investidores pretendem iniciar as obras em abril, a tempo de inaugurá-lo antes das festas natalinas de 2010. Com 25 mil m² de área bruta locável e capacidade para 120 lojas (incluindo a praça de alimentação), o empreendimento será maior que o de Itupeva, com seus 18.000 metros quadrados e 93 lojas. O investimento é estimado entre 60 milhões e 70 milhões de reais. A construtora São José é o sócio majoritário do projeto. Os empreendedores também pretendem dar uma cor local ao projeto, recorrendo a referência da cultura regional. Uma das opções é criar uma área para as vinícolas locais. Outra é construir a praça de alimentação com características da arquitetura alemã. Numa segunda etapa, o projeto poderá ganhar uma nova edificação, onde seriam instaladas lojas de fabricantes locais de móveis de alto padrão. No outlet paulista, os consumidores podem encontrar marcas baladas como Diesel, Armani, Hugo Boss, Ricardo Almeida e Calvin Klein. Embora o shopping gaúcho e o paulista pertençam a investidores diferentes, as grandes marcas internacionais instaladas em Itupeva são um alvo do empreendimento de Novo Hamburgo. De acordo com Costa, da Jones Lang LaSalle, até o momento 30 marcas presentes em Itupeva já manifestaram intenção de locar espaços no novo outlet.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="novidade"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Potencial do mercado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;A boa acolhida do outlet paulista pelos consumidores foi determinante para que a Construtora São José e a Cisplan se convencessem da viabilidade de um outlet premium. As empresas procuravam, há um ano, um projeto interessante para o terreno às margens da BR-116. O plano inicial era construir um shopping center tradicional. Mas, depois da inauguração do outlet de Itupeva, em junho, e dos primeiros resultados de vendas, as empresas decidiram investir nesse novo modelo de negócios. Como a Construtora São José já era parceira da Jones Lang LaSalle em outros empreendimentos, o contato e o desenvolvimento de um projeto semelhante foi facilitado.Nos EUA, praticamente todas as grandes cidades possuem outlets, que fazem a alegria da população local e de turistas endinheirados. A avaliação, porém, é que no Brasil no máximo seis empreendimentos do tipo podem ser construídos. Primeiro porque as grifes de luxo não têm em suas lojas convencionais um estoque a ser desovado suficiente para abastecer um grande número de outlets - embora algumas grifes já manifestem a intenção de produzir artigos especialmente para os shoppings de desconto como nos EUA. Além disso, o estado de São Paulo concentra 80% dos endinheirados brasileiros. Mas a tendência é que o sucesso do outlet de Itupeva incentive a construção de réplicas do modelo. A própria General Shopping, umas das donas do outlet paulista, diz que estuda a construção de mais dois empreendimentos em cidades cujo nome é guardado a sete chaves. Os especialistas veem cidades como Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília como os alvos mais prováveis. Os gaúchos já estão prestes a ganhar o seu. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Portal Exame)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666600;"&gt;________________________________&lt;br /&gt;RESPONSABILIDADE Social e Ambiental&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Caxias do Sul / RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programa Florescer lança DVD no GNC Cinemas do Iguatemi Caxias do Sul&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O GNC Cinemas do Iguatemi Caxias do Sul terá sessão especial a partir das 20h de hoje, dia 16/12. É o lançamento do DVD Sementes do Amanhã, que reúne convidados para apresentar as atividades oferecidas pelo Programa Florescer, projeto de responsabilidade social das Empresas Randon, mantido pelo Instituto Elisabetha Randon Pró-Educação e Cultura. O DVD, produzido pela Deiró Filmes, de Curitiba/PR, tem cunho artístico e institucional, com cerca de uma hora de duração e foi gravado em Caxias do Sul com utilização de linguagem cinematográfica. Além do Coro Infanto Juvenil do Programa Florescer, o projeto conta com a apresentação do músico Lucas Lima e as participações especiais da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul e do tenor Eduardo Bighelini.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Instituto Elisabetha Randon -&lt;/strong&gt; O Instituto Elisabetha Randon Pró-Educação e Cultura é uma Organização da Sociedade Civil com Interesse Público e foi criado com o objetivo de desenvolver ações de responsabilidade social das Empresas Randon voltadas para a comunidade, apoiando ou desenvolvendo programas voltados à educação de crianças e adolescentes no contraturno escolar, a cultura e o voluntariado, promovendo a integração das empresas com a comunidade. Um dos programas mantidos pelo Instituto Elisabetha Randon é o Florescer, que consiste num centro de educação livre e multidisciplinar que inclui reforço escolar, assistência na realização das tarefas escolares diárias, atividades de inglês, informática, educação corporal, canto-coral, musicalização por instrumentos, educação ambiental e projetos sobre valores, na atividade educação para vida, além de ciclo de palestras para comunidade. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;(Fonte: Enter Consultoria em Comunicação) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da redação – Porto Alegre /RS&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lar Vó Manuelita ganha campanha Felicidade 100 Idade da Sidicom&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A Sidicom Software, em parceria com a Confraria dos Amigos lança a campanha social de Natal, Felicidade 100 idade. O objetivo é proporcionar boas festas às pessoas que vivem no Lar Vó Manuelita, de Sapucaia do Sul. Até esta quarta-feira, 16, a empresa estará recolhendo doações de alimentos, medicamentos, produtos de higiene pessoal, roupas de cama e banho e fraldas geriátricas, para entregar na instituição, na festa natalina, que será realizada em 18 de dezembro, a partir das 14h, na entidade, com a presença do Papai Noel. O Lar passará a ter dias melhores com a ajuda que começará a receber por parte da equipe da Sidicom, pois a empresa não só vai realizar a ação de natal, como também vai adotar a instituição, iniciando um processo de divulgação de suas atividades, para obter mais ajuda, e implantar uma agenda social para os próximos dois anos. Dois funcionários do empreendimento ficarão à disposição, de maneira rotativa, promovendo atividades para motivar a comunidade a se engajar na campanha. A Sidicom também vai destinar verba para cobertura de custos. Interessados em participar podem entregar suas doações na sede da Sidic